Ao chegar, fui me deitar e vi que tinha uma mensagem do Salvador, dizendo: "Oi, Yulita linda. Hoje acompanhei a Irene no exame e vi meu amigo que estava com você. Sei que você não me viu, e algo me dizia que, se tivesse me visto, meu coração teria sangrado, porque queria ser eu quem estivesse ao seu lado agora, e não o Dante. Por favor, qualquer coisa que você precisar, tanto você quanto seu bebê, não hesite em me escrever. Eu ansiaria ler uma mensagem sua, porque você é a única que me faz muito feliz! Te amo, minha linda. Beijos." Meu rosto estava cheio de amargura e dor. Não queria mais continuar com tudo aquilo, porque não queria arriscar o Salvador nem minha integridade, e também não queria que o Dante se machucasse bebendo. Então, escrevi com a decisão de cortar toda comunicação com o Salvador. Respondi a mensagem dele: "Oi, Salvador. Esta será minha última mensagem, e peço que respeite minha decisão, porque quero reconstruir minha vida com meu marido e meu filho. Tomara que a Irene te dê a felicidade que um dia você quis que eu te desse. Se cuida e seja feliz. Um beijo." Ao enviar, engoli minha dor, minha amargura e minha tristeza. Tentei pensar em tudo que poderia fazer com meu marido para tornar mais suportável esse tempo que ainda faltava para o Jeremias nascer. Planejei um book de fotos nós dois juntos, posando, e depois com um par de sapatinhos de bebê, com um lindo campo de girassóis ao fundo. Também minha família e amigos organizaram uma festa de chá de bebê para me dar presentes para meu filho e para mim. Foi lindo. Por sorte, seja por decisão do Dante ou da minha família, não convidaram o Salvador. Os dias, as semanas e os meses foram passando até o momento tão esperado se aproximar. Não houve um dia em que não pensei no Salvador. Criei uma conta no Facebook e vi a do Salvador. Só olhei, e estava tudo lá: o anúncio do "filho" dele, fotos da ultrassom, a surpresa para os avós, a vida de casal e como estavam vivendo a espera do bebê. Não quis ficar mal, e naquela noite, não Aguentei e escrevi pra ele: "Vejo que conseguiu fazer uma vida nova com a Irene e te parabenizo. Manda um abraço pros seus pais e seus irmãos pelo seu bebê." Não consegui me segurar e desabei a chorar. Quase na mesma hora, vi que ele tinha lido minha mensagem e me respondeu: "Ah, Yulita... que alegria ler você. Não, não é assim. Tô lidando com tudo isso, essas fotos e tudo no Facebook foi só uma encenação, nada desse love todo é real, igual ao que eu sentia e ainda sinto por você e seu bebê. Deve faltar pouco pro nascimento do seu pequeno. Me escreve quando ele nascer. Te amo e vou te amar pra sempre." Quando li a mensagem dele, comecei a chorar e senti uma dor forte na barriga — eram aquelas contrações que tinham falado nos cursos de pré-parto, que era só respirar e ficar calma, mas eu lembrava de tudo que tinha passado com o Salvador e ficava mais nervosa e angustiada. Tentei fazer os exercícios de respiração, mas não adiantava nada, porque o nervosismo e a angústia por causa do Salvador me deixavam ainda mais triste. Liguei pra minha mãe do jeito que deu, já que o Dante não tava em casa, e eles chegaram quase na hora. Pegaram minha bolsa e a que a gente tinha preparado com tanto carinho, com todos os conjuntinhos e o kit pro Jeremias. Junto com o urso musical, o último presente do Dante. Eles se apressaram pra guardar os exames e documentos enquanto eu ia andando até meu carro, e meu pai abriu a porta de trás pra mim e colocou as bolsas no porta-malas. Minha mãe fechou a porta de casa e saiu. Daí saímos direto pra emergência, e eu tava muito nervosa. Não queria que o Salvador soubesse nada sobre a gente, sobre mim e meu bebê. Tudo aconteceu tão rápido: o exame, a internação, os remédios e as dores, que num piscar de olhos eu já tava com meu filho nos braços. Não conseguia acreditar como ele era lindo, não parava de chorar. Quando o Dante se aproximou, os olhos dele se encheram de lágrimas, e ele tava com a mesma emoção e felicidade que eu sentia naquele momento. Fiquei um dia inteiro lá na Clínica e recebi muitas mensagens de boa sorte pela minha recente maternidade. Procurei entre todas as mensagens se tinha uma do Salvador e não, parece que ele não ficou sabendo. Senti um certo alívio, mas precisava esquecer tudo o que a gente passou. Quando cheguei em casa, tanto o Dante quanto minha família e amigos tinham decorado com um cartaz de boas-vindas pra mim e pro Jeremias. Todo mundo estava muito feliz e fui cumprimentando um por um, até que vejo a minha sogra Madalena com um sorriso de orelha a orelha, achei que era sonho, mas não, ao ver o neto, ela também se emocionou.
