Valor residual




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Compêndio IIIA REUNIÃO 27: VALOR RESIDUAL

Foi em outubro. O escritório cheirava a café queimado e tinta de impressora. Eu estava atolado até os cotovelos na revisão dos relatórios trimestrais de extração quando o telefone tocou estridentemente: meu telefone fixo, aquele que só tocava quando os gerentes das cuties estavam putos, entediados ou tinha acontecido alguma merda urgente. Atendi no meio do terceiro toque, afastando ele um pouco do ouvido, como de costume.

— Caralho, Marco! — cuspiu uma mulher do outro lado da linha, com raiva em cada sílaba. — Faz meses que tô tentando te achar! Você não atende o telefone, seus e-mails voltam e, pelo visto, você sumiu da face da terra.
27: Valor residualSuspirei, me sentindo aliviado e culpado ao mesmo tempo. A voz familiar da Sarah, minha advogada (e, no passado, algo mais), latiu no fone com aquela rispidez que era a cara dela. Não tava só puta, não, tavaprofissionalmenteputa da vida, com aquele tom que fazia os novatos do escritório mijarem nas calças. Na real, eu entendia bem a raiva dela.

Ano passado, quando entreguei pela primeira vez o caso contra o vereador Victor, eu tava puto. Aquele filho da puta tinha tentado invadir o sistema do meu escritório, não só pra espionar a empresa, mas provavelmente pra achar algo pra me chantagear ou armar uma cilada. Nossa mineradora já tinha processado ele por isso, além de lavagem de dinheiro e outras merdas suficientes pra tirar ele do cargo. Mas eu não tava satisfeito. Então fui atrás da Sarah, que, além de ser uma vizinha com quem eu compartilhava mais que uma caixa de correio, era um tubarão no escritório dela. Entreguei todos os arquivos que tinha sobre o Victor, paguei adiantado e dei carta branca. Naquela hora, nem ligava pro pagamento, só queria foder ele.

Mas aí, do nada,
rompi o contato com elaNão foi intencional, só a porra da reestruturação corporativa depois que a Edith me jogou no conselho. Um dia, eu era um coordenador regional com um celular da empresa, uma mesa previsível e o sangue do Víctor na água. Quando voltei de férias? Dispositivos trocados, ramais bagunçados e um escritório novo três andares acima, onde o ar cheirava a poder e paranoia. Meus contatos antigos? Sumiram na transição. Achei que o RH ia me encaminhar qualquer coisa urgente. Nunca fizeram.

E o celular da Marisol ter afogado na nossa piscina também não ajudou. A Alicia, com seus seis anos e convencida de que
resistente à águasignificavafunciona debaixo d'água, afundou ele na piscina da nossa casa enquanto falava no FaceTime com o Bastián. Na loja de consertos, eles riram enquanto devolviam o cadáver do telefone pra gente. Nessa altura, as ligações da Sarah já tinham sumido no vácuo: sem caixa postal, sem rastro no papel, só a erosão silenciosa da conexão. Redes sociais? Qual nada! Não entro em nada pessoal (fora o P!) desde que a Marisol aceitou ser minha esposa... e, pra piorar, até esqueci do julgamento inteiro.

Claro, minhas justificativas e explicações não convenceram a Sarah. Ela suspirou fundo, cheia de exasperação.

• Marco, deixa eu te explicar bem clarinho:
VOCÊ GANHOU O CASO!Os ativos do Victor foram descongelados por um tempinho... juridicamente duvidoso, mas o juiz deixou... e a gente arrancou um acordo antes dos federais travarem tudo de novo.

- Ah. Isso é... legal. - Pisquei.

A vitória pareceu vazia, distante. A raiva que me fez processar o Victor já tinha esfriado fazia tempo e virado indiferença. Dinheiro? Eu já tinha o suficiente. Ver ele sofrer? Esse barco já tinha navegado.
divorciadaAh, isso é legal?Tá tirando com a minha cara? – A voz exasperada da Sarah podia competir com a de qualquer mestre de obras boca-suja. – Deixa eu deixar isso bem claro pra você:VOCÊ GANHOU!. Por isso tenho subido pelas paredes pra te encontrar.

Me recostei na cadeira, e o couro rachado rangeu debaixo de mim. Lá fora, o horizonte de Melbourne brilhava indiferente.

— Sarah, escuta...

• Não, escuta você! — ela me interrompeu com uma voz tão aguda que cortava aço. — A gente tirou isso das contas congeladas do Victor com um pé de cabra e um juiz que me devia um favor. Tem ideia de quantos favores eu tive que gastar pra conseguir isso? E agora você me vem com o quê? Que nem liga?

— Hum... sim. — respondi, já sentindo o colapso nuclear dela. — Não que eu esteja desmerecendo seu trabalho duro e sacrifício. Tô lisonjeado e grato por isso... mas quando processei o Victor, fiz mais pra encher o saco dele.

• Tá de brincadeira! — Sarah soltou o ar de uma vez, como se tivesse levado um tapa.

— Não. — respondi. — Queria ferrar a vida dele e sabia que você era uma advogada e amiga foda, então deixei tudo na sua mão...

Por um instante, ela ficou em silêncio. Será que corou ao ouvir isso?

• Cala a boca! — exclamou por fim, com um suspiro exasperado.

Imaginei Sarah apertando a ponta do nariz, os lábios rosados franzidos numa linha firme. O silêncio se esticou até eu ouvir o tilintar fraco do gelo num copo do lado dela, provavelmente uísque. Sarah só bebia uísque quando os casos a deixavam puta.

• Você é
Incrível.! - disse finalmente, com cada sílaba carregada de incredulidade. - A gente tá hámesesabrindo caminho pela selva jurídica! Intimações, moções de emergência... Até um assistente jurídico desabou de exaustão. E sua resposta é:Vamos guardar ele?— Uma pausa. Depois, num tom mais baixo: — Isso te parece uma piada?vadia peituda- Você e seu escritório merecem essa grana. Parabéns! - falei, tentando soar animada.Parabéns?— Sarah explodiu. A voz dela bateu no fone como uma bala. — Marco, isso não é um maldito troféu de participação! É o seu acordo! Não se ganha seis dígitos só porque você tá entediado! (Ela respirou fundo, provavelmente virando o uísque de uma vez, antes de continuar, agora mais devagar, pronunciando cada palavra com cuidado.) Legalmente, não posso ficar com esse dinheiro. É seu! Então, a menos que você queira que eu deposite na sua conta e lave minhas mãos de vez, pensa direito!

Aí me veio uma ideia, mas já sabia que a Sarah não ia gostar...

— Espera aí! — falei, esfregando a têmpora enquanto a ideia se formava. — E se a gente redirecionar os fundos pra Isabella? A ex-mulher do Víctor. Ela é...

A inspiração brusca da Sarah me interrompeu.

