Meu nome antes era Antônio, mas desde que aquela doença estranha apareceu tão rápido quanto sumiu, me chamo Ângela. Por causa de uma doença rara, mudei de gênero, assim como umas centenas de outras pessoas. Alguns conseguiram voltar ao normal, mas eu não consegui por causa do meu sangue — pelo menos foi o que minha mãe disse há 6 meses. Passei de 1,80m para 1,62m, de 88 quilos para apenas 55 quilos, perdendo o sobrepeso e a altura para me tornar uma mulher de cabelos longos, peitos tamanho E, coxas e bunda grandes, com uma cintura perfeita para garantir a sobrevivência da humanidade, se necessário...
Minha mãe é uma pessoa muito liberal, então ela lidou melhor com isso do que eu no começo. Eu tinha acabado de fazer 15 anos e era extremamente virgem e antissocial. Não gosto de homens, embora agora tenha milhares de seguidores nas redes sociais e um monte de mensagens de apaixonados ou gente que só quer transar comigo, mensagens que eu ignoro, porque me recuso a colocar um pinto na minha buceta. No entanto, por causa da situação da minha mãe e do aumento dos meus fãs, abri um OnlyFans e comecei a fazer lives onde faço cosplay. Vivo tocando meus peitões enormes que enlouquecem qualquer um, me visto como uma puta e escrevo o nome de seguidores virgens nos meus peitos com caneta por 100 dólares a foto. É algo que ajuda bastante minha mãe, mesmo ela não sabendo de onde vem o dinheiro. Vou pra academia, tô gostando do meu novo corpo. Frequento uma só de mulheres pra evitar contato masculino e poder ver elas peladas sem problema nenhum. Convenci minha mãe a me colocar num colégio só de meninas pra ficar o mais longe possível de homens. Não é por vergonha, porque antes eu não tinha tantos amigos. É por causa de uma coisa que aconteceu uma vez...
No mês da minha transformação, criei coragem pra sair. Fui dar um rolê pela cidade e ver um filme. Uns caras me gritaram umas coisas na entrada do cinema, umas putarias sobre meu corpo, porque tive que usar roupa da minha mãe, já que era o que servia em mim. Usei uma blusa que apertava meus peitos, porque eles são maiores que os dela (ela usa copa D), e ainda fazia a blusa subir, deixando ela como se fosse uma cropped. A calça apertava demais nas minhas coxas, quadril e bunda, então tive que usar uma saia que levantava de vez em quando, mostrando um pouco da minha bunda redonda e bem feita. Não tinha experiência em me cuidar disso, só coloquei meu fone no último volume pra não ouvir os gritos pedindo pra eu mostrar os peitos ou um monte de frases obscenas. Por um momento, esqueci que era uma gostosa sem sutiã e de calcinha fio dental andando pela cidade, o que me fez ignorar que, ao chegar no cinema, dois caras mais velhos estavam me seguindo.
Estava sentada na sala do cinema e chegaram aqueles dois senhores de barrigões enormes, com uns 90 quilos cada, fedendo a suor, álcool e cigarro. Um sentou do meu lado direito e o outro do esquerdo. A sala não estava vazia, mas a gente tava sozinho na última fileira. Eu ia trocar de lugar quando congelei ao ver que um tava se tocando no pau por cima da calça e o outro só olhando meus peitos se mexendo com minha respiração ofegante. De repente, o filme começou com um estrondo forte e tentei levantar, mas a mão do homem que tava se tocando tapou minha boca e juro que dava pra sentir a sujeira e o cheiro do pau dele nos dedos. O outro me pegou pelo ombro e me puxou de volta pro assento. Ninguém ouviu nada. "É, se gritar, a gente te estupra", disse o que me pegou pelas costas num sussurro no meu ouvido. "Vai ser melhor se cooperar. Vai gritar?" perguntou o que tinha a mão na minha boca. Tava aterrorizada, mas eles eram muito fortes e, de medo, só consegui balançar a cabeça que não. "Boazinha", disse o senhor da minha direita. "Só queremos que você faça um trabalhinho com as mãos e a boca. Já deve ter muita experiência." Balancei a cabeça que não de novo. "Não? Vestida que nem uma puta e nunca chupou um pau?" sussurrou o outro, e eu não parava de chorar. Então os dois homens me soltaram com a promessa de que não gritaria. Cada um pegou uma das minhas coxas e, mesmo eu resistindo, abriram minhas pernas totalmente. Puxaram minha calcinha pro lado e rapidamente um foi pro meu clitóris. Dessa vez fui eu que coloquei as duas mãos na boca pra evitar gemer. "Você é mesmo uma iniciante", disse o da esquerda. "Não se preocupa, você tem duas horas pra aprender." Não consegui ver nada do filme. Os dois me dedaram na primeira metade, criando fogos de artifício na minha cabeça. Eu soltava jatos da minha buceta. Um tirou os sapatos e enfiou as meias fedorentas na minha boca pra evitar que eu gemesse alto. Me beijaram de formas lascivas e também tiraram as... Bubies do meu decote sem muito esforço, tinha um em cada peito sugando meus mamilos feito bebês. E o pior de tudo é que... eu tava adorando, meu banco ficou todo molhado da minha buceta encharcada desde o momento em que me encurralaram.
