instagram Hiphop911ok Mara transcende a web Olá, como vocês estão? Muito bom dia. Hoje vim compartilhar uma notícia daquelas que deixam você com um sorriso o dia inteiro (e um nó na garganta, pra que negar). Uns dias atrás, num programa de rádio chamado "Terra de Ninguém", dedicaram um segmento à "Minha Prima, Mara". Sim: no rádio. E não foram duas menções de passagem… foram quase 20 minutos falando da história, dos personagens, do universo que foi se construindo com o tempo. Quando ouvi, não conseguia acreditar. Inacreditável, né? Pra mim é um orgulho imenso que algo que nasceu na web, capítulo por capítulo, com tanto trampo por trás, tenha chegado tão longe com o passar dos anos. Porque "Minha Prima, Mara" já não é só uma história: é um mundo que foi crescendo com capítulos canônicos, alternativos, spin-offs, extras… e com aquela mistura de intensidade, humor, desconforto e emoção que muitos de vocês sempre apontaram como "marca registrada". Sempre tentei que cada entrega tivesse algo diferente: uma aresta nova, uma tensão diferente, algum tema tabu tratado com respeito mas sem maquiagem… sem trair a essência da história original. E que "pegue forte" não é por acaso: é porque vocês a seguraram, comentaram, compartilharam, discutiram, defenderam, esperaram. E isso — mesmo que pareça repetitivo — é o que de verdade a torna possível. Porque escrever leva tempo. E escrever bem (ou pelo menos tentar fazer cada vez melhor) leva ainda mais: horas de cabeça, de correções, de releituras, de "isso funciona / isso não", de entrar e sair da história. E quando você ainda tem uma profissão exigente, o esforço se multiplica. Se continuo aqui, se continuo escrevendo, se continuo voltando pra Mara… é em grande parte pelo empurrão que vocês me dão. Então, obrigado. De verdade. Quem já me conhece sabe que toda vez que tem uma nova entrega, uma reedição ou alguma movimentação especial, costumo trazer algum detalhe, um extra, um aceno… porque eu gosto que o vínculo com quem lê não seja só "público e pronto". É meu jeito de retribuir um pouco desse apoio constante. Mas beleza, vamos ao que interessa: Deixo aqui um vídeo curto com trechos do programa (SEM SPOILERS), onde falam sobre a história. Na conversa, mencionam vários capítulos e temas, e como nem todos os leitores leram todas as histórias, cuidei de cortar só a parte introdutória, pra vocês curtirem de boa. E como sempre digo… as histórias nunca acabam. Um abraço forte, e de novo: VALEU.https://www.instagram.com/reel/DTIp6HJjjm8/?igsh=a3lrZGYwdXEyYmtvMinha prima, Mara. Capítulo 1 ISBN 978-987-88-0210-7 Mara Tudo começou numa tarde de verão. Ou pelo menos, naquele momento, aconteceu a mudança. Sempre fomos unidos com a Mara, minha prima, desde crianças. Tinha horas que a gente se juntava mais, outras menos. Sempre teve confiança e muitas vezes fomos confidentes. Mas dessa vez, aconteceu algo diferente. Nem bom nem ruim, diferente. Antes de mais nada, vou explicar: apesar de ser minha prima, ou seja, filha biológica da minha tia, ela não é assim em relação ao meu tio, que casou com ela em segundas núpcias e é irmão da minha mãe. Por isso, além de alguns anos de história, não compartilhamos nada de outro tipo. Sempre foi "folgada" comigo. Não exagerada, mas se virava com muita confiança, por causa do respeito mútuo que a gente tinha. Muitas vezes vi ela de biquíni, ou de calcinha e sutiã, principalmente na piscina ou na praia. A gente zoava. Ela me perguntava "tô bem?" ou "como é que fica isso, aquilo em mim?". Ela cansou de passar a mão na minha bunda várias vezes, e eu também umas quantas (SIC). Não tinha problema, se eu tivesse na casa dela, ela sair do banho só de toalha e andar por lá se eu estivesse presente. Mas, tenho que deixar claro, essas atitudes não tinham nenhuma segunda intenção. Simplesmente era assim. Não tinha problema. A gente se criou praticamente junto. Ela é uma gostosa. Bem alta, uns 1,68m, e tem um rosto branquinho, com umas sardas claras e uns olhos verdes de sonho. O cabelo dela é comprido até a cintura. Um castanho que brilha só de olhar. Mas não para por aí. Desde pequena tem uns peitos voluptuosos que deixam qualquer um maluco só de olhar, e a mesma coisa com a raba. Simplesmente é perfeita, igual à frente dela. Aos 25 anos, continua igual aos 18, embora eu ache que um pouco mais soltinha e, daqui a pouco, vai se formar em contabilidade. Eu, por outro lado, me considero