Sou a Margarita, me chamam de Ita. Sou do México e tenho 34 anos. Não me acho feia, também não sou modelo, mas tô bem, ou pelo menos acho que sim. Meu marido Josué tem 36 anos e nos conhecemos na faculdade. Tudo bem com ele, é um moreninho, talvez meio feinho, mas com nossos filhos foi a melhor coisa que nos aconteceu. No começo, na hora do sexo, era tudo ótimo, mas tudo começou a desandar quando nasceu nosso primeiro filho. Quando ele já tava maiorzinho, nasceu nossa filha. Pouco tempo depois que ela nasceu, ele tava meio bravo comigo porque eu não dava bola na hora de transar. Eu dizia pra ele que não era mais igual, que a rotina não me dava vontade. Ele chegava do trampo umas 9 da noite, e eu tava acabando de colocar o mais velho pra dormir, que é o mais inquieto, e quando saía do quarto já eram 11. Não dava energia pra tanta coisa. Então, às vezes era só pra cumprir tabela, mas ele percebia e a briga tava armada.
Aí decidi ir numa especialista. Não vou colocar o nome dela aqui pra proteger, mas ela me deu uns conselhos que a gente tentou, mas, sinceramente, meu marido não me excitava muito. Além disso, tava super pra baixo porque, com o último filho, perdi muito cabelo e apareceram muitos fios brancos. Fui na dermatologista por causa de umas manchas marrons que também apareceram no meu pescoço e nas mãos, e me disseram que era falta de colágeno e que, daqui pra frente, só ia piorar, principalmente se eu fosse mãe de novo. Então comecei a procurar jeitos de repor colágeno, e o mais absurdo, mas que todo mundo dizia ser real, era transar com alguém mais novo. Óbvio que a gente fica na dúvida, mas só isso também não dava pra trair meu marido, eu pensava na época.
Uma semana antes do Ano Novo, fomos no aniversário da minha avó. A família é grande, então todo mundo se juntou e fizemos uma festa na casa dela. Já eram 84 anos da vó, e vieram de todo canto. Meu primo mais novo, Cristóvão, deve ter uns 25 anos, tava lá e me olhava meio com indiferença, mas quando a gente se encarava, desviava o olhar. Era uma sensação estranha que, sem pensar, me deixava excitada. Comecei a me sentir desejada como mulher, mas não dava bola pra isso, era um flerte estranho que a gente sempre teve, além de eu ser casada e bem mais velha. Acontece que a pousada ficou pesada e meus filhos queriam dormir, então levei eles pro quarto onde íamos ficar com meu marido umas 23h e eles dormiram quase na hora, porque brincaram o dia inteiro. Aí voltei pra festa, a gente bebeu, não muito, mas também bem pouco, e meu primo de vez em quando ficava olhando como me encarava, já tava me sentindo meio desconfortável. Não sou uma mulher religiosa, mas pela virgem que eu não tinha pensado no que ia acontecer, nem era uma possibilidade. Já de madrugada, serviram camarão ao queijo e eu queria comer aquilo que amo, e justo nessa hora meu filho mais novo acordou, me chamaram, então fui. Quando me viram, começaram a fazer birra, queriam o pai deles, os dois. Aí fui chamar meu marido e ele foi pra onde nossos filhos estavam. Eu fiquei na sala grande, ainda tinha todo mundo, mas aos poucos começaram a ir dormir ou pra casa. Depois de um tempo, ficamos só eu, minha avó e meu primo com os irmãos dele. Os irmãos foram dormir e meu primo ficou mais um pouco, e a gente começou a conversar. Minha avó se despediu e disse pra não dormirmos tão tarde, porque no dia seguinte tinha almoço na casa de outro parente. Eu e meu primo começamos a colocar o papo em dia, mas ainda assim queria ir embora, sabia que tinha que ir, como se algo me dissesse "vaza", mas ao mesmo tempo queria ficar, saber mais sobre ele, ou descobrir se ele tava afim de alguma forma. A