E aí, pessoal, deixo aqui a parte 2 de como comecei a comer minha cunhada.
Depois do que tinha acontecido, eu sabia que, se fosse conseguir comer minha cunhada, era só questão de ter paciência e cuidado, já que minha namorada é meio ciumenta.
Passaram 5 dias, e a semana estava seguindo normalmente. Na quinta-feira, eu tinha que ir trabalhar um pouco mais cedo. Cheguei no trabalho, e me mandaram supervisionar uma obra com um colega. Na verdade, era só revisar documentação e ver se estava tudo certo para a construção. Era algo de umas 2 horas, mas sempre nos davam o dia todo. Então, depois da supervisão, a gente não fazia nada. Só tinha que voltar um pouco antes do horário de saída.
Como eu ia ter a tarde toda livre, decidi colocar em prática um plano que estava bolando para ficar a sós com minha cunhada. Terminando a avaliação, liguei para minha namorada para dizer onde eu estava, e ela me disse que estava trabalhando. Perguntei a que horas ela saía, ela me perguntou por quê. Eu disse que era para sairmos um pouco, e ela falou que ia sair às 8.
Então, saí por volta das 3 e fiquei rezando para meus sogros não estarem em casa. Eu sabia que quase não ficavam de tarde, mas às vezes ficavam o dia todo. Cheguei lá quase 4 horas, bati na porta, esperei e, depois de um tempo, vi uma sombra se aproximando. Eu, nervoso, queria que fosse minha cunhada, mas quem abriu foi a mãe dela. Ela perguntou o que eu estava fazendo ali, que a Alejandra não estava. Eu, meio surpreso, falei: "Ah, é que pensei ter ouvido que hoje ela não ia trabalhar e por isso vim". A mãe dela disse que ia ligar para ela. Eu rapidamente, e um pouco nervoso, falei que não, que eu ia ligar. Ela disse que tudo bem, que já ia sair. Eu já ia voltar derrotado, até que ela gritou para a filha: "Jaque, já vou, amor, daqui a pouco volto".
Aí eu falei: "Desculpe, posso usar seu banheiro antes de ir?". Ela disse que sim, que a Jaqueline estava ali e... tocara. A caminho da porta, as esperanças tinham voltado. Bato na porta e ela me abre, se surpreende em me ver, me pergunta o que eu estava fazendo ali. Digo que normal, que só queria usar o banheiro. Entro no banheiro e nas torneiras do chuveiro tinha igual uma calcinha fio dental, mas agora preta, entro e a cheiro, cheirava super forte a buceta com leves toques de amaciante de roupas, ia começar a me masturbar, mas melhor pego a calcinha, guardo comigo, e desço. Minha cunhada estava na sala sentada, usava uma minissaia que na pose em que estava dava pra ver metade da bunda, começa a me dar uma ereção e me aproximo, sento ao lado dela e digo que não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, que tinha me deixado louco, me aproximo e dou um beijo nela, ela não resistiu no começo mas depois de uns segundos se afasta, e me diz que aquilo não estava certo, que eu era namorado da irmã dela, que aquilo não podia acontecer.
Eu digo que estava tudo bem, que era isso que eu queria, que, se não, não teria me dado a calcinha dela com o cheiro gostoso, ela parecia corada, me aproximo de novo, e a beijo de novo, no beijo começo a descer minha mão até a bunda dela, ela me detém, mas eu pego a mão dela e coloco em cima do meu pau que já estava duríssimo, no começo ela tira, mas eu pego de novo, e coloco de novo em cima do meu pau, e agora ela não tira mais, começa a massagear devagar mas muito gostoso, na verdade.