um cara normal, com muito carisma, isso sim (SIC). Magro normal e com porte. Um 1,80 m. Tô cursando Direito. Como eu tava falando, nunca tinha acontecido nada tão estranho. Eram situações normais pela confiança que a gente tinha. Só isso. Mas rolavam umas "brincadeiras" que eu curtia pra caralho. Lembro uma vez que ela ia encontrar alguém e queria que o sutiã valorizasse bem os peitos pra impressionar o cara, e me pediu ajuda pra trocar. Eu tava lá nessa hora. Mesmo sem pensar nada de sacanagem com ela, eu adorava essa intimidade que a gente tinha e, nessa ocasião, ajudando ela, entrei no banheiro junto. Ela tava vestindo uma calça jeans justa que marcava toda a raba e só de sutiã. Eu via pelo espelho como os peitos dela inchavam quando ela ajustava por trás. Era preto e pequeno, mal cobria os bicos. A pressão do sutiã contra os peitos dela era impressionante. Senti um calor subindo por mim. E a centímetros de distância, a rabuda dela quase roçando na minha calça. Era divertido fazer aquilo, e eu ficava pensando no que meus amigos diriam, já que todo mundo queria pegar ela, iam pirar de ver ela numa situação dessas. Depois eu contava pra eles, e eles ficavam de cabeça quente. Falavam que eu era sortudo, pra contar mais e tal. Acho que ela também curtia. Ela sorria, toda corada, como quem diz "tá gostando, né, safado?" Mas não falava nada. Só ficava meio vermelha. Outra vez, também rolou uma sequência bem excitante. Ela ia sair à noite e, pela "urgência" da situação, me pediu pra dar minha opinião sobre uma peça de roupa. — Qual calcinha eu visto? Essa ou essa? Rápido, primo, que tô super atrasada! Eu me surpreendi, mas falei que não tinha problema. Aí ela me mostrou duas tangas. Uma vermelha e uma preta. Mas não eram só duas tangas. Eram praticamente fio dental... Lembro que na hora subiu um calor sufocante pelo meu corpo todo, não tanto por ser minha prima, mas pela situação. Todo Os que morreriam pra estar no meu lugar! Esse tesão me deixava louco, mas jamais ia cruzar a linha. Acho… Ela tava vestida só com uma camiseta comprida, que terminava uns centímetros abaixo da raba. Os bicos dos peitos marcavam demais por baixo da camiseta. Sim, era uma imagem do caralho. Mas com meu senso de humor, só consegui falar que a preta eu gostava mais, mas pra uma opinião melhor fundamentada, precisava vê-las vestidas. E eu ri. Eu tava falando pra me pagar de doido, pra zoar ela. Mesmo curtindo essas situações, não esperava uma resposta positiva. Ela me olhou, olhou pro lado e falou: -Ué, deixa eu ver… Não, mas tô super na correria, tenho que vazar, John, escolhe uma pra mim. Mais surpreso eu tava, eu falei na brincadeira. Se tivesse tempo suficiente, será que ia fazer? Na minha frente? Meu pau começou a endurecer devagar. Eu sorri pra ela, como sempre, como se nada tivesse acontecido e falei “a preta, Mara”. E acabou ali. Depois, fui cuidar da minha vida, meio excitado, tenho que admitir. Se tivesse rolado, teria sido algo inédito até então. Naquela noite, quando tava deitado, fiquei imaginando se tivesse acontecido. Ver a raba inteira dela, só coberta pelas tiras da calcinha fio-dental preta. Um sonho… Essas situações eram uma loucura. Depois eu ia embora e tinha minha vida. Saía também… Mas insisto, eu curtia muito esse “joguinho”, mas nunca pensei em outra coisa. Minha prima tava uma gostosa, mas não ia rolar nada, jamais. Pensar no proibido me deixava louco, ainda mais porque não era qualquer um que tinha acesso a esses “momentos”. Ela é gente boa, mas super reservada com os outros, ou seja, não tolerava se alguém enchesse o saco, desse em cima ou tentasse pegá-la. Mas acima de tudo, a confiança que ela tinha em mim, sempre senti como um privilégio… No dia seguinte, ela me mandou uma mensagem dizendo que meus tios iam viajar uns dias, e que se eu quisesse, podia fazer companhia pra ela durante nesse intervalo, já que a casa era muito grande e ela não gostava muito de ficar completamente sozinha por tanto tempo. Eu, como estava mais parado que buzina de avião, topei na hora. Além disso, gostava de passar tempo com ela, era muito legal, a gente se divertia pra caralho. Não era só de punheta. Uma coisa que ajudava essas coisas abençoadas a acontecerem era que a Mara era filha única e os pais dela, com uma grana boa, viviam saindo e viajando, então quase nunca estavam em casa. Naquele dia cheguei, ela me cumprimenta com um beijo carinhoso