Oi pessoal, tudo bem? Então, dessa vez vou contar uma história minha. Isso aconteceu faz muuuuuuito tempo, eu tinha 18 anos, já terminando o Ensino Médio, por Novembro/Dezembro, se não me engano nas datas. Éramos um grupo de amigos, 4 caras e 3 minas, tudo adolescente no auge da juventude. A gente se dava bem e, embora sempre rolasse alguma coisa entre os integrantes do grupo, a verdade é que era bem saudável, sem ciúmes nem rancor. Por causa dessa amizade que a gente tinha (digo "tinha" porque hoje quase nem nos vemos), a gente sempre frequentava a casa de um dos caras, já que ele tinha um quintalão no fundo, nada muito chique, e uma piscina, também normal, nada demais.
Digo que a gente se reunia umas 3 ou 4 vezes por semana lá, levava bebida e fazia todas as prévias ou encontros por lá. O pai do nosso amigo, na época acho que tinha uns 40 anos, se chama Walter, um cara muito gente boa, com um corpão de academia sem ser o babaca padrão de academia, muito extrovertido, divorciado da mãe do Cris porque, segundo as más línguas, era um tiro no escuro. Walter sempre se juntava a gente e bebia um pouco, participava ativamente das brincadeiras e piadas do grupo e sempre oferecia alguma bebida, nunca enchia o saco da gente ficar lá.
Sem mais delongas, vou contar a história com o Walter. Pra vocês saberem, desde os 13/14 anos eu tenho esses peitos e eles sempre foram o centro das atenções de homens e mulheres, sem distinção de idade. Sempre soube o poder que tinha sobre certo tipo de homem e, claro, adorava "brincar" de provocar, mas só até aí, obviamente. Walter, embora me olhasse com outros olhos, eu notava um olhar libidinoso quando ele olhava pra mim e pras minhas amigas, a gente sempre zoava com elas e dizia que, se a gente quisesse, Walter nos levava "pro quartinho". Tudo ficava só nas brincadeiras e certas provocações dos dois lados. Ele sempre queria se destacar, dizendo que por ser "maduro" tinha muito sucesso com mulheres de 20/21 anos, pra ver. Se a gente se interessava por algo disso, gerava uma certa intriga.
Uma tarde, tava calor, não tava o grupo todo, mas éramos uns quantos. Os caras tavam preparando drinks e eu tava com uma das minas dentro da piscina. Walter chega e entra na água, nada demais até. Senta na borda da piscina e começa a conversar com a gente enquanto os caras tavam em outra.
Não lembro 100% do diálogo, mas o tom foi subindo aos poucos. Ele falou:
“Vocês, depois que provarem um cara de 30/40, esses moleques aí nem vão existir mais pra vocês.”
E a gente entrou no jogo feito duas bobas:
“Sério? O que os mais velhos têm que você tem tanta certeza?”
W: “Você vai ter que descobrir” – ele falou, todo marrento.
Eu: “Se eu pegar você, não dura nem dois minutos” – falei, subindo a aposta.
Naquele momento, o ar tava tenso. Minha amiga tava imóvel, sem falar nada. Walter levantou e foi pegar uma cerveja ou um drink, e aproveitei pra perguntar pra ela:
“Qual foi, burra? Tá muda?”
Cami: “Você não percebeu? O Walter quer te comer, burra.”
Eu: “Sei sim, faz tempo que ele me dá mole, mas também dá em cima da Nahir (minha outra amiga).”
Cami: “É, ela também me falou.”
Walter deixou a cerveja do lado da piscina, deu um mergulho e sentou de novo do nosso lado. A conversa continuou quente! Eu via ele olhando pros meus peitos. Cami, de novo, atônita, estranhamente nervosa, olhava pro outro lado como se quisesse evitar ver alguma coisa. Eu não entendia. Walter começou a conversar com os caras, e Cami me disse: “Burra, o pau dele tá saindo pela lateral da sunga.”
Eu não conseguia ver porque o ângulo não deixava. Não tava segura do que fazer, mas decidi ir mais fundo e mudei a posição da Cami pra poder jogar melhor. Quando ele voltou a prestar atenção na gente, deixei toda minha sensualidade e sedução fluir. Provocava ele mostrando meus peitos (sem mostrar nada), rebolei pra caralho. Deu vontade de olhar pra região entre as pernas dele e vi parte do pau, o que na hora me excitou pra caralho. Levanto o olhar e vejo ele me olhando enquanto eu tava de olho no volume dele. Pensei: pronto, ferrei tudo.