gente começou a conversar e ele se aproximou um pouco mais, colocou a mão sobre meu joelho e começou a fazer círculos. Eu tava muito nervosa, sabia que não era algo errado, mas já entendia que ele queria alguma coisa, então tinha que ir. Mas queria ver o que mais rolava, e aí foi meu erro. Em certo momento, ele começou a subir a mão, enfiou por baixo da minha saia e começou a me tocar. Lembro de ter colocado a mão sobre os olhos pra disfarçar meu rosto de prazer e fingir que tava brava, e falei pra ele. Já chega! Mas ele não parava, continuava me tocando, então tentei puxar a mão dele, e ele puxou com força, se encostou todo em mim e tentou me beijar, mas eu desviei e ele começou a chupar meu pescoço. Tentou tirar minha blusa, e eu falava que não, que íamos ser pegos. Então a gente foi andando até um dos quartos que a avó tinha e entramos lá, mas não tiramos a roupa, só puxamos pro lado e ele começou a me comer de quatro. Tive um orgasmo na hora, acho que fazia mais de 10 anos que não tinha um, e o último tinha sido com um vibrador que a gente tinha. Sabia que era a única e última vez que algo assim ia rolar, e eu falei que não queria que a gente parasse porque sabia que não ia acontecer de novo. Então perguntei o que ele queria, e ele apontou pra baixo, então fiz um boquete nele um pouco e coloquei o pau dele nos meus peitos, que são grandes. Ele tava eufórico de feliz, então aproveitei que ele tava de costas, me virei e sentei. Dei várias sentadas e senti ele gozar, então desci pra chupar tudo que pude porque colágeno de novo eu não ia ter. Tinha esquecido a força dos jovens, e enquanto ele ainda tava murchando, já tava duro que nem um mastro pra meter de novo, então chupei até doer minha mandíbula. Ele me virou de novo, mas me colocou na posição mais gostosa de todas: de bruços. Afundou minha cara no colchão e começou a meter como se me odiasse. Tive outro orgasmo sem precisar me tocar no clitóris, e ele também gozou de novo. Quis chupar ele outra vez pelo colágeno, então quando ele deitou, fui lá e comecei a sugar. Ele tava super fora de si, falando um monte de coisa no ar: "Isso não é possível, é um sonho". E eu só queria chupar o colágeno dele. Então ele gozou de novo, mas bem pouquinho, e eu tirei mais colágeno. Passaram uns dias e comecei a me sentir péssima pelo que aconteceu. Pensei em contar pro meu marido, até que começaram os elogios. "Nossa, o que você fez no rosto?", falavam. "Você parece mais jovem." Minhas amigas perguntaram se eu tinha aplicado alguma coisa ou botox, e eu não. Nada, meu cabelo começou a brilhar e até fiozinhos novos começaram a nascer, foi como se me desse anos de vida. Então fiquei quieta, óbvio, espero que não aconteça de novo, e também que esse plus que me dei há algumas semanas fique permanente ou pelo menos por um bom tempo. Li que durava bastante, então é isso que espero. Rsrs, é só isso, meus poringa boys.
Aí decidi ir numa especialista. Não vou colocar o nome dela aqui pra proteger, mas ela me deu uns conselhos que a gente tentou, mas, sinceramente, meu marido não me excitava muito. Além disso, tava super pra baixo porque, com o último filho, perdi muito cabelo e apareceram muitos fios brancos. Fui na dermatologista por causa de umas manchas marrons que também apareceram no meu pescoço e nas mãos, e me disseram que era falta de colágeno e que, daqui pra frente, só ia piorar, principalmente se eu fosse mãe de novo. Então comecei a procurar jeitos de repor colágeno, e o mais absurdo, mas que todo mundo dizia ser real, era transar com alguém mais novo. Óbvio que a gente fica na dúvida, mas só isso também não dava pra trair meu marido, eu pensava na época.