na bochecha como sempre e diz: — Toma uma cópia das chaves! — Pra quê? — Pra você entrar e sair quando quiser. É sua casa, hehe. — Ah, beleza, show… — Respondi, feliz. Achei muito foda esse gesto. — Vou tomar um banho e te mostrar uma coisa que quero comprar. — Falou e foi pro banheiro. Eu pensava: "tomara que seja um baby doll", hehe. Meu cérebro era um lixo. Demorou um pouco e saiu. Tinha o cabelão molhado. De shortinho jeans e regata rosa. Por baixo, um sutiã preto que mal dava pra ver. O sulco que se formava entre os peitos dela era lindo. Dava vontade de mergulhar ali. — Vou te mostrar o que quero comprar… — Manda ver! — Falei. E minha mente começou a trabalhar. Ela foi pro quarto e voltou com o celular na mão, procurando alguma coisa. Sentou do meu lado no sofá. Os peitões enormes dela encostavam no meu braço. Era lindo como eles caíam pra frente. — Olha, o que você acha? — Deixa eu ver… Não era o que eu imaginava. Voltei à realidade na porrada. Era uma câmera fotográfica, bem boa. — Ah, câmera foda! — Sim, um pouco cara, mas é, muito boa, sabe que amo tirar fotos… E começa a me mostrar as imagens, com especificações. Tudo normal. Até que num momento acabaram e ela passou uma última foto e aconteceu algo divino. Ao deslizar o dedo na galeria, tinha uma foto dela. De lingerie, tirada na frente do espelho. Tava de costas e mostrando a raba. Com os lábios fazendo biquinho. Nunca na vida vou esquecer aquele momento. A Booty tava exuberante. Bem grande. O corpinho era preto e a tanga também. Mas o mais gostoso de tudo, era que era a mesma fio dental que dias atrás eu mandei ela usar. As tiras entravam no meio da racha. Mal dava pra ver. Era foda. Só de pensar que era a que eu pedi pra ela usar e que depois ela tirou a foto… Fiquei com tesão na hora… Foi só um segundo, porque quando ela percebeu, trocou rápido e falou: -Ai, desculpa!.- E ficou vermelha. Cor de tomate. -Haha, de boa!.- Respondi como dava. Aquela foto era surreal. -Que vergonha, meu Deus! -Por quê? Não tem problema… -Você me viu muito? Não mente, hein! -Vi, mas você não me deu muito tempo… Você tirou na hora haha. Era mentira, naquele pouco tempo eu memorizei cada curva do corpo dela. -Sério? -Sim, prima!. Só achei que notei uma coisa… -O quê?.- Perguntou toda envergonhada -Essa que você tá…? -O que eu tô, primo? -Nada, uma besteira haha, relaxa. -Agora você vai me falar. Não seja mau. -Tá bom. Essa calcinha que você tá na foto é a que…? Nessa hora percebi o nervosismo dela. Violeta tava, e rápido ela fala: -Sim, primo. É a que eu vesti no outro dia quando você falou. Tô morrendo de vergonha.- Toda sem graça falava. Simplesmente, lindo. -Fica tranquila… Além do mais, como se eu nunca tivesse te visto de biquíni… -Mas não é um biquíni. Tô pelada pra caralho, nene. Aí meu pau subiu na hora. Não acreditei no que ela tava dizendo. Só consegui falar que quase não vi a foto, que não tinha problema. Ela sorriu como quem diz "mentiroso, fala sério!". -Além disso, o que teria de errado…- Respondi. -Sei lá, não sei. Você nunca me viu tão sem roupa!.- Falou meio corada -É, pode ser, mas foi um microssegundo.- Me fiz de besta -E ainda por cima, tava assim, do jeito que sou. Um desastre! -Desastre por quê? -Assim. De manhã cedo. Nem arrumada… Eu adorava sentir aquela sensação de tesão. Me levava pro céu. -E não vi muito, mas você é linda, Mara, por que se preocupar? -Porque nem penteada tava de cara lavada. Horror. —Não gosto de mulher que fica se maquiando toda hora. Além do mais, você nem precisa. —Tá falando sério? —Sim, pode crer. Você é uma gostosa… — E me olhou com uns olhinhos lindos. Uff… —Fico com muita vergonha, mas valeu pelo que disse, você é muito fofo. — E me deu um beijo na bochecha. Depois continuamos conversando normalmente sobre a câmera que ela queria comprar e como ela gostava de tirar fotos. Eu, ao mesmo tempo, continuava pensando naquela imagem. Aquela bunda enorme pelada, praticamente à mostra. Era só uma foto. Mas parecia que tava dizendo "essa é minha bunda e eu adoro como ela fica". Eu fiquei com a pica dura por um tempão naquele dia. Não sei se ela percebeu. Mas tudo seguiu normal. A gente conversava lado a lado e várias vezes eu esbarrava o cotovelo ou o braço nos peitos dela. Só uma vez ela me olhou bem na hora que eu tava admirando descaradamente os peitos dela e deu uma risadinha, não sei se porque percebeu que eu tava olhando ou porque eu desviei