A situação era muito quente, os dois queríamos trepar mas precisávamos ver como fazer. Aquela situação ficou por ali, não rolou nada.
Na mesma semana, a gente se encontrou numa sexta à noite na casa dele e eu tava decidida a ir além. Cheguei na casa e lá estava o Walter, óbvio, e os outros caras já tinham chegado. Falo pra Cami: “Você vai ter que me dar cobertura com o Cris, quero pegar o Walter hoje”.
Cami: “Você é uma filha da puta, putinha kkkk, bom, deixa eu ver”.
Eu: “Vou ver como faço, te aviso e se faz de sonsa”.
A gente tava todo mundo junto e eu não aguentava mais de tesão, comecei a conversar com o Walter e ele percebia que eu tava mais ousada em tudo: atitude, roupa e o jeito de falar. Já sem muita conversa, encarei ele na cozinha:
“Tô com vontade de comer um coroa, quero ver se são tão bons quanto dizem”.
Walter se vira, me olha e fala: “Garota, solta uma cortina de fumaça que te espero no meu quarto”.
Faço o sinal combinado pra Cami e, com um pouco de nervoso, vou pro quarto do Walter.
Ele já tava me esperando de cueca, nem terminei de fechar a porta e ele me beijou, me beijava muito bem, sem ser bruto nem grosso, com muita língua, começou a me despir, me virou e quando virei pra tirar a tanga, começou a chupar minha bunda. Gente, vocês não sabem que delícia a sensação da primeira vez, amei, não sei quanto tempo ele ficou nisso mas eu adorava, ele também ia passando a mão na minha buceta, bem de leve, eu já tava nas nuvens. Me viro, ele continua me beijando, passava a mão nos meus peitos, acariciava suavemente. Senta na cama e fala:
“Já chupou pica?”
Eu: “Sim, me disseram que sou muito boa, quer ver?”
Tiro a cueca dele, olho e falo:
“Uau, filho da puta, é muito grossa”.
Walter: “Então chupa agora, garota, come uma boa rola”.
Comecei a chupar igual uma louca, custava a caber na minha boca, então passava muita língua, tocava nas bolas dele que também eram enormes! via Walter de olhos fechados, tava curtindo, mas desde o começo já percebia um lance de comando na hora do sexo, ele mandava. Ele se levantou da cama, eu não entendi nada, "fica assim" ele falou, me pegou pela nuca e disse "aguenta isso" e começou a comer minha boca com violência, primeira vez que faziam algo assim comigo, não sabia se tava gostando ou não, mas como ele mandava, eu me deixei. Eu tossia, engasgava, levantei o olhar pedindo piedade, a cara de satisfação dele era muito gostosa, ele solta minha nuca, tira o pau da minha boca, eu tentando respirar, ele pega minha cara e como se o anterior tivesse sido pouco começou a esfregar e bater com o pau na minha cara, eu já com cara de rendida, queria ser comida mas sabia que isso tava só começando. Ele me joga na cama, colocou um travesseiro embaixo pra me levantar e apoiou o pau na entrada da minha pussy, eu olhei nos olhos dele e falei "por favor me come". Ele começou a me comer devagarzinho, eu apoiei minha mão na barriga dele pra não me fazer doer, tipo dando um limite até onde queria que entrasse. O primeiro orgasmo não demorou a chegar, já tava quente desde antes e verdade seja dita, ele se mexia pra caralho.
Ele me levanta e me põe de quatro, ele ainda de pé do lado da cama. Começa a me comer devagar até que soltou a corrente e começou com movimentos rápidos e fortes, tava me sacudindo pra todo lado, tava me matando.
Eu gritava de prazer e dor, "aiiiii meeeeudeus" "filho da puuuta devagariiiinho pelo amor" "tá doendo, pelo amor para, devagar" todas essas palavras só pioravam, mais forte ele me comia.
