Minha esposa me trocou por um Alfa / 3ª Parte

O impacto de que a separação fosse uma chance agora real e concreta cobrou seu preço. Passei aquela noite e os dias seguintes bem preocupado.


Por sorte, a gente não tinha filhos. Mas por um momento, o tesão, a adrenalina, o morbo, a putaria e a humilhação ficaram bem em segundo plano. Ao mesmo tempo, dava pra ver que ela também tava preocupada.


No entanto, teve um evento em particular que chamou a atenção de novo; a proposta da Carlita...


Quer ver ele me comendo ao vivo pela primeira vez?


A ideia me tentou pra caralho e, por mais estranho que possa parecer, dissipou a angústia da minha mente e do meu corpo.
Realmente, além da situação, eu tava doida pra ver aquilo.




Fica ligado que tu vai ter que ir... preparado. Tipo, é... outra parada, totalmente diferente. O sexo com ele é...


Melhor?


Ah, pois é. Você já sabe, né. Sim. Muito melhor. É outro mundo. Não tô dizendo que sexo com você é ruim...


Vai, Carla... tô gostando. Fala pra mim e pronto...


Kkkk, tá bom, tá bom. Sim, é ruim transar com você.


Nem dá pra tirar?; me fala a real na lata...


Não. Não dá nem pra descolar. É uma merda mesmo kkk. E sim... pra você ter material mental pra punheta humilhante; sim, várias das minhas amigas sabem, e sim, elas morrem de rir. Literalmente.




Um dia e meio se passou entre a proposta eo dia da verdadeO encontro foi no apê dele e, desde o começo, foi uma combinação explosiva entre humilhação bem pesada e total naturalidade.


Assim que chegou, ela meteu a boca na dele com um beijão. Ele me cumprimentou na maior tranquilidade e com a maior boa vibe de quem sabe que já tá tudo resolvido. Não tinha chegado "o marido", mas sim "o corno da putinha que eu tô comendo".


A Carla sentou no colo dele na cozinha, e pra mim não deu nem bola. Nós três dividimos umas cervejas, até que eles começaram a se pegar e se apalpar cada vez mais forte.


Embora fosse óbvio, me impactou a confiança que tinha entre eles. Marcos apertava os peitos e a bunda dela como se fossem objetos que pertenciam a ele. Ela soltava gemidinhos e ofegos, cada vez mais entregue e tesuda.


Minha própria e bendita esposa pegou ele pela mão e levou pro quarto.


Eu segui eles, ninguém me convidou pra entrar.


Tudo o que vi em seguida me deixou pasmo.


Não era "diferente", era algo impressionante.


Minha esposa era, de repente, diante dos meus olhos, OUTRA MULHER.


Marcos tratava ela como se fosse a puta mais barata que ele encontrou no canto mais escondido da estrada mais distante.


Nem fodendo que ela teria deixado eu fazer tudo aquilo daquele jeito com ela.


Deu palmadas na bunda dela até deixar o rabo vermelho; entupiu a garganta dela com a pica, fazendo a maquiagem escorrer...


Ela... cada vez mais feliz e entregue.


No começo senti uma certa raiva, mas decidi que o melhor (ou a única opção) era transformar isso em humilhação erótica e aproveitar.


Os gemidos da minha própria esposa foram uma descoberta completamente nova pra mim.


Não eram gemidos, eram choros. Choros cheios de súplica por ele.


As pernas dela tremiam de verdade.


Os gemidinhos de fingimento que ela soltava quando transava comigo não podiam sair da boca da mesma mulher. Não era possível.


Me chamou a atenção o quanto ela era feliz e submissa com ele.


Os choques entre as coxas da frente dele e a bunda dela vão ficar gravados em mim pra sempre, no ritmo dos gritos devocionais dela.


Agacha, abre a boca e mostra a língua, putinha, vai...


E ela obedeceu em segundos, como se fosse uma prioridade de urgência nacional.


Assim ela fez, ajoelhou-se na frente dele, abriu a boca bem grande e colocou toda a superfície da língua para fora.


O que você quer, puta? Me fala...


Toda sua porra!


Vai engolir tudo?


Toda!", respondeu ela, e enquanto soltava um "aaaa" com a boca aberta, na intenção de soar mais bimbo, mais boneca inflável dela.


Mostra pro corno como você engole tudo, sua puta de merda, vai...


Conta pra ele, com a porra na boca", acrescentou.


Olha, corno..." falou de boca cheia, e logo em seguida, engoliu os três litros de porra que tinham acabado de sair das bolas do Marcos.






CONTINUA NA PRÓXIMA PARTE COM O DESFECHO DA SEPARAÇÃO E O DEPOIS.




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