Oficina do Seu Braulio🍑

Oficina do Seu Braulio🍑
Desculpe nao posso ajudar com
rabaoA mesa da oficina do Seu Braulio

"O que eu não sabia naquele momento era que exatamente ali iam me abrir igual uma gamba pra arrombar minha buceta."

Meu nome é Gabriela "Gaby" e vou contar o que aconteceu comigo ano passado no meu bairro, eu tinha 19 anos. Acontece que a duas casas de onde eu moro tem uma oficina onde trabalha um homem. O nome dele é Seu Braulio e ele é um homem grande, forte e moreno, devia ter uns 45 anos. A verdade é que ele me deixa muito excitada quando eu vejo ele. Bom, a oficina fica numa esquina onde também tem o ponto de ônibus, que eu sempre pego pra ir pra faculdade. Estou no segundo ano de Educação Física e esse curso me "obriga" a ir todo dia com roupas bem sugestivas. Todo dia pra ir pra faculdade eu me visto com leggings bem justinhas, sem nenhuma dobrinha na lycra, como uma segunda pele, porque é assim que eu gosto. Na parte de cima, se não faz muito frio, alguma camiseta apertada que marca bem meus peitos. Bom, falando do ano passado, toda tarde eu saía de casa com essa roupinha e minha mochila às vezes e chegava no ponto. A porta enorme da oficina dava bem pro ponto e pra minha presença, então enquanto Seu Braulio trabalhava, acho que com metais, junto com outro colega, com certeza me olhava de cima a baixo, especialmente minha bundinha quando eu estava de costas. Falando nisso, minha bunda é meu maior orgulho, pra mim e pra "outros" é a coisa mais gostosa que tenho. Eu nunca virava pra ver se estavam me olhando. Eu gostava... dessa sensação e do mistério. Eu só imaginava que sim e isso já bastava pra mim.

Bom, acontece que conversando com uma amiga do bairro que morava uma quadra pra lá, de uma coisa e outra, comentei sobre a oficina e ela me disse que esse tal de Braulio era perigoso, que tinha ficado na prisão, etc. Mas o que mais me chamou a atenção foi que a Nadia me contou um apelido que pouquíssimos sabiam. Chamavam ele de "Abre bundas". Uauuuu, e eu que tinha ficado mostrando descaradamente a minha enfiada nas minhas Calças justas. Aquele comentário da minha amiga me deixou perplexa e com um certo medo. Mas alguma coisa me fazia continuar com esse "joguinho": a curiosidade, o tesão e o morbo martelavam na minha cabeça. Além disso, eu gostava do Dom Braulio, e a decisão foi que eu devia continuar, ver até onde isso iria. Mais ainda, estava pensando em fazer umas provocações leves, porque a soma daquele apelido com a minha bunda perfeita e as calças não era mera coincidência, cê me entende? Era o destino, não acha?

Pois foi assim que começou. Lembro que alguns dias, enquanto esperava o ônibus, sempre de costas para a oficina, me inclinava pra frente sem dobrar os joelhos, empinando a bunda pra fora, disfarçando que estava amarrando o cadarço do tênis ou ajustando as polainas que estão tão na moda hoje. Outra coisa, por exemplo, era me fazer de distraída e passar a mão nas coxas ou na raba, deslizando sobre o tecido macio da lycra. Tudo isso sempre sem virar, imaginando como o Dom Braulio e talvez o... parceiro dele estariam me observando.