Volto a levar minha mão até a bunda dela, e dessa vez ela não diz nada, mas ao tentar puxar a calcinha dela de lado, ela se afasta e me diz que devíamos parar, para não cometer uma loucura. Eu só digo que estava tudo bem, que ela não parecia desgostosa, fico cara a cara com ela, e digo, se não quer que nada aconteça, só me diga e paramos, ela só fica calada e olha pro chão, só digo que, se isso era um sim, mas ela fica calada olhando fixamente pro chão, eu a beijo de novo, mas começo a tirar o top dela, ela usava um top rosa, que ficava... Tava bem colado e os peitos dela marcavam super bem. Naquela vez, ela tava usando sutiã, eu tirei. Depois, tirei o sutiã dela, ela não falou nem fez nada. Só quando comecei a chupar os peitos dela que ela soltou um gemido que soou tão gostoso, que comecei a chupar mais rápido. Foi aí que ela me agarrou e me abraçou, pressionando minha cabeça nos peitos dela. Perguntei se ela tava gostando e ela balançou a cabeça confirmando.
Depois de uns minutos, abaixei a calça que eu tava usando, junto com a cueca. Ela viu e agarrou primeiro com uma mão, depois começou a me masturbar com as duas mãos. Eu agarrei o braço dela e a coloquei de joelhos, coloquei meu pau na cara dela. Ela só ficou olhando fixamente, e então coloquei na boca dela. Ela ficou parada um instante, até que meteu a pontinha. Uma sensação das mais gostosas, até senti que meu pau ficou mais duro. Ela começou a chupar só a cabecinha. Eu agarrei o cabelo dela e empurrei pra ela enfiar tudo. Ela só deu uma engasgada e tirou minha mão, e então começou a chupar mais rápido sozinha, com uma técnica incrível. Não consegui segurar muito e, depois de uns 7, 8 minutos, falei que ia gozar. Ela começou a me masturbar e jorrei um jato que caiu no cabelo e nos peitos dela, e até alcançou uma mesinha que tava atrás. Ela perguntou se eu já tava satisfeito e eu disse que não, que só ficaria depois de experimentar tudo dela.
Então levantei ela e deitei no sofá, abaixei a calcinha. No início ela parecia não querer, mas depois não resistiu, até me ajudou a tirar. Me agachei e vi a coisa mais linda: a buceta dela sem nenhum pelo, toda rosadinha, os lábios um pouco finos mas carnudos. Era igual à da minha namorada, só que a da minha namorada tinha pelinhos. Comecei a chupar e tinha o mesmo gosto do cheiro da calcinha azul que ela me deu. Quando comecei a chupar o clitóris dela, ela soltou um gemido muito gostoso e tentou me parar. Eu falei pra ela se deixar levar. ela começa a dizer que aquilo estava errado, eu puxo a calcinha fio dental preta que tinha encontrado e digo: "a menos que você queira que eu ponha a sua calcinha na sua boca pra você ficar quieta". Ela me olha e fala: "essa não é minha, acho que é da minha mãe", diz surpresa. Quando ela falou isso, me deu um tesão enorme. Pego a cabeça dela e mando abrir a boca. Ela não abre, então dou um tapa nela. Depois ela abre e eu enfio a calcinha, digo pra não tirar. Ela balança a cabeça que sim. Deito ela de novo, abro as pernas e continuo chupando. Depois de uns minutos, começou a sair um líquido branco e as pernas dela começaram a tremer. Eu me levanto, seguro ela pelo quadril, cuspo na minha pica e coloco só a cabecinha, depois enfio tudo. Quando vou começar a meter, ela se levanta, tira a calcinha da boca, senta e diz que não, que não estava bem, que se eu quisesse, mas que ela não sabia o que fazer, que melhor a gente parar por ali, que ela precisava pensar. Ela se levanta e veste a roupa, eu também, mas pego a calcinha da mãe dela e guardo.
Digo que foi tudo muito gostoso, que adoraria fazer tudo que tinha dito, tomara que desse. Falo que ela tem meu número pra qualquer coisa, que não contaria pra Ale.
Me despeço e vou embora, feliz, mas meio triste, porque talvez fosse só aquilo mesmo. Depois saí com minha namorada.
À noite, voltei pra casa, tomei banho, guardei minha roupa e a calcinha da minha sogra, e quando já ia dormir, chega uma mensagem. Era minha cunhada, dizia: "Pensei bem e na verdade eu quero". E em outra mensagem: "Você levou a calcinha da minha mãe?" Não respondi mais, mas aquilo tinha me dado esperança de novo.
Até aqui a parte 2, quando tiver um tempo livre vou continuar postando mais histórias.