Madalena: - Parabéns, querida, seu filho é lindo, meu netinho... meu primeiro netinho.
Eu: - Obrigada, Madalena, quer segurar ele um pouquinho?
E ela acenou que sim com a cabeça e eu coloquei ele nos braços dela. Foi um momento incrível que eu nunca imaginei, parecia que tudo de ruim que tinha passado com a minha sogra tinha desaparecido.
Todo mundo tinha preparado bastante comida pra gente comer junto e fazer uma reunião de família entre as duas famílias. Aí ouvi o chorinho do Jeremias e peguei ele no colo, encostei no meu peito e vi que ele procurava desesperadamente a teta, foi um momento lindo porque minhas irmãs faziam comentários engraçados.
Mari: - Olha só isso... ele é muito ansioso... vai, Giuli, dá de mamar.
Todo mundo riu.
Carmem: - Me lembra dos meus filhos...
Emilce: - Ele é lindo... olha como ele faz...
Pai: - Não acredito que ele já tá aqui com a gente, né, mãe?
Minha mãe olhava pra nós dois com muita ternura.
E eu me concentrei em amamentar e quando ele finalmente pegou, alguma coisa me fez lembrar do que vivi com o Salvador, mas ele sempre fazia com delicadeza, só pra tirar aquelas gotinhas de porra que caíam, sem me esvaziar. Voltavam à minha mente aqueles momentos que passei com o Salvador e pensei: "Agora ele tem a Irene, ele vai viver grudado nas tetas dela e vai aproveitar tudo aquilo que ele tanto queria."
O almoço inteiro foi normal e eles ajudaram a limpar tudo, congelaram comida pra mim e foram embora. Marcharam. De vez em quando, Jeremias chorava quando se sujava ou estava com fome, depois dormia tranquilamente no carro ou no berço. Passaram-se aqueles quarenta dias que a gente tinha que respeitar depois do parto, e eu tava ansiosa pra poder ter intimidade com meu marido de novo. Como meu corpo não tinha mudado tanto por causa da gravidez, na verdade até melhorou. Coloquei o melhor vestido de renda pra esperar o Dante chegar do trabalho e o esperei com uma comida que ele adora: um pastelão de batata com queijo gratinado. Quando o Dante chegou, se surpreendeu ao me ver assim e me deu um beijo carinhoso. Dante: — Oi, meu amor... como você tá gostosa... o que que tem hoje pra estar assim? Eu: — Oi, amor, hoje preparei uma coisa que você gosta, e já passaram aqueles dias que a gente tinha que esperar. Acho que a gente podia fazer alguma coisa entre a gente assim que o Jere dormir. Dante: — Tá bom, gostosa... Ele foi até onde o Jeremias estava, deu um beijo nele e deixou ele continuar dormindo. Me ajudou a pôr a mesa, eu servi a comida. Vi que ele tava com um sorriso no rosto e me enchia de carinhos e cafunés na minha mão. Ele se ofereceu pra lavar tudo, eu levei o carrinho pro nosso quarto, já que o bebê ainda dormia, mas meus peitos estavam inchados, parecia que iam explodir de tanta porra que tinham. Me veio à mente o que a gente tinha feito com o Salvador, e eu imaginei que se ele estivesse comigo, ia mamar com gosto. Esse pensamento, junto com a calentura acumulada, meus hormônios e tudo mais, fez meus peitos endurecerem e umas gotas de porra vazaram. Coloquei um protetor mamário enquanto esperava o