Pouco antes do fim do ano, tive que viajar sozinho de Mendoza pra Buenos Aires. Fui resolver uns trampos e passar uns dias com a família. Onde eu moro, fico a mais de 60 km do aeroporto de Mendoza. Pra não encher o saco de ninguém, saí cedo de ônibus. Por sorte, tem um ônibus direto que leva uns 40 minutos. Depois que pega a rodovia 7, ele não para até pouco antes da rodoviária de Mendoza. De manhã, é comum esse ônibus ir bem lotado. Muita gente vai trabalhar em Mendoza. Quando entrei no ônibus, antes do terminal da minha cidade, ele já vinha bem cheio e, por sorte, tinha uns lugares pra sentar. Quando chegou no terminal da minha cidade, lotou pra caralho e o corredor ficou cheio de gente em pé. Quando a última pessoa subiu e a gente partiu pra Mendoza, apagaram as luzes e só ficaram umas luzinhas azuis fracas. Eu tava sentado do lado do corredor e sentia a galera tentando se ajeitar pra ficar mais confortável. Do meu lado, vi que uma policial feminina ficou bem apertada. Quando o ônibus começou a andar, essa mulher às vezes se apoiava no meu ombro. Depois que pegamos a rodovia 7, o ônibus começou a balançar mais, porque os primeiros quilômetros têm um asfalto bem ondulado. Com o movimento do ônibus, eu sentia que essa mulher se apoiava cada vez mais no meu ombro, que ficava bem na altura da virilha dela. A pessoa do meu lado era bem gorda, então não me deixava espaço pra me afastar. Depois de alguns minutos, o ônibus já não balançava tanto por causa das ondulações, mas ela continuava pressionando a virilha no meu ombro. Percebi que ela tava fazendo de propósito. Com a escuridão do ônibus, ninguém percebia o que tava rolando. Às vezes, eu sentia ela mexer o púbis pra frente e pra trás. Depois de uns minutos, eu me mexi um pouco pro lado do corredor pra ficar mais confortável, e ela abriu um pouco as pernas pra deixar. meu ombro se encaixou bem na virilha dela. Ela continuou com o movimento de pelve. Já tinha começado a me excitar e meu pau estava meia bomba. Mas, por outro lado, o medo me invadia. Uma policial mulher estava se esfregando com a buceta contra meu ombro no meio do ônibus. A arma dela estava a poucos centímetros do meu rosto. De vez em quando eu olhava pra cima, mas por causa da escuridão e do colete à prova de balas cheio de coisas no peito dela, não conseguia vê-la direito. Às vezes ela fechava um pouco as pernas e apertava meu ombro. De repente, criei coragem e me sentei mais ereto, e meu ombro ficou bem mais alto que a virilha dela. Ela não conseguia mais se esfregar. Então cruzei os braços no meu peito e meu pau ficou debaixo do meu braço. E com todo o medo do mundo, estiquei meus dedos e comecei a roçar a perna dela. Ela percebeu na hora e apoiou mais o corpo contra o meu, abrindo bem as pernas. Não sei como, mas ficou numa posição perfeita em que com meus dedos eu conseguia sentir a buceta dela. Do jeito que dava, eu massageava a buceta dela e fazia pressão pra cima. Ficamos assim por vários minutos enquanto ela fazia pequenos movimentos de pelve pra frente. Com as pontas dos meus dedos, consegui sentir as pernas dela tremerem, e aí ela se afastou pra trás e mudou de posição. Eu não sabia como ia descer do ônibus com a ereção que eu tinha. Logo depois, acenderam as luzes, já que estávamos chegando nas primeiras paradas antes do terminal. Pra não levantar a vista e olhar pra ela, peguei o celular e comecei a ver o WhatsApp. Aproveitando o movimento das pessoas que começavam a descer, ela, num movimento rápido, tirou meu celular da mão. Eu olhei pra ela, e ela me olhou e fez um sinal pra eu ficar em silêncio. Ela fez algo no celular e me devolveu. Quando fui ver o que ela tinha feito, ela foi pra frente pra descer do ônibus e, antes, conversou com outro policial que estava bem mais na frente. Quando abro meu WhatsApp, vejo que tinha uma Nova conversa
