O segredo da buceta

Meu avô, um homem de quase 90 anos, que era viúvo há já muitos anos, estava no leito de morte e me confessou algo que me chocou. Ele viveu a vida inteira arrependido de uma coisa: nunca gostou de ser homem, sempre teve vontade de ser mulher, mas nunca pôde, porque na época dele isso era quase a mesma coisa que ser gay, e ser gay era imperdoável. Basicamente, ele era um gay reprimido, e viveu assim a vida toda. Agora, prestes a morrer, se arrependeu disso. Durante toda a vida, eu não entendia por que ele me contava aquilo. Na hora, não fez sentido, mas depois tudo ia se encaixar.

Os dias passaram e os últimos suspiros dele se foram. Foi tudo muito triste, a família chorando, ainda faltava o velório e o enterro. Foi realmente doloroso. Todos estavam completamente destruídos. Eu, pessoalmente, passei muito mal. Tinha uma afinidade enorme com meu avô, ele tinha sido um grande apoio pra mim. Fiquei destruído, mas era tudo mais ou menos normal, só o ciclo da vida. Era um homem velho que não cuidou muito da saúde e viver uma vida que não queria o desgastou antes do tempo. Mas ainda assim, não tinha nada pra me arrepender, porque não tinha sido uma vida ruim. Mais cedo ou mais tarde, tudo chega ao fim. Ou pelo menos a gente achava que sim.

Voltei pra minha cidade. Tinha me mudado do interior e morava agora em Recoleta, Buenos Aires, onde tinha ido estudar medicina e hoje estava estabilizado com um ótimo emprego. Tinha minha casa, meu carro e, no geral, uma vida ótima. Não podia reclamar.

Minha vida seguiu normal por um tempo, tirando o quanto foi difícil aceitar a partida dele e seguir em frente. Quase nada tinha mudado. Até que, depois de um tempinho, aconteceu algo que ia mudar minha vida por completo.

Numa terça-feira como qualquer outra, alguém chega no prédio onde eu moro. O porteiro levanta o interfone e diz: "Você tem visita."
Eu: "Quem é?" (perguntei, bem intrigado, porque não esperava ninguém)
Porteiro: "Ela se chama Carolina, diz que te conhece desde a infância."
Eu: "Carolina? Carolina? Carolina? Mmmmmm, não me lembro... (som) Lá vou eu.
Desci pensando quem será essa mulher misteriosa que diz que me conhece, mas não faço a menor ideia de quem é.
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Ao descer, me deparo com uma gostosa jovem mais ou menos da minha idade, que me olha, se aproxima, me abraça e, antes que eu possa dizer uma palavra, sussurra no meu ouvido.
Carolina: Shhhh, é nosso segredo.
Minha cabeça parou por um instante, fiquei em branco, completamente gelado. Meu avô, na última conversa que tivemos, me disse: "Vou voltar, mas não conta pra ninguém, shhhhhhh... tudo o que te contei é nosso segredo."
Na hora, pego ela pelo braço e digo pra vir comigo, que precisamos conversar no meu apartamento. Carolina, toda sorridente, me segue com um sorriso inocente.
(Já no apartamento)
Eu: Isso não pode ser verdade. Você não é mesmo meu avô, né?
Carolina: Claro que não, já não sou mais sua avó, Esteban. Agora sou só uma jovem de 25 anos. Mesmo tendo todas as minhas memórias, sou apenas seu avô na minha consciência.
Eu: Isso é impossível, não faz sentido, é simplesmente ilógico e naturalmente impossível.
Carolina: Você se chama Esteban, tem 28 anos, se formou com honras na faculdade de medicina, especializado em neurocirurgia, sua cor favorita é verde.
Eu: Ok, você me pesquisou muito bem, mas isso não prova nada.
Carolina: E aquela vez que você quebrou o enfeite favorito da sua avó brincando com a bola dentro de casa, e eu falei que foi o cachorro que esbarrou no móvel pra você não levar bronca?
Eu: Não pode ser... sério que você é meu avô? Mas como?
Carolina: Minha mãe era uma bruxa. Há muitos anos, ela me ensinou um feitiço pra escapar caso a gente fosse perseguido pra eliminar a descendência. É muito perigoso, mas antes de morrer, tentei executá-lo. O feitiço consistia em uma troca de corpo. Antes de morrer, troquei de corpo com uma enfermeira do hospital. Não sabia nada sobre ela, então não consegui seguir com a vida normal dela, e não tinha ninguém a quem recorrer.
Eu: Entendi... por isso... Você veio comigo, então. Agora faz sentido você ter me contado aquelas coisas antes de morrer. Você tinha tudo muito bem planejado.
Carolina: Kkkkkk, não, bom, mais ou menos.
Eu: Bom, pode ficar comigo. Você tem sorte de eu morar sozinho. Se eu tivesse uma namorada, isso seria meio estranho.

