Aquela noite quase não dormi. Ele respirava do meu lado, fundo, como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse visto cada canto da minha mentira. Eu, por outro lado, fiquei de olhos abertos, pregados no teto, repassando sem parar cada imagem guardada na minha galeria como se fossem provas de um crime que ainda não tinha sido descoberto… mas que já existia. O perdão dele era o que mais me inquietava. Não foi um perdão impulsivo, nem um cheio de gritos ou acusações. Foi limpo. Limpo demais. Como se ele tivesse tomado uma decisão antes mesmo de me enfrentar. Como se, em vez de reagir, ele tivesse escolhido. Nos dias seguintes, ele foi atencioso. Mais do que o normal. Mandava bons dias longos, perguntava como eu estava, passava no meu trabalho sem eu pedir. Me abraçava por trás enquanto eu cozinhava, me beijava a testa, dizia que me amava como se precisasse me lembrar… ou lembrar a si mesmo. Eu concordava, sorria, atuava. Mas por dentro, a culpa se misturava com algo pior: a dúvida. Será que ele realmente me perdoou… ou estava esperando alguma coisa? E isso me apavorava. Na manhã seguinte, ele foi embora, se despediu de mim e eu o deixei na rodoviária. Me despedi dele com um beijo, ele me dizendo que me ligaria quando chegasse, e assim foi. Voltei pro meu quarto de estudante e, cada vez que pegava no celular, sentia o olhar dele, mesmo ele não estando lá. Cada notificação fazia meu coração pular. Diego não me escreveu de novo, e eu também não procurei ele. Não por lealdade, mas por medo. Medo de que uma única palavra mal colocada acabasse de derrubar o pouco que ainda estava de pé. Naquela noite, enquanto tomava banho, abri minha galeria de novo. Como se já não a conhecesse de cor. Meus dedos tremiam ao deslizar as fotos. Me vi de fora: poses que não reconhecia, olhares que não sabia que tinha, uma versão de mim que só tinha existido em segredo. E então eu entendi.
fotos que eu não mandava pro meu namorado, e esse cara, meu deus, o que ele tinha que fazia meu eu interior soltar meu lado perverso, meu lado tarado, em que momento foi isso?
lembro que antes dela ir embora naquela noite, a gente conversou um pouco e não era só que ele tinha me perdoado. Era que ele tinha visto algo em mim que eu mesma não sabia explicar. Algo que não dava pra desver. Algo que agora vivia entre nós, silencioso. Naquela noite, enquanto a gente jantava, ele me perguntou de repente: — Você é feliz comigo? A pergunta caiu pesada, sem aviso. Levantei o olhar. Ele não tava sorrindo. — Sim — respondi rápido demais. Ele assentiu devagar, como quem guarda uma resposta num lugar que dói. — Eu também — disse —. Por isso que decidi ficar. Não soube o que responder. Porque naquele "decidi" tava tudo. Não era ingenuidade. Não era fraqueza. Era uma escolha consciente. E isso mudava tudo. Na mulher que tinha cruzado uma linha e voltado diferente, tão diferente que decidi pintar o cabelo, sim, quando uma mulher decide ser diferente ou pelo menos acha que sim, decide fazer uma mudança, e eu tingi o cabelo. Na que agora vivia entre duas verdades: a que escolheu ficar… e a que sabia que, mesmo com o perdão tendo chegado, nada ia ser exatamente igual. Porque algumas traições não se pagam com abandono. Se pagam com silêncio. Com vigilância. Com uma segunda chance que pesa mais que o castigo. E eu tava começando a entender isso. No dia seguinte, quando fui pra fábrica, foi o Diego quem apareceu de novo. Não com uma mensagem direta, não com uma provocação na cara. Foi algo pequeno. Inofensivo, quase inocente. Um "oi" rápido na fábrica, um olhar que durou meio segundo a mais. Um "como cê tá?" dito em voz baixa, como se não significasse nada… e significava tudo. Eu me tensionei. Assenti. Segui andando, foi só isso durante o dia, a gente não teve contato nenhum, terminei meu turno e cheguei em casa e naquela noite não consegui dormir. Ficava repetindo que não devia. Que já tinha cruzado essa linha uma vez e quase perdi tudo. Que não tinha direito de desejar outro homem depois do perdão que me deram. E mesmo assim, meu corpo reagia antes da minha consciência. Dias depois, o Diego me Ele falou de novo. Dessa vez, sem rodeios. —Não vou te escrever — ele disse—. Não quero te meter em encrenca. Mas olha nos meus olhos e me diz que não sente o mesmo. Não consegui. Aí entendi que já não era só desejo. Era uma necessidade de parar de resistir. De parar de fingir que não era aquela mulher. A que tinha acordado com ele na cabeça. A que tinha sorrido na frente do espelho só por saber que ia vê-lo. —Tenho culpa — falei por fim—. Muita. Diego não sorriu. Não comemorou. Chegou perto o suficiente, respeitando um espaço que doía mais que qualquer toque. —A culpa não desaparece porque você quer — ele disse—. Mas também não vai embora porque você se pune. As palavras dele não me empurraram. Me desarmaram. Essa foi a sedução dele: sem promessas, sem pressa, sem pressão. Só paciência. Só estar ali, me fazendo sentir vista sem exigir nada. Fui eu que dei o passo. Fui eu que procurei ele com o olhar. Fui eu que parei de recuar. Fui eu que entendi que se entregar nem sempre é se perder… às vezes é se aceitar. Quando finalmente cedi, não foi por impulso. Foi com uma clareza dolorosa. Sabia o que arriscava. Sabia o que traía. Mas também sabia que negar o que sentia estava me quebrando por dentro. Não foi um ato de rebeldia. Foi rendição. E enquanto fazia isso, a culpa não desapareceu. Ficou comigo, observando, silenciosa. Me lembrando que algumas decisões não são tomadas pra se sentir bem… mas pra parar de fugir de uma verdade que já te alcançou. Sabia que o tempo estava acabando. Cada dia na planta era diferente, como se o ar tivesse data de validade. Semanas. Era só o que me restava ali. Semanas antes de voltar pra minha rotina, já que minhas estadias iam terminar e eu tinha que voltar pra universidade, pro meu namorado, pra minha vida "certinha", pra um futuro onde Diego seria só uma lembrança incômoda… se é que eu conseguia transformar ele só nisso. Naquela tarde não teve mensagens longas nem joguinhos. Só uma frase que me deixou sem fôlego: —Se não for hoje, já era. Não respondi na hora. Olhei pro espelho do banheiro, igual naquela primeira vez, mas já sem aquele nervosismo besta. Me vi diferente. Mais consciente. Mais decidida… e mais culpada do que nunca. Quando cheguei, ele já tava lá. Não teve pressa. Não teve palavra desnecessária. O quarto era simples, quase impessoal, mas o silêncio tava carregado de tudo que a gente não tinha se permitido dizer. Fui na casa dele, onde ele me convidou pra entrar no quarto pra fazer algo que eu já não podia mais voltar atrás, que eu sabia o que ia rolar depois.
—Você não precisa fazer isso — ele me disse — enquanto eu enrolava meu cabelo pra fazer algo que sempre quis, respondo: aquela foto que você me mandou, Diego, me deu vontade de você foder minha boca.