o olhar rápido. Mas era impossível não olhar. Ela sabia muito bem, e acho que até gostava de ser olhada. —Ai, esqueci. — Ela fala de repente. —O que foi? —Daqui a pouco as meninas vão chegar. Mas se quiser, pode ficar. —Nada, ia ficar muito sem jeito aqui. Vou embora e depois volto, se quiser. Sem problema… —Tem certeza? Sinto que tô te expulsando haha —Não, se eu voltar depois. Até porque tenho a chave haha —É verdade, e você ainda tem que me ajudar a decidir qual câmera comprar! —Sim, beleza. Depois você continua me mostrando as fotos e a gente vê —Ok, mas dessa vez vou separar em pastas pra você não me ver pelada. Por que ela falou isso? A ereção que tava indo embora voltou na hora. Que prazer ouvir ela falar daquele jeito. —Por mim sem problema haha. — Falei zoando ela —Sim, sim, claro que não tem problema… — E me olhou com um olhar cúmplice, mesmo corada. —Que que você tá me olhando assim? — Me atrevi a perguntar. —Nada não, pervertido. Você quer me ver pelada… — A cabeça da pica já tava doendo de tão apertada contra a calça. calça. -Haha, você é louca, cara.- Respondi me fazendo de desentendido. -Como se fosse a morte me ver, né? -Imagina, qualquer um morreria pra estar no meu lugar naquele momento haha -É mesmo?.- Ela exclamou com um olhar safado. Voei. -Esquece, você tá demais. É a verdade… -Haha, valeu, primo, você me deixa toda vermelha assim… -Tô só falando. E não sou nenhum tarado, hein -Brincadeira, brincadeira. Vou me trocar!.- -Fala, eu vou dar uma volta.- E me levantei do sofá onde estávamos sentados. Naquele momento, aconteceu algo inesperado. Por um segundo, esqueci da excitação que tava e do volume enorme que aparecia na minha calça. Ela olhou direto pra lá. Não tinha como não olhar. Era escancarado. Chamava muita atenção. Eu não sabia o que fazer. Ela fixou o olhar por dois segundos e se levantou pra ir embora. Sem dizer nada. Eu, me fazendo de completamente sonso, dei um beijo nela e falei que voltava depois. -Fala, John, a gente se vê à noite!.- Disse como se nada tivesse acontecido. -Beleza.- E ela me acompanhou até a porta. Notei algo estranho no rosto dela. Parecia que tava com vontade de rir. -Até mais, Mar!.- Falei, saindo. -Até mais... Tarado!!.- Ela gritou me olhando. E deu um sorriso maroto, tipo "saquei, hein". E rapidamente entrou pra dentro. Fiquei paralisado. Que delícia o que eu tava vivendo. Que sortudo. Mil sensações percorreram meu corpo. Não conseguia acreditar que ela tinha entrado no jogo que eu tanto amava fazer. Nem preciso dizer que fui pra casa com a pica tão dura que parecia que ia explodir. Ficava pensando se ela, depois de entrar, ia ficar matutando sobre o que tinha dito. Que loucura! E agora, eu ia ficar excitado pelo resto do dia... Em casa, esperava a noite e o que pudesse rolar. Tava com uma vontade de bater uma punheta inacreditável. Mas sabia que depois ia me sentir mal. Era a Mara… Não fiz. Naquela noite, chego na casa da minha prima, depois de avisar pelo whatsapp que tava indo. Nenhum dos dois tocou no assunto. Comemos pizza e tava quase na hora de chegar o Sorvete. Tudo transcorria normal. Ela tava me dizendo que num fim de semana tinha tirado umas fotos de umas paisagens e que precisava de opiniões. Claro que me ofereci pra ajudar. Eu adorava ela. Fomos pro quarto dela e sentamos no computador. Era uma delícia ficar perto da Mara. Além disso, ela tinha uma atração natural que te puxava pra ela. Não sei se era o corpo divino dela ou o perfume do cabelão liso. Mas ficar do lado dela era, simplesmente, mágico. Enquanto eu olhava pra ela, besta, a campainha tocou. — Ai, o sorvete! Já volto! — Ela exclamou e foi até a porta receber. — Pode ir! — Respondi. Quando ela se levantou rápido da cadeira, o cabelo dela balançou em cima de mim e, como uma rajada, me envolveu com o cheirinho gostoso dela. Nossa… Que gostoso foi aquilo! Acho que já tava começando a ficar vermelho… O quarto tava bem arrumado, exceto o PC dela. Milhões de pastas abertas, arquivos soltos, janelas de navegador, programas. Não dava pra entender nada. Esperando ela voltar, comecei a fechar as coisas. Só de ansioso. “Click, click” fechava as pastas e programas que tavam abertos à toa. Até que aconteceu algo impensável. Senti um arrepio na pele. Meu coração acelerou pra caralho. Não dava pra acreditar no que meus olhos tavam vendo. Era uma foto da Mara…