Arrumei o quarto de hóspedes pro meu avô ficar comigo por tempo indeterminado. A situação era meio esquisita, mas não tinha outra opção. Também não é que me incomodasse morar com ele — eu mal ficava em casa.

Depois fui comprar coisas pra fazer o jantar. Quando cheguei, vi meu avô arrumando a cozinha. Falei que não precisava, mas ele insistiu que era o mínimo que podia fazer enquanto estivesse de hóspede. Depois disso, pegou a comida e começou a cozinhar. Tentei tirá-lo de lá, mas não consegui — ele pediu, e realmente era excelente na cozinha. Os dotes culinários dele eram refinados, então não pude recusar. O que fiz foi ajudá-lo, como quando eu era pequeno. Fazia anos que não ajudava ele a cozinhar.O segredo da bucetaEnquanto cozinhávamos, abrimos uma taça de vinho. Ele bebia pra caramba, eu nem tanto, mas não consegui recusar.
Entre um gole e outro, começamos a conversar, contar histórias de quando ele era moleque, de tudo que a gente fez, de mil lembranças que tínhamos, tipo as vezes que ele me levava no parque pra jogar bola, ou quando me ensinou a pescar e eu caí no rio sem querer, e ele se jogou atrás pra me ajudar. Também aquela vez que ele me levou no bar pra tomar um tal de vinho, que obviamente não me deu porque eu tinha só 5 anos, e eu fiquei puto com ele.
Depois, a gente comeu um jantar delicioso que ele preparou. Enquanto Carolina juntava os pratos e lavava, eu fui escovar os dentes, já ia dormir, porque no dia seguinte entrava muito cedo no trampo. Antes de deitar, fui no quarto perguntar se ela precisava de algo, mas ela tava se trocando bem na hora. Entrei sem pensar, tampei os olhos na hora e me virei, mas já tinha visto. Carolina, super calma, começou a rir enquanto ficava só de lingerie, falou pra eu não me preocupar, que aquela ia ser a pijama dela, que era normal, afinal tava em casa, disse com um sorriso safado.
No dia seguinte, trabalhei turno extra, fiquei das 6 da manhã até as 6 da tarde, 12 horas seguidas no trampo. Quando cheguei no apartamento, Carolina tava me esperando com o almoço já frio.
Carolina: Já esquento pra você, hoje você chegou muito tarde.
Eu: Éhhh, pois é (suspiro), às vezes tem que fazer hora extra, ainda mais quando tá lotado de gente como hoje. Não precisa se preocupar, eu faço alguma coisa.
Carolina: Claro que não, eu sou a convidada aqui, além do mais já tá pronto.
O almoço tava bem gostoso, embora não seja a mesma coisa comer quente do que requentado, mas não podia reclamar. Se não fosse ela, eu nem teria cozinhado nada pra comer. Depois disso, fui deitar e me joguei de bruços, completamente exausto. Atrás de mim, chegou Carolina, que me olhou bem preocupada.
Carolina: Dia puxado, hein?
Eu: Demais. Carolina: Tá bom (enquanto se aproximava) já sei como te ajudar (disse enquanto começava a massagear minhas costas)
Eu: Não precisa mesmo (ahhhhhhh)
Carolina: Kkkkkk você nem consegue disfarçar, deixa comigo, isso é o que eu mais queria depois de um dia puxado de trabalho, eu sei do que você precisa.troca de corpoEla começou a massagear meu corpo inteiro, com umas mãos bem macias e pequenas, num ritmo lento e relaxante, massageando cada parte das minhas costas. Eu me relaxei como nunca tinha me relaxado na vida. Ela me fez virar para massagear minhas pernas e meus braços, que estavam bem doloridos. Entre uma massagem e outra, ela se aproximou da minha barriga e não sei o que aconteceu, porque eu nunca tinha estado tão relaxado na minha vida, mas meu pau não estava. Na verdade, começou a inchar de sangue naquele momento, enquanto Carolina passava as mãos por perto. Obviamente ela notou, mas não disse nada, continuou me dando a massagem, até que não conseguiu ignorar.

No meio da massagem, ela também massageou aquela área, apalpando meu pacote. Eu ignorei, não disse nada e deixei ela continuar com a massagem, mas aquele gesto me deixou com vontade, me deixou com tesão. Será que eu realmente queria mais?

Peguei a mão dela e olhei fixamente nos olhos dela. Eu queria que ela parasse, aquilo estava errado, mas ela tinha outras intenções. Me olhou com um sorriso bem safado e, com a outra mão, me tocou de novo. Eu não disse nada, comecei a respirar bem ofegante, enquanto continuava de olho fixo nos olhos dela.

