Me vi diante da decisão que poderia redefinir nosso casamento por completo. Minha esposa me estendia meu celular com aquele olhar que era puro fogo líquido: desafio misturado com uma submissão que eu nunca tinha visto nela, enquanto meu dedo indicador continuava cravado na buceta dela, preso pelo tecido encharcado do short e da calcinha. Fazia apenas algumas semanas que tínhamos nos mudado para este bairro residencial exclusivo, com seus chalés impecáveis, piscinas comunitárias reluzentes e aqueles churrascos de fim de semana onde os vizinhos se soltavam sob o pretexto de "se integrar". As tensões tinham escalado sutilmente: os olhares lascivos do Antônio nas festas do condomínio, seus comentários velados sobre como o biquíni da Ana "iluminava" a piscina, as noites em que voltávamos para casa com o pulso acelerado, lembrando como ele "rosnava" a coxa ou as costas dela no meio das risadas coletivas. Eu tinha alimentado tudo com minhas fantasias sussurradas na escuridão da nossa nova cama, mas agora era tangível, cru. Se eu enviasse aquela mensagem, cruzaríamos um limite irreversível neste bairro onde mal começávamos a criar raízes. Hesitei, o coração martelando no peito como um tambor de guerra. No fundo, eu ansiava por aquilo: testemunhar como o Antônio reivindicava o que era meu, aquela voragem de ciúmes ardentes e excitação que deixava minha rola dura como aço, pulsando dolorosamente contra o zíper. Mas sabia que isso poderia quebrar algo em nós, nesta nova vida de vizinhança onde as aparências eram tudo. Ana quebrou meu transe segurando meu pulso com firmeza. Ela tirou meu dedo de dentro dela com um som obsceno, um chape chape viscoso que ecoou na sala silenciosa, e o ergueu entre nossos rostos. O cheiro invadiu tudo: sua essência íntima, almiscarada e doce, o aroma cru de uma buceta em chamas pelo tesão reprimido durante semanas. — Alfredo, decide logo... faz o que sua rola mandar — sussurrou com voz rouca, e sem piscar, enfiou meu dedo na boca. até a base. Chupei com avidez, minha língua se enrolando como uma cobra, lambendo cada gota dos seus sucos com uma lentidão torturante que me fez gemer. Nunca tinha feito assim, com essa fome animal; era como se ela estivesse implorando pra eu jogá-la no abismo, mas que eu carregasse a culpa. A sanidade evaporou. Aquele calor úmido, aquela sucção obscena, me lembrou todos os churrascos onde Antonio a devorou com os olhos, e eu fantasiei com isso na cama depois. Não era justo parar agora, não quando eu acendi o pavio com minhas confissões bêbadas. Peguei o celular com mãos trêmulas e digitei: "Vem agora. Porta do pátio aberta. Não demora". Enviado. A resposta foi imediata: "Chego em um minuto. Deixa ela pronta pra mim". Ana me olhou com olhos que eram poços de luxúria desenfreada. Não vou esquecer aquela expressão: vulnerável diante de mim, mas já rendida ao domínio que se aproximava. Nos beijamos com uma ternura que contrastava com a tempestade: línguas entrelaçadas numa dança lenta, reafirmando que nos amávamos, que isso era nosso segredo nesse bairro novo. "Tô tremendo", murmurou contra meus lábios. "Eu também", confessei, "mas é pra gente, pra avivar o fogo nessa casa nova". Voltamos a nos beijar, cada vez mais ferozes, meu pau duro como uma barra de ferro pressionando contra a calça, me causando uma dor deliciosa. Levantei os olhos e lá estava Antonio, emoldurado na porta de correr da sala pro pátio, sua silhueta imponente sob a luz da lua. Nos observava com um sorriso predador, a mão já massageando o volume enorme na calça jeans, nos dando espaço mas já tomando o controle. Ana sentiu a chegada dele pelo arrepio que me percorreu, mas não se virou. Continuou me