Virei de costas pra arrumar o cabelo.
depois ele abaixou meu short
isso enquanto gravava cada segundo, eu não me importei que ele gravasse, já que ficaria como uma lembrança linda, onde por semanas a gente pedia aos berros que isso acontecesse
que cuzão mais lindo, o Diego me dizia, que tipo de namorado larga mão disso, mas tenho que agradecer ele, porque senão, tu não tava aqui
Eu respondi pra ela: não foi culpa do meu namorado, foi mais você por se meter nos meus sonhos. Pois é, tudo culpa daquele maldito sonho onde ele me detonava.
Ele me dava tapas na bunda, gostou? ele me pergunta, eu só gemia de prazer, tava saindo, eu dizia, ele só começou a rir.
que bunda redonda Vicky, tudo isso vai ser meu daqui a pouco, claro Diego, foi seu desde o primeiro dia que te vi. Em seguida ele me ajoelha na frente dele, eu só obedeço.
me pega com um carinho como se a gente fosse namorados, como se existisse algo além da putaria, isso me excitou ainda mais porque me fez sentir uma vagabunda.
começo a chupar ele como uma puta que nunca tinha visto um pau na vida, que delícia, enquanto eu segurava ele com a mão, você tá chupando o pau de alguém que não é seu namorado, ele me dizia
Porra, que homem gostoso do caralho", ela dizia enquanto chupava ele com luxúria e fome. "Calma", ele me diz, "agora é minha vez de te comer. Essa buceta tá com cara de que faz semanas que ninguém te trata como mulher", ele me falava.
Me ajeito bem na posição pra chupar minha própria buceta, coisa que meu namorado nunca fazia porque tinha nojo. Que tipo de homem tem nojo de comer buceta, eu dizia, será que é viado? Pois agora estou com um macho de verdade.
Ela enroscava as pernas em mim como sinal de prazer, de que sou dela, que nesse momento qualquer coisa que ela me pedir, eu vou fazer.
E foi assim, ele me coloca na posição de semi-cachorrinho, encaixando a pica dele em mim, pronta pra ser penetrada. Naquele momento, senti algo além do que já tinha sentido: alguém vai meter a pica em mim, e não é meu namorado.
me agarra com o braço dela, num sinal pra eu me ajeitar e ser dela.

Deus, que gostoso, sabia que depois disso eu não seria a mesma, a mesma namorada fiel, a de boa aparência perante todos, a que chegou sendo forasteira com vontade de progredir, agora estou sendo enfiada num quarto.
Depois das fotos que mandei, se você tivesse dito só "vamos transar, Vicky", eu teria topado, Diego, falei pra ele.
mas você se fazia de difícil, me dizia que nunca faria isso com o cara do seu namorado, ou não lembra do que me falava?
sim, porque queria que você me convencesse, não queria que pensasse que eu era uma fácil, ou que achasse que não ia me chamar pra isso? eu dizia

por favor, Vicky, se notava como você me olhava depois daqueles mensagens safadas que a gente trocava, eu sabia que você era uma putinha, hahaha sabia que ia acabar aqui e assim
aggggggg me escapou um gemido ahhhh meu deus que gostosa minha love, me dá mais mais
Que gostosa, você tá me partindo, plaf plaf, a pélvis dela batendo na minha, o pau todo dela dentro de mim, roçando minha buceta
arqueava as costas pra que meu macho me penetrasse com toda força, enquanto eu gemia e gritava igual uma puta no cio.
Ai, Vicky, por que a gente não fez isso antes? A gente tava querendo isso há muito tempo, você só se fazia de santinha, né?

pois aí vai toda minha vontade de querer fazer isso há muito tempo, desde o momento que te vi na fábrica, você usava aqueles jeans, com aquela blusa justa, olhei pra sua bunda, e sabia que mais cedo ou mais tarde você estaria assim


no começo eu não pensava em fazer isso, eu queria só fazer meu trabalho e não me desconcentrar, não queria distrações, e não queria falhar com meu namorado (isso eu dizia enquanto ele me comia)

E agora, anda, admite, admite que sou mais homem que ele, e que te como com mais prazer que ele, só se olha, né? — me dizia Diego.