O resto da hora do filme, eu não vi... me mandaram descer pro chão e passei o tempo todo de joelhos chupando os paus e as bolas deles. A sensação quando eles tiraram os paus e me puxaram à força foi indescritível. Quando eles tiraram os paus cheios de suor e sujeira, um cheiro invadiu meu nariz, um cheiro forte, parecido com peixe. Eram paus grossos, nem gigantes, nem pequenos, um tamanho na medida. Empurraram minha cabeça pro primeiro pau.
N-não... só consegui murmurar baixinho quando, de repente, comecei a engasgar com um gosto salgado e nojento que invadia minha boca, mas explodia minha cabeça. Enfiavam um pau de cada vez enquanto outro apalpava meus peitos ou minha bunda, já que, de joelhos, minha bunda enorme levantava minha saia. Também chegaram a meter os dois ao mesmo tempo, sem se importar se eu me afogava. Sussurraram pra eu usar os peitos pra masturbar eles, e eu só obedeci, tava meio que num transe. Só sentia uma poça enorme se formando no chão, vazando da minha buceta. Rápido, enfiaram os dois paus juntos na minha boca e gozaram, o esperma escorria pelo meu queixo até chegar nos meus peitos, e meu nariz soltava gotas daquele líquido grosso.
Bebe ou se afoga" — disse o cara da minha direita. Fechei a boca enchendo as bochechas e, entre engasgos, engoli tudo, sentindo aquele líquido fedorento e grosso descendo pela minha garganta até o estômago, esquentando tudo no caminho. Quando engoli tudo, eles me olhavam extasiados. Apoiei as mãos no chão, apertando meus peitos com os cotovelos, e abri a boca o máximo que pude, mostrando que tinha engolido tudo. Eles ficaram felizes e eu... também. "T-tô com sede" — sussurrei — "por favor, tô morrendo de sede." "Ah, amor, é verdade, já faz uma hora e meia que você não bebe nada" — disse um — "fecha os olhos e abre a boca, vou te dar algo." Quando fiz isso e me aproximei, em segundos senti um jorro quente e amargo na minha língua e boca. Abri os olhos e minha visão foi invadida por um pau mijando na minha boca. Quis gritar, tava perdendo a cabeça, mas só consegui ficar ali de joelhos, de boca aberta, recebendo aquele líquido dourado, e depois mais do amigo dele. Rapidamente, as luzes acenderam, o filme acabou e, com isso, meu transe. Eles guardaram os paus na hora, baixei o olhar rápido e vi que toda minha roupa tava encharcada, meus peitos cobertos de porra e saliva, enquanto meus joelhos estavam numa poça. Percebi que não tinha mais calcinha, nem sei como ou quando tirei.