Uma semana antes do Ano Novo, fomos no aniversário da minha avó. A família é grande, então todo mundo se juntou e fizemos uma festa na casa dela. Já eram 84 anos da vó, e vieram de todo canto. Meu primo mais novo, Cristóvão, deve ter uns 25 anos, tava lá e me olhava meio com indiferença, mas quando a gente se encarava, desviava o olhar. Era uma sensação estranha que, sem pensar, me deixava excitada. Comecei a me sentir desejada como mulher, mas não dava bola pra isso, era um flerte estranho que a gente sempre teve, além de eu ser casada e bem mais velha. Acontece que a pousada ficou pesada e meus filhos queriam dormir, então levei eles pro quarto onde íamos ficar com meu marido umas 23h e eles dormiram quase na hora, porque brincaram o dia inteiro. Aí voltei pra festa, a gente bebeu, não muito, mas também bem pouco, e meu primo de vez em quando ficava olhando como me encarava, já tava me sentindo meio desconfortável. Não sou uma mulher religiosa, mas pela virgem que eu não tinha pensado no que ia acontecer, nem era uma possibilidade. Já de madrugada, serviram camarão ao queijo e eu queria comer aquilo que amo, e justo nessa hora meu filho mais novo acordou, me chamaram, então fui. Quando me viram, começaram a fazer birra, queriam o pai deles, os dois. Aí fui chamar meu marido e ele foi pra onde nossos filhos estavam. Eu fiquei na sala grande, ainda tinha todo mundo, mas aos poucos começaram a ir dormir ou pra casa. Depois de um tempo, ficamos só eu, minha avó e meu primo com os irmãos dele. Os irmãos foram dormir e meu primo ficou mais um pouco, e a gente começou a conversar. Minha avó se despediu e disse pra não dormirmos tão tarde, porque no dia seguinte tinha almoço na casa de outro parente. Eu e meu primo começamos a colocar o papo em dia, mas ainda assim queria ir embora, sabia que tinha que ir, como se algo me dissesse "vaza", mas ao mesmo tempo queria ficar, saber mais sobre ele, ou descobrir se ele tava afim de alguma forma. A gente começou a conversar e ele se aproximou um pouco mais, colocou a mão sobre meu joelho e começou a fazer círculos. Eu tava muito nervosa, sabia que não era algo errado, mas já entendia que ele queria alguma coisa, então tinha que ir. Mas queria ver o que mais rolava, e aí foi meu erro. Em certo momento, ele começou a subir a mão, enfiou por baixo da minha saia e começou a me tocar. Lembro de ter colocado a mão sobre os olhos pra disfarçar meu rosto de prazer e fingir que tava brava, e falei pra ele. Já chega! Mas ele não parava, continuava me tocando, então tentei puxar a mão dele, e ele puxou com força, se encostou todo em mim e tentou me beijar, mas eu desviei e ele começou a chupar meu pescoço. Tentou tirar minha blusa, e eu falava que não, que íamos ser pegos. Então a gente foi andando até um dos quartos que a avó tinha e entramos lá, mas não tiramos a roupa, só puxamos pro lado e ele começou a me comer de quatro. Tive um orgasmo na hora, acho que fazia mais de 10 anos que não tinha um, e o último tinha sido com um vibrador que a gente tinha. Sabia que era a única e última vez que algo assim ia rolar, e eu falei que não queria que a gente parasse porque sabia que não ia acontecer de novo. Então perguntei o que ele queria, e ele apontou pra baixo, então fiz um boquete nele um pouco e coloquei o pau dele nos meus peitos, que são grandes. Ele tava eufórico de feliz, então aproveitei que ele tava de costas, me virei e sentei. Dei várias sentadas e senti ele gozar, então desci pra chupar tudo que pude porque colágeno de novo eu não ia ter. Tinha esquecido a força dos jovens, e enquanto ele ainda tava murchando, já tava duro que nem um mastro pra meter de novo, então chupei até doer minha mandíbula. Ele me virou de novo, mas me colocou na posição mais gostosa de todas: de bruços. Afundou minha cara no colchão e começou a meter como se me odiasse. Tive outro orgasmo sem precisar me tocar no clitóris, e ele também gozou de novo. Quis chupar ele outra vez pelo colágeno, então quando ele deitou, fui lá e comecei a sugar. Ele tava super fora de si, falando um monte de coisa no ar: "Isso não é possível, é um sonho". E eu só queria chupar o colágeno dele. Então ele gozou de novo, mas bem pouquinho, e eu tirei mais colágeno. Passaram uns dias e comecei a me sentir péssima pelo que aconteceu. Pensei em contar pro meu marido, até que começaram os elogios. "Nossa, o que você fez no rosto?", falavam. "Você parece mais jovem." Minhas amigas perguntaram se eu tinha aplicado alguma coisa ou botox, e eu não. Nada, meu cabelo começou a brilhar e até fiozinhos novos começaram a nascer, foi como se me desse anos de vida. Então fiquei quieta, óbvio, espero que não aconteça de novo, e também que esse plus que me dei há algumas semanas fique permanente ou pelo menos por um bom tempo. Li que durava bastante, então é isso que espero. Rsrs, é só isso, meus poringa boys.
1 comentários - Precisava de colágeno urgente