venganza al papa de mi amigo

Fala aí, sou o Raul e queria contar essa história que acho que é o lugar ideal pra isso.

Quando eu tinha 19, fui pra um chalé com meu melhor amigo, outro amigo, a mãe dele e o namorado dela. A mãe dele é uma milf, hoje eu tenho 23, então a tia deve ter uns 41 ou 42, mas naquela época ainda era uma trintona e, caralho, era de dar água na boca. Mas fazer o quê, era a tia, então não dava pra mexer, ou pelo menos nunca pensei nisso além de umas punhetas de noite, mas nada sério.

A parada é que o tio e a tia completavam 5 anos de namoro e iam ficar noivos, então me chamaram pra um chalé. Compramos um monte de cerveja e umas tequilas, mas ninguém comprou quase nada pra comer, e foi aí que tudo começou a dar errado.

Bebi uma cerveja sem ter comido nada, então basicamente foi minha janta, porque iam fazer carne só de noite. Começamos a fazer a fogueira e acabamos comendo umas 11 da noite, mas já tava todo mundo bêbado pra caralho. Esqueci de falar que o amigo do meu amigo chamou outro cara que eu nem conhecia direito, então nem falava com o filho da puta, e ele ainda era metido, mal falava. E a tia e o tio cada vez ficavam mais bêbados, o tio nunca pediu ela em casamento. Umas meia-noite, eu só queria dormir, então fui me arrumar no quarto e percebi que tinha uma cama de casal. Fui falar com o Martin (meu amigo), e o filho da puta me disse que a gente se virava ali. Fui no banheiro e, quando voltei, o arrombado já tava deitado na cama e tinha derrubado um copo de bebida, então não quis deitar ali. Fui falar com o tio pra ver o que a gente podia fazer, já que éramos novos. Quando entrei, o tio tava sem camisa e a tia parecia que tava no banho dele. Perguntei: "Ô tio, o que a gente faz?" E ele respondeu todo cuzão: "Sei lá, se vira." Eu pensei: "Porra, me chamam pra um churrasco e não tem nem carne, e pra dormir não tem cama, que merda." Aí ele empurrou minha cara e disse: "Sai daqui, moleque filho da puta." Fiquei puto, nunca tinha visto ele bravo e ainda me desrespeitar daquele jeito. Aí fui embora. Fui pra dentro e lá estava esse cara, o tal amigo do meu melhor amigo, dormindo numa cadeira de praia. Aí fui pra dentro, me agasalhei com um moletom e uma jaqueta, e tentei me acomodar. Quando comecei a ouvir gemidos... sacquei na hora que estavam transando. A parada durou menos que um peido, e o cara saiu de cueca e começou a beber. Pegou um limão, cortou, tomou uma cerveja de uma vez com limão e sentou numa cadeira olhando pra fora. Quando percebi que ele tava dormindo porque começou a roncar. Aí pensei: "foda-se, vou deitar na cama desse otário, já que a tia deve estar apagada". Quando cheguei, dava pra ver pouco, mas dava pra notar a tia deitada. Então me meti na cama de roupa mesmo, não queria desrespeitar. Quando me deitei, ela perguntou: "Trouxe água?" Fiquei petrificado. Falei: "Não, tia, sou eu". Ela: "Ah? Quem é?" Falei: "Tia, sou o Raul". Ela: "Não, sai daqui, você vai foder tudo, não podemos fazer isso". Eu fiquei excitado, pensei: "Que porra, eu vim dormir", mas a tia me considerou na hora, hahaha. Falei: "Tia, calma". Ela disse: "Não, cara, sai", falando baixinho, "não podemos fazer isso". Eu me aproximei porque sacquei todos os sinais e comecei a tocar um peito que dava pra ver um pouco. Foi uau, um peito macio, gostoso. Ela começou a falar: "Não, isso não tá certo". Eu comecei a descer e a dar beijos super românticos no peito dela, chupando devagar, curtindo minha vingança contra esse filho da puta que me trouxe pra essa merda de festa. Ela começou a abraçar minha cabeça contra o peito dela e gemia bem baixinho. Chupei os peitos dela por um tempo, virei ela, super submissa, ela ficou de bruços. Lambi meu pau e encostei na bunda dela. Ela disse: "Não! Assim de uma vez?" Eu: "Shh, tia, calma". Ela: "Não, cara, não". Falei: "Que porra, tia, não vou enfiar o resto do outro cara". Ela ficou quieta. Aí me posicionei e enfiei. Ela começou a gemer, a safada teve que morder o travesseiro. Falei: "Vem, tia", e coloquei ela de quatro. Perguntei: "Gosta de ser tratada como uma puta?" Ela: "Cala a boca!" E começou a rebolar. Aí fui fundo na bunda dela com ela. queria continuar, então continuei empurrando até que endureceu e, sem tirar de dentro, meti nela. Enquanto a sufocava e metia forte, enchi a buceta dela duas vezes, falava "tia, é minha puta". E a tia só calada, gemendo. No dia seguinte, me sentia o cara, a tia quieta, e deixamos assim, nunca falamos sobre o assunto, mas naquela noite ela foi minha puta. E o filho da puta me pediu desculpas um mês depois, mas já tinha comido a tia, então foda-se, já tinha me vingado.

2 comentários - venganza al papa de mi amigo

Por el lenguaje sea chileno....porque pololeo y caleta palabras de chilenos.....