Não conta, ba. Enquanto eu virava de lado pra continuar me comendo,

Só responde, seja honesta com seus pensamentos, porque teu corpo tá falando por você, não dá pra negar, não dá pra esconder, se a gente tá fazendo isso é porque você quis.

não sabia o que responder, não queria decepcionar meu namorado, mesmo estando nessa situação, não queria decepcioná-lo mais, (você é uma puta, você é, diego me dizia)
Admite, Vicky, admite que minha pica te satisfaz mais que a do teu namorado, só fala isso,

ahhhhh ahhhhh, eu não conseguia falar, só gemer, gemer, minha mente não pensava em nada, só sentindo aquele pedaço de carne dentro de mim,
Eu estava voltando à consciência, enquanto ele esperava minha resposta, mas eu continuava sem dizer nada. Obviamente, sentia uma diferença enorme entre a pica do meu namorado e a desse macho. Meu corpo falava, minha mente pensava, mas minha boca, meu silêncio, não admitia o que ele queria ouvir. Tudo isso enquanto tenho uma pica grande dentro de mim, uma pica alheia num corpo alheio.
Já tinha visto paus grandes, mas nunca tinha sentido nem tido um dentro de mim, e não tô dizendo que a do meu namorado é pequena, mas isso aí... aaaaaaah, meu deus, esse sabe usar mesmo.
Meu corpo só obedecia, só queria mais e mais, que tipo de prazer é esse, vamos Vicky, admite, fala, se liberta desses pensamentos, diz que sou melhor que teu namorado, ele me dizia.
Não queria dizer isso, nem sequer queria pensar, porque ao fazer isso, traçava outra linha, uma linha que não queria cruzar.
Obviamente, o ato diz tudo ao contrário, mas eu só queria dar pra ele, mais um na minha vida e pronto, um deslize só, um colega de trabalho qualquer. Nunca pensei que acabaria comendo ele desse jeito.
Que delíciaaa" eu dizia pra ele, "então admite que isso é melhor do que o que teu namorado faz, hein?" ele me dizia, e isso me excitava ainda mais. "Vamos fazer uma coisa, meu amor", ele falava, quando me colocava por cima dele, "agora dá uns rebolados e admite que você é minha, que agora você me pertence, que eu tô tocando uma mulher dos outros e uma putinha.
ahhhhhhh gemeu, cê gosta de mim, ela dizia, minha mente não conseguia se concentrar, não sabia como, tava perdida, e num instante passou algo pela minha cabeça
Deus, será que vou conseguir sentir isso com meu namorado? Será que vou ser possuída desse jeito pelo homem com quem pensei em me casar? (Antes de eu vir pra cá, meu namorado tinha proposto que, quando eu terminasse, ele ia me pedir em casamento.) O Diego sabia disso, em algum momento cheguei a contar pra ele. Acho que por isso ele insistia tanto.
Não, não, não devo responder ele, não posso admitir o que ele tá dizendo, mesmo que eu esteja sendo infiel, não quero admitir essa última parte, me entregaria pra ele por completo, e não posso, meu coração pertence ao meu namorado, futuro marido.
Me contradizia, porque quanto mais eu não admitia, mais forte eu dava aqueles sentões. Será que meu futuro marido seria capaz de me satisfazer desse jeito? De chegar nesse clímax? E é que, apesar de tudo, eu amo ele, amo meu namorado, apesar do que estou fazendo. É normal fazer isso, desejar outro homem amando outro? Deus, que gostosoooooo ahhhh
Ahhh, ahhh, ela gemia, sem parar, e ele me fazia a mesma pergunta de novo. Mas como se lesse a porra da minha mente, ele solta algo que me deixa ainda mais excitada.
vamos, Vicky, admite, só fala, diz que eu sou melhor te comendo, admite que você vai sentir saudades dessa pica, com a qual você passou sonhando.
Não queria, não podia, mas não dava pra esconder, é só olhar como eu me mexo. Não queria admitir que esse macho era melhor que meu futuro marido, não devia, nãooo, nunca, jamais.
E pensar quando comecei a sair com meu namorado, foi tão romântico, tão lindo, demorou meses pra me dar um beijo sequer, uma agarradinha. A primeira vez que ia fazer amor com meu namorado, ele gozou na primeira metida. Eu entendi, falei pra ele que não tinha problema. Mas esse cara tá me comendo com semanas de conhecer a gente. Como foi? Eu fui muito fácil, ou existem homens assim, com a habilidade de comer quem quiser, tipo eu?
Vicky, você sabe que isso você vai lembrar pra sempre, né? Tudo isso vai ficar gravado, uma lembrança do nosso rolê, de algo que passou de olhares pra metida kkkkk, dizia Diego enquanto sentava com tudo naquela pica enorme e gostosa dele.
Tirei ela pra fora pra pegar um pouco de ar, como se tentasse respirar depois da enxurrada de pica, naquele instante ele para de me perguntar o quão idiota é meu namorado e isso me desconcerta, de um jeito ou de outro eu queria que ele continuasse me perguntando.
então eu tomei a iniciativa e perguntei pra ele: vai sentir minha falta, Diego? vai lembrar de mim? queria me comer assim todo dia?
O que foi, Vicky? Tava me dizendo, não que não? Já não é mais muda? Agora vai me falar o que sente e que aquele cara não te come como eu?
aggggggg ele enfia de novo com força, eu só consigo falar, só responde o que eu te perguntei, aghhhhhhh,
me agarra com os dois braços e me penetra com mais força, por isso que eu tô te comendo feito uma putinha, pra você nunca esquecer quem te deu a foda da sua vida, ele me responde
ai, papai, preciso te falar, só me deixa bem fudida, por favor, só me dá esse momento pra lembrar de você como a putinha que eu fui, a que entregou a bunda pra você em semanas de nos conhecermos, e isso me excita ainda mais.
Diloooooooo, fala que quando você casar com esse corno manso idiota, toda noite vai lembrar desse dia, onde foi comida como uma puta infiel enquanto seu namoradinho tá pensando no que você tá fazendo, enquanto você recebe pica de um colega de trabalho, anda, até quando vai admitir? Continuava sem dizer nada, não falava o que ele queria ouvir. Meu corpo dizia, minha mente pensava, meu coração batia mais rápido, mas eu não ousava falar o que ele me provocava. A gente se despia completamente, ele diz que quer me comer por trás, então eu concordei e me posicionei.
Ele me olhava e dizia: vem comer toda essa pica, uma pica que teu namorado nunca vai ter pra te foder como eu faço, só eu que te faço mulherzinha.
Vem aqui pra eu te mostrar até onde você aguenta, putinha. Mesmo que não queira admitir, no fundo você sabe que vai sentir falta disso, sabe que morre de vontade de eu fazer isso com você todo dia.
Isso me excitava cada vez mais, queria que ela continuasse me falando aquilo, mas não queria que subisse, embora minha cara dissesse outra coisa.

