Liborio sempre foi um homem de fantasias escondidas, daquelas que se remexem na mente como um veneno doce, impossível de ignorar. Casado com Dalila há três anos, eles tinham um bebê de dois anos que enchia a casa de risadas e caos, mas entre eles, a faísca tinha se apagado num mar de rotinas e ressentimentos. Dalila, uma mulher alta e voluptuosa, com curvas que tinham se acentuado depois da gravidez – aqueles quilinhos extras que a deixavam ainda mais imponente, com peitos grandes e pesados que balançavam por baixo de qualquer blusa, e uma bunda redonda e carnuda que parecia desafiar a gravidade –, estava puta com ele. Puta de verdade. Liborio se recusava a casar na igreja, a vesti-la de branco como ela sonhava desde menina. “Isso é coisa de princesa, não pra gente”, ele dizia, mas no fundo, era a própria insegurança dele que falava. Agora, com uma lesão no joelho que o deixava incapacitado pro trabalho, passava os dias no apartamento, mancando da cama pro sofá, com a mente vagando em pensamentos proibidos. Fantasiava em ser corno, em ver a esposa entregue a outro homem, mas nunca tinha contado pra ela. A comunicação entre os dois era um deserto árido.
Um dia ensolarado, enquanto Liborio espiava pela janela do apartamento – um costume que tinha desenvolvido no seu confinamento –, viu algo que acelerou seu pulso. Lá embaixo, na entrada do prédio, um cara baixinho, preto, com bigode aparado e roupa esportiva justa que marcava seus músculos compactos, se aproximou de Dalila. Era o "Tronco", como apelidavam no bairro. Um homenzinho de no máximo 1,60m, mas com uma confiança que o fazia parecer um gigante. Ele consertava celulares num local improvisado no térreo do prédio, um cativeiro cheio de cabos e telas quebradas onde os vizinhos iam para arranjos rápidos. Liborio conhecia ele de vista, mas mais que isso: tempos atrás, num banheiro público do prédio, tinha dividido um mictório com ele. E ali, sem querer, tinha visto o pau dele. Um monstro preto, grosso e comprido, desproporcional à sua altura baixa, pendurado como um tronco pesado entre as pernas. Aquela imagem tinha ficado gravada na mente dele, e agora, vendo ele se aproximar da sua esposa, a fantasia explodiu. Dalila carregava uma sacola de supermercado numa mão, sua figura imponente se destacando em jeans apertados que abraçavam suas coxas grossas e sua bunda protuberante. O Tronco parou na frente dela, com aquele sorriso safado e olhos famintos que devoravam o corpo dela. Disse algo no ouvido dela, algo sujo provavelmente, porque Dalila franziu a testa, seus lábios carnudos pintados de vermelho se torceram de raiva, e empurrou ele com força. "Sai, baixinho insolente!", gritou ela, a voz ecoando no pátio. O Tronco não se abalou; riu, ajustou a regata que deixava ver as tatuagens nos braços, e se afastou com passo tranquilo, como se soubesse que tinha plantado uma semente. Liborio, da janela, sentiu um calor intenso na virilha. O pau dele endureceu na hora, imaginando Dalila, sua Dalila, subjugada por aquele anão arrogante. Imaginava aquele pau preto enorme abrindo ela, esticando ela, enquanto ela gemia de prazer e dor. Masturbou-se ali mesmo, ofegante, com o joelho dolorido esquecido.