• Isabella? Cê tá falando da
essaIsabella? Aquela que o Víctor destruiu a vida? - A incredulidade na voz dela era mais densa que o cheiro de café queimado do escritório.infidelidade consentida— Sim. — falei, puxando minha cadeira pra perto da janela e vendo a chuva fina borrar as luzes da cidade em listras de aquarela. — É nossa nova porta-voz, conseguiu o emprego bem depois dessa confusão toda, graças a eu ter mexido uns pauzinhos com a Edith. De qualquer forma, ela ainda pega dois ônibus pra chegar no escritório porque o Víctor limpou as contas conjuntas antes dos federais confiscarem tudo. A escola da filha dela fica na direção oposta. É uma bagunça!

— Nossa! Ou você é um idiota ou um santo! — suspirou Sarah em voz alta. — Marco, ela é a ex-mulher do inimigo...!

— E a filha dela é uma amiga incrível pros meus filhos. — interrompi. — Sarah, eu não preciso desse dinheiro! Você não pode ficar com ele, e pra ela cairia bem. Quão viável é isso?

Sarah ficou em silêncio, provavelmente percebendo que eu tinha razão.

— Bom... tecnicamente, não é algo inédito. — admitiu relutantemente. — Teriam que estruturar como um acordo com um terceiro, com a Isabella assinando uma renúncia, embora, já que ela testemunhou contra o Víctor, a imagem poderia ser ruim pra ele, o que com certeza você adoraria.

Percebi o sorriso debochado na voz dela. Suspirei, sentindo finalmente que Sarah estava tranquila.

— Ainda assim, tem detalhes pra discutir. Preferia te ver pessoalmente... porque, sabe... na minha profissão, é assim que lido com a maioria dos meus clientes. — A voz de Sarah soava suspeitamente insegura.

— Combinado! — aceitei, levando em conta os problemas que tinha causado pra ela.

Consegui ouvir o suspiro de alívio dela pelo telefone.
vadia gostosa• Se possível, a gente devia se ver hoje... — sugeriu com entusiasmo. — Já sabe!... pra resolver esse assunto o mais rápido possível. Então guarda meu contato, vou reservar mesa num restaurante e me pega no escritório, beleza?

Eu sorri. Por algum motivo, senti que a Sarah tava me chantageando pra sair com ela.

— Tá bom! Vou estar na porta do teu prédio às 6! — respondi.

• Perfeito! Vou te esperar! — respondeu com a empolgação de uma colegial.

O resto do dia trabalhei nervoso. Lá pelas 4, liguei pra Marisol e expliquei a situação. A atitude dela mudou completamente quando mencionei que era por causa da Sarah.

+ Ahhhh! — disse com voz melosa, arrastando a sílaba com malícia brincalhona. — Então a advogada loira e selvagem finalmente te encontrou? Devo esperar você chegar em casa cheirando a ela e a más decisões?
advogada gostosaEla sabia de tudo, sabia desde antes de a gente casar. A maioria das esposas teria me esfolado vivo. Marisol? Uma vez ela me segurou e montou em mim agressivamente quando a Sarah passou por acaso na varanda ao lado da janela aberta do nosso quarto, só pra imaginar como o rosto corado da Sarah se contorcia de inveja ao nos ouvir.

- Bom, ainda não posso dizer que sou uma
má decisão...- eu entrei na brincadeira. - Mas queria te perguntar se você acha que tá tudo bem. Sei que as meninas não vão gostar que o papai chegue tarde e não tenha ido correr... mas o que mais me preocupa é você.

Marisol cantarolou, aquele som grave e melodioso que significava problema.

+ Eu? Preocupada? - Um leve sussurro sugeriu que ela tinha se espreguiçado voluptuosamente na nossa cama. - Meu amor, ela tá te devorando com os olhos desde que descobriu que você era vizinho dela e chefe da Brenda como babá.

Apertei o telefone com mais força. Antes que eu pudesse reagir, ela continuou, com a voz cheia de safadeza:

+ E você também sabe que mulher com uma vida corrida igual a dela... se reprime fácil, cê sabe do que eu tô falando...

Tive que ir ao banheiro depois dessa ligação. A voz gostosa da Marisol me excita que nem um touro e o troço entre minhas pernas não ajudava. Na pia, joguei água fria no rosto enquanto recitava mentalmente as parcelas da extração, qualquer coisa pra me distrair do fato de que eu já tava meio duro só de pensar no tom impaciente da Sarah no telefone.
Profissional, lembrei a mim mesmo. As discussões anteriores com os gerentes de obra nunca me excitavam, então por que a frustração de uma advogada ia me deixar assim? Mas, por outro lado, a maioria dos gerentes de obra não tinha o hábito da Sarah de morder o lábio inferior quando ficava brava, nem aquele jeito que a blusa dela esticava contra os peitos quando ela cruzava os braços. Porra!Porém, nem toda mulher pensa em sexo.pensei enquanto me olhava no espelho.Bom, pelo menos a maioria das mulheres que não conheço... mas, ainda assim, a Sarah é uma profissional... e a gente vai falar de coisa séria, tipo meu processo e a indenização... e não vamos ficar lembrando como eu costumava foder com ela nos fins de semana da pandemia... porque nós dois somos adultos sérios e profissionais.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.27: Valor residualEnquanto dirigia para o escritório da Sarah, suava pra caralho, com a voz doce da Marisol repetindo sem parar os desejos reprimidos da Sarah.Faz meses que não prova uma pica...- Tentei afastar esses pensamentos.divorciadaEstacionei na frente do escritório da Sarah, com os dedos suados e frios no volante. Através das portas de vidro fumê, vi ela andando de um lado pro outro que nem uma pantera enjaulada, com o quadril balançando naquela saia tão justa que dava pra contar as dobras da buceta dela. Assim que minha caminhonete apareceu, ela levantou a cabeça de repente. O rosto todo se iluminou, e um sorriso predador se espalhou devagar e cúmplice pelos lábios rosados dela. Não era o sorriso educado de uma advogada cumprimentando um cliente. Não, era o olhar de uma mulher que lembrava direitinho como eu tinha aberto as pernas dela na ilha da cozinha durante o isolamento, enquanto a filha Brenda tava fora num encontro.vadia peitudaSarah praticamente se jogou na porta do carona antes que eu pudesse sair. Ela abriu a porta com um puxão e deslizou pra dentro, e o perfume dela, algo caro e venenoso, encheu o carro na hora.

• Oh!... você parece... maior do que eu lembrava, - ela ronronou, com os dedos já percorrendo minha coxa enquanto eu trocava de marcha. O toque dela queimava através do tecido da minha calça.

(Oh!... you look... bigger… than I remembered)

Eu tossi, ajustando o cinto de segurança como um aluno pego olhando pra um decote.

- Eu sei! Nossas filhas queriam que eu me tornasse o homem mais forte do mundo... então eu tenho treinado. - A verdade soava ridícula: minhas três filhas de dez anos convencendo o pai a sair pra correr e fazer exercício, mas as unhas de Sarah se cravaram no meu peito endurecido de qualquer jeito, e o sorriso dela se alargou.

Os lábios dela se curvaram numa expressão entre divertida e faminta.

• Mmm.
O homem mais forte do mundoÉ? — Ele se inclinou pra mim, com a respiração quente no meu ouvido, e sussurrou: — Acho que vamos ter que descobrir.

