Esta história não é minha, mas já tem anos e não tem continuação, então eu vou fazer. Espero que curtam o Juanma no jantar! Tudo começou assim. Eu tinha 21 anos e pouca experiência com garotas. Fui pro jantar e lá estava meu pai sentado, enquanto minha mãe terminava de servir a comida. Éramos três em casa. Tudo ia bem até que um comentário da minha mãe ofendeu meu pai. Ele tava há quase 2 anos sem encontrar trabalho. Começaram a brigar e ele foi embora de casa. Aí minha mãe começou a chorar. Tava desesperada, cansada de ser a responsável por tudo em casa. Me abraçou com toda força. Entre soluços, confessou que não aguentava mais, ela queria um homem que ajudasse e protegesse, não um que ficasse em casa sem assumir os problemas. Eu me sentia impotente; — Mãe, você sabe que ainda tô estudando, mas por você, vou largar os estudos e arrumar um trampo, eu vou ser seu homem da casa! Mamãe me olhou, me deu um beijo na bochecha e disse: — Não, termina seus estudos e quando acabar, você vai ser meu homem. Naquele momento, senti uma coisa que nunca tinha sentido antes. Eu vou ser o homem dela? E naquela hora senti mais forte do que nunca os peitos dela contra mim. Não acreditava no que passava pela minha cabeça, ser o homem dela. E como tal, ela ser minha mulher. Me impus que nunca mais teria aquele pensamento. Umas duas horas depois, enquanto dormia, ouvi a porta de casa abrir. Era meu pai voltando, tava bem bêbado. Bateu nuns móveis da sala antes de chegar no quarto. Como o quarto dos meus pais e o meu eram vizinhos, pude ouvir a conversa deles: — Como você pode dizer que não sou seu homem? Agora você vai ver o que seu homem pode fazer. Uns minutos depois, comecei a sentir a cama rangendo, no começo devagar e constante, de repente mais rápido e com mais força. Aos poucos, minha mãe começou a gemer, no começo era um murmúrio suave, mas no final eram gritos de tesão. Sem freio. Ela não parava de repetir a mesma coisa: — Sim, sim, você é meu homem! Me dá mais! Aqueles gritos, horas atrás, teriam me deixado desconfortável, mas naquele momento me deixaram a mil. Eu tava muito excitado, podia ouvir como a mulher que eu queria que fosse minha esposa tava se acabando na cama. Não consegui evitar, baixei as calças e, no ritmo dos gemidos dela, me acabei. Quando nós três terminamos, esperei eles dormirem, então levantei e fui no banheiro. Na hora que passei na frente do quarto dos meus pais, eles acenderam a luz do quarto! Eles também tinham que ir. A situação foi muito constrangedora, nós três nos olhamos, eu pelado com a mão cheia de porra e eles pelados na cama. Ninguém falou nada. Passaram uns dias, ninguém comentou nada sobre o que aconteceu. Mas eu não conseguia parar de pensar naquilo. Meus olhares furtivos pra mamãe eram constantes. Eu revia o formato da bunda dela, os peitos... Eram tão descarados que até meu pai percebeu. Aproveitando que minha mãe foi no banheiro, meu pai me disse: — Filho, sabe que o que você tá fazendo não é certo. Não é qualquer mulher, é sua mãe. E você já sabe que ela é minha, eu sou o homem dela e sou eu que curto ela e mando aqui em casa. Essas palavras me acenderam por dentro. Você o homem da casa? O homem da casa se responsabiliza pelas contas, dá a cara pela família, ajuda a mulher. E você não faz nada disso. Só se limita a comer ela! Fui muito duro. A cara do meu pai mudou completamente. — Então, se você for capaz de ser o chefe da família, não vou criar problema pra você ter sua recompensa. Pode fazer tudo o que quiser com ela! Não acreditei no que ouvi. Minha maior fantasia ao alcance! Peguei minhas coisas e fui procurar emprego. A ideia era trabalhar depois da faculdade e nos sábados. Em poucos dias consegui; trabalhava de garçom à noite e nos sábados. O trabalho era uma merda, mas a recompensa valia a pena. À noite cheguei em casa e durante Na janta, eu falei: — Pai, mãe, como não quero que vocês briguem de novo, decidi ser o homem da casa enquanto o pai não tiver emprego. E por isso arrumei um trabalho. A cara do meu pai se desfez, ele lembrava perfeitamente das palavras dele e do que aquilo