Dante vir pra cama. Quando ele chegou, veio bocejando e fazendo barulhos com a boca. Olhei pra ele estranha, porque nunca tinha agido assim. Ele se deitou e eu me aproximei, tirei meu vestido. Quando ele me viu, começou a me acariciar devagar. Se aproximou, me beijou lento e suave. Tirou meu sutiã e enfiou a mão na minha calcinha, apertando e beliscando de leve. Isso me fez gemer e tremer. Era tanta calentura que eu... Voltaram a escorrer umas gotas de leite, mas como eu tava tão imersa na minha nuvem de tesão, nem liguei. Subi em cima dele e, quando minhas tetas roçaram no peito dele, Dante falou meio irritado:
- Ué, não... tá saindo leite das suas tetas.
Eu:
- É sim... porque tô amamentando nosso bebê.
Dante:
- E... cê sabe que eu não curto leite... mas quero transar com você, podia colocar uma toalha aí pra evitar que me molhe com isso no meu corpo.
Só balancei a cabeça, peguei uma toalha pequena e coloquei no peito dele. Enquanto cavalgava em cima dele, vinham na minha mente lembranças do Salvador e a obsessão dele pelas minhas tetas, fechava os olhos e acabei pensando nele. Em mais uns movimentos, Dante gozou e dormiu. O pau dele ainda tava dentro de mim. Eu me levantei devagar e enxuguei meu suor e as gotas de leite que tinham saído.
Pensei: "Não sei como vou continuar com isso, já que tô sentindo muita falta do Salvador e não sinto mais aquele amor que achava que sentia pelo Dante. Talvez sejam meus hormônios ou talvez seja algo passageiro, mas preciso do meu amante lactante e fogoso de novo."
Fim (Obrigada a todos. Desculpa a demora, mas tava com problemas no meu celular anterior onde guardava meus contos.) Em breve um novo conto continuação desse, que vai ser "Giuliana, mulher lactante e infiel".
Madalena: - Parabéns, querida, seu filho é lindo, meu netinho... meu primeiro netinho.
Eu: - Obrigada, Madalena, quer segurar ele um pouquinho?
E ela acenou que sim com a cabeça e eu coloquei ele nos braços dela. Foi um momento incrível que eu nunca imaginei, parecia que tudo de ruim que tinha passado com a minha sogra tinha desaparecido.
Todo mundo tinha preparado bastante comida pra gente comer junto e fazer uma reunião de família entre as duas famílias. Aí ouvi o chorinho do Jeremias e peguei ele no colo, encostei no meu peito e vi que ele procurava desesperadamente a teta, foi um momento lindo porque minhas irmãs faziam comentários engraçados.
Mari: - Olha só isso... ele é muito ansioso... vai, Giuli, dá de mamar.
Todo mundo riu.
Carmem: - Me lembra dos meus filhos...
Emilce: - Ele é lindo... olha como ele faz...
Pai: - Não acredito que ele já tá aqui com a gente, né, mãe?
Minha mãe olhava pra nós dois com muita ternura.
E eu me concentrei em amamentar e quando ele finalmente pegou, alguma coisa me fez lembrar do que vivi com o Salvador, mas ele sempre fazia com delicadeza, só pra tirar aquelas gotinhas de porra que caíam, sem me esvaziar. Voltavam à minha mente aqueles momentos que passei com o Salvador e pensei: "Agora ele tem a Irene, ele vai viver grudado nas tetas dela e vai aproveitar tudo aquilo que ele tanto queria."