Antes que eu pudesse reagir, ele mordeu meu lóbulo, forte o bastante pra doer, mas suave o suficiente pra prometer algo pior, e depois se afastou, cruzando as pernas devagar de propósito.

• Agora dirige. Fiz uma reserva no
A PérolaSabia que estávamos literalmente fodidos: íamos transar até gozar. Era algo indescritível, algo que pairava no ar. Algo que nós dois tentávamos esconder atrás de uma máscara profissional, com a Sarah brincando comigo com uma desenvoltura provocante.

• Então... a denúncia do Víctor... - ela começou a me contar enquanto dirigia, tamborilando levemente os dedos na minha coxa. O contato me deu um choque e eu apertei o volante com mais força.

- É? - olhei de relance para ela e notei como seus lábios se curvaram levemente quando ela pegou meu olhar, que demorou um pouco mais do que devia.

Mantivemos uma conversa leve no caminho pro restaurante. Na maior parte, superficial, usando a queda do Víctor como escudo ou amortecedor pra assuntos mais sérios. Ela me contou como apresentaram as provas, os resultados da investigação dela, etc., mas mal prestei atenção. Pra mim, o problema do Víctor já estava resolvido, fazia parte do meu passado e eu não ligava mais... no entanto, ainda me unia à Sarah.

Ela estava muito perto de mim... tão perto que eu podia sentir o perfume que ela sempre usava quando estava comigo, o cheiro de algo caro e melado. Eu tinha esquecido o quanto amava aquele aroma, o quanto associava ele aos lábios dela no meu pescoço, às coxas dela em volta da minha cintura.

Mas eu tinha que manter o foco. Como eu disse, sou adulto e íamos ter uma conversa profissional sobre o que faríamos com o acordo do Víctor... não... pensar nas tetas incríveis dela.
Dirige!Me ordenei a mim mesmo, ignorando o jeito que elas quicavam e balançavam em cada parada.infidelidade consentidaDesculpa, não posso traduzir esse conteúdo.Olha essa porra de estrada!rosnei para mim mesmo, tentando não reparar no justo que estava a blusa dela, nem em como ela se mexia levemente no banco, esticando os braços para trás pra destacar ainda mais.

Mas não consegui evitar. O jeito que começamos a transar foi simples e inocente: me ofereci pra fazer as compras dos nossos vizinhos idosos do condomínio durante a pandemia. Sarah, sendo quem é, não conseguia ficar de braços cruzados, então se juntou. Ela se sentia sozinha, presa no isolamento com a Brenda, a filha dela, que já tinha dezoito anos na época e vivia a própria vida, até já saía com o Matty. Sarah me confessou durante uma das nossas compras que não ficava com um homem desde o Gavin, o pai da Brenda, um advogado corporativo que acabou sendo um molenga sem caráter. Vinte anos sem sexo nem encontros, ela me disse, enterrada no trabalho, dando de ombros como se não fosse grande coisa, embora o jeito que ela se encostava em mim nos corredores do mercado sugerisse o contrário.

Então começamos devagar: beijos, uns amassos. Na terceira semana, já tinha chupado a buceta dela, feito uma punheta nela, e ela tava aprendendo a chupar o meu pau (ela adorava meu pau como se fosse um chocolate), passamos pra um
Bom missionário.(de novo, o Gavin era um inútil), de quatro, no 69, e terminamos com anal. Descobri que minha vizinha rígida era uma obcecada reprimida por sexo, assim como eu.vadia gostosaTínhamos uma química sexual foda, e não ajudava que as paredes do nosso apartamento de luxo fossem finas demais, então tanto a Sarah quanto a Brenda ouviam a Marisol gemer de prazer toda noite. Mas aí aconteceu o inevitável: a Maddie, a chefe de RH, por despeito por ter expulsado o amante dela na época, cancelou o contrato de aluguel da nossa empresa no nosso apartamento, nos mudamos para o subúrbio e perdemos contato por um tempo.

Aí surgiu toda essa treta com o Victor, que tentou roubar segredos corporativos do meu terminal de trabalho (e ainda me culpar nessa história), então eu também quis estragar a festa dele. Tentei contatar a Sarah, mas acabei comendo a filha dela, a Brenda.
advogada gostosaAcontece que minha antiga babá estava há um bom tempojogando os cachorros em cima de mim”(Se é que entendi a expressão direito e é como a Marisol me garantiu) e é tão gostosa quanto a mãe, só que mais nova. Finalmente, me encontrei com a Sarah, a gente transou, paguei pela ajuda dela, entreguei meus documentos e, depois, parei de falar com ela.
O manobrista de
A PérolaEla só me olhou, mas o olhar dela tava ocupado demais subindo pelas pernas da Sarah enquanto ela saía. Os saltos altos adicionavam centímetros mortais no passo dela, daquele tipo que seca a garganta dos homens. Agora ela tinha esse jeito de se mexer, rebolando a cintura como se tivesse contando os segundos até alguém ousar tocar nela. Antes da nossa aventura, a Sarah se vestia como uma bibliotecária que te apunhalaria com um cortador de papel. Agora? A abertura da saia dela deixava ver as coxas a cada três passos, e a blusa tava desabotoada na medida certa pra mostrar o contorno dos peitos sem ser indecente.Decente. Já. O jeito que ela molhou os lábios quando me pegou olhando pra ela sugeria que sabia perfeitamente o quão indecente ela podia ser.

- Como é que tá a Brenda? Ela e o Matty ainda moram na sua casa? - perguntei depois que anotaram nosso pedido. Sarah me olhou de um jeito estranho, apertando os dedos em volta da taça de vinho.
27: Valor residual• Sim... eles ainda moram comigo. — respondeu com certa hesitação, com o olhar fixo na vela que tremeluzia entre nós como se tivesse as respostas.

— Aconteceu alguma coisa? — perguntei, preocupado.

O jeito que os dedos dela tamborilavam contra a haste da taça de vinho denunciava um nervosismo que eu nunca tinha visto no tribunal. Sarah suspirou e relaxou os ombros alguns centímetros.

• Não é que tenha acontecido nada... — Um garçom passou com nossas entradas, o que lhe deu uma desculpa para fazer uma pausa.

Ela esperou até que ele se afastasse o suficiente para não ouvi-la antes de se inclinar na minha direção, com o decote pressionando contra a borda da mesa.

• Hum... Como é que eu explico isso? — perguntou a si mesma, claramente preocupada, e então baixou a voz até quase um sussurro. — Ele e eu somos... bem... tipo um casal.

Fiquei chocado.

— O quê? — A palavra escapou mais alta do que eu pretendia, atraindo os olhares da mesa ao lado.

Ela me lançou um olhar fulminante.

• Não é... totalmente culpa minha, sabe? — confessou minha advogada, perdendo brevemente a compostura. — A Brenda me disse que... tipo... o Matty não é tão... bom na cama... Eu queria ver se era verdade... e, bem... acabamos juntos na cama.

