Essa sou eu. No começo, eu era homem, mas no mundo onde vivo, todo mundo nasce homem. Só que quando chega a nossa segunda puberdade, aos 20 anos, se a gente leva pica, nosso corpo começa a produzir hormônios e a gente começa a menstruar. A primeira coisa que muda são os órgãos sexuais, depois o resto do corpo vai mudando devagar. O processo dura meses — pra ser exato, três meses. Nosso pau atrofia e diminui de tamanho até virar um clitóris, formando uma buceta perfeitamente funcional. Nossos quadris alargam e nossos peitos crescem, claro que o tamanho depende da genética.
Embora nem todos os homens virem mulher, tem alguns que continuam sendo homem, fugindo da época de ovulação e ficando homem pra sempre. É assim nessa sociedade: todas as mulheres já foram homens um dia. Tudo começou quando eu tinha 20 anos e decidi ser homem. Arranjei uma namorada, o nome dela era Georgina (sim, antes se chamava George). Ela era uma mina muito gostosa, um ano mais velha que eu, corpo magrinho, pele branca, cabelo castanho claro. E um ano atrás, o pai dela comeu ela, por isso ela virou mulher, a pedido dela mesma, porque queria ser mulher. Vários amigos que conheci no ensino médio agora estavam casados ou com filhos, porque tinham virado mulher. Tudo ia de maravilha até que um dia eu tava vendo um filme completo com minha namorada lá em casa. Eu tava no auge da ovulação e meu plano era fugir daquilo. Naquele dia, meus pais tinham feito um churrasco e tinham enchido a cara. Eram 8 da noite e já todo mundo tinha ido embora, menos uns tios e amigos do meu pai que estavam bebendo no quintal. Um por um foram saindo até que só ficaram um tio e um amigo do meu pai. Eu tava com minha namorada no meu quarto. Minha mãe tinha ido comprar umas coisas antes de fechar o mercado, e meu pai foi junto.

Quando acabou a pipoca, minha namorada desceu pra cozinha pegar mais, mas como ela tava demorando, eu desci também. Foi aí que vi ela na cozinha, mas o amigo do meu pai tava passando a mão nela e beijando ela, e ela parecia estar gostando. Fiquei puto, mas antes que eu pudesse reagir, meu tio me pegou por trás e me colocou de quatro na bancada da cozinha. Nisso, vi o outro cara e minha namorada me olhando. Ela sorriu, tirou a blusa e continuou se beijando com o homem, enquanto meu tio dizia que sempre quis me transformar em mulher, já que eu tinha herdado o corpo voluptuoso da minha mãe, só que mais jovem, e ele queria me fazer dele. Eu forcejei, tentei me soltar, mas já era tarde. Meu tio tinha a calça abaixada e a rola dura dele tava pra fora, pronta pra enfiar no meu cu.
Meu tio Antônio tinha só 34 anos, era novo, não tinha filhos e tava doido pra ter um... comigo... Naquele momento, sem piedade, ele meteu tudo de uma vez. Eu gritei, não de dor — talvez um pouco —, mas porque sabia que nunca mais seria homem, que seria mulher pelo resto da vida. O pau dele entrava e saía do meu cu, enquanto o amigo do meu pai chupava os peitos da minha namorada. Pouco depois, a putinha começou a mamar a rola dele, enquanto eu tava sendo comido. Naquela hora, senti uma eletricidade no corpo todo. Minha voz mudou. Vi o outro cara comendo minha namorada de papai e mamãe. Imediatamente, senti meu pau diminuir de tamanho, enquanto um segundo buraco se formava no lugar. Meus quadris alargaram um pouco, parecia que enchiam um balão a cada estocada que meu tio dava, até que ele finalmente gozou dentro de mim, esporrando tudo lá dentro. Quando terminou, minha voz tinha mudado, soava como de mulher, e minha buceta era completamente uma buceta. Meu tio me largou no chão, com meu cu escorrendo porra, enquanto eu tinha espasmos. Ele se inclinou pra mim e sussurrou no meu ouvido: "Você tá pronta, é uma puta, e logo vai saber como é ser mulher. Enquanto isso, vou comer sua namorada. por um tempo eu desmaiei, mas consegui ver que os dois caras estavam comendo minha namorada e ela tava adorando, a puta tava se divertindo pra caralho
Quando acordei, tava na minha cama e usando uma blusa da minha mãe. O que percebi foi que já tinha peitos — não eram tão grandes quanto os da minha mãe, mas me surpreendi como meu corpo mudou tão rápido. Tava com dor de cabeça e nos quadris, assim como na minha bunda, e usava uma calcinha branca da mesma, mas tinha etiqueta de nova.