Que cheiro horrível é esse?" – alguém falou cinco fileiras atrás da gente, com certeza o cheiro chegou até eles em algum momento do filme. "Ei! O que vocês estão fazendo aí?" – gritou o funcionário do cinema que tava limpando a sala lá embaixo, e começou a subir as escadas rápido. Não pensei em nada, só levantei e comecei a correr pra porta de saída, sorte que ela tava do lado da última fileira. Meus peitos balançavam e vazavam, minha roupa tava colada no corpo de tão molhada que eu tava, minha bunda e buceta estavam de fora e foi a primeira coisa que levantei. Dá pra ver as mulheres na sala me olhando com nojo e os caras (vários com as namoradas) abrindo a boca de um jeito muito engraçado, se eu tivesse mais perto, com certeza via uma ereção enorme crescendo nas calças deles. Corri sem perceber que meus peitos pulavam e todo mundo ficava chocado, o bom é que na área da saída não tem câmeras.
Levantei o decote e, quando olhei pra trás, não consegui ver se os dois senhores estavam atrás de mim. Com certeza também saíram correndo, mas eu fui muito mais rápida. Corria ignorando como todo mundo via minha bunda e meus peitos quicando numa blusa colada que deixava pouco pra imaginação. Ao sair, peguei um táxi onde, por sorte, a motorista era mulher. Ela me olhou dos pés à cabeça, dei meu endereço e, sem dizer nada, ela arrancou. Durante toda a viagem, abaixei os vidros mesmo o carro tendo ar-condicionado, e cheguei rápido em casa pra tomar banho e fingir que nada aconteceu. Mas... não consegui. Foi uma experiência única e mágica. Só de lembrar, sentia que me molhava e me masturbei o dia inteiro pensando nisso. Ficava com medo de que, se não tivessem nos notado, talvez eu tivesse ido pra cama com eles. Por isso, fui pra uma escola só de mulheres, vou a uma academia só de mulheres com minha mãe de acompanhante muitas vezes e, apesar de fazer stream e conteúdo no OnlyFans, todos os dias que preciso sair, vou disfarçada com roupas muito sem graça e que tapam tudo. Mesmo assim, é impossível não ver o tamanhão dos meus peitos e da minha bunda. Gritam comigo o tempo todo e me cantam, mesmo assim. Mas me cuido pra não cair nas tentações de novo e deixar de ser eu mesma. Pelo menos foi o que fiz por uns meses, até que minha mãe chegou e me deu a surpresa: de manhã, íamos viajar de férias pra uma praia em Miami. Naquele lugar, virei uma puta amante de paus e uma perfeita engolidora de porra... Continua...

Minha mãe é uma pessoa muito liberal, então ela lidou melhor com isso do que eu no começo. Eu tinha acabado de fazer 15 anos e era extremamente virgem e antissocial. Não gosto de homens, embora agora tenha milhares de seguidores nas redes sociais e um monte de mensagens de apaixonados ou gente que só quer transar comigo, mensagens que eu ignoro, porque me recuso a colocar um pinto na minha buceta. No entanto, por causa da situação da minha mãe e do aumento dos meus fãs, abri um OnlyFans e comecei a fazer lives onde faço cosplay. Vivo tocando meus peitões enormes que enlouquecem qualquer um, me visto como uma puta e escrevo o nome de seguidores virgens nos meus peitos com caneta por 100 dólares a foto. É algo que ajuda bastante minha mãe, mesmo ela não sabendo de onde vem o dinheiro. Vou pra academia, tô gostando do meu novo corpo. Frequento uma só de mulheres pra evitar contato masculino e poder ver elas peladas sem problema nenhum. Convenci minha mãe a me colocar num colégio só de meninas pra ficar o mais longe possível de homens. Não é por vergonha, porque antes eu não tinha tantos amigos. É por causa de uma coisa que aconteceu uma vez...