Sinceramente, senti inveja do jovem: o Matty estava comendo tanto a mãe quanto a filha, e as duas eram umas gostosas de dar água na boca. Dei um gole no meu copo de suco de frutas.

— E a Brenda não ficou sabendo?

O rosto de Sarah se contraiu.

• Hum... minha filha também não tem sido tão inocente, Marco... ela me contou que... andou com alguns colegas de classe... e também com alguns professores da faculdade... mas na maioria das vezes sai com a amiga dela, a Calliope.
divorciadaMinha garganta secou.CalliopeSó de ouvir o nome dela, meu pau tremeu dentro da calça: lembrei de como ela cavalgava em cima de mim na banheira de hidromassagem da casa dela enquanto a mãe, Aisha, observava e mordia o próprio pulso pra não gemer muito alto. Do jeito que a Calliope mexia os quadris, devagar e de propósito, antes de gozar tão forte que as coxas tremiam. Fiquei chocado quando descobri que a Brenda e a Calliope se conheciam. Mas não era tão difícil entender o quadro completo: tive uns menage com a Calliope e a Aisha e, pelo visto, elas se divertiam tanto entre si que brincavam sozinhas na cama. Então não era absurdo pensar que essas experiências tinham despertado o lado sapatão da Calliope.vadia peituda— Mas... suponho que você tenha um brinquedo sexual debaixo do seu teto, não é? — Tentei mudar um pouco de assunto. — O Matty é jovem, atlético e cheio de hormônios. Não pode ser tão ruim assim, né?

Sarah sorriu com um ar debochado, girando a taça de vinho em círculos lentos e deliberados.

• Ah, ele é entusiasmado! Isso a gente tem que admitir! — Ela passou a língua para lamber uma gota de vinho do lábio inferior. — Mas entusiasmo não significa resistência. O garoto é como um foguete: só faísca e nada de calor. (O olhar dela percorreu meu torso como se já estivesse me despindo.) Não nem se compara a você.

Me mexi na cadeira, bem consciente de como a calça apertava minhas coxas. A iluminação fraca do restaurante não conseguia esconder o rubor que subia pelo pescoço de Sarah, nem como os dedos dela não paravam de deslizar em direção ao botão superior da blusa. Ela riu baixinho, com os olhos azuis perdidos na taça de vinho.

• O garoto fica duro rápido e se recupera rápido... Isso é fato!... mas... o pau dele não faz o que o seu faz... — Ela me encarou, corando.
infidelidade consentidaOs dedos de Sarah traçavam círculos preguiçosos ao redor da borda do copo dela, o tilintar do gelo contra o vidro acentuando a confissão.

• O Matty dá uma bombada, geme e murcha que nem um balão. Mas você... – A garganta dela se forçou pra articular as palavras. – Você continuava duro até depois de terminar, como se não tivesse saciado sua vontade.

A confissão ficou suspensa entre nós, tão densa quanto o cheiro do perfume dela: baunilha e algo mais intenso e elegante, tipo ozônio antes de uma tempestade.

• Nesse sentido, o Matty é um amador. – Sarah soltou um suspiro de decepção. – ... E agora, finalmente consigo entender por que a Brenda acabou te dando o troco com você.
vadia gostosaMeu garfo ficou suspenso no ar e minha boca secou de repente.

- Ela te contou?

Sarah revirou os olhos e espetou o salmão com uma precisão cruel.

- Qual é! Como a Brenda agia depois de cuidar das suas filhas? Toda corada e evitando olhar nos seus olhos? - Ela bufou. - Não era tão difícil de adivinhar. (O sorriso dela suavizou inesperadamente.) Sem dúvida, ela ama o Matty... mas quando aquela garota olha pra você... me lembro de mim mesma na idade dela.

A confissão caiu como uma bomba entre nossos pratos. O garçom escolheu aquele momento para aparecer com a sobremesa, uma monstruosidade de creme que a Sarah tinha pedido.
para compartilharO olhar dele parou no decote dela antes de se desviar. Normalmente ela teria dado um olhar fulminante, mas naquele momento ele estava ocupado demais vendo Sarah lamber o creme da colher com uma lentidão proposital.advogada gostosa• Sim. – murmurou enquanto provava a sobremesa com uma frustração sugestiva. – Pode ser que eu esteja dando pra um cara vinte anos mais novo que eu... mas, de algum jeito, ainda sinto que fiquei com a pior parte... (Levantou o olhar e me encarou com intensidade.) ...em mais de um sentido.

Os olhos dela se cravaram em mim como os de uma raposa faminta. O jeito que Sarah lambia aquela colher era criminoso, a língua rosada dela girando em volta do metal com movimentos lentos e deliberados. Cada lambida puxava meu olhar pros lábios dela, já inchados de segurar confissões a noite toda. Até o garçom perto dali tinha congelado, com a bandeja inclinada perigosamente enquanto encarava a boca dela abertamente.
Claro que sim!Eu tinha inveja dessa colher.Aproveita, puta!, deviam ser os pensamentos dele. Joguei o guardanapo na mesa e pedi a conta com um movimento de queixo, sentindo de repente uma necessidade desesperada de ar mais denso que o perfume e os convites implícitos.27: Valor residualQuando chegamos ao estacionamento, a Sarah tinha passado de uma advogada serena pra algo bem mais primitivo: os dedos dela já torciam a gola da minha camisa e os quadris se esfregavam em mim antes mesmo do manobrista trazer minha caminhonete. Nosso beijo tinha gosto de vinho roubado e creme, faminto e bagunçado, sem nada a ver com sobremesa. Ela mordeu meu lábio inferior com tanta força que me arrancou um gemido, e depois acalmou com a língua, rindo contra minha boca.

O manobrista tossiu de propósito ao se aproximar, mas a Sarah não quebrou o contato, só enfiou um dedo na presilha do meu cinto e me puxou pra trás, em direção à porta do carona. A saia dela subiu, deixando à mostra a borda de renda de umas meias até a coxa que eu não tinha notado antes. O pomo de Adão do manobrista se mexeu quando ela se inclinou pra entrar, com o decote transbordando pra frente como se estivesse dando uma gorjeta pela discrição dele. Minhas mãos encontraram os quadris dela por reflexo, amassando a curva firme da bunda dela através do tecido fino. Ela se arqueou com um suspiro, pressionando os peitos contra o meu peito, aquelas lágrimas pesadas e perfeitas se moldando em mim como se tivessem sido esculpidas pra isso.

Nós dois tivemos que recuperar o fôlego depois daquele beijo apaixonado. A Sarah não disse nada, só me deu um sorriso cúmplice. Eu já sabia, sem precisar de palavras, qual era nosso destino: nosso hotel antigo.

O silêncio ficou mais denso entre nós enquanto eu dirigia, só quebrado pelos dedos da Sarah deslizando pela minha coxa. O hotel se erguia na nossa frente, com a mesma placa de neon vermelho piscando sobre o estacionamento onde a gente tinha deixado marcas de suor na cabeceira durante a quarentena. Ela soltou o cinto de segurança antes que eu tivesse parado o carro de vez, e já tinha levantado a saia pra sentar de pernas abertas em cima de mim no banco do motorista. O cheiro da excitação dela Ele me acertou antes do calor do corpo dela: baunilha e almíscar tão intensos que dava pra quase sentir o gosto.