beijando, as unhas cravando na minha nuca, como se quisesse me marcar antes de se render. Antonio avançou com passos decididos, se colocando atrás dela. A envolveu pela cintura com braços fortes, possessivos, e começou a esfregar o volume contra a bunda dela com movimentos lentos, deliberados, como se já a possuísse. Ana ofegou na minha boca, arqueando as costas instintivamente pra se esfregar mais nele, os quadris dela ondulando em resposta automática. As mãos dela subiram pros peitos, apalpando eles com força por cima da camiseta fina, beliscando os bicos até fazer ela gemer. Antonio não perdia tempo; os dedos dele desceram pela barriga dela, enfiando por baixo do short e da calcinha com maestria. Encontraram a buceta dela encharcada, e começou a masturbar ela com dedos experientes: um enfiado fundo, outro esfregando o clitóris em círculos implacáveis. O som era pornográfico: chapinhados molhados, escorregadios, a buceta dela escorrendo sob o toque dele. —Porra, que puta você tá, Ana... sua buceta me recebe como uma cadela no cio —rosnou Antonio no ouvido dela, a voz dele um comando rouco que fez ela tremer. Ana não respondeu; só abriu mais as pernas, submissa, facilitando o acesso total. Apertou a bunda contra ele com mais força, gemendo na minha boca enquanto os dedos dele fodiam ela sem piedade. Eu beijava ela com desespero, sentindo o corpo dela se contorcer entre nós, mas Antonio já dominava a cena. —Sabe o que vou fazer com você agora, puta? —perguntou, o tom carregado de autoridade absoluta. —Sim, senhor... —ofegou Ana, rompendo nosso beijo, a voz dela submissa pela primeira vez, como se ele já tivesse quebrado ela. —E o que é, hein? Fala alto, pro seu maridinho ouvir. Os dedos dele aceleraram, fodendo ela com a mão como prelúdio. Ana olhou pra mim, olhos vidrados de rendição total, e obedeceu: "Que você vai me foder como uma cadela... na frente do meu marido, e o que você mandar". Meu pau quase explodiu ao ouvir ela, mas Antonio queria mais controle. Tinha Ana na mão dele; podia ter penetrado ela ali, mas optou por me humilhar. —E o seu maridinho permite? Ou tenho que lembrar ele quem manda aqui? —Sim, ele não liga... por favor me fode... —implorou Ana, se esfregando na mão dele como uma viciada. —Quero que ele diga, alto e claro —ordenou Antonio, me olhando com desprezo. brincalhão, os dedos dele parando pra torturar ela. Olhei pra Ana, o rosto dela suplicante, e cedi: "Sim, Antonio, fode a minha esposa. Faz o que quiser com ela". Falei isso enfatizando "minha esposa", mas soou patético, como se eu tivesse entregando um troféu. Antonio tirou os dedos com um som de sucção, lambendo eles de propósito. "Vira a puta", ele me ordenou. Virei a Ana, e eles se encararam: os mamilos dela duros como diamantes por baixo da camiseta, a cara dela pura submissão viciosa. Antonio sorria como um rei. —Pra foder, tem que tirar a roupa — ele disse com deboche—. Mas você obedece: pede pro seu maridinho tirar sua roupa peça por peça, pra mim. E faz isso implorando. Ana não hesitou, a voz dela trêmula mas obediente: "Alfredo, por favor... tira minha camiseta pra o Antonio ver meus peitos de novo... como na piscina". Levantei o tecido, soltando os peitos perfeitos dela, mamilos inchados de tesão. Antonio tirou a camisa, revelando músculos definidos. "Boa, puta. Próximo". "Alfredo, abaixa meu short... quero que ele veja minha buceta molhada por ele". Me ajoelhei, puxando o tecido, expondo a calcinha dela encharcada. Antonio desabotoou a calça jeans, ficando de cueca com um volume monstruoso. "Agora a calcinha, amor... por favor, me deixa nua pra ele". Abaixei devagar, revelando a buceta depilada dela, lábios inchados e brilhantes. Peguei