Ela tinha mandado uma mensagem do meu celular
A mensagem dizia: "Me escreve mais tarde que agora vou com meu marido"
Chegando na terminal, vejo ela descer do ônibus com outro policial e foram andando de mãos dadas
Também pude ver a bunda linda tipo pêssego que ela tinha
Com minha mochila tentava esconder a pica dura que ela tinha me deixado
Depois de pegar meu voo, ao chegar em BsAs, quando pego sinal de novo, vejo um monte de mensagens da policial que diziam assim:
– Oi, é a Maria (não vou colocar o nome verdadeiro pra garantir), provavelmente você não vai acreditar, mas é a primeira vez que faço algo assim num transporte público e com um desconhecido. Você me deixou toda arrepiada, quer me ver hoje e a gente transar? Meu marido tem plantão extra e eu tô de folga à tarde
Aí respondo que tinha ido pra BsAs, que voltava depois de 10 dias
Ela responde:
– Nããão, com o tesão que você me deixou, que delícia você me fez gozar com seus dedos
A partir daí, a gente trocou um monte de mensagens
Ela me contou que sabe que o marido come umas colegas de trabalho e dá pra tudo que anda: travesti, viado, prostituta, e acha que ela não sabe
Ela também come tudo o que tem vontade
De vez em quando eles transam, de conchinha, só pra cumprir tabela
Sabendo que eu tô sozinho em BsAs, ela pediu pra eu guardar muita porra pra quando eu voltar, ela vir me buscar no aeroporto
Tô de cabeça virada com essa policial e os áudios que ela me manda, mal posso esperar pra comer ela
Mas por outro lado, fico preocupado porque agora sei que ela mora perto da minha casa e não curto muito essas paradas de armadilha, porque depois você fica cruzando com a pessoa no bairro
Vou ver o que faço quando voltar pra Mendoza
Se rolar uma transa com a policial, vou contar tudo
Ela tinha mandado uma mensagem do meu celular
A mensagem dizia: "Me escreve mais tarde que agora vou com meu marido"
Chegando na terminal, vejo ela descer do ônibus com outro policial e foram andando de mãos dadas
Também pude ver a bunda linda tipo pêssego que ela tinha
Com minha mochila tentava esconder a pica dura que ela tinha me deixado
Depois de pegar meu voo, ao chegar em BsAs, quando pego sinal de novo, vejo um monte de mensagens da policial que diziam assim:
– Oi, é a Maria (não vou colocar o nome verdadeiro pra garantir), provavelmente você não vai acreditar, mas é a primeira vez que faço algo assim num transporte público e com um desconhecido. Você me deixou toda arrepiada, quer me ver hoje e a gente transar? Meu marido tem plantão extra e eu tô de folga à tarde
Aí respondo que tinha ido pra BsAs, que voltava depois de 10 dias
Ela responde:
– Nããão, com o tesão que você me deixou, que delícia você me fez gozar com seus dedos
A partir daí, a gente trocou um monte de mensagens
Ela me contou que sabe que o marido come umas colegas de trabalho e dá pra tudo que anda: travesti, viado, prostituta, e acha que ela não sabe
Ela também come tudo o que tem vontade
De vez em quando eles transam, de conchinha, só pra cumprir tabela
Sabendo que eu tô sozinho em BsAs, ela pediu pra eu guardar muita porra pra quando eu voltar, ela vir me buscar no aeroporto
Tô de cabeça virada com essa policial e os áudios que ela me manda, mal posso esperar pra comer ela
Mas por outro lado, fico preocupado porque agora sei que ela mora perto da minha casa e não curto muito essas paradas de armadilha, porque depois você fica cruzando com a pessoa no bairro
Vou ver o que faço quando voltar pra Mendoza
Se rolar uma transa com a policial, vou contar tudo
5 comentários - Policial gostosa se apoia em mim