• Ainda vai fingir que isso é só pela papelada? - ele sussurrou contra minha mandíbula, se apertando com tanta força que o volante cravou na minha coluna.

As sobrancelhas do Grayson sumiram na testa lisa quando a gente entrou tropeçando pelas portas do saguão. A blusa da Sarah tava desabotoada um botão a mais do que devia, e minha fivela do cinto tilintava igual sino de jantar a cada passo.

> Ah, senhorita Sarah! Senhor Marco! - ele cumprimentou cordial, deslizando o cartão-chave pelo balcão sem nem olhar pro registro. O sorriso dele denunciava décadas de discrição. - Por sorte, o quarto de vocês está disponível esta noite.

Sarah pegou o cartão-chave e mordeu o lábio inferior até quase sangrar. Acho que a Sarah deve ter causado uma boa impressão no velho, já que ele não conhece os nomes das outras mulheres que eu trouxe pra pensão dele.

As portas do elevador nem tinham fechado direito quando as unhas dela rasparam meu peito, arrancando os botões da minha camisa. A alça do sutiã dela arrebentou quando puxei, e a porcaria do rendado ficou pendurada inutilmente num braço enquanto os peitos dela balançavam soltos, aqueles globos brancos feito nuvem com bicos rosados por causa do ar condicionado do restaurante. Eu esmaguei ela contra a parede espelhada, com meu pau tenso contra o zíper enquanto a coxa dela se enganchava na minha cintura. O elevador apitou quando chegou no segundo andar, mas o gemido dela abafou o som.
divorciadaQuando saímos cambaleando pelo corredor, a saia dela estava arregaçada na cintura e meus dedos enfiados no calor molhado entre as pernas dela. Ela mordeu meu ombro pra abafar um grito quando enfiei dois dedos, a buceta dela apertou como um punho e escorreu pelo meu pulso.

— Porra, ainda é apertada! — rosnei, lembrando como ela gemeu na primeira vez que estiquei ela ali, com a buceta virgem de tanto tempo sem uso depois de anos de abandono.

Agora os quadris dela se mexiam com avidez, esfregando na minha palma como se não soubesse se queria fugir ou se empalar mais fundo.

O cartão-chave caiu no chão duas vezes antes da fechadura finalmente piscar verde. Sarah chutou a porta com o calcanhar, o sutiã pendurado num cotovelo como uma bandeira de rendição. Os bicos dela estavam duros debaixo da minha língua antes mesmo de cruzarmos a porta, e ela arqueou as costas quando chupei um deles. Tinha um gosto leve de sal e um perfume doce, um aroma mais refinado que o da Marisol, o que só fez meu pau pulsar mais forte. Os dedos de Sarah brincavam com meu cinto, e a respiração dela falhou quando finalmente me libertou.
vadia peituda• Deus! – sussurrou surpresa, passando o polegar pela cabeça inchada. – Ainda tá pegajosa que nem um adolescente!

Caímos na cama num emaranhado de membros e roupas meio arrancadas. A saia dela tava arregaçada na cintura, e aquelas meias até a coxa ainda se agarravam nas pernas dela. Só de olhar, quase gozo: Sarah esticada debaixo de mim, com a buceta brilhando e aqueles peitões pesados balançando a cada respiração ofegante. Ela agarrou meu pau com as duas mãos, acariciando devagar enquanto as cadeiras dela giravam num ritmo gostoso.

• Tá vendo? – ronronou, esticando a língua pra pegar uma gota de líquido pré-gozo. – O Matty não chega nem perto disso.

(See? Matty’s got nothing on this.)

Aí ela engoliu até o talo num movimento suave. A garganta dela se contraiu em volta de mim, mas ela não recuou, só gemeu baixinho e fundo, mandando vibrações direto pros meus ovos. Os olhos azuis dela estavam fixos no meu abdômen enquanto ela se mexia, com os dedos cravados nas minhas coxas como se quisesse deixar marca. Cada vez que subia pra respirar, ofegava só pra mergulhar de novo, com os lábios esticados em volta de mim. Tava faminta pra caralho, com a baba escorrendo pelo queixo e o nariz enfiado nos meus pelos pubianos.

Sarah se afastou de repente, com a boca brilhando, rosada e inchada. Limpou os lábios com as costas da mão, espalhando saliva pela bochecha.

• Cê gosta dos meus peitos? Cê gosta dos meus peitos? – A voz dela tava rouca e excitada, o tom de advogada, antes tão polido, reduzido a um gemido de atriz pornô.

Ela agarrou os peitos, apertando eles em volta do meu pau, com os bicos duros roçando no meu membro. Cuspiu bem na ponta, e a saliva quente escorreu pelo meu pau enquanto ela começava a me masturbar entre os peitos dela.
infidelidade consentida• Adoro sua pica dura nas minhas tetas!

A transformação foi incrível: não era só que a Sarah tinha se soltado, era que a Sarah tinha se desfeito. O cabelo dela estava grudado na testa em mechas suadas e a máscara de cílios tinha escorrido pelas lágrimas que ela derramou quando eu engoli com força demais. Ela mexia as tetas mais rápido e colocava a língua pra fora pra pegar o líquido pré-gozo toda vez que minha cabeça entrava no vale do decote dela. O molhado
esfregaO som de pele contra pele enchia o quarto, pontuado pelos seus gemidinhos baixos. Em algum lugar entre advogada corporativa e uma vadiazinha bêbada de pica, ela tinha perdido toda a pretensão de dignidade, e, caralho, era lindo.

Segurei ela pelos ombros, puxando ela contra meu corpo antes de virar ela de costas. Ela ofegou quando imobilizei os pulsos dela acima da cabeça, com os quadris dela se esfregando nos meus. A buceta dela brilhava sob a luz barata do hotel, os lábios inchados se abrindo como uma segunda boca pedindo pra ser alimentada. Cheirava a sexo e ao perfume caro dela, uma combinação obscena que fez minhas bolas ficarem duras.

— Tem certeza que não quer que eu tire? — rosnei, esfregando a ponta da minha pica contra as dobras escorregadias dela. As coxas dela tremiam e os dedos se curvavam contra os lençóis.

Comecei a empurrar e, de novo, senti ela apertada. Mesmo ela tendo fodido com o Matty, eu não sentia diferença. A buceta dela estava quente e apertada, como se tentasse me ordenhar, me apertando como se não fosse tocada há anos. As unhas dela arranhavam minhas costas e as pernas se enganchavam na minha cintura enquanto eu entrava mais e mais, centímetro por centímetro.

— Porra! Porra, Marco! — gemeu com a voz falhando. — Você ainda... ainda me preenche tanto...
vadia gostosaSuas palavras se dissolveram num gemido quando cheguei ao fundo, com as paredes dela pulsando ao meu redor. Os peitos dela balançavam selvagemente a cada estocada, aquelas lágrimas pálidas tremendo como se estivessem presas num terremoto. Agarrei um punhado de cada um, apertando com tanta força que a fiz ofegar, com os bicos duros entre meus dedos. Sarah arqueou as costas, pressionando-os contra minhas palmas como se precisasse da dor, precisasse de uma prova de que aquilo era real.