Naquela noite, na cama, Libório não conseguiu dormir. A ideia o obcecava. Ele queria ver a própria esposa cair nas mãos daquele cara, queria testemunhar a própria humilhação morbidamente. Mas como? Dalila era fiel, ou pelo menos era o que ele achava, embora a raiva recente dela a deixasse distante, fria na cama. Ele bolou um plano perverso. No dia seguinte, enquanto Dalila estava na cozinha preparando o café – os peitos dela balançando por baixo de uma blusa larga, a bunda se mexendo como um convite silencioso –, Libório pegou o celular dele e "quebrou" de propósito. Bateu a tela na borda da mesa, fingindo um acidente. "Porra, caiu!", exclamou. Dalila revirou os olhos, irritada. "Você é um desastrado, Libório. E agora como é que vai usar isso com esse joelho fodido?" Ele, com voz de coitado, pediu: "Leva lá no cara da esquina, o que conserta celular. Eu não consigo descer as escadas". Dalila bufou, lembrando do incidente do dia anterior, mas topou. Antes de entregar, Libório deixou de propósito fotos comprometedoras na galeria: imagens dos peitos de Dalila, grandes e cremosos, com os bicos escuros durinhos; ela de biquíni, o tecido apertado contra a buceta carnuda dela; e uma especialmente safada, Dalila de quatro de fio dental preto, o fio sumindo entre as nádegas cheinhas, mostrando todo o esplendor voluptuoso dela.
Dalila desceu até a oficina do Tronco, celular na mão. O lugar cheirava a solda e suor de homem. O Tronco viu ela entrar e os olhos dele brilharam, percorrendo o corpo alto e curvilíneo dela como um predador. "E aí, gostosa. No que posso ajudar?", disse com aquela voz rouca, cheia de segundas intenções. Dalila, dura, estendeu o telefone pra ele. "É do meu marido, Libório. Conserta e me avisa quando ficar pronto. Aqui meu número". Rabiscou o celular num papel e entregou, ignorando como ele encarava fixamente os peitos dela, que apareciam no decote. Virou-se, a bunda rebolando, e saiu. O Tronco, sozinho na oficina, ligou o celular. Arrumou a tela quebrada com facilidade, mas ao testar, abriu a galeria por "acidente". Lá estavam as fotos. Os olhos dele se arregalaram. Dalila pelada, os peitões enormes pedindo pra ser chupados, mordidos; de biquíni preto, a buceta marcada como uma promessa molhada; de quatro, aquela bunda gorda implorando por palmadas. O pau dele endureceu na hora, aquele tronco preto monstruoso apertando contra a calça de moletom. Não conseguiu resistir. Abriu o zíper, puxou a piroca grossa e cheia de veias, e se masturbou feito um louco olhando as fotos. Imaginava se enterrando naquela bunda, fodendo aquela mulher alta e voluptuosa até ela gritar. O leite jorrou, quente e grosso, respingando na tela recém-consertada. Limpou o que deu, mas deixou um rastro sutil, um cheiro fraco de macho que Dalila não notaria de cara. Depois, com o número dela na mão, usou o próprio celular pra mandar mensagens cheias de insinuação. "E aí, rainha, seu celular tá quase pronto. Mas me diz, aquele biquíni preto fica tão bom em você como eu imagino? 😉" Dalila viu a mensagem e franziu a testa, mas não respondeu. No dia seguinte, o Tronco ligou pra ela. "Vem buscar, princesa". Dalila desceu, puta com o tom familiar. Entrou na oficina, e ele entregou o telefone com um sorriso safado. "Aqui está, novinho. E olha, você fica muito gostosa de biquíni preto, hein. Me Adorei te ver assim". Dalila ficou gelada. Como ele sabia? O Tronco, atrevido como sempre, estendeu a mão e pousou na bunda dela, apertando aquela nádega carnuda com firmeza, sentindo a maciez por baixo do tecido. "Que gostosa você tá, mamita!". Ela, vermelha de raiva, deu um tapa sonoro nele. "Pervertido baixinho! Não se atreva!", gritou, arrancando o celular e subindo as escadas a toda pressa. Lá em cima, no apartamento, Dalila entrou furiosa. "Libório, aquele baixinho passou dos limites! Ele tocou na minha buceta e falou de um biquíni preto. Vai lá dar o que ele merece!". Libório, sentado no sofá com o joelho elevado, sentiu uma ereção imediata. A ideia do Tronco tocando na esposa dele, vendo as fotos dela, o deixava no limite. Mas em vez de ficar puto, fingiu calma. "Fica tranquila, amor. Vou falar com ele". Esperou Dalila sair pra cuidar do bebê, e então, mancando, desceu até o local. O Tronco viu ele chegar e sorriu, sabendo que algo estava sendo tramado. Libório, com a voz trêmula de excitação, confessou tudo: sua fantasia de corno, como queria ver Dalila com ele, aquele pau enorme destruindo ela. "Vou te ajudar a conquistar ela. Ela gosta de homens confiantes, que façam ela rir. Ela ama comida apimentada, filmes de terror. Chama ela pra algo, eu te cubro". O Tronco, intrigado e excitado, aceitou. "Fechado, parceiro. Essa mulher vai ser minha".