Depois do que tinha acontecido, eu sabia que, se fosse conseguir comer minha cunhada, era só questão de ter paciência e cuidado, já que minha namorada é meio ciumenta.
Passaram 5 dias, e a semana estava seguindo normalmente. Na quinta-feira, eu tinha que ir trabalhar um pouco mais cedo. Cheguei no trabalho, e me mandaram supervisionar uma obra com um colega. Na verdade, era só revisar documentação e ver se estava tudo certo para a construção. Era algo de umas 2 horas, mas sempre nos davam o dia todo. Então, depois da supervisão, a gente não fazia nada. Só tinha que voltar um pouco antes do horário de saída.
Como eu ia ter a tarde toda livre, decidi colocar em prática um plano que estava bolando para ficar a sós com minha cunhada. Terminando a avaliação, liguei para minha namorada para dizer onde eu estava, e ela me disse que estava trabalhando. Perguntei a que horas ela saía, ela me perguntou por quê. Eu disse que era para sairmos um pouco, e ela falou que ia sair às 8.
Então, saí por volta das 3 e fiquei rezando para meus sogros não estarem em casa. Eu sabia que quase não ficavam de tarde, mas às vezes ficavam o dia todo. Cheguei lá quase 4 horas, bati na porta, esperei e, depois de um tempo, vi uma sombra se aproximando. Eu, nervoso, queria que fosse minha cunhada, mas quem abriu foi a mãe dela. Ela perguntou o que eu estava fazendo ali, que a Alejandra não estava. Eu, meio surpreso, falei: "Ah, é que pensei ter ouvido que hoje ela não ia trabalhar e por isso vim". A mãe dela disse que ia ligar para ela. Eu rapidamente, e um pouco nervoso, falei que não, que eu ia ligar. Ela disse que tudo bem, que já ia sair. Eu já ia voltar derrotado, até que ela gritou para a filha: "Jaque, já vou, amor, daqui a pouco volto".
Aí eu falei: "Desculpe, posso usar seu banheiro antes de ir?". Ela disse que sim, que a Jaqueline estava ali e... tocara. A caminho da porta, as esperanças tinham voltado. Bato na porta e ela me abre, se surpreende em me ver, me pergunta o que eu estava fazendo ali. Digo que normal, que só queria usar o banheiro. Entro no banheiro e nas torneiras do chuveiro tinha igual uma calcinha fio dental, mas agora preta, entro e a cheiro, cheirava super forte a buceta com leves toques de amaciante de roupas, ia começar a me masturbar, mas melhor pego a calcinha, guardo comigo, e desço. Minha cunhada estava na sala sentada, usava uma minissaia que na pose em que estava dava pra ver metade da bunda, começa a me dar uma ereção e me aproximo, sento ao lado dela e digo que não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, que tinha me deixado louco, me aproximo e dou um beijo nela, ela não resistiu no começo mas depois de uns segundos se afasta, e me diz que aquilo não estava certo, que eu era namorado da irmã dela, que aquilo não podia acontecer.
Eu digo que estava tudo bem, que era isso que eu queria, que, se não, não teria me dado a calcinha dela com o cheiro gostoso, ela parecia corada, me aproximo de novo, e a beijo de novo, no beijo começo a descer minha mão até a bunda dela, ela me detém, mas eu pego a mão dela e coloco em cima do meu pau que já estava duríssimo, no começo ela tira, mas eu pego de novo, e coloco de novo em cima do meu pau, e agora ela não tira mais, começa a massagear devagar mas muito gostoso, na verdade.
Volto a levar minha mão até a bunda dela, e dessa vez ela não diz nada, mas ao tentar puxar a calcinha dela de lado, ela se afasta e me diz que devíamos parar, para não cometer uma loucura. Eu só digo que estava tudo bem, que ela não parecia desgostosa, fico cara a cara com ela, e digo, se não quer que nada aconteça, só me diga e paramos, ela só fica calada e olha pro chão, só digo que, se isso era um sim, mas ela fica calada olhando fixamente pro chão, eu a beijo de novo, mas começo a tirar o top dela, ela usava um top rosa, que ficava... Tava bem colado e os peitos dela marcavam super bem. Naquela vez, ela tava usando sutiã, eu tirei. Depois, tirei o sutiã dela, ela não falou nem fez nada. Só quando comecei a chupar os peitos dela que ela soltou um gemido que soou tão gostoso, que comecei a chupar mais rápido. Foi aí que ela me agarrou e me abraçou, pressionando minha cabeça nos peitos dela. Perguntei se ela tava gostando e ela balançou a cabeça confirmando.