de repente me dá um tapa na bunda, isso me fez gemer e gritar de tão excitada que eu tava, meu deus, me mata de porrada
Começo a me mover mais rápido, pra aproveitar essa rola alheia, nesse quarto alheio, nessa cama alheia, um quarto testemunha dessa infidelidade, quantas gostosas ele já trouxe aqui, pensei.
ahhhhhh, que gostoso papi siiiii, assim, me bate, siiiii eu dizia enquanto começava a me soltar, então já admite, pra que continuar negando, o que você fez já não tem volta, não se atormente, aproveita esse momento, é nosso,
Não queria mais ficar negando, não queria mais ficar atormentando isso dentro de mim. Sim, não é justo comigo, porque negar se já cheguei até aqui? Só eu e ele vamos saber disso. Pra que essa briga comigo mesma? Não é traição se ninguém ficar sabendo.
então Vicky, fala logo, diii que eu sou o único que te fez sentir uma puta, uma maldita puta
ahhhh ayyyy Diego, ayyyyyy papai siiiii continua assim, continua me falando essas coisas,, eu falei, só falei e me senti livre, sem culpa, sem remorso, sem amarras com nada, só eu e ele, nos dando prazer e nada mais,
Ahhhhhhh, não aguento, não para nada, foi isso que me fez gozar, e ele percebeu, porra. Um homem que eu nunca imaginei transar, num lugar que eu menos esperava, onde eu só vim pra crescer profissionalmente, me fez gozar. Que delíciaaaa ah ah ah ah, caralho, o que tá acontecendo comigo? E ele ainda não gozou. Desculpa, amor (pro meu namorado), desculpa, mas esse homem me dá mais prazer, eu desejo ele, quero que ele me coma sempre. Isso aqui é o paraíso, não ligo pra mais nada, já era.
Mojou minha cama, deixou meus fluidos aqui, como deixei meu corpo, minha mente, minhas fantasias, me entreguei pra ele me comer e me fez a mulher mais satisfeita do planeta.
Só tinha que falar, Vicky. Eu já sabia, mas queria que você se convencesse de que é minha. Desde o primeiro momento que entrou nesse quarto, você já me pertencia.
Terminei exausta, sendo uma puta, cansada mas satisfeita, detonada por um macho de verdade, que fodida gostosa, ele dizia.