Dias depois, Liborio convidou o Tronco pra comer em casa, com a desculpa de "agradecer pelo conserto". Dalila reclamou no começo: "Aquele baixinho? Depois do que ele fez?". Mas Liborio insistiu: "É vizinho, amor. Dá uma chance pra ele". O jantar foi tenso no início. Dalila, vestindo uma blusa justa que marcava os peitos pesados dela e uma saia curta que deixava ver as coxas grossas, sentou-se desconfiada. O Tronco, com a roupa esportiva colada que insinuava o volume entre as pernas dele, conversou com confiança. Contou piadas safadas, mas sutis, sobre "troncos grandes que consertam tudo". Liborio observava, o pau duro debaixo da mesa, imaginando o que viria. Dalila, no começo fria, começou a rir. O Tronco era carismático, ousado, e a baixa estatura dele contrastava com a aura dominante. Tocou a mão dela "por acidente", roçou a perna dela debaixo da mesa. Nada rolou naquela noite – só risadas e olhares carregados –, mas Dalila sentiu um frio na barriga estranho, um calor na buceta que não esperava. E desconfiou de Liborio: por que ele defendia tanto ele? Por que os olhos dele brilhavam quando o Tronco olhava pra ela? A confiança crescia. O Tronco mandava mensagens pra Dalila agora com permissão, "enviava reels, vídeos engraçados inocentes e conversas interessantes".
Liborio, do sofá dele, se masturbava pensando na pica do Tronco invadindo a esposa dele, nos gemidos dela, na própria humilhação gostosa. Dalila, ainda irritada com o casamento que nunca aconteceu, começava a ver no Tronco uma distração perigosa, um homem que fazia ela se sentir desejada de novo. Mas ainda não caía. A tensão se acumulava, mórbida, pervertida, como um vulcão prestes a explodir. Liborio sabia que era questão de tempo. CONTINUA!
Um dia ensolarado, enquanto Liborio espiava pela janela do apartamento – um costume que tinha desenvolvido no seu confinamento –, viu algo que acelerou seu pulso. Lá embaixo, na entrada do prédio, um cara baixinho, preto, com bigode aparado e roupa esportiva justa que marcava seus músculos compactos, se aproximou de Dalila. Era o "Tronco", como apelidavam no bairro. Um homenzinho de no máximo 1,60m, mas com uma confiança que o fazia parecer um gigante. Ele consertava celulares num local improvisado no térreo do prédio, um cativeiro cheio de cabos e telas quebradas onde os vizinhos iam para arranjos rápidos. Liborio conhecia ele de vista, mas mais que isso: tempos atrás, num banheiro público do prédio, tinha dividido um mictório com ele. E ali, sem querer, tinha visto o pau dele. Um monstro preto, grosso e comprido, desproporcional à sua altura baixa, pendurado como um tronco pesado entre as pernas. Aquela imagem tinha ficado gravada na mente dele, e agora, vendo ele se aproximar da sua esposa, a fantasia explodiu. Dalila carregava uma sacola de supermercado numa mão, sua figura imponente se destacando em jeans apertados que abraçavam suas coxas grossas e sua bunda protuberante. O Tronco parou na frente dela, com aquele sorriso safado e olhos famintos que devoravam o corpo dela. Disse algo no ouvido dela, algo sujo provavelmente, porque Dalila franziu a testa, seus lábios carnudos pintados de vermelho se torceram de raiva, e empurrou ele com força. "Sai, baixinho insolente!", gritou ela, a voz ecoando no pátio. O Tronco não se abalou; riu, ajustou a regata que deixava ver as tatuagens nos braços, e se afastou com passo tranquilo, como se soubesse que tinha plantado uma semente. Liborio, da janela, sentiu um calor intenso na virilha. O pau dele endureceu na hora, imaginando Dalila, sua Dalila, subjugada por aquele anão arrogante. Imaginava aquele pau preto enorme abrindo ela, esticando ela, enquanto ela gemia de prazer e dor. Masturbou-se ali mesmo, ofegante, com o joelho dolorido esquecido.