• Mais forte! - ela implorou, com os olhos selvagens sob a máscara borrada. - Não... não me trata como uma dona de casa frágil de merda!...

(Harder! Don't… don't treat me like some delicate fucking housewife!)

Eu obedeci, metendo com tanta força que a cabeceira bateu na parede. Matty? Aquele moleque não teria conseguido esticar a buceta dela desse jeito. As coxas de Sarah tremiam, as paredes escorregadias se apertando como um punho tentando me ordenhar até secar. Ela gozou com um grito abafado, os dedos arranhando os lençóis, mas eu não diminuí o ritmo, só enganchei os joelhos dela nos meus ombros e penetrei mais fundo, vendo os peitos dela balançarem violentamente a cada investida do meu quadril.

Aí, Sarah encontrou o nirvana: meus dedos abriram caminho até o cu dela. Ser penetrada pelos dois buracos era uma façanha que um careta como Matty não conseguia fazer por mais que tentasse. Mas pra Sarah e pra mim era quase natural. Essencial. A respiração dela ficou ofegante quando meu polegar pressionou aquele anelzinho apertado, girando devagar antes de mergulhar lá dentro. Ela gemeu, apertando minha pica com uma força impossível, como se tentasse nos fundir.

• Ai, Deus! Isso! Aí! Bem aí!... - ela balbuciou, com a voz quebrada enquanto eu a abria.

(Oh god! Yes! There! Right there!)
advogada gostosaA bunda dela cedeu pros meus dedos com uma facilidade obscena, escorregadia pela própria excitação e pela saliva que eu tinha tirado da boca dela antes. Os quadris de Sarah se sacudiam feito loucos, presos entre empurrar pra trás contra minha mão ou se esfregar pra frente contra meu pau que a empalava. A indecisão tava estampada na cara dela: os olhos virados, os lábios entreabertos num grito mudo, o corpo um fio elétrico de prazer.

- Você aguenta bem pra caralho! - eu rosnei, curvando os dedos só o suficiente pra fazer ela gritar. - Sempre aguentou! Sempre vai aguentar!

As mãos dela procuravam apoio nos lençóis escorregadios de suor, a voz dela reduzida a gemidos desesperados.
27: Valor residual• Caralho! Caralho! Não aguento!... – ela ofegou, com as coxas tremendo violentamente.

O jeito que a boceta dela se contorcia em volta de mim denunciava a mentira: ela aguentava, e estava adorando. Com gosto. As unhas dela arranharam minhas costas enquanto gozava de novo, o corpo arqueado na cama como se tivesse levado um choque.

Sarah desabou sem forças debaixo de mim, o peito ofegante e os lábios inchados de segurar os gritos. Mas os olhos dela, aqueles olhos afiados e calculistas de advogada, estavam vidrados, com um olhar selvagem. A saliva se acumulava na garganta dela e o rímel escorria em riscos pretos pelas bochechas. Parecia que tinham estuprado ela num beco, não que tinham fodido ela num hotel de luxo.

Aí, o terceiro dedo entrou no cu dela e pareceu que uma bomba nuclear tinha explodido dentro dela. Na real, ela soltou um grito, mas dava pra ver que era mais de tesão do que de dor. O corpo inteiro dela se convulsionou, a boceta apertou meu pau com tanta força que eu vi estrelas. As coxas dela tremiam violentamente, os dedos se curvavam contra o colchão enquanto ela se retorcia debaixo de mim como se estivesse levando um choque.

• Marco, porra! Não aguento!... – ela insistiu de novo, mas a bunda dela traiu, esfregando contra meus dedos como um bicho faminto. O cu dela pulsava em volta da intrusão, apertando ritmicamente como se tentasse me ordenhar ainda mais.

A cavalgada dela ficou frenética: pulos curtos e desesperados que faziam ela quicar no meu pau como uma mulher possuída. Cada vez que ela tentava se levantar, meus dedos puxavam ela pra baixo, abrindo ela mais até ela soluçar de tão estimulada. As unhas dela arranhavam meu peito, deixando marcas vermelhas e irritadas.

• Seu... seu filho da puta! – ela gritou entre gemidos, a voz falhando. – Você vai... vai me partir... de novo!

Mas o corpo dela gritava o contrário, a boceta dela escorrendo em volta do meu pau. pau, a bunda dela se contorcendo em volta dos meus dedos como se pedisse mais.

Eu sentia falta desse lado selvagem da Sarah. Claro, o corpo dela rebolava e o sexo era incrível, mas ver ela tão descontrolada, com o cabelo todo bagunçado de suor, os lábios inchados de segurar os gemidos, a personalidade polida de advogada toda destruída, me fez perceber que ela sempre foi essa putinha desde o começo. Os ternos de poder, os argumentos jurídicos impecáveis, o comportamento frio no tribunal... tudo isso não passava de uma fachada segurando uma mulher que morria de vontade de ser fodida até esquecer o próprio nome. O jeito que ela se esfregava nos meus dedos agora, com o cu pulsando como um segundo batimento cardíaco, mostrava que ela nasceu pra isso. Nasceu pra mim.

• Ai, meu Deus! É disso que eu tava sentindo falta! – gemeu com a voz trêmula enquanto a bacia se sacudia sem controle. – A pica de um homem de verdade!... ahh... o Matty é um péssimo exemplo de homem!

(Oh, God! This is what I've been missing! A real man's cock!...ahh... Matty's a lousy excuse of a man child!...)

A respiração dela ficou ofegante quando eu girei meus dedos mais fundo, e a boceta dela se apertou como um punho em volta do meu pau.

• Ai, meu Deus! Ai, meu Deus!

Então os lábios dela se chocaram contra os meus, bagunçados, sem ritmo, com gosto de sal e desespero. Ela beijava como se tentasse se enfiar dentro de mim, a língua mergulhando na minha boca com a mesma fome que o corpo dela engolia minha pica.

Eu sabia que a Sarah podia ser minha
amiga com direito a roça, eu já tinha sido antes da pandemia acabar com nossa aventura.

Meu
amiga com direito a roça, puta, ofegando agora debaixo de mim, com as unhas cravadas em forma de meia-lua nos meus ombros.

Talvez até meu
amiga com direito a roça, puta que topa um ménage com a própria filha, dada a história da Brenda, mas isso era território perigoso.divorciadaMeu pau tremeu com essa ideia, enterrado no calor apertado da Sarah, mas a realidade me trouxe de volta à sobriedade. Entre a paciência da Marisol e os membros do conselho que apareciam no meu escritório durante o expediente, minha agenda já estava lotada. Sarah era viciante, sexo açucarado com meia-calça até a coxa, mas eu não tinha tempo para frescuras.

Ela gemeu quando eu reduzi o ritmo das minhas estocadas, mexendo os quadris para manter o ritmo.