Siii, só que eu não terminei, ela me diz, ainda não gozei e foi pra isso que você veio, não pra tirar meu gozo.
Ela sobe em cima de mim e mete, assim, no pelo.
ahhhhhh me fode, abre mais essas perninhas
Eu gozo, Vicky, entre gemidos, enquanto gravo a carinha dela prestes a gozar.
Joga em mim, meu amor, joga na minha barriga, tô falando.
ahhhh, sai um gemido dela e isso me excita, siii, papai, goza, joga tudo
ahhhh que gostoso, sinto eles saindo quentinhos na minha pele, siiiim, vaiii
Então voltei à realidade, sabendo que a gente transou como quem sabe que não vai se repetir. Sem promessas. Sem planos. Só o presente. Fechei os olhos várias vezes, não pra imaginar, mas pra gravar. A respiração dele. A voz baixa dele dizendo meu nome. O jeito que ele me segurou como se o mundo não existisse fora daquelas paredes. Depois, ficamos assim, em silêncio. Minha cabeça apoiada no peito dele. O relógio avançando com crueldade. — Quando você for embora — ele disse por fim —, não vou te procurar. Eu assenti. Era o certo. Era o necessário. Me vesti devagar. Cada peça de roupa era um retorno à realidade. Antes de sair, olhei pra ele uma última vez. Não sorrimos. Não precisava. Porque nós dois sabíamos que o nosso negócio não era feito pra durar… mas pra marcar. E enquanto fechava a porta, entendi uma coisa que doeu mais que a culpa: algumas histórias não terminam porque o amor acaba, mas porque continuar seria destruir demais. E mesmo assim… valem a pena. A primeira mensagem chegou no dia seguinte, cedo. Diego: — Chegou bem? Olhei pra tela por vários segundos antes de responder. Eu: — Sim. — Não dormi muito. A resposta demorou. Diego: — Eu também não. — Mas não me arrependo. Senti aquele nó no estômago. Não era orgulho. Não era euforia. Era algo mais profundo… mais perigoso. Naquela noite, enquanto meu namorado me abraçava por trás e perguntava como tinha sido meu dia, eu pensava nas palavras que não tinha dito naquele quarto. Em como ele tinha me olhado quando, ainda sem fôlego, confessei em voz baixa: — Não é só desejo. — Com você… me sinto viva de um jeito que não sabia que estava faltando. Ele não respondeu na hora. Só segurou meu rosto entre as mãos. — Isso é o que mais me assusta — ele disse. — Que não seja só paixão. Duas semanas depois, o medo tomou outra forma. O atraso foi mínimo. Apenas uns dias. Mas o suficiente pra minha cabeça se encher de cenários impossíveis de calar. Contei datas. Contei erros. Contei silêncios. Toda vez que meu namorado falava de planos, de férias, de “Quando a gente tiver filhos”, eu sentia o ar sumindo. Naquela noite, escrevi pro Diego. Eu: —Preciso te perguntar uma coisa. —E tô morrendo de medo. A resposta veio na hora. Diego: —Fala. Meus dedos tremiam. Eu: —cê sabe que a gente não usou camisinha… né? Teve uns segundos que pareceram uma eternidade. Diego: —Não. —Mas entendo por que cê tá perguntando. Não consegui me segurar. Eu: —Tô atrasada. —Não sei o que pensar. Passaram minutos sem resposta. Quando veio, foi diferente de todas as outras. Diego: —Se for só um susto, a gente enfrenta em silêncio. —Se não for… não vou te largar sozinha. —Mas me fala a verdade: o que mais te assusta? Engoli seco. Eu: —Que eu não saberia de quem seria minha vida depois disso. Ele não escreveu mais naquela noite. No dia seguinte, fiz o teste sozinha, no banheiro, com a porta trancada, como se o mundo pudesse me ouvir respirar. Sentei na borda da banheira, olhando pro plástico branco como se fosse um juiz. Negativo. Senti alívio. E depois uma coisa parecida com luto. Mandei a foto pro Diego sem dizer nada. Diego: —Então foi só um susto. Eu: —É. Diego: —E você tá bem? Pensei na resposta por horas. Eu: —Não sei. —Porque uma parte de mim… não sabia o que queria que desse. Essa foi a última conversa profunda que a gente teve. Dias depois, na fábrica, a gente se cruzou sem parar. Não teve olhares demorados. Não teve sorrisos. Só um leve aceno de cabeça. Um acordo tácito. Minhas semanas acabaram. Voltei pra casa. Pro meu namorado. Pra vida que continuava intacta por fora. Mas alguma coisa em mim tinha mudado pra sempre. Porque não foi só um susto de gravidez. Foi o susto de entender que meu corpo, meu desejo e meu coração não estavam tão alinhados quanto eu pensava. E, mesmo sem ter ficado nada tangível do Diego — nem mensagens, nem provas, nem consequências visíveis —, a lembrança dele continuou ali, silenciosa, me lembrando que existiu uma versão de mim capaz de sentir sem freio… e que conhecê-la foi tão perigoso quanto inevitável. Fim
fotos que eu não mandava pro meu namorado, e esse cara, meu deus, o que ele tinha que fazia meu eu interior soltar meu lado perverso, meu lado tarado, em que momento foi isso?
lembro que antes dela ir embora naquela noite, a gente conversou um pouco e não era só que ele tinha me perdoado. Era que ele tinha visto algo em mim que eu mesma não sabia explicar. Algo que não dava pra desver. Algo que agora vivia entre nós, silencioso. Naquela noite, enquanto a gente jantava, ele me perguntou de repente: — Você é feliz comigo? A pergunta caiu pesada, sem aviso. Levantei o olhar. Ele não tava sorrindo. — Sim — respondi rápido demais. Ele assentiu devagar, como quem guarda uma resposta num lugar que dói. — Eu também — disse —. Por isso que decidi ficar. Não soube o que responder. Porque naquele "decidi" tava tudo. Não era ingenuidade. Não era fraqueza. Era uma escolha consciente. E isso mudava tudo. Na mulher que tinha cruzado uma linha e voltado diferente, tão diferente que decidi pintar o cabelo, sim, quando uma mulher decide ser diferente ou pelo menos acha que sim, decide fazer uma mudança, e eu tingi o cabelo. Na que agora vivia entre duas verdades: a que escolheu ficar… e a que sabia que, mesmo com o perdão tendo chegado, nada ia ser exatamente igual. Porque algumas traições não se pagam com abandono. Se pagam com silêncio. Com vigilância. Com uma segunda chance que pesa mais que o castigo. E eu tava começando a entender isso. No dia seguinte, quando fui pra fábrica, foi o Diego quem apareceu de novo. Não com uma mensagem direta, não com uma provocação na cara. Foi algo pequeno. Inofensivo, quase inocente. Um "oi" rápido na fábrica, um olhar que durou meio segundo a mais. Um "como cê tá?" dito em voz baixa, como se não significasse nada… e significava tudo. Eu me tensionei. Assenti. Segui andando, foi só isso durante o dia, a gente não teve contato nenhum, terminei meu turno e cheguei em casa e naquela noite não consegui dormir. Ficava repetindo que não devia. Que já tinha cruzado essa linha uma vez e quase perdi tudo. Que não tinha direito de desejar outro homem depois do perdão que me deram. E mesmo assim, meu corpo reagia antes da minha consciência. Dias depois, o Diego me Ele falou de novo. Dessa vez, sem rodeios. —Não vou te escrever — ele disse—. Não quero te meter em encrenca. Mas olha nos meus olhos e me diz que não sente o mesmo. Não consegui. Aí entendi que já não era só desejo. Era uma necessidade de parar de resistir. De parar de fingir que não era aquela mulher. A que tinha acordado com ele na cabeça. A que tinha sorrido na frente do espelho só por saber que ia vê-lo. —Tenho culpa — falei por fim—. Muita. Diego não sorriu. Não comemorou. Chegou perto o suficiente, respeitando um espaço que doía mais que qualquer toque. —A culpa não desaparece porque você quer — ele disse—. Mas também não vai embora porque você se pune. As palavras dele não me empurraram. Me desarmaram. Essa foi a sedução dele: sem promessas, sem pressa, sem pressão. Só paciência. Só estar ali, me fazendo sentir vista sem exigir nada. Fui eu que dei o passo. Fui eu que procurei ele com o olhar. Fui eu que parei de recuar. Fui eu que entendi que se entregar nem sempre é se perder… às vezes é se aceitar. Quando finalmente cedi, não foi por impulso. Foi com uma clareza dolorosa. Sabia o que arriscava. Sabia o que traía. Mas também sabia que negar o que sentia estava me quebrando por dentro. Não foi um ato de rebeldia. Foi rendição. E enquanto fazia isso, a culpa não desapareceu. Ficou comigo, observando, silenciosa. Me lembrando que algumas decisões não são tomadas pra se sentir bem… mas pra parar de fugir de uma verdade que já te alcançou. Sabia que o tempo estava acabando. Cada dia na planta era diferente, como se o ar tivesse data de validade. Semanas. Era só o que me restava ali. Semanas antes de voltar pra minha rotina, já que minhas estadias iam terminar e eu tinha que voltar pra universidade, pro meu namorado, pra minha vida "certinha", pra um futuro onde Diego seria só uma lembrança incômoda… se é que eu conseguia transformar ele só nisso. Naquela tarde não teve mensagens longas nem joguinhos. Só uma frase que me deixou sem fôlego: —Se não for hoje, já era. Não respondi na hora. Olhei pro espelho do banheiro, igual naquela primeira vez, mas já sem aquele nervosismo besta. Me vi diferente. Mais consciente. Mais decidida… e mais culpada do que nunca. Quando cheguei, ele já tava lá. Não teve pressa. Não teve palavra desnecessária. O quarto era simples, quase impessoal, mas o silêncio tava carregado de tudo que a gente não tinha se permitido dizer. Fui na casa dele, onde ele me convidou pra entrar no quarto pra fazer algo que eu já não podia mais voltar atrás, que eu sabia o que ia rolar depois.
—Você não precisa fazer isso — ele me disse — enquanto eu enrolava meu cabelo pra fazer algo que sempre quis, respondo: aquela foto que você me mandou, Diego, me deu vontade de você foder minha boca.