Naquela noite, na cama, Libório não conseguiu dormir. A ideia o obcecava. Ele queria ver a própria esposa cair nas mãos daquele cara, queria testemunhar a própria humilhação morbidamente. Mas como? Dalila era fiel, ou pelo menos era o que ele achava, embora a raiva recente dela a deixasse distante, fria na cama. Ele bolou um plano perverso. No dia seguinte, enquanto Dalila estava na cozinha preparando o café – os peitos dela balançando por baixo de uma blusa larga, a bunda se mexendo como um convite silencioso –, Libório pegou o celular dele e "quebrou" de propósito. Bateu a tela na borda da mesa, fingindo um acidente. "Porra, caiu!", exclamou. Dalila revirou os olhos, irritada. "Você é um desastrado, Libório. E agora como é que vai usar isso com esse joelho fodido?" Ele, com voz de coitado, pediu: "Leva lá no cara da esquina, o que conserta celular. Eu não consigo descer as escadas". Dalila bufou, lembrando do incidente do dia anterior, mas topou. Antes de entregar, Libório deixou de propósito fotos comprometedoras na galeria: imagens dos peitos de Dalila, grandes e cremosos, com os bicos escuros durinhos; ela de biquíni, o tecido apertado contra a buceta carnuda dela; e uma especialmente safada, Dalila de quatro de fio dental preto, o fio sumindo entre as nádegas cheinhas, mostrando todo o esplendor voluptuoso dela.
Dalila desceu até a oficina do Tronco, celular na mão. O lugar cheirava a solda e suor de homem. O Tronco viu ela entrar e os olhos dele brilharam, percorrendo o corpo alto e curvilíneo dela como um predador. "E aí, gostosa. No que posso ajudar?", disse com aquela voz rouca, cheia de segundas intenções. Dalila, dura, estendeu o telefone pra ele. "É do meu marido, Libório. Conserta e me avisa quando ficar pronto. Aqui meu número". Rabiscou o celular num papel e entregou, ignorando como ele encarava fixamente os peitos dela, que apareciam no decote. Virou-se, a bunda rebolando, e saiu. O Tronco, sozinho na oficina, ligou o celular. Arrumou a tela quebrada com facilidade, mas ao testar, abriu a galeria por "acidente". Lá estavam as fotos. Os olhos dele se arregalaram. Dalila pelada, os peitões enormes pedindo pra ser chupados, mordidos; de biquíni preto, a buceta marcada como uma promessa molhada; de quatro, aquela bunda gorda implorando por palmadas. O pau dele endureceu na hora, aquele tronco preto monstruoso apertando contra a calça de moletom. Não conseguiu resistir. Abriu o zíper, puxou a piroca grossa e cheia de veias, e se masturbou feito um louco olhando as fotos. Imaginava se enterrando naquela bunda, fodendo aquela mulher alta e voluptuosa até ela gritar. O leite jorrou, quente e grosso, respingando na tela recém-consertada. Limpou o que deu, mas deixou um rastro sutil, um cheiro fraco de macho que Dalila não notaria de cara. Depois, com o número dela na mão, usou o próprio celular pra mandar mensagens cheias de insinuação. "E aí, rainha, seu celular tá quase pronto. Mas me diz, aquele biquíni preto fica tão bom em você como eu imagino? 