"Meuuu deus... Filho da puta, que pau você tem, pussy" ele para um minuto, com o pau ainda dentro de mim começa a meter um dedo no meu cu, nunca tinham feito isso, o filho da puta tava com o pau muito duro e eu sentia ele pulsando dentro de mim. Só assim conseguiu me fazer gozar pela segunda vez, que prazer, meu deus!
Ele me olha e fala "bom, já vai mais de 5 minutos né? O velho aguenta?"
Eu olhei fixo pra ele com minha melhor cara de puta e falei "agora é minha vez":
Subi em cima e comecei Cavalgando ele, tava ali, sentia que ia gozar, acelerava mas não acabava, já tava em cima há um tempão e tava cansada. Ele me olha e fala: "Não era que não durava nada, girl?" Ele me tira de cima dele, me leva pra beira da cama, mete e coloca minhas pernas no ombro dele. Meu Deus, sentia que me abria toda, ele me comia devagar enquanto eu via ele admirar meu corpo com um sorrisinho safado. O veterano sabia o que tava fazendo, comia pra caralho. Deve ter ficado uns 3/4 minutos nessa posição até ele falar que queria gozar, que onde eu queria a porra... realmente não soube o que dizer. Ele sugeriu nos meus peitos, mas eu teria que voltar pra balada com meus amigos toda suja ou ter que tomar banho, não sabia o que era pior. Aí falei que queria tomar tudo. Ele me faz ajoelhar e começa a bater uma punheta a centímetros da minha cara, enquanto com a mão esquerda segurava minha cabeça. Olhei pra ele com minha melhor cara de putinha e falei: "Dá o leitinho pra mim, papai, vai" e parece que foram palavras mágicas, com a mão esquerda ele aproximou minha cara da rola dele e começou a soltar uma quantidade de porra impressionante. Chupei ele mais um pouquinho pra deixar a área limpinha. Quando terminei, olhei pra ele e falei: "Amei", ele tava exausto, quase sem palavras, e disse: "Temos que repetir, girl". A gente se beijou, me vesti, passei no banheiro e saí pra balada com meus amigos. Vejo minha amiga e ela já fala: "Mano, tua cara tá toda destruída, vai dar um retoque na maquiagem". Contei tudo pra ela com detalhes... Os caras assim que me viram já sabiam o que tinha rolado. O Cris no começo tava meio ofendido, mas depois passou. Acho que ele sentia algo por mim, mas nunca teve coragem de falar nada. Bom, espero que tenham gostado. Beijo.

Digo que a gente se reunia umas 3 ou 4 vezes por semana lá, levava bebida e fazia todas as prévias ou encontros por lá. O pai do nosso amigo, na época acho que tinha uns 40 anos, se chama Walter, um cara muito gente boa, com um corpão de academia sem ser o babaca padrão de academia, muito extrovertido, divorciado da mãe do Cris porque, segundo as más línguas, era um tiro no escuro. Walter sempre se juntava a gente e bebia um pouco, participava ativamente das brincadeiras e piadas do grupo e sempre oferecia alguma bebida, nunca enchia o saco da gente ficar lá.
Sem mais delongas, vou contar a história com o Walter. Pra vocês saberem, desde os 13/14 anos eu tenho esses peitos e eles sempre foram o centro das atenções de homens e mulheres, sem distinção de idade. Sempre soube o poder que tinha sobre certo tipo de homem e, claro, adorava "brincar" de provocar, mas só até aí, obviamente. Walter, embora me olhasse com outros olhos, eu notava um olhar libidinoso quando ele olhava pra mim e pras minhas amigas, a gente sempre zoava com elas e dizia que, se a gente quisesse, Walter nos levava "pro quartinho". Tudo ficava só nas brincadeiras e certas provocações dos dois lados. Ele sempre queria se destacar, dizendo que por ser "maduro" tinha muito sucesso com mulheres de 20/21 anos, pra ver. Se a gente se interessava por algo disso, gerava uma certa intriga.
Uma tarde, tava calor, não tava o grupo todo, mas éramos uns quantos. Os caras tavam preparando drinks e eu tava com uma das minas dentro da piscina. Walter chega e entra na água, nada demais até. Senta na borda da piscina e começa a conversar com a gente enquanto os caras tavam em outra.