Virei de costas pra arrumar o cabelo.
depois ele abaixou meu short
isso enquanto gravava cada segundo, eu não me importei que ele gravasse, já que ficaria como uma lembrança linda, onde por semanas a gente pedia aos berros que isso acontecesse
que cuzão mais lindo, o Diego me dizia, que tipo de namorado larga mão disso, mas tenho que agradecer ele, porque senão, tu não tava aqui
Eu respondi pra ela: não foi culpa do meu namorado, foi mais você por se meter nos meus sonhos. Pois é, tudo culpa daquele maldito sonho onde ele me detonava.
Ele me dava tapas na bunda, gostou? ele me pergunta, eu só gemia de prazer, tava saindo, eu dizia, ele só começou a rir.
que bunda redonda Vicky, tudo isso vai ser meu daqui a pouco, claro Diego, foi seu desde o primeiro dia que te vi. Em seguida ele me ajoelha na frente dele, eu só obedeço.
me pega com um carinho como se a gente fosse namorados, como se existisse algo além da putaria, isso me excitou ainda mais porque me fez sentir uma vagabunda.
começo a chupar ele como uma puta que nunca tinha visto um pau na vida, que delícia, enquanto eu segurava ele com a mão, você tá chupando o pau de alguém que não é seu namorado, ele me dizia
Porra, que homem gostoso do caralho", ela dizia enquanto chupava ele com luxúria e fome. "Calma", ele me diz, "agora é minha vez de te comer. Essa buceta tá com cara de que faz semanas que ninguém te trata como mulher", ele me falava.
Me ajeito bem na posição pra chupar minha própria buceta, coisa que meu namorado nunca fazia porque tinha nojo. Que tipo de homem tem nojo de comer buceta, eu dizia, será que é viado? Pois agora estou com um macho de verdade.
Ela enroscava as pernas em mim como sinal de prazer, de que sou dela, que nesse momento qualquer coisa que ela me pedir, eu vou fazer.
E foi assim, ele me coloca na posição de semi-cachorrinho, encaixando a pica dele em mim, pronta pra ser penetrada. Naquele momento, senti algo além do que já tinha sentido: alguém vai meter a pica em mim, e não é meu namorado.
me agarra com o braço dela, num sinal pra eu me ajeitar e ser dela.

Deus, que gostoso, sabia que depois disso eu não seria a mesma, a mesma namorada fiel, a de boa aparência perante todos, a que chegou sendo forasteira com vontade de progredir, agora estou sendo enfiada num quarto.
Depois das fotos que mandei, se você tivesse dito só "vamos transar, Vicky", eu teria topado, Diego, falei pra ele.
mas você se fazia de difícil, me dizia que nunca faria isso com o cara do seu namorado, ou não lembra do que me falava?
sim, porque queria que você me convencesse, não queria que pensasse que eu era uma fácil, ou que achasse que não ia me chamar pra isso? eu dizia

por favor, Vicky, se notava como você me olhava depois daqueles mensagens safadas que a gente trocava, eu sabia que você era uma putinha, hahaha sabia que ia acabar aqui e assim
aggggggg me escapou um gemido ahhhh meu deus que gostosa minha love, me dá mais mais
Que gostosa, você tá me partindo, plaf plaf, a pélvis dela batendo na minha, o pau todo dela dentro de mim, roçando minha buceta
arqueava as costas pra que meu macho me penetrasse com toda força, enquanto eu gemia e gritava igual uma puta no cio.
Ai, Vicky, por que a gente não fez isso antes? A gente tava querendo isso há muito tempo, você só se fazia de santinha, né?

pois aí vai toda minha vontade de querer fazer isso há muito tempo, desde o momento que te vi na fábrica, você usava aqueles jeans, com aquela blusa justa, olhei pra sua bunda, e sabia que mais cedo ou mais tarde você estaria assim


no começo eu não pensava em fazer isso, eu queria só fazer meu trabalho e não me desconcentrar, não queria distrações, e não queria falhar com meu namorado (isso eu dizia enquanto ele me comia)

E agora, anda, admite, admite que sou mais homem que ele, e que te como com mais prazer que ele, só se olha, né? — me dizia Diego.

Não conta, ba. Enquanto eu virava de lado pra continuar me comendo,

Só responde, seja honesta com seus pensamentos, porque teu corpo tá falando por você, não dá pra negar, não dá pra esconder, se a gente tá fazendo isso é porque você quis.

não sabia o que responder, não queria decepcionar meu namorado, mesmo estando nessa situação, não queria decepcioná-lo mais, (você é uma puta, você é, diego me dizia)
Admite, Vicky, admite que minha pica te satisfaz mais que a do teu namorado, só fala isso,