No mês da minha transformação, criei coragem pra sair. Fui dar um rolê pela cidade e ver um filme. Uns caras me gritaram umas coisas na entrada do cinema, umas putarias sobre meu corpo, porque tive que usar roupa da minha mãe, já que era o que servia em mim. Usei uma blusa que apertava meus peitos, porque eles são maiores que os dela (ela usa copa D), e ainda fazia a blusa subir, deixando ela como se fosse uma cropped. A calça apertava demais nas minhas coxas, quadril e bunda, então tive que usar uma saia que levantava de vez em quando, mostrando um pouco da minha bunda redonda e bem feita. Não tinha experiência em me cuidar disso, só coloquei meu fone no último volume pra não ouvir os gritos pedindo pra eu mostrar os peitos ou um monte de frases obscenas. Por um momento, esqueci que era uma gostosa sem sutiã e de calcinha fio dental andando pela cidade, o que me fez ignorar que, ao chegar no cinema, dois caras mais velhos estavam me seguindo.
Estava sentada na sala do cinema e chegaram aqueles dois senhores de barrigões enormes, com uns 90 quilos cada, fedendo a suor, álcool e cigarro. Um sentou do meu lado direito e o outro do esquerdo. A sala não estava vazia, mas a gente tava sozinho na última fileira. Eu ia trocar de lugar quando congelei ao ver que um tava se tocando no pau por cima da calça e o outro só olhando meus peitos se mexendo com minha respiração ofegante. De repente, o filme começou com um estrondo forte e tentei levantar, mas a mão do homem que tava se tocando tapou minha boca e juro que dava pra sentir a sujeira e o cheiro do pau dele nos dedos. O outro me pegou pelo ombro e me puxou de volta pro assento. Ninguém ouviu nada. "É, se gritar, a gente te estupra", disse o que me pegou pelas costas num sussurro no meu ouvido. "Vai ser melhor se cooperar. Vai gritar?" perguntou o que tinha a mão na minha boca. Tava aterrorizada, mas eles eram muito fortes e, de medo, só consegui balançar a cabeça que não. "Boazinha", disse o senhor da minha direita. "Só queremos que você faça um trabalhinho com as mãos e a boca. Já deve ter muita experiência." Balancei a cabeça que não de novo. "Não? Vestida que nem uma puta e nunca chupou um pau?" sussurrou o outro, e eu não parava de chorar. Então os dois homens me soltaram com a promessa de que não gritaria. Cada um pegou uma das minhas coxas e, mesmo eu resistindo, abriram minhas pernas totalmente. Puxaram minha calcinha pro lado e rapidamente um foi pro meu clitóris. Dessa vez fui eu que coloquei as duas mãos na boca pra evitar gemer. "Você é mesmo uma iniciante", disse o da esquerda. "Não se preocupa, você tem duas horas pra aprender." Não consegui ver nada do filme. Os dois me dedaram na primeira metade, criando fogos de artifício na minha cabeça. Eu soltava jatos da minha buceta. Um tirou os sapatos e enfiou as meias fedorentas na minha boca pra evitar que eu gemesse alto. Me beijaram de formas lascivas e também tiraram as... Bubies do meu decote sem muito esforço, tinha um em cada peito sugando meus mamilos feito bebês. E o pior de tudo é que... eu tava adorando, meu banco ficou todo molhado da minha buceta encharcada desde o momento em que me encurralaram.
O resto da hora do filme, eu não vi... me mandaram descer pro chão e passei o tempo todo de joelhos chupando os paus e as bolas deles. A sensação quando eles tiraram os paus e me puxaram à força foi indescritível. Quando eles tiraram os paus cheios de suor e sujeira, um cheiro invadiu meu nariz, um cheiro forte, parecido com peixe. Eram paus grossos, nem gigantes, nem pequenos, um tamanho na medida. Empurraram minha cabeça pro primeiro pau.
N-não... só consegui murmurar baixinho quando, de repente, comecei a engasgar com um gosto salgado e nojento que invadia minha boca, mas explodia minha cabeça. Enfiavam um pau de cada vez enquanto outro apalpava meus peitos ou minha bunda, já que, de joelhos, minha bunda enorme levantava minha saia. Também chegaram a meter os dois ao mesmo tempo, sem se importar se eu me afogava. Sussurraram pra eu usar os peitos pra masturbar eles, e eu só obedeci, tava meio que num transe. Só sentia uma poça enorme se formando no chão, vazando da minha buceta. Rápido, enfiaram os dois paus juntos na minha boca e gozaram, o esperma escorria pelo meu queixo até chegar nos meus peitos, e meu nariz soltava gotas daquele líquido grosso.