O almoço inteiro foi normal e eles ajudaram a limpar tudo, congelaram comida pra mim e foram embora. Marcharam. De vez em quando, Jeremias chorava quando se sujava ou estava com fome, depois dormia tranquilamente no carro ou no berço. Passaram-se aqueles quarenta dias que a gente tinha que respeitar depois do parto, e eu tava ansiosa pra poder ter intimidade com meu marido de novo. Como meu corpo não tinha mudado tanto por causa da gravidez, na verdade até melhorou. Coloquei o melhor vestido de renda pra esperar o Dante chegar do trabalho e o esperei com uma comida que ele adora: um pastelão de batata com queijo gratinado. Quando o Dante chegou, se surpreendeu ao me ver assim e me deu um beijo carinhoso. Dante: — Oi, meu amor... como você tá gostosa... o que que tem hoje pra estar assim? Eu: — Oi, amor, hoje preparei uma coisa que você gosta, e já passaram aqueles dias que a gente tinha que esperar. Acho que a gente podia fazer alguma coisa entre a gente assim que o Jere dormir. Dante: — Tá bom, gostosa... Ele foi até onde o Jeremias estava, deu um beijo nele e deixou ele continuar dormindo. Me ajudou a pôr a mesa, eu servi a comida. Vi que ele tava com um sorriso no rosto e me enchia de carinhos e cafunés na minha mão. Ele se ofereceu pra lavar tudo, eu levei o carrinho pro nosso quarto, já que o bebê ainda dormia, mas meus peitos estavam inchados, parecia que iam explodir de tanta porra que tinham. Me veio à mente o que a gente tinha feito com o Salvador, e eu imaginei que se ele estivesse comigo, ia mamar com gosto. Esse pensamento, junto com a calentura acumulada, meus hormônios e tudo mais, fez meus peitos endurecerem e umas gotas de porra vazaram. Coloquei um protetor mamário enquanto esperava o Dante vir pra cama. Quando ele chegou, veio bocejando e fazendo barulhos com a boca. Olhei pra ele estranha, porque nunca tinha agido assim. Ele se deitou e eu me aproximei, tirei meu vestido. Quando ele me viu, começou a me acariciar devagar. Se aproximou, me beijou lento e suave. Tirou meu sutiã e enfiou a mão na minha calcinha, apertando e beliscando de leve. Isso me fez gemer e tremer. Era tanta calentura que eu... Voltaram a escorrer umas gotas de leite, mas como eu tava tão imersa na minha nuvem de tesão, nem liguei. Subi em cima dele e, quando minhas tetas roçaram no peito dele, Dante falou meio irritado:
- Ué, não... tá saindo leite das suas tetas.
Eu:
- É sim... porque tô amamentando nosso bebê.
Dante:
- E... cê sabe que eu não curto leite... mas quero transar com você, podia colocar uma toalha aí pra evitar que me molhe com isso no meu corpo.
Só balancei a cabeça, peguei uma toalha pequena e coloquei no peito dele. Enquanto cavalgava em cima dele, vinham na minha mente lembranças do Salvador e a obsessão dele pelas minhas tetas, fechava os olhos e acabei pensando nele. Em mais uns movimentos, Dante gozou e dormiu. O pau dele ainda tava dentro de mim. Eu me levantei devagar e enxuguei meu suor e as gotas de leite que tinham saído.
Pensei: "Não sei como vou continuar com isso, já que tô sentindo muita falta do Salvador e não sinto mais aquele amor que achava que sentia pelo Dante. Talvez sejam meus hormônios ou talvez seja algo passageiro, mas preciso do meu amante lactante e fogoso de novo."
Fim (Obrigada a todos. Desculpa a demora, mas tava com problemas no meu celular anterior onde guardava meus contos.) Em breve um novo conto continuação desse, que vai ser "Giuliana, mulher lactante e infiel".
1 comentários - Grávida e Infiel. Parte 15 FINAL