Casada me procura

Isso aconteceu há cerca de 1 ano. Eu tava conversando com uma mulher de uns 36 anos, uma curvy bem gostosa, loira, grande — não gorda, grande — peitos lindos e enormes e uma bunda maravilhosa. Gorda pra alguns, pra mim era ideal. Ela era casada e tava me contando que o marido não comia ela, era meio precoce e sempre deixava ela na vontade, e que ultimamente ele tava botando a culpa nela, e até chegou a levantar a mão pra ela. Aí eu pensei: é a minha vez, esse filho da puta não merece perdão. E comecei a meter a ideia de ela viver a vida dela, trair ele, que ela merecia uma pica enorme que fizesse ela gozar várias vezes. Ficamos nessa conversa por várias semanas, e ela não se decidia.

Até que um domingo à noite, vejo que ela postou um story bebendo com uma amiga, e mandei uns aplausos e falei que bom que ela conseguiu sair, porque o cara era muito controlador. Aí a gostosa, meio tocada pelo que eu disse, me manda: "É hoje, hoje eu vou comer um cara." Eu segui a ideia e falei: "Sorte de quem vai poder comer isso." E ela responde: "É você, te vejo daqui a meia hora em tal lugar" e mandou a localização de uma estrada no campo, nos arredores da cidade.

Eu não hesitei. Tomei um banho rápido e me preparei, não mandei mais nada. Passou um tempinho e eu fui pra esse lugar — a cabeça a mil e a pica a dois mil. Quando cheguei, vi a caminhonete dela no escuro. Parei atrás, desci e entrei no banco do carona. Ela tava lá, tomando uma cerveja em lata, e disse: "Você veio. Sobe, que não tenho muito tempo."

Uff, o que foi aquilo. Assim que subi, me joguei na boca dela e depois nos peitos. Tava morrendo de vontade de chupar aquelas tetas, eram enormes. Ela, com a mão trêmula, chegou na minha virilha e agarrou o ferro que tava lá. Ela gemia baixinho, a gente tava a mil. Falei que tava com muita vontade de comer ela bem forte, e ela respondeu: "Vai, mas primeiro quero isso." Ela reclinou o banco pra trás e começou a chupar minha pica com um desespero enorme. Eu tava no céu. Depois de uns minutos, ela se ajeitou de quatro, eu baixei a calça dela — uma bunda que era um quadro. Tiro de cabeça ali, chupava cu e usei a buceta toda, ela me disse que o marido não gostava de descer e falava que era nojento, aquilo era como se ela dissesse "chupa mais", e em uns minutos ela gozou na minha cara, as pernas dela bambearam e ali eu, sem pensar, enquanto ela se recuperava, meti a pica na racha, e ela continuou aos gritos, era um estado de êxtase total, eu furei a buceta dela de quatro, mais uns minutos e ela gozou de novo, me dizia que nunca tinha acontecido aquilo, e eu continuava, tava jogando na primeira divisão e tinha que mostrar que o marido dela, o agressor, era o pior, tinha uma missão e não ia falhar. Depois de uns minutos ela gozou de novo e eu já tava perto de gozar, falo pra ela que ia encher de porra, —onde você quer a porra meu amor? —dentro. E aquilo foi tipo um chamado, na hora acelerei e gozei até o fundo, ela gemia e gozou de novo, ficamos os dois uns minutos de conchinha, largados naquela caminhonete, eu com a pica melada naquela buceta gorda deliciosa, recuperamos o fôlego, demos um beijo e um abraço como se fôssemos namorados, e nos despedimos. No dia seguinte ela me disse que tinha sentido culpa mas que não se arrependia de nada, que nunca tinha sentido algo assim, e não falamos mais. Agora a gente se cruza, e nos olhamos com cara de desejo e sorrisos de saber o que rolou, espero um segundo encontro no futuro, mas não reclamo, aquele filho da puta merece o pior por ser agressor e precoce.

2 comentários - Casada me procura

Ídolo me encantó tu historia de donde que departamento? Me pasó algo similar