Não lembro 100% do diálogo, mas o tom foi subindo aos poucos. Ele falou:
“Vocês, depois que provarem um cara de 30/40, esses moleques aí nem vão existir mais pra vocês.”
E a gente entrou no jogo feito duas bobas:
“Sério? O que os mais velhos têm que você tem tanta certeza?”
W: “Você vai ter que descobrir” – ele falou, todo marrento.
Eu: “Se eu pegar você, não dura nem dois minutos” – falei, subindo a aposta.
Naquele momento, o ar tava tenso. Minha amiga tava imóvel, sem falar nada. Walter levantou e foi pegar uma cerveja ou um drink, e aproveitei pra perguntar pra ela:
“Qual foi, burra? Tá muda?”
Cami: “Você não percebeu? O Walter quer te comer, burra.”
Eu: “Sei sim, faz tempo que ele me dá mole, mas também dá em cima da Nahir (minha outra amiga).”
Cami: “É, ela também me falou.”
Walter deixou a cerveja do lado da piscina, deu um mergulho e sentou de novo do nosso lado. A conversa continuou quente! Eu via ele olhando pros meus peitos. Cami, de novo, atônita, estranhamente nervosa, olhava pro outro lado como se quisesse evitar ver alguma coisa. Eu não entendia. Walter começou a conversar com os caras, e Cami me disse: “Burra, o pau dele tá saindo pela lateral da sunga.”
Eu não conseguia ver porque o ângulo não deixava. Não tava segura do que fazer, mas decidi ir mais fundo e mudei a posição da Cami pra poder jogar melhor. Quando ele voltou a prestar atenção na gente, deixei toda minha sensualidade e sedução fluir. Provocava ele mostrando meus peitos (sem mostrar nada), rebolei pra caralho. Deu vontade de olhar pra região entre as pernas dele e vi parte do pau, o que na hora me excitou pra caralho. Levanto o olhar e vejo ele me olhando enquanto eu tava de olho no volume dele. Pensei: pronto, ferrei tudo.
A situação era muito quente, os dois queríamos trepar mas precisávamos ver como fazer. Aquela situação ficou por ali, não rolou nada.
Na mesma semana, a gente se encontrou numa sexta à noite na casa dele e eu tava decidida a ir além. Cheguei na casa e lá estava o Walter, óbvio, e os outros caras já tinham chegado. Falo pra Cami: “Você vai ter que me dar cobertura com o Cris, quero pegar o Walter hoje”.
Cami: “Você é uma filha da puta, putinha kkkk, bom, deixa eu ver”.
Eu: “Vou ver como faço, te aviso e se faz de sonsa”.
A gente tava todo mundo junto e eu não aguentava mais de tesão, comecei a conversar com o Walter e ele percebia que eu tava mais ousada em tudo: atitude, roupa e o jeito de falar. Já sem muita conversa, encarei ele na cozinha:
“Tô com vontade de comer um coroa, quero ver se são tão bons quanto dizem”.
Walter se vira, me olha e fala: “Garota, solta uma cortina de fumaça que te espero no meu quarto”.
Faço o sinal combinado pra Cami e, com um pouco de nervoso, vou pro quarto do Walter.
Ele já tava me esperando de cueca, nem terminei de fechar a porta e ele me beijou, me beijava muito bem, sem ser bruto nem grosso, com muita língua, começou a me despir, me virou e quando virei pra tirar a tanga, começou a chupar minha bunda. Gente, vocês não sabem que delícia a sensação da primeira vez, amei, não sei quanto tempo ele ficou nisso mas eu adorava, ele também ia passando a mão na minha buceta, bem de leve, eu já tava nas nuvens. Me viro, ele continua me beijando, passava a mão nos meus peitos, acariciava suavemente. Senta na cama e fala:
“Já chupou pica?”
Eu: “Sim, me disseram que sou muito boa, quer ver?”
Tiro a cueca dele, olho e falo:
“Uau, filho da puta, é muito grossa”.
Walter: “Então chupa agora, garota, come uma boa rola”.