ahhhhh ahhhhh, eu não conseguia falar, só gemer, gemer, minha mente não pensava em nada, só sentindo aquele pedaço de carne dentro de mim,
Eu estava voltando à consciência, enquanto ele esperava minha resposta, mas eu continuava sem dizer nada. Obviamente, sentia uma diferença enorme entre a pica do meu namorado e a desse macho. Meu corpo falava, minha mente pensava, mas minha boca, meu silêncio, não admitia o que ele queria ouvir. Tudo isso enquanto tenho uma pica grande dentro de mim, uma pica alheia num corpo alheio.
Já tinha visto paus grandes, mas nunca tinha sentido nem tido um dentro de mim, e não tô dizendo que a do meu namorado é pequena, mas isso aí... aaaaaaah, meu deus, esse sabe usar mesmo.
Meu corpo só obedecia, só queria mais e mais, que tipo de prazer é esse, vamos Vicky, admite, fala, se liberta desses pensamentos, diz que sou melhor que teu namorado, ele me dizia.
Não queria dizer isso, nem sequer queria pensar, porque ao fazer isso, traçava outra linha, uma linha que não queria cruzar.
Obviamente, o ato diz tudo ao contrário, mas eu só queria dar pra ele, mais um na minha vida e pronto, um deslize só, um colega de trabalho qualquer. Nunca pensei que acabaria comendo ele desse jeito.
Que delíciaaa" eu dizia pra ele, "então admite que isso é melhor do que o que teu namorado faz, hein?" ele me dizia, e isso me excitava ainda mais. "Vamos fazer uma coisa, meu amor", ele falava, quando me colocava por cima dele, "agora dá uns rebolados e admite que você é minha, que agora você me pertence, que eu tô tocando uma mulher dos outros e uma putinha.
ahhhhhhh gemeu, cê gosta de mim, ela dizia, minha mente não conseguia se concentrar, não sabia como, tava perdida, e num instante passou algo pela minha cabeça
Deus, será que vou conseguir sentir isso com meu namorado? Será que vou ser possuída desse jeito pelo homem com quem pensei em me casar? (Antes de eu vir pra cá, meu namorado tinha proposto que, quando eu terminasse, ele ia me pedir em casamento.) O Diego sabia disso, em algum momento cheguei a contar pra ele. Acho que por isso ele insistia tanto.
Não, não, não devo responder ele, não posso admitir o que ele tá dizendo, mesmo que eu esteja sendo infiel, não quero admitir essa última parte, me entregaria pra ele por completo, e não posso, meu coração pertence ao meu namorado, futuro marido.
Me contradizia, porque quanto mais eu não admitia, mais forte eu dava aqueles sentões. Será que meu futuro marido seria capaz de me satisfazer desse jeito? De chegar nesse clímax? E é que, apesar de tudo, eu amo ele, amo meu namorado, apesar do que estou fazendo. É normal fazer isso, desejar outro homem amando outro? Deus, que gostosoooooo ahhhh
Ahhh, ahhh, ela gemia, sem parar, e ele me fazia a mesma pergunta de novo. Mas como se lesse a porra da minha mente, ele solta algo que me deixa ainda mais excitada.
vamos, Vicky, admite, só fala, diz que eu sou melhor te comendo, admite que você vai sentir saudades dessa pica, com a qual você passou sonhando.
Não queria, não podia, mas não dava pra esconder, é só olhar como eu me mexo. Não queria admitir que esse macho era melhor que meu futuro marido, não devia, nãooo, nunca, jamais.
E pensar quando comecei a sair com meu namorado, foi tão romântico, tão lindo, demorou meses pra me dar um beijo sequer, uma agarradinha. A primeira vez que ia fazer amor com meu namorado, ele gozou na primeira metida. Eu entendi, falei pra ele que não tinha problema. Mas esse cara tá me comendo com semanas de conhecer a gente. Como foi? Eu fui muito fácil, ou existem homens assim, com a habilidade de comer quem quiser, tipo eu?
Vicky, você sabe que isso você vai lembrar pra sempre, né? Tudo isso vai ficar gravado, uma lembrança do nosso rolê, de algo que passou de olhares pra metida kkkkk, dizia Diego enquanto sentava com tudo naquela pica enorme e gostosa dele.
Tirei ela pra fora pra pegar um pouco de ar, como se tentasse respirar depois da enxurrada de pica, naquele instante ele para de me perguntar o quão idiota é meu namorado e isso me desconcerta, de um jeito ou de outro eu queria que ele continuasse me perguntando.
então eu tomei a iniciativa e perguntei pra ele: vai sentir minha falta, Diego? vai lembrar de mim? queria me comer assim todo dia?
O que foi, Vicky? Tava me dizendo, não que não? Já não é mais muda? Agora vai me falar o que sente e que aquele cara não te come como eu?
aggggggg ele enfia de novo com força, eu só consigo falar, só responde o que eu te perguntei, aghhhhhhh,
me agarra com os dois braços e me penetra com mais força, por isso que eu tô te comendo feito uma putinha, pra você nunca esquecer quem te deu a foda da sua vida, ele me responde
ai, papai, preciso te falar, só me deixa bem fudida, por favor, só me dá esse momento pra lembrar de você como a putinha que eu fui, a que entregou a bunda pra você em semanas de nos conhecermos, e isso me excita ainda mais.
Diloooooooo, fala que quando você casar com esse corno manso idiota, toda noite vai lembrar desse dia, onde foi comida como uma puta infiel enquanto seu namoradinho tá pensando no que você tá fazendo, enquanto você recebe pica de um colega de trabalho, anda, até quando vai admitir? Continuava sem dizer nada, não falava o que ele queria ouvir. Meu corpo dizia, minha mente pensava, meu coração batia mais rápido, mas eu não ousava falar o que ele me provocava. A gente se despia completamente, ele diz que quer me comer por trás, então eu concordei e me posicionei.
Ele me olhava e dizia: vem comer toda essa pica, uma pica que teu namorado nunca vai ter pra te foder como eu faço, só eu que te faço mulherzinha.
Vem aqui pra eu te mostrar até onde você aguenta, putinha. Mesmo que não queira admitir, no fundo você sabe que vai sentir falta disso, sabe que morre de vontade de eu fazer isso com você todo dia.
Isso me excitava cada vez mais, queria que ela continuasse me falando aquilo, mas não queria que subisse, embora minha cara dissesse outra coisa.

de repente me dá um tapa na bunda, isso me fez gemer e gritar de tão excitada que eu tava, meu deus, me mata de porrada
Começo a me mover mais rápido, pra aproveitar essa rola alheia, nesse quarto alheio, nessa cama alheia, um quarto testemunha dessa infidelidade, quantas gostosas ele já trouxe aqui, pensei.
ahhhhhh, que gostoso papi siiiii, assim, me bate, siiiii eu dizia enquanto começava a me soltar, então já admite, pra que continuar negando, o que você fez já não tem volta, não se atormente, aproveita esse momento, é nosso,
Não queria mais ficar negando, não queria mais ficar atormentando isso dentro de mim. Sim, não é justo comigo, porque negar se já cheguei até aqui? Só eu e ele vamos saber disso. Pra que essa briga comigo mesma? Não é traição se ninguém ficar sabendo.
então Vicky, fala logo, diii que eu sou o único que te fez sentir uma puta, uma maldita puta
ahhhh ayyyy Diego, ayyyyyy papai siiiii continua assim, continua me falando essas coisas,, eu falei, só falei e me senti livre, sem culpa, sem remorso, sem amarras com nada, só eu e ele, nos dando prazer e nada mais,
Ahhhhhhh, não aguento, não para nada, foi isso que me fez gozar, e ele percebeu, porra. Um homem que eu nunca imaginei transar, num lugar que eu menos esperava, onde eu só vim pra crescer profissionalmente, me fez gozar. Que delíciaaaa ah ah ah ah, caralho, o que tá acontecendo comigo? E ele ainda não gozou. Desculpa, amor (pro meu namorado), desculpa, mas esse homem me dá mais prazer, eu desejo ele, quero que ele me coma sempre. Isso aqui é o paraíso, não ligo pra mais nada, já era.
Mojou minha cama, deixou meus fluidos aqui, como deixei meu corpo, minha mente, minhas fantasias, me entreguei pra ele me comer e me fez a mulher mais satisfeita do planeta.
Só tinha que falar, Vicky. Eu já sabia, mas queria que você se convencesse de que é minha. Desde o primeiro momento que entrou nesse quarto, você já me pertencia.
Terminei exausta, sendo uma puta, cansada mas satisfeita, detonada por um macho de verdade, que fodida gostosa, ele dizia.