Ei, meus quadris, caralho, tão bem largos. Quando me sentei, senti como meu centro de gravidade mudou, porque meus quadris se contorciam e se moviam pra cima e pra baixo quando eu andava. Sem dúvida, tenho que pegar uma gostosa, falei pra mim mesmo. Se meus quadris se mexem quase tão bem quanto os da Shakira, tenho que pegar uma gostosa. Sério que falei isso na minha cabeça?
Quando saí do meu quarto, no corredor encontrei minha mãe, que me atendeu na hora, me chamando de filha. Perguntei o que tinha acontecido depois que desmaiei, e ela disse que me contaria. Nisso, meu pai saiu do quarto dele ao ouvir minha voz. Meu pai disse que bateu no meu tio por fazer aquilo comigo sem meu consentimento. Perguntei sobre minha namorada, mas eles não sabiam de nada — com certeza ela tinha ido com aquele homem pegar um motel.
Que puta que me saiu a Georgina. Pois é, ela me abandonou. Agora tava numa situação que não queria estar. Com o passar das semanas, fui me adaptando aos poucos ao meu novo corpo. No começo, minha mãe me emprestava as roupas dela. Os sutiãs eram a única coisa que não me serviam, mas minha mãe disse que não demoraria muito até que finalmente me servissem. Já as calcinhas fio dental dela, me serviam. Meus quadris alargaram em poucos dias, e minha bunda ficou mais empinada e durinha, bem gostosa pra levar um tapa. Então, o que eu gosto é que minha buceta é grossa — minha vagina ficou bem gostosa, e as calcinhas fio dental me servem bem. Se uso leggings, minha buceta aparece de tão grossa, e combina com meus quadris e minha cintura fina.

Não contei pra minha mãe, mas minha buceta ter amadurecido tão rápido não foi por genética, foi por causa da trepada kkk. Pois é, meu pai me comeu, ou melhor, ele me comeu mesmo. Não sei o que aconteceu, meus hormônios me levaram a seduzir ele por vários dias. Ele não parava de olhar pra minha raba, seja de legging, saia, vestido ou jeans. Um dia que minha mãe não estava, desci pra sala onde meu pai assistia futebol suando, só de fio dental e sutiã. Na frente dele, comecei a rebolando minha bunda. Logo ele começou a chupar e rapidinho se animou, me carregou pro quarto dele pra me fazer amor. Lá ele me fez e desfez antes da minha mãe voltar. Ele meteu com toda força na minha buceta, eu gritava igual uma puta pedindo pica. Que gostoso foi sentir ele injetando o leite dele dentro de mim, enchendo meu útero. Verdadeiramente me fez sentir mulher, mas não engravidei, sorte. Continuamos trepando até minha xota engrossar, mas que delícia sentir o sêmen percorrendo minhas entranhas. Imediatamente meu corpo reagiu aos estímulos e fiquei mais gostosa. Em dois meses, meus peitos cresceram pra um copo C, tive que trocar de sutiã, e minha bunda cresceu, virou um pêssego do caralho. Dava risada quando sentava, meus quadris meio que esticavam, mas é o efeito de ficar caderona. E meu pai vivia apertando minha bunda pela casa toda: na cozinha, na sala, no corredor do segundo andar, etc.
Uma vez que saí com minhas amigas pra praia, todas de biquíni. Muitos homens olhavam com desejo. Minhas amigas me falaram pra criar uma conta no OnlyFans, já que não era casada nem tinha filhos, pra aproveitar, porque muitos homens me desejavam. Elas me convenceram e eu topei. Quando já estávamos indo embora e voltando pro carro, encontramos minha ex-namorada com um homem. Sim, o mesmo que comeu ela na minha frente. Só que a Georgina estava grávida e tinha uns peitos enormes cheios de leite, parecia os aliens que tomam café em "MIB - Homens de Preto", bem prenha. Ela cumprimentou todas nós. mas ela não me reconheceu
Quando fui embora, olhei pra trás vendo como eu era feliz, basicamente olhava pro meu passado e via nela um futuro distópico onde eu poderia ter tido um filho com ela. Depois você vira pra frente e não tinha volta. Uns dias depois, criei minha conta no OnlyFans e comecei a postar fotos do meu quadril, da minha bunda e dos meus peitos. Rapidamente comecei a ter visitas, começaram a pagar pra ver meu conteúdo e tudo foi muito bem. Aos poucos, até começaram a me pedir pedidos meio estranhos, mas eu fazia mesmo assim, em troca de dinheiro, claro.