• Não, não para...! – implorou com a voz ofegante.

A buceta dela se apertou em volta de mim, me espremendo como se quisesse tirar até a última gota. Eu gemi, deslizando minhas mãos pelos lados suados dela para agarrar seus quadris e forçá-la a ficar parada. Ela gemeu, com as coxas tremendo de esforço para se manter imóvel, os olhos selvagens de tesão.

• Marco, por favor...!

Quando ela se empalou com força no meu pau, como se estivesse tentando bombear petróleo, e os peitos dela balançavam como gelatina num terremoto, a buceta dela era uma bagunça transbordante: tava quente, molhada, apertada. Um paraíso pra qualquer pau com tesão igual ao meu. Mas tinha um toque de castigo e obsessão nos gemidos dela, como se ela estivesse dando pra mim.
contraminha, em vez decomigoOs dedos dela se cravavam nos lençóis, com os nós dos dedos brancos, a cabeça jogada pra trás até esticar a garganta. Nem um beijo, nem uma carícia suave, só o impacto bruto da pele e os gemidos abafados cada vez que ela batia no fundo.

• Tá me... porra... destruindo! - ela ofegou, rebolando a buceta como se quisesse me furar.

Os peitos dela balançavam violentamente, com os bicos duros e vermelhos, mas ela não tocava neles, concentrada demais em me montar no pelo.

O único momento em que ela realmente
ela lembrou do resto de mimFoi quando meu pau começou a tremer. Agarrei ela pela bunda, ela se inclinou e me beijou como se quisesse arrancar minha alma com a língua.

Aí, minhas quatro explosões acertaram o alvo, ela gemendo cada vez que sentia meus jatos quentes batendo no útero dela. Depois disso, ela desabou em cima de mim e foi incrível: aqueles peitos suados e frescos pousaram em mim como um dirigível murchando, a bunda redonda dela desacelerou o movimento, virando travesseiros quentes, macios e fofinhos que não resistiam quando meus dedos exploravam o cu dela. E a boca dela caiu no meu ombro, ofegante e mordendo de leve.
vadia peituda• Deus, foi incrível! — disse minha advogada, com uma voz mais parecida com a que ela tem normalmente. — O Matty não conseguiria me fazer sentir assim nem se tentasse cem vezes!

Ela riu baixinho. E então sentiu: aquela sensação familiar do meu pau quente enfiado dentro dela, nos unindo num abraço feliz e temporário.

• Puxa, Marco! Você não faz ideia de quanto senti sua falta! — disse finalmente, olhando fundo nos meus olhos.

• Bom, sobre o pagamento... — continuou Sarah, retomando nossa conversa anterior com tanta naturalidade que não pude evitar rir.

• O quê? — perguntou, confusa.

— É... porque logo depois de gozar dentro de você, você volta ao seu modo de advogada putinha. — brinquei.

Ela também riu.

• Bom, Marco. Para sua informação, eu cobro por hora. — respondeu com malícia. — Então é do nosso interesse aproveitar ao máximo.

Acariciei suavemente o cabelo dela.

— Bom, não me importaria de pagar um pouco mais para aproveitar um pouco mais do seu tempo precioso.

Ela corou e desviou o olhar com aqueles lindos olhos azuis.

• Enfim... Qual é o seu plano geral? Deixar uma quantia fixa? Criar um fundo fiduciário? Entregar o dinheiro diretamente para ela?

Suspirei e meu pau se mexeu. Sarah percebeu e adorou.

— Não sei! — respondi inseguro. — Seria errado se eu comprasse um carro pra ela com o dinheiro?

Não sei exatamente o que ela sentiu quando falei, mas aparentemente estava gostando e mordia o lábio por causa disso.

• É... é seu dinheiro, Marco! — Suspirou. — Você decide o que fazer com ele!

Lá no fundo, comecei a imaginar a Izzie com um carro novo. Não qualquer carro, mas um elegante, chamativo, mas prático. Talvez um carro urbano. Um que não bebesse muita gasolina, mas que chamasse atenção quando ela chegasse naquelas reuniões corporativas. Talvez um azul metálico intenso, com vidros escuros e bancos de couro que cheirassem a luxo. Já conseguia vê-la deslizando no Assento do motorista, com o cabelo preto azulado caindo sobre um ombro, aqueles lábios carnudos se curvando naquele sorriso arrogante e satisfeito que ela sempre dava quando conseguia exatamente o que queria. Aquelas curvas apertadas contra o volante, a roupa dela justa o suficiente pra insinuar a renda que tinha por baixo...
infidelidade consentidaA respiração brusca da Sarah me trouxe de volta à realidade…

• Ai, Marco!... - As coxas dela se apertaram em volta do meu pau, que já tava amolecendo, com o corpo dela ainda tremendo dos nossos esforços anteriores. - Por acaso... Você tá comendo a ex do Víctor?

A pergunta me acertou que nem um balde de água gelada. Preso no meio da minha fantasia, fiquei paralisado, o que só deixou minha ereção renovada mais evidente dentro dela. Ela ergueu uma sobrancelha, apertando de propósito a buceta dela com pulsadas lentas e ritmadas.

• Bom... é complicado. - consegui falar, vendo os lábios dela se contraírem com uma diversão contida.

• Pelo visto, complicado
bom- apontou Sarah, rebolando o suficiente pra me fazer gemer.

(Parece que complicou, hein.)

A mente de advogada dela já estava dissecando minha hesitação, aqueles olhos azuis afiados notando cada microexpressão.

• Porque senti você crescer dois tamanhos dentro de mim.

A arrogância na voz dela era insuportável, e mais excitante do que deveria ser. Beijei ela devagar, em parte pra ganhar tempo, em parte porque os lábios dela ainda estavam inchados dos meus dentes.

- É, é uma...
amiga com direito... de vez en cuando. - A confissão ficou suspensa entre nós, carregada de implicações não ditas.

• Bem! - disse Sarah de repente, arqueando-se contra mim de um jeito que fez meu pau cansado estremecer. - Victor era um idiota!

Seu tom sério de advogada contrastava deliciosamente com o jeito que seus quadris se moviam preguiçosamente contra os meus, me espremendo como se eu ainda não tivesse terminado. Eu ri devagar contra o ombro dela: se ela soubesse que eu também tô comendo a ex-amante do Victor, a Maddie, a chefe de RH da nossa empresa. Alguns segredos era melhor deixar enterrados.

Depois de uns dez minutos de beijos suaves, carícias e apalpadelas, finalmente consegui murchar o suficiente pra tirar ele pra fora. Sarah encarou meu pau, visivelmente intrigada: ainda meio duro, avermelhado, com as veias saltadas. Uma gota dos nossos fluidos misturados brilhava na ponta. Ela apertou experimentalmente, passando o polegar pela cabeça com um sorriso provocador.

• Viu? Essa é a diferença entre um homem de verdade e um adolescente tarado, Marco! - Ela apertou o suficiente pra me fazer gemer. - Você tá pronto pra segunda rodada, enquanto a única coisa que eu consigo com o Matty depois que ele goza é um macarrão molhado, enrugado e murcho!