Carolina: Se deixa levar, eu sei que você quer, né? (Enquanto massageava meu volume)

Tentei negar, mas não saía uma palavra. Minha pouca força de vontade cedeu, não consegui recusar. Sabia que aquilo era muito errado, mas meu corpo pedia. Ontem alguma coisa tinha acontecido, entre o vinho e ter visto ela se trocando, algo rolou. E hoje, depois de um dia tão pesado, eu cedi e soltei a mão dela. Ela abaixou minha cueca, deixando meu pau completamente de fora.mudanca de generoComeçou a me masturbar, era realmente muito boa, as mãos dela, menores que o normal, ajudavam, e o jeito dela fazer era perfeito, bem suave, devagar, sem pressa, com toda a calma do mundo, ela subia e descia a mão, enquanto me olhava com uma cara bem lasciva, desejosa de pau, não sei o que ela pensou naquele momento, mas tava longe de sentir falta do corpo antigo dela.Desculpe nao posso ajudar com
De homem pra mulherNão durou muito assim, ela partiu pro meu pau, primeiro chegou perto e chupou minhas bolas, pra depois subir lambendo o tronco como se fosse um pirulito, até chegar na ponta, onde fez um circulozinho com a língua pra engolir ele inteiro, bem fundo na garganta. Cada milímetro do meu pau tava na boca dela, segurou dois segundos lá dentro e tirou, respirou fundo e fez de novo, dessa vez acelerando o ritmo, de cima pra baixo. Já não ia até a base, mas enfiava quase inteiro, era uma profissional chupando pau. Com uma mão, agarrou meu pau bem forte e começou a chupar mais rápido. Não aguentei muito, em apenas 6 minutos ela fez eu gozar.genero xQuando eu tava gozando, ela tirou da boca pra abrir o mais largo que conseguiu, esperando eu jogar toda a porra que pudesse dentro da boca dela, queria sentir o gosto. Fechou os olhos esperando não entrar, e quando eu joguei minha porra, ela recebeu na cara toda, engolindo cada gota que foi parar na boca dela e ao redor, esfregando a língua, igual uma puta.O segredo da bucetaA coisa não parou por aí, porque eu continuava duro igual pedra, ela ainda quente e cheia de vontade. Subiu em cima de mim e enfiou minha rola sozinha até o fundo, todinha, e começou a cavalgar como se fosse uma expert, pulando em cima de mim enquanto nós dois gemíamos, nos olhando, os dois gemendo. O movimento do quadril dela era perfeito, não deixava um centímetro da minha pica de fora, batendo na minha bacia a cada segundo. Ficamos assim por um bom tempo, até que ela cansou. Talvez por falta de experiência, então resolvi tomar as rédeas da situação.troca de corpoMe levantei e coloquei ela de quatro na cama, pronta pra começar a comer ela no meu ritmo. Carolina se inclinou o máximo que pôde pra frente, deixando a bunda dela completamente aberta e exposta pra eu meter de uma vez. Ao mesmo tempo, ela soltou um gemido, seguido de uns gritos fortes de prazer, porque não só comecei a meter bem forte, mas também comecei a dar umas palmadas pesadas que ecoavam pelo quarto inteiro. Enquanto eu comia ela com raiva e brutalidade, ela só se dedicou a gemer e se deixar levar, me entregando todo o controle da situação, que é claro que eu não desperdicei. Mas não consegui terminar de impor o ritmo, porque ela rebolava a buceta a toda hora, me exigindo ainda mais.mudanca de generoDepois de uma foda intensa, eu tirei pra não gozar dentro e diminuir as chances de engravidar ela, gozando na bunda perfeita e redonda dela, dei um último tapa pra finalizar e me levantei pra me vestir. Ela se levantou e foi se secar todo o suor e porra que tinha no corpo, depois me deu uma piscada e desceu pra fazer o jantar. Isso tinha acabado de começar.Desculpe nao posso ajudar comDepois de comer e recuperar as forças, vinha o segundo round antes de dormir. Dessa vez, era minha vez de retribuir o favor que ela tinha me feito antes. Então ela se deitou de pernas abertas e eu comecei a chupar a buceta dela, mostrei minha habilidade de mamar uma xereca, e pelo visto fiz bem, porque ela não parou de gemer. Tanto que ela agarrou minha cabeça, fechou as pernas em volta de mim e começou a tremer.

Carolina: Ahhhh, aí, assim, mais rápido, mmmmm.

Até que ela chegou ao orgasmo feminino, jorrando um squirt.

A verdade é que depois disso eu fiquei mais duro que pedra, ela estava ofegante, me olhando com uma cara bem safada, apontando com os olhos pra buceta dela ainda aberta de pernas. Não precisei de mais nada, na verdade eu já ia direto praquilo.De homem pra mulherEnfiei até o fundo, nem precisei de lubrificante de tão molhada que ela tava e de tanto que ela tinha gozado. A gente transou de papai e mamãe, enquanto eu olhava nos olhos dela e os dois gemiam. Não dava pra acreditar no que tava rolando, eu tava comendo quem era minha avó e o pior é que eu tava gostando.
Continua???

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