Um dos meus assinantes era muito fã de mim, até que um dia ele pediu pra eu aceitar um encontro com ele, já que morava na mesma cidade que eu. Obviamente ele ia me pagar, ele tava realmente apaixonado por mim, comprava todos os meus pacotes, sempre era o primeiro a fazer pedidos pra eu mandar fotos enfiando coisas ou tirando fotos bem específicas pra ele. E como ele era basicamente o assinante mais fiel, eu dei a palavra e falei que sim pra sair, e combinamos de nos ver num café. Obviamente ele pagava tudo.
Minha surpresa foi que o misterioso assinante era nada mais, nada menos que o pai de uma amiga. Ele me levou pra comer, depois, como eu já conhecia ele, peguei muita confiança e deixava ele acariciar minha bunda. E no final da noite, ele me levou pra um hotel, onde dei minha bucetinha pra ele e ele meteu tudo. Sinceramente, não durou muito, ele gozou em cima de mim depois de eu chupar ele e limpar a arma. Ele não parava de chupar meus peitos por um bom tempo.
Semanas depois, teve uma reunião de família. Basicamente, uma prima minha tinha casado e o casamento era meio grande. Toda minha família chegou. Eu usei um vestido preto, meio decotado, daqueles vestidos longos e justos. Minha bunda enorme aparecia demais.
Eu dancei com muitos parentes, sempre me tiravam pra dançar. Depois de um tempo, cansei e fiquei conversando com minhas tias e primas na mesa. Depois de um tempo, decidi sair um pouco pra fora do salão de festas pra pegar um ar fresco, já que lá dentro tava muito quente. Tinha muito barulho, laser e fumaça do palco. Aproveitei pra ir no banheiro e depois saí. Fiquei mexendo no celular um tempão, sentada no capô de um carro, até que a pessoa que tava dentro do carro saiu. Eu nem tinha percebido que tinha alguém ali. Minha surpresa foi que a pessoa era meu tio Antônio. Fiquei paralisada na frente dele. Ele só chegou perto de mim e disse: "Olha só como você ficou uma gostosa, essa bunda enorme que você tem me encanta." Alguma coisa dentro de mim explodiu. Não era raiva, não era ódio, era paixão, era uma excitação sem explicação. Tinha algo no meu tio que me atraía pra caralho. Ele falou um pouco, enquanto meu tio continuava falando, quando me dei conta e reagi, já tava colada na parede num canto escuro, me beijando com ele. Ele acariciava meus quadris quando tomei consciência. Afastei ele um pouco com meus braços, mas já tava toda molhada e falei pra gente ir pro carro dele. Em cima do carro, continuamos nos beijando, mas vários dos meus sobrinhos e primos menores estavam saindo correndo por ali. Então, o que meu tio fez foi ligar o carro e dar um perdido. Não muito longe do salão, ele me levou pra um hotel a uns 700 metros de onde a gente tava. Eu já tava consciente e sabia o que ia rolar. O homem que me fez virar mulher ia me foder de novo. Não sabia o que meu pai ia dizer se descobrisse, mas lá dentro do quarto, tomei a iniciativa e quem dominava a situação era eu. Primeiro, tirei a roupa dele, depois lentamente tirei a minha. O coitado do homem não tirava os olhos das minhas tetas. Os olhos dele arregalaram e, num impulso, ele se jogou em cima de mim e meteu a pica sem aviso. Eu gritei de prazer.


AAAHHHHHHH A CLAVADA TINHA SIDO INTENSA
Ele começou a bombar sem parar, enfiando o pau enorme e grosso dele na minha buceta, meus peitos balançavam pra todo lado. O cara era bruto e sabia o que fazia. Depois de uma hora, ele começou a jorrar o leite dele dentro de mim, soltou uma carga enorme, senti grosso e quente nas minhas entranhas. O filho da puta tinha enchido meu útero por completo.
Pouco tempo depois, voltamos pro casamento meio desarrumados, mas por sorte ninguém nos viu, exceto minha mãe. Minha mãe sacou tudo na hora, chegou perto de mim e falou: "Ai, minha filha, não acredito que você teve coragem de fazer isso com ele." Depois a gente riu com um sorrisinho cúmplice, e ela me puxou pra dançar pra todo mundo pensar que a razão do meu suor e cansaço era a dança, e não outra coisa.
A noite terminou bem, bem demais. Durante vários dias, continuei dando pro meu tio em segredo.