elas; escorriam como se ela tivesse mijado desejo. Ana ficou exposta, tremendo na frente dele. Antonio puxou a cueca de uma vez: o pau dele era uma besta, grosso como meu pulso, cheio de veias e comprido, superando o meu em tudo. A cabecinha gotejava, apontando pra ela como uma arma. Me afastei pro sofá, me despindo, meu pau duro mas insignificante do lado do dele. Antonio avançou e beijou Ana com brutalidade, mordendo o lábio dela, a língua dele invadindo a boca dela. Ana se entregou, gemendo submissa. De repente, ele a ajoelhou com um empurrão firme nos ombros. "Chupa ele, puta. Mostra pro seu maridinho como se faz de verdade". Ana obedeceu na hora, caindo de joelhos com uma submissão que me deixou gelado. Pegou no pau dele com mãos reverentes, masturbando devagar, lambendo a cabecinha salgada com a língua esticada, saboreando o precum como se fosse néctar. Abriu a boca e enfiou fundo, engasgando no começo pela grossura, mas se adaptando rápido, chupando com fome enquanto as bochechas afundavam pela sucção intensa. A cabeça dela subia e descia, saliva escorrendo pelo queixo, pegando mais a cada vez, até o pau do Antonio bater na garganta dela. —Porra, que boquinha de rabuda você tem... —rosnou Antonio, agarrando ela pelo cabelo com força pra foder a boca dela como um brinquedo—. Sua esposa chupa como uma profissional, Alfredo. Nunca deixou você gozar na boca dela, né? Pois hoje eu vou fazer isso. E ela vai engolir cada gota, como a putinha obediente que é. Ana chupou com mais intensidade, ignorando completamente os limites anteriores comigo, como se Antonio tivesse reprogramado ela em segundos. Lágrimas escorriam pelo rosto dela de esforço, mas ela não parou; pelo contrário, gemeu em volta do pau dele, vibrando contra ele. Antonio curtiu um tempão, metendo na garganta dela com brutalidade, as bolas batendo no queixo dela, até o corpo dele ficar tenso. "Engole tudo, putinha", ordenou com voz grave. Gozou na boca dela, jorros quentes e grossos que encheram as bochechas dela; Ana engoliu submissa, lambendo cada gota que escapava, chupando até deixar limpo. Algo que nunca tinha me deixado fazer, e ela fazia com ele como se fosse a coisa mais natural. Ele levantou ela pelo cabelo, ainda com porra nos lábios, e virou ela na mesa da sala com brutalidade. "Abre as pernas, rabuda", mandou. Separou as bundinhas dela com mãos firmes e enfiou a cara na buceta dela, lambendo com fúria animal: língua funda nos lábios inchados, chupando o clitóris com dentes suaves, nariz pressionando o cu dela enquanto explorava cada canto. O cheiro da excitação dela enchia o quarto, misturado com o salgado da porra recente dele. Ana se agarrou na mesa, ofegante e submissa: "Sim, senhor... come tudo... faz de mim o que quiser". Percebi que estava nu, pau na mão, me masturbando enquanto Antonio devorava minha esposa. A imagem era puro vício: Ana inclinada sobre a mesa, peitos balançando e quicando a cada lambida, Antonio com o nariz enterrado na bunda dela enquanto a língua se perdia lá dentro, lambendo como um faminto. Ana olhou pra mim, os olhos nublados de prazer; conhecia aquela expressão, o orgasmo tava chegando. Virou a cabeça pro Antonio e apertou a nuca dele com uma mão, empurrando ele mais fundo, implorando em silêncio por mais. Ele acelerou, lambendo com fúria, a língua penetrando a buceta dela e roçando o clitóris sem piedade, e Ana explodiu: com gemidos altos, o corpo tremendo violentamente, gozando na boca dele enquanto me mostrava como tava gostando, os sucos escorrendo pelo queixo dele. Eu não aguentei; minha mão voou no meu pau e gozei no chão, jatos quentes espirrando enquanto via ela gozar, meu leite desperdiçado no piso