instagram Hiphop911ok Mara transcende a web Olá, como vocês estão? Muito bom dia. Hoje vim compartilhar uma notícia daquelas que deixam você com um sorriso o dia inteiro (e um nó na garganta, pra que negar). Uns dias atrás, num programa de rádio chamado "Terra de Ninguém", dedicaram um segmento à "Minha Prima, Mara". Sim: no rádio. E não foram duas menções de passagem… foram quase 20 minutos falando da história, dos personagens, do universo que foi se construindo com o tempo. Quando ouvi, não conseguia acreditar. Inacreditável, né? Pra mim é um orgulho imenso que algo que nasceu na web, capítulo por capítulo, com tanto trampo por trás, tenha chegado tão longe com o passar dos anos. Porque "Minha Prima, Mara" já não é só uma história: é um mundo que foi crescendo com capítulos canônicos, alternativos, spin-offs, extras… e com aquela mistura de intensidade, humor, desconforto e emoção que muitos de vocês sempre apontaram como "marca registrada". Sempre tentei que cada entrega tivesse algo diferente: uma aresta nova, uma tensão diferente, algum tema tabu tratado com respeito mas sem maquiagem… sem trair a essência da história original. E que "pegue forte" não é por acaso: é porque vocês a seguraram, comentaram, compartilharam, discutiram, defenderam, esperaram. E isso — mesmo que pareça repetitivo — é o que de verdade a torna possível. Porque escrever leva tempo. E escrever bem (ou pelo menos tentar fazer cada vez melhor) leva ainda mais: horas de cabeça, de correções, de releituras, de "isso funciona / isso não", de entrar e sair da história. E quando você ainda tem uma profissão exigente, o esforço se multiplica. Se continuo aqui, se continuo escrevendo, se continuo voltando pra Mara… é em grande parte pelo empurrão que vocês me dão. Então, obrigado. De verdade. Quem já me conhece sabe que toda vez que tem uma nova entrega, uma reedição ou alguma movimentação especial, costumo trazer algum detalhe, um extra, um aceno… porque eu gosto que o vínculo com quem lê não seja só "público e pronto". É meu jeito de retribuir um pouco desse apoio constante. Mas beleza, vamos ao que interessa: Deixo aqui um vídeo curto com trechos do programa (SEM SPOILERS), onde falam sobre a história. Na conversa, mencionam vários capítulos e temas, e como nem todos os leitores leram todas as histórias, cuidei de cortar só a parte introdutória, pra vocês curtirem de boa. E como sempre digo… as histórias nunca acabam. Um abraço forte, e de novo: VALEU.https://www.instagram.com/reel/DTIp6HJjjm8/?igsh=a3lrZGYwdXEyYmtvMinha prima, Mara. Capítulo 1 ISBN 978-987-88-0210-7 Mara Tudo começou numa tarde de verão. Ou pelo menos, naquele momento, aconteceu a mudança. Sempre fomos unidos com a Mara, minha prima, desde crianças. Tinha horas que a gente se juntava mais, outras menos. Sempre teve confiança e muitas vezes fomos confidentes. Mas dessa vez, aconteceu algo diferente. Nem bom nem ruim, diferente. Antes de mais nada, vou explicar: apesar de ser minha prima, ou seja, filha biológica da minha tia, ela não é assim em relação ao meu tio, que casou com ela em segundas núpcias e é irmão da minha mãe. Por isso, além de alguns anos de história, não compartilhamos nada de outro tipo. Sempre foi "folgada" comigo. Não exagerada, mas se virava com muita confiança, por causa do respeito mútuo que a gente tinha. Muitas vezes vi ela de biquíni, ou de calcinha e sutiã, principalmente na piscina ou na praia. A gente zoava. Ela me perguntava "tô bem?" ou "como é que fica isso, aquilo em mim?". Ela cansou de passar a mão na minha bunda várias vezes, e eu também umas quantas (SIC). Não tinha problema, se eu tivesse na casa dela, ela sair do banho só de toalha e andar por lá se eu estivesse presente. Mas, tenho que deixar claro, essas atitudes não tinham nenhuma segunda intenção. Simplesmente era assim. Não tinha problema. A gente se criou praticamente junto. Ela é uma gostosa. Bem alta, uns 1,68m, e tem um rosto branquinho, com umas sardas claras e uns olhos verdes de sonho. O cabelo dela é comprido até a cintura. Um castanho que brilha só de olhar. Mas não para por aí. Desde pequena tem uns peitos voluptuosos que deixam qualquer um maluco só de olhar, e a mesma coisa com a raba. Simplesmente é perfeita, igual à frente dela. Aos 25 anos, continua igual aos 18, embora eu ache que um pouco mais soltinha e, daqui a pouco, vai se formar em contabilidade. Eu, por outro lado, me considero um cara normal, com muito carisma, isso sim (SIC). Magro