😉" Dalila viu a mensagem e franziu a testa, mas não respondeu. No dia seguinte, o Tronco ligou pra ela. "Vem buscar, princesa". Dalila desceu, puta com o tom familiar. Entrou na oficina, e ele entregou o telefone com um sorriso safado. "Aqui está, novinho. E olha, você fica muito gostosa de biquíni preto, hein. Me Adorei te ver assim". Dalila ficou gelada. Como ele sabia? O Tronco, atrevido como sempre, estendeu a mão e pousou na bunda dela, apertando aquela nádega carnuda com firmeza, sentindo a maciez por baixo do tecido. "Que gostosa você tá, mamita!". Ela, vermelha de raiva, deu um tapa sonoro nele. "Pervertido baixinho! Não se atreva!", gritou, arrancando o celular e subindo as escadas a toda pressa. Lá em cima, no apartamento, Dalila entrou furiosa. "Libório, aquele baixinho passou dos limites! Ele tocou na minha buceta e falou de um biquíni preto. Vai lá dar o que ele merece!". Libório, sentado no sofá com o joelho elevado, sentiu uma ereção imediata. A ideia do Tronco tocando na esposa dele, vendo as fotos dela, o deixava no limite. Mas em vez de ficar puto, fingiu calma. "Fica tranquila, amor. Vou falar com ele". Esperou Dalila sair pra cuidar do bebê, e então, mancando, desceu até o local. O Tronco viu ele chegar e sorriu, sabendo que algo estava sendo tramado. Libório, com a voz trêmula de excitação, confessou tudo: sua fantasia de corno, como queria ver Dalila com ele, aquele pau enorme destruindo ela. "Vou te ajudar a conquistar ela. Ela gosta de homens confiantes, que façam ela rir. Ela ama comida apimentada, filmes de terror. Chama ela pra algo, eu te cubro". O Tronco, intrigado e excitado, aceitou. "Fechado, parceiro. Essa mulher vai ser minha".
Dias depois, Liborio convidou o Tronco pra comer em casa, com a desculpa de "agradecer pelo conserto". Dalila reclamou no começo: "Aquele baixinho? Depois do que ele fez?". Mas Liborio insistiu: "É vizinho, amor. Dá uma chance pra ele". O jantar foi tenso no início. Dalila, vestindo uma blusa justa que marcava os peitos pesados dela e uma saia curta que deixava ver as coxas grossas, sentou-se desconfiada. O Tronco, com a roupa esportiva colada que insinuava o volume entre as pernas dele, conversou com confiança. Contou piadas safadas, mas sutis, sobre "troncos grandes que consertam tudo". Liborio observava, o pau duro debaixo da mesa, imaginando o que viria. Dalila, no começo fria, começou a rir. O Tronco era carismático, ousado, e a baixa estatura dele contrastava com a aura dominante. Tocou a mão dela "por acidente", roçou a perna dela debaixo da mesa. Nada rolou naquela noite – só risadas e olhares carregados –, mas Dalila sentiu um frio na barriga estranho, um calor na buceta que não esperava. E desconfiou de Liborio: por que ele defendia tanto ele? Por que os olhos dele brilhavam quando o Tronco olhava pra ela? A confiança crescia. O Tronco mandava mensagens pra Dalila agora com permissão, "enviava reels, vídeos engraçados inocentes e conversas interessantes".
Liborio, do sofá dele, se masturbava pensando na pica do Tronco invadindo a esposa dele, nos gemidos dela, na própria humilhação gostosa. Dalila, ainda irritada com o casamento que nunca aconteceu, começava a ver no Tronco uma distração perigosa, um homem que fazia ela se sentir desejada de novo. Mas ainda não caía. A tensão se acumulava, mórbida, pervertida, como um vulcão prestes a explodir. Liborio sabia que era questão de tempo. CONTINUA!
3 comentários - Relato cuck: Dalila vestida de noiva 01