que nem um perdedor. — Caralho, que gozada, Ana... — disse Antonio se levantando, lambendo os lábios com um sorriso triunfante —. Seu marido adorou o show. O coitadinho gozou só de olhar. Antes de meter, separou as nádegas dela uma última vez e lambeu da buceta até o cu, parando no buraquinho apertado, brincando com a língua: a ponta pressionando, entrando de leve, saboreando a parte mais íntima dela. Ana gemeu, se entregando completamente, arqueando a bunda pra oferecer mais. "Nunca deu o cu pro seu maridinho, né? Pois pra mim vai dar, putinha. Se prepara". Ana ofegou submissa: "Não... mas pra você, sim... come meu cu, senhor... é seu". Antonio cuspiu no cu dela pra lubrificar, posicionou o pau grosso na entrada apertada e empurrou devagar, esticando centímetro por centímetro. Ana gritou de dor-prazer, mordendo o lábio, mas não resistiu; pelo contrário, relaxou o corpo pra receber ele, gemendo "Mais... fode meu cu como nunca". Ele Ele a penetrou analmente com domínio, alternando estocadas lentas e profundas, o pau dele desaparecendo dentro dela enquanto ela gozava de novo, a buceta dela escorrendo sem ele tocar. "Olha como a sua esposa me dá o que ela te nega", disse Antonio, fodendo o cu dela com brutalidade, as bolas dele batendo na buceta dela. Depois de vários minutos de dominação anal, ele tirou o pau — brilhante e sujo — e a levou até o sofá. "Vem aqui, puta", ordenou. Ana se aproximou cambaleando, e ele a posicionou para um close-up: levantou uma perna dela sobre o braço do sofá onde eu estava sentado. Vi de perto a buceta dela aberta, escorrendo, e o cu vermelho pelo abuso; Antonio passou o pau na entrada da buceta dela e meteu de uma vez, me dando a visão perfeita de como ele fodia minha esposa, alternando entre buceta e cu para torturá-la. — Que buceta e cu gostosos a sua esposa tem, Alfredo — disse ele, adorando repetir, a voz um grunhido possessivo. Ana ofegava, à beira de novo. Sem pensar, levei minha mão ao clitóris dela, esfregando com cuidado para não tocar nele. Ana acelerou os gemidos, submissa: "Sim... me faz gozar para ele, Alfredo". — Vai, Alfredo, faz ela gozar no meu pau — me provocou Antonio com sarcasmo. Acelerei, e Ana explodiu: "Sim, era isso que você queria, que eu gozasse no seu pau!", gritou, se contorcendo, o corpo tremendo enquanto a buceta e o cu dela se contraíam em volta dele. — Muito bem... você me deixou a ponto — disse ele, tirando o pau e sentando no sofá, o pau duro e brilhante. Ana não precisou de convite; subiu em cima, de pernas abertas, submissa e ansiosa, os peitos na altura do rosto dele. Antonio os devorou com brutalidade: chupando um mamilo enquanto amassava o outro com força, puxando com os dentes até fazê-la gritar de prazer-dor. — Você gosta dos meus peitos, senhor? — perguntou Ana, brincalhona, mas com a voz rendida. — Amo, puta — grunhiu ele, babando neles como um animal —. Os da minha mulher, Marta, são maiores, mas os seus são perfeitos. Embora eu tenha pego seu marido olhando o decote dela. Marta no último churrasco. Ana riu, submissa. Falavam como se eu não existisse, e isso me deixava mais excitado, meu pau duro de novo apesar de tudo. — O que eu quero é que sua esposa me coma — disse Antonio, agarrando ela pela cintura. Ana sacou na hora: pegou no pau dele, apontou pra buceta dela e se deixou cair devagar, gemendo ao sentir cada centímetro grosso. Enfiou tudo e beijou ele com paixão submissa, línguas entrelaçadas enquanto rebolava em cima dele, peitos pulando no ritmo das ordens dele. — Cê gosta de como eu te como, senhor? — perguntou Ana, entregue de vez. — Adoro... vai ser difícil não te comer na próxima festa de vizinhança, putinha. Ou na sua própria