normal e com porte. Um 1,80 m. Tô cursando Direito. Como eu tava falando, nunca tinha acontecido nada tão estranho. Eram situações normais pela confiança que a gente tinha. Só isso. Mas rolavam umas "brincadeiras" que eu curtia pra caralho. Lembro uma vez que ela ia encontrar alguém e queria que o sutiã valorizasse bem os peitos pra impressionar o cara, e me pediu ajuda pra trocar. Eu tava lá nessa hora. Mesmo sem pensar nada de sacanagem com ela, eu adorava essa intimidade que a gente tinha e, nessa ocasião, ajudando ela, entrei no banheiro junto. Ela tava vestindo uma calça jeans justa que marcava toda a raba e só de sutiã. Eu via pelo espelho como os peitos dela inchavam quando ela ajustava por trás. Era preto e pequeno, mal cobria os bicos. A pressão do sutiã contra os peitos dela era impressionante. Senti um calor subindo por mim. E a centímetros de distância, a rabuda dela quase roçando na minha calça. Era divertido fazer aquilo, e eu ficava pensando no que meus amigos diriam, já que todo mundo queria pegar ela, iam pirar de ver ela numa situação dessas. Depois eu contava pra eles, e eles ficavam de cabeça quente. Falavam que eu era sortudo, pra contar mais e tal. Acho que ela também curtia. Ela sorria, toda corada, como quem diz "tá gostando, né, safado?" Mas não falava nada. Só ficava meio vermelha. Outra vez, também rolou uma sequência bem excitante. Ela ia sair à noite e, pela "urgência" da situação, me pediu pra dar minha opinião sobre uma peça de roupa. — Qual calcinha eu visto? Essa ou essa? Rápido, primo, que tô super atrasada! Eu me surpreendi, mas falei que não tinha problema. Aí ela me mostrou duas tangas. Uma vermelha e uma preta. Mas não eram só duas tangas. Eram praticamente fio dental... Lembro que na hora subiu um calor sufocante pelo meu corpo todo, não tanto por ser minha prima, mas pela situação. Todo Os que morreriam pra estar no meu lugar! Esse tesão me deixava louco, mas jamais ia cruzar a linha. Acho… Ela tava vestida só com uma camiseta comprida, que terminava uns centímetros abaixo da raba. Os bicos dos peitos marcavam demais por baixo da camiseta. Sim, era uma imagem do caralho. Mas com meu senso de humor, só consegui falar que a preta eu gostava mais, mas pra uma opinião melhor fundamentada, precisava vê-las vestidas. E eu ri. Eu tava falando pra me pagar de doido, pra zoar ela. Mesmo curtindo essas situações, não esperava uma resposta positiva. Ela me olhou, olhou pro lado e falou: -Ué, deixa eu ver… Não, mas tô super na correria, tenho que vazar, John, escolhe uma pra mim. Mais surpreso eu tava, eu falei na brincadeira. Se tivesse tempo suficiente, será que ia fazer? Na minha frente? Meu pau começou a endurecer devagar. Eu sorri pra ela, como sempre, como se nada tivesse acontecido e falei “a preta, Mara”. E acabou ali. Depois, fui cuidar da minha vida, meio excitado, tenho que admitir. Se tivesse rolado, teria sido algo inédito até então. Naquela noite, quando tava deitado, fiquei imaginando se tivesse acontecido. Ver a raba inteira dela, só coberta pelas tiras da calcinha fio-dental preta. Um sonho… Essas situações eram uma loucura. Depois eu ia embora e tinha minha vida. Saía também… Mas insisto, eu curtia muito esse “joguinho”, mas nunca pensei em outra coisa. Minha prima tava uma gostosa, mas não ia rolar nada, jamais. Pensar no proibido me deixava louco, ainda mais porque não era qualquer um que tinha acesso a esses “momentos”. Ela é gente boa, mas super reservada com os outros, ou seja, não tolerava se alguém enchesse o saco, desse em cima ou tentasse pegá-la. Mas acima de tudo, a confiança que ela tinha em mim, sempre senti como um privilégio… No dia seguinte, ela me mandou uma mensagem dizendo que meus tios iam viajar uns dias, e que se eu quisesse, podia fazer companhia pra ela durante nesse intervalo, já que a casa era muito grande e ela não gostava muito de ficar completamente sozinha por tanto tempo. Eu, como estava mais parado que buzina de avião, topei na hora. Além disso, gostava de passar tempo com ela, era muito legal, a gente se divertia pra caralho. Não era só de punheta. Uma coisa que ajudava essas coisas abençoadas a acontecerem era que a Mara era filha única e os pais dela, com uma grana boa, viviam saindo e viajando, então quase nunca estavam em casa. Naquele dia cheguei, ela me cumprimenta com um beijo carinhoso na bochecha como sempre e diz: — Toma uma cópia das chaves! — Pra