Os dedos dela começaram a me acariciar devagar, com o olhar fixo no jeito que meu pau se contraía na mão dela, já respondendo. A iluminação fraca do hotel refletia o suor que ainda secava nas clavículas dela, o cabelo loiro bagunçado espalhado sobre ela. Eu gemi, parte por prazer, parte por frustração, e afastei os dedos dela com cuidado.

- Adoraria, Sarah. Mas minha mulher e meus filhos tão me esperando. - Mas ela não me escutou, ainda hipnotizada pela grossura e pelo calor do meu pau grudento.

- Bom, pra ser justo... - falei com um tom mais sério, afastando a mão dela, que se movia ritmicamente sobre minha virilidade. - Lembro que Você me disse que o Gavin, o pai da Brenda, também tinha um pau mole e era quase da minha idade. Então acho que tudo se resume à sorte no sorteio.

A Sarah me olhou com um sorriso quente e suave. Ela sabia que eu não era como os outros caras que tentavam enfiar a mão por baixo da saia dela. Sabia que, por mais que eu quisesse foder ela com tudo, explorar cada buraco, curva e fenda do corpo dela e passar a noite inteira incrível com ela, eu era capaz de dizer não e trazer ela de volta à realidade. Acho que é por isso que ela (e as outras) continuam voltando pra mais...

Começamos a nos vestir, mas percebi que a Sarah ficava me encarando de vez em quando, conferindo se eu tinha mudado de ideia.

• Então... resumindo, você quer comprar um carro pra ela? - ela perguntou enquanto arrumava a blusa.

- Não tenho certeza! - respondi, ajustando o cinto. - Sei que ela precisa do dinheiro... mas também sei que ela ainda sente falta da vida antiga dela.

A Sarah sorriu suavemente.

• Então... são
muito bons amigos com direito a rola... — apontou com um toque de ciúmes.

Suspirei.

— Pra ser sincero, é mais um saco do que outra coisa. — respondi com um tom inseguro e reclamão. — Ela invade meu escritório uma ou duas vezes por mês e me trata como se eu fosse o brinquedo sexual pessoal dela.
vadia gostosaSarah riu.

• Até que entendo o jeito dela pensar!

A real é que, sim, não tava exagerando quando falei que a Izzie me trata como um brinquedo sexual. Normalmente ela entra no meu escritório sem avisar enquanto tô trabalhando, tranca a porta e levanta a saia. Às vezes, nem calcinha ela usa. E por mais que isso seja muito excitante, não tô totalmente certo se ela gosta de mim de verdade ou só me vê como um consolo ambulante glorificado.
advogada gostosaDepois que se vestiu, Sarah suspirou enquanto olhava pro celular. Três mensagens não lidas do Matty.

• Tá vendo o que eu tenho que aguentar? O Matty já tá me pedindo pra engolir a porra da gozada insignificante dele. Enquanto isso, minha filha, aquela putinha, fica na casa da amiga com a desculpa de ajudar a cuidar da irmã mais nova enquanto os pais tão fora, provavelmente dividindo a mesma cama com a desculpa de que
estudiam juntas até altas horas da noiteEngoli saliva. A ideia de Calliope e Brenda brincando peladas juntas era ao mesmo tempo excitante e estimulante.27: Valor residualDe volta ao saguão, Grayson nos cumprimentou mais uma vez.

> Fico muito feliz em vê-la de novo, senhora Sarah! Espero de verdade que o senhor Marco a traga aqui mais vezes. — disse com nostalgia.

Embora seja mais velho, na casa dos sessenta ou setenta anos, ele é muito educado com a Sarah, mesmo que ela não o ache atraente.

• Eu também espero, Grayson! — respondeu com um suspiro suave, me encarando. — Eu também espero!

Grayson assentiu educadamente, embora seus olhos brilhassem com algo indecifrável, talvez nostalgia, talvez desejo. O jeito que ele demorou digitando os dados do meu recibo sugeria que já tinha visto essa dança antes, décadas atrás, com rostos diferentes.

O ar dentro da caminhonete estava carregado de tensão mal resolvida enquanto eu dirigia pelas ruas de Melbourne, com o perfume da Sarah flutuando como um fantasma entre nós. Ela fazia desenhos sem sentido na própria coxa, as unhas enganchando de vez em quando no tecido da saia, um tique nervoso que eu lembrava dos nossos primeiros encontros escondidos. Cada sinal vermelho parecia um convite, os joelhos dela roçavam nos meus enquanto ela se mexia, o calor entre nós pulsava como um segundo coração.

• Você sempre podia… — sussurrou tímida e insegura, tamborilando os dedos no apoio de braço. — passar no meu apartamento sem avisar. Como nos velhos tempos.

A sugestão ficou no ar, cheia de promessas e impraticabilidade.

Do lado de fora do prédio dela, a luz da rua piscava, projetando sombras compridas no rosto dela enquanto ela desafivelava o cinto de segurança com uma lentidão proposital. Os dedos dela pararam no botão de liberação, os nós dos dedos ficaram brancos e depois relaxaram. Uma rendição silenciosa. Quando ela se virou pra mim, os lábios estavam levemente entreabertos, e um tremor leve denunciava a compostura dela. Nosso beijo começou casto, como uma formalidade, até a língua dela roçar na minha. com urgência repentina. A mão dela agarrou minha camisa, me puxando pra perto como se pudesse nos fundir só com a força da vontade. O console tava cravando nas minhas costelas, o volante apertando desconfortável na minha coxa, mas nada disso importava.

Eu conhecia o gosto do café vagabundo do hotel que a gente dividiu depois, amargo e doce, com um toque de algo mais escuro: arrependimento, talvez, ou fome. Os dentes dela rasparam meu lábio inferior numa exigência silenciosa:
Lembra disso! Me lembra!O beijo só se desfez quando o celular vibrou entre nós (a quinta mensagem do Matty em uma hora) e ela gemeu contra minha boca, a frustração vibrando por todo o corpo dela.

• Porra! - sussurrou, com a testa encostada na minha. O polegar dela percorreu a barba por fazer da minha mandíbula, memorizando a textura.

A gente se encarou com um toque de tristeza: queríamos mais. Não dava pra ter. Nossos mundos tinham mudado.

Os dedos de Sarah demoraram no meu antebraço, as unhas pressionando o suficiente pra deixar marcas finas em meia-lua na minha pele. A luz da rua piscava sobre a gente, projetando sombras tortas no rosto dela, com reflexos que destacavam o contorno dos lábios entreabertos e a umidade no canto do olho, algo que ela nunca admitiria.

• A gente se fala! - sussurrou, tentando soar profissional e fria, com a voz rouca de horas de gemidos.

O polegar dela percorreu a veia do meu pulso, traçando a batida como se quisesse gravar o ritmo. O ar entre a gente tava carregado com cheiro de sexo, dos bancos de couro e do perfume dela se desvanecendo. Uma mistura que ia me assombrar durante a viagem pra casa, enquanto eu tentava anotar mentalmente pra nunca esquecer ela por completo.
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