casa, quando seu maridinho não tiver olhando. — Aproveita agora... sou sua — disse ela, submissa. Se perderam no momento: Ana cavalgando com controle, mas obedecendo os empurrões dele de baixo, acelerando quando ele mandava, parando pra se torturar. Tirando quase tudo pra depois enfiar fundo, mudando ritmos pra agradar ele. Os dois no limite, suados e ofegantes. — Amo teu pau... é maior e mais grosso que o do meu marido — confessou Ana, me olhando um segundo com olhos culpados mas excitados. — Diminui o ritmo, ou você vai acabar comigo, rabuda — suplicou Antonio pela primeira vez, mas com autoridade. Mas Ana não parou; cavalgava com vontade desesperada, os sucos escorrendo pelas bolas dele, a sala cheirando a sexo cru. — Vou gozar de novo — avisou ela, submissa. — Eu não aguento, Ana... vou te encher. Ela não ouviu; fechou os olhos e explodiu: "Meu Deus, sinto teu leite dentro!", gritou, gozando enquanto ele ejaculava, jorros quentes e grossos enchendo ela por completo. Não foi acidental; Ana espremeu ele, se mexendo até tirar a última gota, beijando ele safado com língua e saliva, a buceta apertando o pau dele. Finalmente, se levantou com pernas trêmulas, buceta aberta e escorrendo um fio grosso de esperma branco. Se jogou no sofá, de pernas abertas, recuperando o fôlego, o cu ainda vermelho e pulsando. Antonio se levantou, satisfeito. — Porra, a Melhor foda da minha vida" — ele disse, vestindo-se devagar —. "Você tem sorte com uma esposa assim, Alfredo. É uma deusa submissa. A gente se vê no próximo churrasco... e quem sabe a gente repete." Saiu, nos deixando sozinhos. Tinha acontecido: a fantasia que a gente tinha construído nesse bairro novo tinha se tornado real, mas com uma dominação que eu não tinha previsto. — "Você gostou?" — perguntei, quebrando o silêncio, minha voz rouca. — "Alfredo, passei dos limites... me desculpa" — ela disse, arrependida, cobrindo a buceta e o cu com uma mão, porra ainda escorrendo. — "Tudo bem" — acalmei ela, sentando ao lado, acariciando as coxas trêmulas dela. — "Porra, deixei ele gozar na minha boca, na minha buceta... e ele fodeu meu cu. Posso engravidar... nunca te dei isso." — "Amanhã a gente resolve com a pílula" — falei, deitando sobre ela pra beijá-la. Ela se entregou, respondendo com carinho culpado. Minhas mãos desceram pra buceta dela, escorrendo porra. "Não, Alfredo...", protestou fracamente, mas eu não parei. Abri as pernas dela e contemplei: aberta, cremosa, o cheiro de sexo misturado com o do Antonio, o cu dela ainda dilatado. Enfiei dois dedos na buceta dela, sentindo o calor viscoso da gozada dele, depois no cu pra misturar. Tirei os dedos cobertos e levei até a boca dela; Ana chupou, gemendo arrependida mas excitada. Posicionei meu pau na buceta dela e enfiei de uma vez: entrou fácil, chapinhando na mistura de sucos e porra. A sensação era estranha, escorregadia, excitante; eu fodia minha esposa cheia de outro, reivindicando ela. Não aguentei muito; tirei e gozei nos peitos e na cara dela, jorros abundantes salpicando ela. Caí sobre ela, exausto. Ficamos em silêncio, depois Ana sugeriu lavar a gente. Fizemos no banheiro, em silêncio, nos limpando bem, a água levando os vestígios da dominação. Na cama, ela me beijou: "Te amo". "Eu também te amo", respondi, abraçando ela. Enquanto dormíamos, refleti: esse bairro novo tinha mudado a gente, mas talvez pra melhor. As tensões de vizinhança, os olhares nas piscinas, as churrascos... isso podia ser o começo de uma vida mais aberta, mais excitante juntos. Ou talvez só um segredo que nos unisse ainda mais. De qualquer jeito, aqui começava nossa verdadeira aventura.
4 comentários - Mudança... A Rabuda... (parte 13 - final)