quê? — Pra você entrar e sair quando quiser. É sua casa, hehe. — Ah, beleza, show… — Respondi, feliz. Achei muito foda esse gesto. — Vou tomar um banho e te mostrar uma coisa que quero comprar. — Falou e foi pro banheiro. Eu pensava: "tomara que seja um baby doll", hehe. Meu cérebro era um lixo. Demorou um pouco e saiu. Tinha o cabelão molhado. De shortinho jeans e regata rosa. Por baixo, um sutiã preto que mal dava pra ver. O sulco que se formava entre os peitos dela era lindo. Dava vontade de mergulhar ali. — Vou te mostrar o que quero comprar… — Manda ver! — Falei. E minha mente começou a trabalhar. Ela foi pro quarto e voltou com o celular na mão, procurando alguma coisa. Sentou do meu lado no sofá. Os peitões enormes dela encostavam no meu braço. Era lindo como eles caíam pra frente. — Olha, o que você acha? — Deixa eu ver… Não era o que eu imaginava. Voltei à realidade na porrada. Era uma câmera fotográfica, bem boa. — Ah, câmera foda! — Sim, um pouco cara, mas é, muito boa, sabe que amo tirar fotos… E começa a me mostrar as imagens, com especificações. Tudo normal. Até que num momento acabaram e ela passou uma última foto e aconteceu algo divino. Ao deslizar o dedo na galeria, tinha uma foto dela. De lingerie, tirada na frente do espelho. Tava de costas e mostrando a raba. Com os lábios fazendo biquinho. Nunca na vida vou esquecer aquele momento. A Booty tava exuberante. Bem grande. O corpinho era preto e a tanga também. Mas o mais gostoso de tudo, era que era a mesma fio dental que dias atrás eu mandei ela usar. As tiras entravam no meio da racha. Mal dava pra ver. Era foda. Só de pensar que era a que eu pedi pra ela usar e que depois ela tirou a foto… Fiquei com tesão na hora… Foi só um segundo, porque quando ela percebeu, trocou rápido e falou: -Ai, desculpa!.- E ficou vermelha. Cor de tomate. -Haha, de boa!.- Respondi como dava. Aquela foto era surreal. -Que vergonha, meu Deus! -Por quê? Não tem problema… -Você me viu muito? Não mente, hein! -Vi, mas você não me deu muito tempo… Você tirou na hora haha. Era mentira, naquele pouco tempo eu memorizei cada curva do corpo dela. -Sério? -Sim, prima!. Só achei que notei uma coisa… -O quê?.- Perguntou toda envergonhada -Essa que você tá…? -O que eu tô, primo? -Nada, uma besteira haha, relaxa. -Agora você vai me falar. Não seja mau. -Tá bom. Essa calcinha que você tá na foto é a que…? Nessa hora percebi o nervosismo dela. Violeta tava, e rápido ela fala: -Sim, primo. É a que eu vesti no outro dia quando você falou. Tô morrendo de vergonha.- Toda sem graça falava. Simplesmente, lindo. -Fica tranquila… Além do mais, como se eu nunca tivesse te visto de biquíni… -Mas não é um biquíni. Tô pelada pra caralho, nene. Aí meu pau subiu na hora. Não acreditei no que ela tava dizendo. Só consegui falar que quase não vi a foto, que não tinha problema. Ela sorriu como quem diz "mentiroso, fala sério!". -Além disso, o que teria de errado…- Respondi. -Sei lá, não sei. Você nunca me viu tão sem roupa!.- Falou meio corada -É, pode ser, mas foi um microssegundo.- Me fiz de besta -E ainda por cima, tava assim, do jeito que sou. Um desastre! -Desastre por quê? -Assim. De manhã cedo. Nem arrumada… Eu adorava sentir aquela sensação de tesão. Me levava pro céu. -E não vi muito, mas você é linda, Mara, por que se preocupar? -Porque nem penteada tava de cara lavada. Horror. —Não gosto de mulher que fica se maquiando toda hora. Além do mais, você nem precisa. —Tá falando sério? —Sim, pode crer. Você é uma gostosa… — E me olhou com uns olhinhos lindos. Uff… —Fico com muita vergonha, mas valeu pelo que disse, você é muito fofo. — E me deu um beijo na bochecha. Depois continuamos conversando normalmente sobre a câmera que ela queria comprar e como ela gostava de tirar fotos. Eu, ao mesmo tempo, continuava pensando naquela imagem. Aquela bunda enorme pelada, praticamente à mostra. Era só uma foto. Mas parecia que tava dizendo "essa é minha bunda e eu adoro como ela fica". Eu fiquei com a pica dura por um tempão naquele dia. Não sei se ela percebeu. Mas tudo seguiu normal. A gente conversava lado a lado e várias vezes eu esbarrava o cotovelo ou o braço nos peitos dela. Só uma vez ela me olhou bem na hora que eu tava admirando descaradamente os peitos dela e deu uma risadinha, não sei se porque percebeu que eu tava olhando ou porque eu desviei o olhar rápido. Mas era impossível não olhar. Ela sabia muito