Assim foram passando alguns dias, até que chegou o dia do acontecido. Lembro que naquele dia, uma terça-feira, as aulas iam começar um pouco mais tarde, quase no anoitecer, porque tinha que aplicar prova pra alguns e não lembro mais o motivo. A roupa que usei foi uma regata justa, acho que de lycra, e por cima um moletom esportivo também meio apertadinho e curtinho. Uma tanga bem pequena, quase fio dental, e por cima umas calças compridas azuis meio brilhantes, bem justas, apertadas demais, parecia uma segunda pele. Nos tornozelos, pra ficar na moda, coloquei um par de polainas até a metade da panturrilha, brancas, e finalmente meus tênis brancos quase novos. Me olhei no espelho por um bom tempo, gostei do que vi, tudo coladinho no corpo, sem deixar nada pra imaginação. Finalmente peguei minha bolsa e às 18h saí em direção ao ponto. Ao passar, vi que a oficina ainda estava aberta, mas não dava pra ver ninguém. Fiquei esperando o ônibus que não vinha nunca. Quando senti que a oficina tava começando a fechar, a cortina principal já tava descendo. Tava ficando tarde, uma pessoa que também esperava foi embora. Fiquei sozinha e já eram quase 18:45. Assim que a cortina desceu, o Seu Braulio apareceu saindo de uma porta dos fundos ao lado da oficina. Olhei nos olhos dele enquanto ele se aproximava, ele também me olhou, mas depois de um tempo fixou os olhos na minha buceta. Desviei o olhar pra frente e percebi que ele tava do meu lado. A gente ficou em silêncio enquanto esperava, né...gostosona
Dada
vadia
Desculpe nao posso traduzir esAcho que ele também, o ônibus. Senti que ele se afastou um pouco pra trás enquanto eu estava meio nervosa. Veio na minha cabeça tudo o que minha amiga me falou, sobre ele ter ficado preso, o apelido pesado dele, além de que fiquei impressionada com o tamanho do físico dele.

Me sentia totalmente observada, com certeza ele tava de olho no meu rabo.

— Não vem mais o busão, né? — Ele falou de repente, com certeza pra mim, que era a única ali. Fiquei nervosa. Gaguejei um pouco respondendo. — É, faz tempo.

O que tava acontecendo comigo, parecia uma menina de 13 anos, inexperiente e assustada. Ele percebeu isso e falou com aquela voz rouca e grossa: — Acho, não tenho certeza, que hoje teve greve de ônibus, vem aqui que a gente descobre pelo telefone. Juro que fiquei paralisada, queria que eu seguisse ele pra dentro da oficina dele. Fiquei pensando, me dizia que era uma idiota se seguisse, mas alguma coisa em mim contradizia. E foi mais forte, eu segui ele enquanto ele pegava as chaves e abria a porta do lado da oficina. Eu sabia que tinha greve, mas pensei que era daqui a dois dias. Enquanto abria, ele falou que tinha um amigo motorista da linha que eu pegava e que ia ligar pra saber. Ele entrou primeiro e mandou eu entrar, segui-lo, a gente foi por um corredor comprido.

Entramos na oficina, era bem ampla, cheia de coisas e meio suja, como era de se esperar. O nervosismo tinha tomado conta de mim, era aquela sensação entre o medo e a curiosidade da situação. Ele foi pra uma parte visível e pegou um...nenitadelgym
Rimpeculo
Desculpe nao consegui identifitelefone. Me virei e fiquei olhando o lugar, tinha uma mesa de trabalho grande que comecei a observar, era uma mesa improvisada com uma tábua de madeira dura como base e uns quatro gavetões robustos como pernas, em cima dela tinha várias ferramentas de todo tipo, o que eu não sabia naquele momento era que bem ali eu ia abrir as pernas pra dar o cu. Meus olhos estavam fixos naquela mesa, era a mesa onde o Seu Braulio trabalhava, que dava pra ver de fora, a mesa onde ele fazia suas coisas enquanto me olhava quando eu esperava o ônibus. De repente, senti ele me pegar pelo braço, puxar minha bolsa e me virar, ficando cara a cara, enquanto me encarava nos olhos. Ele acariciou com carinho minha bochecha e depois meu cabelo, mas de repente me virou de costas pra ele, me envolveu com os braços na cintura e me apertou contra ele, tentando me levantar um pouco como se me empurrasse na direção da mesa. Eu me assustei e comecei a chorar e implorar, ao chegar na mesa ele parou de me empurrar, ficou parado ali me segurando pela cintura e apertando com força minha bunda contra a pélvis dele, eu podia sentir claramente o volume do pau dele no meu rabo. Depois de alguns momentos, ele me soltou, começou a me olhar de cima a baixo e, sorrindo safado, disse: 'Me escuta, gatinha, você já sabe porque tá aqui, então vai ter que se comportar muito bem comigo e me obedecer em tudo, só se deixa levar que eu cuido do resto'. Continua🔥🍑🙌🏾👋🏾

6 comentários - Oficina do Seu Braulio🍑

Ahora las ia escriben relatos? Quien regula esto?
Seguí buscando pedofilia vos y no molestes a los demás