Depois de uns minutos, abaixei a calça que eu tava usando, junto com a cueca. Ela viu e agarrou primeiro com uma mão, depois começou a me masturbar com as duas mãos. Eu agarrei o braço dela e a coloquei de joelhos, coloquei meu pau na cara dela. Ela só ficou olhando fixamente, e então coloquei na boca dela. Ela ficou parada um instante, até que meteu a pontinha. Uma sensação das mais gostosas, até senti que meu pau ficou mais duro. Ela começou a chupar só a cabecinha. Eu agarrei o cabelo dela e empurrei pra ela enfiar tudo. Ela só deu uma engasgada e tirou minha mão, e então começou a chupar mais rápido sozinha, com uma técnica incrível. Não consegui segurar muito e, depois de uns 7, 8 minutos, falei que ia gozar. Ela começou a me masturbar e jorrei um jato que caiu no cabelo e nos peitos dela, e até alcançou uma mesinha que tava atrás. Ela perguntou se eu já tava satisfeito e eu disse que não, que só ficaria depois de experimentar tudo dela.
Então levantei ela e deitei no sofá, abaixei a calcinha. No início ela parecia não querer, mas depois não resistiu, até me ajudou a tirar. Me agachei e vi a coisa mais linda: a buceta dela sem nenhum pelo, toda rosadinha, os lábios um pouco finos mas carnudos. Era igual à da minha namorada, só que a da minha namorada tinha pelinhos. Comecei a chupar e tinha o mesmo gosto do cheiro da calcinha azul que ela me deu. Quando comecei a chupar o clitóris dela, ela soltou um gemido muito gostoso e tentou me parar. Eu falei pra ela se deixar levar. ela começa a dizer que aquilo estava errado, eu puxo a calcinha fio dental preta que tinha encontrado e digo: "a menos que você queira que eu ponha a sua calcinha na sua boca pra você ficar quieta". Ela me olha e fala: "essa não é minha, acho que é da minha mãe", diz surpresa. Quando ela falou isso, me deu um tesão enorme. Pego a cabeça dela e mando abrir a boca. Ela não abre, então dou um tapa nela. Depois ela abre e eu enfio a calcinha, digo pra não tirar. Ela balança a cabeça que sim. Deito ela de novo, abro as pernas e continuo chupando. Depois de uns minutos, começou a sair um líquido branco e as pernas dela começaram a tremer. Eu me levanto, seguro ela pelo quadril, cuspo na minha pica e coloco só a cabecinha, depois enfio tudo. Quando vou começar a meter, ela se levanta, tira a calcinha da boca, senta e diz que não, que não estava bem, que se eu quisesse, mas que ela não sabia o que fazer, que melhor a gente parar por ali, que ela precisava pensar. Ela se levanta e veste a roupa, eu também, mas pego a calcinha da mãe dela e guardo.
Digo que foi tudo muito gostoso, que adoraria fazer tudo que tinha dito, tomara que desse. Falo que ela tem meu número pra qualquer coisa, que não contaria pra Ale.
Me despeço e vou embora, feliz, mas meio triste, porque talvez fosse só aquilo mesmo. Depois saí com minha namorada.
À noite, voltei pra casa, tomei banho, guardei minha roupa e a calcinha da minha sogra, e quando já ia dormir, chega uma mensagem. Era minha cunhada, dizia: "Pensei bem e na verdade eu quero". E em outra mensagem: "Você levou a calcinha da minha mãe?" Não respondi mais, mas aquilo tinha me dado esperança de novo.
Até aqui a parte 2, quando tiver um tempo livre vou continuar postando mais histórias.
2 comentários - Me estoy cogiendo a mi cuñada 2