Comecei a chupar igual uma louca, custava a caber na minha boca, então passava muita língua, tocava nas bolas dele que também eram enormes! via Walter de olhos fechados, tava curtindo, mas desde o começo já percebia um lance de comando na hora do sexo, ele mandava. Ele se levantou da cama, eu não entendi nada, "fica assim" ele falou, me pegou pela nuca e disse "aguenta isso" e começou a comer minha boca com violência, primeira vez que faziam algo assim comigo, não sabia se tava gostando ou não, mas como ele mandava, eu me deixei. Eu tossia, engasgava, levantei o olhar pedindo piedade, a cara de satisfação dele era muito gostosa, ele solta minha nuca, tira o pau da minha boca, eu tentando respirar, ele pega minha cara e como se o anterior tivesse sido pouco começou a esfregar e bater com o pau na minha cara, eu já com cara de rendida, queria ser comida mas sabia que isso tava só começando. Ele me joga na cama, colocou um travesseiro embaixo pra me levantar e apoiou o pau na entrada da minha pussy, eu olhei nos olhos dele e falei "por favor me come". Ele começou a me comer devagarzinho, eu apoiei minha mão na barriga dele pra não me fazer doer, tipo dando um limite até onde queria que entrasse. O primeiro orgasmo não demorou a chegar, já tava quente desde antes e verdade seja dita, ele se mexia pra caralho.
Ele me levanta e me põe de quatro, ele ainda de pé do lado da cama. Começa a me comer devagar até que soltou a corrente e começou com movimentos rápidos e fortes, tava me sacudindo pra todo lado, tava me matando.
Eu gritava de prazer e dor, "aiiiii meeeeudeus" "filho da puuuta devagariiiinho pelo amor" "tá doendo, pelo amor para, devagar" todas essas palavras só pioravam, mais forte ele me comia.
"Meuuu deus... Filho da puta, que pau você tem, pussy" ele para um minuto, com o pau ainda dentro de mim começa a meter um dedo no meu cu, nunca tinham feito isso, o filho da puta tava com o pau muito duro e eu sentia ele pulsando dentro de mim. Só assim conseguiu me fazer gozar pela segunda vez, que prazer, meu deus!
Ele me olha e fala "bom, já vai mais de 5 minutos né? O velho aguenta?"
Eu olhei fixo pra ele com minha melhor cara de puta e falei "agora é minha vez":
Subi em cima e comecei Cavalgando ele, tava ali, sentia que ia gozar, acelerava mas não acabava, já tava em cima há um tempão e tava cansada. Ele me olha e fala: "Não era que não durava nada, girl?" Ele me tira de cima dele, me leva pra beira da cama, mete e coloca minhas pernas no ombro dele. Meu Deus, sentia que me abria toda, ele me comia devagar enquanto eu via ele admirar meu corpo com um sorrisinho safado. O veterano sabia o que tava fazendo, comia pra caralho. Deve ter ficado uns 3/4 minutos nessa posição até ele falar que queria gozar, que onde eu queria a porra... realmente não soube o que dizer. Ele sugeriu nos meus peitos, mas eu teria que voltar pra balada com meus amigos toda suja ou ter que tomar banho, não sabia o que era pior. Aí falei que queria tomar tudo. Ele me faz ajoelhar e começa a bater uma punheta a centímetros da minha cara, enquanto com a mão esquerda segurava minha cabeça. Olhei pra ele com minha melhor cara de putinha e falei: "Dá o leitinho pra mim, papai, vai" e parece que foram palavras mágicas, com a mão esquerda ele aproximou minha cara da rola dele e começou a soltar uma quantidade de porra impressionante. Chupei ele mais um pouquinho pra deixar a área limpinha. Quando terminei, olhei pra ele e falei: "Amei", ele tava exausto, quase sem palavras, e disse: "Temos que repetir, girl". A gente se beijou, me vesti, passei no banheiro e saí pra balada com meus amigos. Vejo minha amiga e ela já fala: "Mano, tua cara tá toda destruída, vai dar um retoque na maquiagem". Contei tudo pra ela com detalhes... Os caras assim que me viram já sabiam o que tinha rolado. O Cris no começo tava meio ofendido, mas depois passou. Acho que ele sentia algo por mim, mas nunca teve coragem de falar nada. Bom, espero que tenham gostado. Beijo.


40 comentários - Adolescência, hormônios loucos
+10 puntos
Esos pezones me enloquecennn
Entregá Maca por favvvvooorrrr!!