Siii, só que eu não terminei, ela me diz, ainda não gozei e foi pra isso que você veio, não pra tirar meu gozo.
Ela sobe em cima de mim e mete, assim, no pelo.
ahhhhhh me fode, abre mais essas perninhas
Eu gozo, Vicky, entre gemidos, enquanto gravo a carinha dela prestes a gozar.
Joga em mim, meu amor, joga na minha barriga, tô falando.
ahhhh, sai um gemido dela e isso me excita, siii, papai, goza, joga tudo
ahhhh que gostoso, sinto eles saindo quentinhos na minha pele, siiiim, vaiii
Então voltei à realidade, sabendo que a gente transou como quem sabe que não vai se repetir. Sem promessas. Sem planos. Só o presente. Fechei os olhos várias vezes, não pra imaginar, mas pra gravar. A respiração dele. A voz baixa dele dizendo meu nome. O jeito que ele me segurou como se o mundo não existisse fora daquelas paredes. Depois, ficamos assim, em silêncio. Minha cabeça apoiada no peito dele. O relógio avançando com crueldade. — Quando você for embora — ele disse por fim —, não vou te procurar. Eu assenti. Era o certo. Era o necessário. Me vesti devagar. Cada peça de roupa era um retorno à realidade. Antes de sair, olhei pra ele uma última vez. Não sorrimos. Não precisava. Porque nós dois sabíamos que o nosso negócio não era feito pra durar… mas pra marcar. E enquanto fechava a porta, entendi uma coisa que doeu mais que a culpa: algumas histórias não terminam porque o amor acaba, mas porque continuar seria destruir demais. E mesmo assim… valem a pena. A primeira mensagem chegou no dia seguinte, cedo. Diego: — Chegou bem? Olhei pra tela por vários segundos antes de responder. Eu: — Sim. — Não dormi muito. A resposta demorou. Diego: — Eu também não. — Mas não me arrependo. Senti aquele nó no estômago. Não era orgulho. Não era euforia. Era algo mais profundo… mais perigoso. Naquela noite, enquanto meu namorado me abraçava por trás e perguntava como tinha sido meu dia, eu pensava nas palavras que não tinha dito naquele quarto. Em como ele tinha me olhado quando, ainda sem fôlego, confessei em voz baixa: — Não é só desejo. — Com você… me sinto viva de um jeito que não sabia que estava faltando. Ele não respondeu na hora. Só segurou meu rosto entre as mãos. — Isso é o que mais me assusta — ele disse. — Que não seja só paixão. Duas semanas depois, o medo tomou outra forma. O atraso foi mínimo. Apenas uns dias. Mas o suficiente pra minha cabeça se encher de cenários impossíveis de calar. Contei datas. Contei erros. Contei silêncios. Toda vez que meu namorado falava de planos, de férias, de “Quando a gente tiver filhos”, eu sentia o ar sumindo. Naquela noite, escrevi pro Diego. Eu: —Preciso te perguntar uma coisa. —E tô morrendo de medo. A resposta veio na hora. Diego: —Fala. Meus dedos tremiam. Eu: —cê sabe que a gente não usou camisinha… né? Teve uns segundos que pareceram uma eternidade. Diego: —Não. —Mas entendo por que cê tá perguntando. Não consegui me segurar. Eu: —Tô atrasada. —Não sei o que pensar. Passaram minutos sem resposta. Quando veio, foi diferente de todas as outras. Diego: —Se for só um susto, a gente enfrenta em silêncio. —Se não for… não vou te largar sozinha. —Mas me fala a verdade: o que mais te assusta? Engoli seco. Eu: —Que eu não saberia de quem seria minha vida depois disso. Ele não escreveu mais naquela noite. No dia seguinte, fiz o teste sozinha, no banheiro, com a porta trancada, como se o mundo pudesse me ouvir respirar. Sentei na borda da banheira, olhando pro plástico branco como se fosse um juiz. Negativo. Senti alívio. E depois uma coisa parecida com luto. Mandei a foto pro Diego sem dizer nada. Diego: —Então foi só um susto. Eu: —É. Diego: —E você tá bem? Pensei na resposta por horas. Eu: —Não sei. —Porque uma parte de mim… não sabia o que queria que desse. Essa foi a última conversa profunda que a gente teve. Dias depois, na fábrica, a gente se cruzou sem parar. Não teve olhares demorados. Não teve sorrisos. Só um leve aceno de cabeça. Um acordo tácito. Minhas semanas acabaram. Voltei pra casa. Pro meu namorado. Pra vida que continuava intacta por fora. Mas alguma coisa em mim tinha mudado pra sempre. Porque não foi só um susto de gravidez. Foi o susto de entender que meu corpo, meu desejo e meu coração não estavam tão alinhados quanto eu pensava. E, mesmo sem ter ficado nada tangível do Diego — nem mensagens, nem provas, nem consequências visíveis —, a lembrança dele continuou ali, silenciosa, me lembrando que existiu uma versão de mim capaz de sentir sem freio… e que conhecê-la foi tão perigoso quanto inevitável. Fim
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