significava. As semanas passaram e finalmente chegou o dia. Fim do mês, quando eu recebesse, mostraria que era o homem da casa e, como tal, tinha direito à minha recompensa. Com meu envelope cheio de dinheiro, cheguei em casa. Lá estava meu pai, como sempre, sentado no sofá, vendo TV e bebendo cerveja. — Pai, aqui está a prova de que sou o novo homem da casa. Quero que cumpra o que me disse. Meu pai ficou em silêncio por uns segundos; — Tá bom, você trabalhou duro e eu dei minha palavra. Você não faz nada até eu mandar. Esta noite você terá sua recompensa. Ficou dura que nem pedra, não podia acreditar, finalmente teria minha recompensa, poderia sentir o corpo quente da minha mãe junto ao meu, os dois se movendo juntos. — Juanma, jantar! — minha mãe chamou. Sentei na mesa e não parava de pensar na mesma coisa: despir ela e começar a lamber o corpo dela. No fim da janta, meu pai disse: — Vamos celebrar o salário do nosso filho. Vamos beber! Abrimos uma garrafa de vinho e entre brindes e risadas, minha mãe foi bebendo. Enquanto isso, meu pai e eu nos moderamos. Depois de algumas horas, minha mãe parecia bem bêbada. Então meu pai começou a beijar e apalpar minha mãe. Ela, entre risos, não dizia que não, começou a se despir na frente dos dois. — Filho, agora continua você. Quando sua mãe tá bêbada, ela fica bem fácil e deixa fazer o que quiser. Eu vou pro meu quarto, não quero ver como tão comendo minha mulher. Não hesitei nem um segundo, meus lábios roçaram os dela, e ela, em vez de me rejeitar, me agarrou com paixão, sentou em cima de mim e enfiou a língua até o fundo da minha garganta. Comecei a tirar a roupa dela, os peitos dela ficaram de fora. Eram muito mais bonitos e gostosos do que eu imaginava. Os Comecei a lamber e chupar. Ela tirou minha blusa e minha calça. Eu também tirei a calça e a calcinha dela. Aquela mulher era um espetáculo, era muito gostosa e era minha. Ela abriu as pernas e disse: — Me fode! Não hesitei nem um segundo, coloquei a ponta do meu pau na frente da buceta dela, pude sentir a umidade que ela tinha e como estava quente. Comecei a apertar e senti entrando. A putinha fazia força pra eu sentir mais apertado. Com a emoção e minha inexperiência, o inevitável aconteceu. Gozei. Enchi a buceta dela com meu leite. Minha mãe, ao perceber que eu já tinha terminado, começou a gritar comigo. — Como você ousa me deixar assim? Se quer ser o homem da casa, tem que cumprir como tal! Vou embora com um homem que sabe me fazer sentir mulher. Ela se levantou e foi para o quarto dos meus pais. Em poucos segundos, ouvi ela começar a gemer. No meu quarto, frustrado e triste, não parava de me amaldiçoar. Como pude perder essa oportunidade? De repente, lembrei do que minha mãe disse. “Se quer ser o homem da casa, tem que cumprir como tal! Vou embora com um homem que sabe me fazer sentir mulher.” Ela não estava tão bêbada quanto eu pensava. Sabia com quem estava e o que fazia! A safada tinha se feito de bêbada e tinha dormido comigo de propósito. Na manhã seguinte, enquanto almoçávamos, meus pais não paravam de dar risadinhas. Até que não aguentei mais e explodi. — A noite passada, quero repetir! Sou o novo homem da casa e tenho direito a uma segunda chance! Pode ser que ontem eu não tenha aguentado, mas tenho seus genes, tenho um pau bom e com um pouco de paciência posso dar mais que você. Peguei minhas coisas e fui para a faculdade. — Juanma, jantar! — minha mãe me chamou. Sentei na mesa e ninguém disse nada, o clima estava muito pesado e nenhum dos três abriu a boca. No final do jantar, sentamos no sofá pra ver TV. De repente, minha mãe se levantou, desligou a TV e disse: — Estou cansada dessa situação. Quero que sejamos uma família. unida. E uma briga dessas não vai nos separar. Sou muito mulher e dou conta dos dois. Então agora mesmo vocês vão me foder os dois e vamos resolver essa porra! Em um segundo ela se despiu e foi até meu pai, começou a beijá-lo, enquanto ele a apalpava. Eu estava do lado vendo aquele espetáculo, não podia acreditar. — Vem ou já se deu por vencido? — disse minha mãe. Não hesitei nem um segundo, me