Bebe ou se afoga" — disse o cara da minha direita. Fechei a boca enchendo as bochechas e, entre engasgos, engoli tudo, sentindo aquele líquido fedorento e grosso descendo pela minha garganta até o estômago, esquentando tudo no caminho. Quando engoli tudo, eles me olhavam extasiados. Apoiei as mãos no chão, apertando meus peitos com os cotovelos, e abri a boca o máximo que pude, mostrando que tinha engolido tudo. Eles ficaram felizes e eu... também. "T-tô com sede" — sussurrei — "por favor, tô morrendo de sede." "Ah, amor, é verdade, já faz uma hora e meia que você não bebe nada" — disse um — "fecha os olhos e abre a boca, vou te dar algo." Quando fiz isso e me aproximei, em segundos senti um jorro quente e amargo na minha língua e boca. Abri os olhos e minha visão foi invadida por um pau mijando na minha boca. Quis gritar, tava perdendo a cabeça, mas só consegui ficar ali de joelhos, de boca aberta, recebendo aquele líquido dourado, e depois mais do amigo dele. Rapidamente, as luzes acenderam, o filme acabou e, com isso, meu transe. Eles guardaram os paus na hora, baixei o olhar rápido e vi que toda minha roupa tava encharcada, meus peitos cobertos de porra e saliva, enquanto meus joelhos estavam numa poça. Percebi que não tinha mais calcinha, nem sei como ou quando tirei.
Que cheiro horrível é esse?" – alguém falou cinco fileiras atrás da gente, com certeza o cheiro chegou até eles em algum momento do filme. "Ei! O que vocês estão fazendo aí?" – gritou o funcionário do cinema que tava limpando a sala lá embaixo, e começou a subir as escadas rápido. Não pensei em nada, só levantei e comecei a correr pra porta de saída, sorte que ela tava do lado da última fileira. Meus peitos balançavam e vazavam, minha roupa tava colada no corpo de tão molhada que eu tava, minha bunda e buceta estavam de fora e foi a primeira coisa que levantei. Dá pra ver as mulheres na sala me olhando com nojo e os caras (vários com as namoradas) abrindo a boca de um jeito muito engraçado, se eu tivesse mais perto, com certeza via uma ereção enorme crescendo nas calças deles. Corri sem perceber que meus peitos pulavam e todo mundo ficava chocado, o bom é que na área da saída não tem câmeras.
Levantei o decote e, quando olhei pra trás, não consegui ver se os dois senhores estavam atrás de mim. Com certeza também saíram correndo, mas eu fui muito mais rápida. Corria ignorando como todo mundo via minha bunda e meus peitos quicando numa blusa colada que deixava pouco pra imaginação. Ao sair, peguei um táxi onde, por sorte, a motorista era mulher. Ela me olhou dos pés à cabeça, dei meu endereço e, sem dizer nada, ela arrancou. Durante toda a viagem, abaixei os vidros mesmo o carro tendo ar-condicionado, e cheguei rápido em casa pra tomar banho e fingir que nada aconteceu. Mas... não consegui. Foi uma experiência única e mágica. Só de lembrar, sentia que me molhava e me masturbei o dia inteiro pensando nisso. Ficava com medo de que, se não tivessem nos notado, talvez eu tivesse ido pra cama com eles. Por isso, fui pra uma escola só de mulheres, vou a uma academia só de mulheres com minha mãe de acompanhante muitas vezes e, apesar de fazer stream e conteúdo no OnlyFans, todos os dias que preciso sair, vou disfarçada com roupas muito sem graça e que tapam tudo. Mesmo assim, é impossível não ver o tamanhão dos meus peitos e da minha bunda. Gritam comigo o tempo todo e me cantam, mesmo assim. Mas me cuido pra não cair nas tentações de novo e deixar de ser eu mesma. Pelo menos foi o que fiz por uns meses, até que minha mãe chegou e me deu a surpresa: de manhã, íamos viajar de férias pra uma praia em Miami. Naquele lugar, virei uma puta amante de paus e uma perfeita engolidora de porra... Continua...
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