bem, e acho que até gostava de ser olhada. —Ai, esqueci. — Ela fala de repente. —O que foi? —Daqui a pouco as meninas vão chegar. Mas se quiser, pode ficar. —Nada, ia ficar muito sem jeito aqui. Vou embora e depois volto, se quiser. Sem problema… —Tem certeza? Sinto que tô te expulsando haha —Não, se eu voltar depois. Até porque tenho a chave haha —É verdade, e você ainda tem que me ajudar a decidir qual câmera comprar! —Sim, beleza. Depois você continua me mostrando as fotos e a gente vê —Ok, mas dessa vez vou separar em pastas pra você não me ver pelada. Por que ela falou isso? A ereção que tava indo embora voltou na hora. Que prazer ouvir ela falar daquele jeito. —Por mim sem problema haha. — Falei zoando ela —Sim, sim, claro que não tem problema… — E me olhou com um olhar cúmplice, mesmo corada. —Que que você tá me olhando assim? — Me atrevi a perguntar. —Nada não, pervertido. Você quer me ver pelada… — A cabeça da pica já tava doendo de tão apertada contra a calça. calça. -Haha, você é louca, cara.- Respondi me fazendo de desentendido. -Como se fosse a morte me ver, né? -Imagina, qualquer um morreria pra estar no meu lugar naquele momento haha -É mesmo?.- Ela exclamou com um olhar safado. Voei. -Esquece, você tá demais. É a verdade… -Haha, valeu, primo, você me deixa toda vermelha assim… -Tô só falando. E não sou nenhum tarado, hein -Brincadeira, brincadeira. Vou me trocar!.- -Fala, eu vou dar uma volta.- E me levantei do sofá onde estávamos sentados. Naquele momento, aconteceu algo inesperado. Por um segundo, esqueci da excitação que tava e do volume enorme que aparecia na minha calça. Ela olhou direto pra lá. Não tinha como não olhar. Era escancarado. Chamava muita atenção. Eu não sabia o que fazer. Ela fixou o olhar por dois segundos e se levantou pra ir embora. Sem dizer nada. Eu, me fazendo de completamente sonso, dei um beijo nela e falei que voltava depois. -Fala, John, a gente se vê à noite!.- Disse como se nada tivesse acontecido. -Beleza.- E ela me acompanhou até a porta. Notei algo estranho no rosto dela. Parecia que tava com vontade de rir. -Até mais, Mar!.- Falei, saindo. -Até mais... Tarado!!.- Ela gritou me olhando. E deu um sorriso maroto, tipo "saquei, hein". E rapidamente entrou pra dentro. Fiquei paralisado. Que delícia o que eu tava vivendo. Que sortudo. Mil sensações percorreram meu corpo. Não conseguia acreditar que ela tinha entrado no jogo que eu tanto amava fazer. Nem preciso dizer que fui pra casa com a pica tão dura que parecia que ia explodir. Ficava pensando se ela, depois de entrar, ia ficar matutando sobre o que tinha dito. Que loucura! E agora, eu ia ficar excitado pelo resto do dia... Em casa, esperava a noite e o que pudesse rolar. Tava com uma vontade de bater uma punheta inacreditável. Mas sabia que depois ia me sentir mal. Era a Mara… Não fiz. Naquela noite, chego na casa da minha prima, depois de avisar pelo whatsapp que tava indo. Nenhum dos dois tocou no assunto. Comemos pizza e tava quase na hora de chegar o Sorvete. Tudo transcorria normal. Ela tava me dizendo que num fim de semana tinha tirado umas fotos de umas paisagens e que precisava de opiniões. Claro que me ofereci pra ajudar. Eu adorava ela. Fomos pro quarto dela e sentamos no computador. Era uma delícia ficar perto da Mara. Além disso, ela tinha uma atração natural que te puxava pra ela. Não sei se era o corpo divino dela ou o perfume do cabelão liso. Mas ficar do lado dela era, simplesmente, mágico. Enquanto eu olhava pra ela, besta, a campainha tocou. — Ai, o sorvete! Já volto! — Ela exclamou e foi até a porta receber. — Pode ir! — Respondi. Quando ela se levantou rápido da cadeira, o cabelo dela balançou em cima de mim e, como uma rajada, me envolveu com o cheirinho gostoso dela. Nossa… Que gostoso foi aquilo! Acho que já tava começando a ficar vermelho… O quarto tava bem arrumado, exceto o PC dela. Milhões de pastas abertas, arquivos soltos, janelas de navegador, programas. Não dava pra entender nada. Esperando ela voltar, comecei a fechar as coisas. Só de ansioso. “Click, click” fechava as pastas e programas que tavam abertos à toa. Até que aconteceu algo impensável. Senti um arrepio na pele. Meu coração acelerou pra caralho. Não dava pra acreditar no que meus olhos tavam vendo. Era uma foto da Mara…
4 comentários - Mara chega na rádio
Segundos (Francia - Brasil)
Ya estas para arrancar la serie animada o una novela jaja