despi e comecei a beijar o pescoço dela. Depois de alguns instantes nos beijando, ficamos de pé. Os três pelados, eu esfregando meu pau entre as bandas da bunda da minha mãe. Enquanto meu pai fazia a parte dele na frente. Minha mãe não parava de gemer e aproveitar. Fomos para o quarto. Ela nos sentou na cama e, de joelhos na nossa frente, começou a chupar. Primeiro foi a minha vez. A boca molhada dela começou a engolir meu pau, primeiro a ponta até terminar com tudo lá dentro. Sentia o hálito dela nos meus ovos, tava a mil. No final, pedi pra ela parar, precisava descansar pra não gozar. Então ela começou com meu pai. Ele pegou a cabeça dela e começou a guiar. Com movimentos suaves, minha mãe engolia aquele pinto. Pra cima e pra baixo. Meu pai suspirava a cada estocada. Com o tempo, fui relaxando e já podia continuar. Pedi pra eles mudarem de posição. Eu também queria participar. Minha mãe se esticou e abriu as pernas. Era um convite pra chupar a buceta dela. Coloquei minha cara na frente da buceta dela, tava molhada. Então passei minha língua pela racha dela. Desde o buraco da buceta, separando os lábios, até o clitóris. Fui engolindo os fluidos dela. Mesmo com minha mãe tendo na boca o enorme pau do meu pai, dava pra ouvir como ela gemia. Depois de uns minutos chupando a buceta da mamãe, parei e pedi pra ela me chupar de novo. Então meu pai, com um sorriso, disse: — Muito bem, homem da casa, você deixou essa mulher no ponto pra eu foder. Aprende que depois é sua vez. Fiquei pasmo, meu pai se colocou entre as pernas da minha mãe e, com um movimento rápido de quadril, enfiou todo aquele pinto. bem fundo. Era um espetáculo ver como ele comia ela. De repente, notei que começaram a chupar meu pau. Era minha mãe, voltando a chupar minha rola. Ela passava a língua por todo meu pau, chupava e engolia todos os meus fluidos. Nós três estávamos no céu. Depois de alguns minutos, minha mãe tava cada vez mais tesuda, se mexia mais e mais forte, gemia e chupava meu pau com mais força. Tava prestes a gozar. Aí, meu pai parou e saiu de dentro. — Filho, agora continua você e faz a rabuda da sua mãe ter o melhor orgasmo da vida dela. A gente se mexeu, eu me estiquei e minha mãe subiu em cima de mim. Quando enfiei meu pau na buceta dela, notei que tava diferente do outro dia. Tava toda molhada e larga. Meu pau entrou sem atrito. Segurei ela pela cintura e comecei a marcar o ritmo. Ela acompanhava perfeitamente. Em segundos, ela começou a gemer. Tava curtindo e eu podia sentir todos os músculos dela se tensionando, ela tava prestes a gozar. Finalmente, gozou, minha mãe soltou um gemido enquanto a buceta dela se contorcia. Eu sentia ela apertando meu pau e fazendo eu dar tudo que tinha dentro. E foi o que fiz, gozei como nunca. Foi um orgasmo interminável. Quando nós dois terminamos, meu pai disse: — Te parabenizo, você é um homem da casa. Mas te falta experiência. Olha como eu faço e aprende. Ele pegou minha mãe, que tava meio desmaiada de tanto esforço, colocou ela de quatro e enfiou o pau. A cara da minha mãe quando ele enfiou aquele pau enorme mudou, ela voltou a ter cara de safada. Meu pai bombava sem parar e ela ficava cada vez mais tesuda. Com o esforço e a tensão que tinha passado, em vez de ver meus pais terminarem, eu dormi. Tava sem forças. Quando acordei, não tinha ninguém na cama. Pensei: foi sonho? Não, não podia ser, meu pau tava muito sensível. Levantei e fui pra cozinha, lá tava meu pai, sentado lendo o jornal, e minha mãe tomando um café. — Bom dia! Como você Dormido? — perguntou minha mãe. — Como é que eu ia dormir, feito um campeão! — completou meu pai. De repente, minha mãe ficou séria e disse: — Tanto eu quanto seu pai gostamos muito e queremos continuar com o que fizemos. Mas você tem que prometer que isso nunca vai sair daqui. — Claro — respondi. — Então, se estamos todos de acordo, só quero deixar uma coisa clara — disse mamãe. — Da próxima vez que fizermos, quero que vocês dois me comam ao mesmo tempo. Então, com cuidado, vocês vão ter que me pegar também por trás.
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