Até pedi pra ele gravar um vídeo me comendo pro meu OnlyFans, e ele topou. Então meus assinantes viam um homem me pegando. O engraçado foi que as reações não foram o que eu esperava. Achei que iam elogiar meu vídeo e tal, mas no fim eu machuquei o ego de vários caras ao mostrar que outro homem tinha me feito dele.
Semanas depois, descobri que tava grávida. Não podia acreditar e não queria revelar quem era o pai, então decidi ser mãe solteira.
Um ano depois, eu vivia minha vida como mulher e mãe num apartamentinho que meu tio tinha me dado. Trabalhava como edeccan, mostrando minhas cadeiras rebolando ao dançar, e minhas curvas destacavam demais. Muitos homens paravam pra me olhar, me cumprimentar, até tirar fotos. Além disso, tinha meu OnlyFans, que me dava uma renda extra.






A rotina de uma mãe solteira parece um ciclo sem fim entre o trabalho, a lição de casa e as compras rápidas. Aquela terça-feira não foi diferente. Lembro de estar andando pelo corredor de laticínios, revisando mentalmente meu orçamento pra fazer o essencial render até o fim do mês. Eu tava usando um vestido justo de algodão que sempre me deixava um pouco envergonhada; minhas curvas nunca foram discretas. Meus peitos grandes e meu quadril largo costumam atrair olhares que prefiro ignorar, mas naquela tarde, um olhar pareceu diferente. O encontro inesperado Eu tava tentando pegar um pote de aveia na prateleira de cima quando uma mão masculina e firme pegou ele pra mim. Quando me virei, dei de cara com ele. Era um homem incrivelmente gostoso, daqueles que parecem ter saído de uma revista, mas com um calor nos olhos que me desarmou na hora. — Aqui, pega — ele disse com uma voz grave, me entregando o produto —. Acho que é esse que você tava procurando, né? Agradeci com a voz fraca, sentindo um calor subir no rosto. Ele não me olhou com malícia, mas com uma mistura de respeito e um brilho safado que me fez sentir mulher antes de "mãe". — Sou o Julián — ele completou, se apoiando com elegância no carrinho —. E se você não se importa que eu diga, você tem um sorriso que ilumina esse corredor cinza todo. A conquista O que começou como uma conversa sobre marcas de café terminou numa caminhada lenta até os caixas. O Julián era um cavalheiro à moda antiga: atencioso, engraçado e genuinamente interessado no que eu dizia. Não ligou que meu carrinho tivesse cheio de fraldas e cereais infantis. Quando a gente se despediu no estacionamento, ele pediu meu número com tanta humildade que não consegui recusar. As coisas fluíram com uma naturalidade que me assustava. O primeiro encontro: Ele me levou pra jantar num lugar tranquilo onde a gente pôde conversar por horas. As semanas: Ele me mandava mensagens de "bom dia" que me faziam sorrir na frente do espelho enquanto me arrumava pro trabalho. Os detalhes: Não eram presentes caros, mas o respeito dele pelo meu tempo e meu papel como mãe. Sem que eu percebesse, os dias passaram, depois as semanas, e quase sem notar a transição, os meses sumiram. Num domingo à tarde, enquanto ele me ajudava a preparar o jantar na minha cozinha e brincava com meu filho, parei para observá-lo. Percebi que ele já não era "o homem gostoso do supermercado". Era o homem que conhecia meus medos, que abraçava minhas curvas com adoração e que tinha conquistado um lugar na minha casa. De repente, a palavra "relação" já não era algo que eu procurava, mas algo em que já estava mergulhada fundo, feliz por ter me deixado ser conquistada por aqueles encantos que começaram entre corredores de comida. Um ano ao lado dele foi como um sonho do qual eu não queria acordar. Nossa entrega foi total, uma noite de paixão e promessas que selou nosso destino; pouco depois, a notícia da minha gravidez nos encheu de uma alegria avassaladora. Nos casamos numa cerimônia íntima, onde ele me olhava como se eu fosse o maior tesouro do mundo. No entanto, o véu da perfeição começou a rasgar meses depois do casamento. Uma noite, enquanto procurava uns documentos no escritório dele, encontrei pastas e dispositivos que revelavam uma verdade aterrorizante: Julián não era o homem de negócios que eu pensava. Era um criminoso poderoso, uma figura chave num mundo de sombras, procurado pelas autoridades e dono de uma fortuna incalculável construída sobre o perigo. Meu coração disparou, mas curiosamente, o medo não foi a única coisa que senti. Havia algo nele, uma mistura de magnetismo e uma segurança implacável, que me mantinha presa ao lado dele. O perigo que o cercava, longe de me afastar, exercia uma fascinação estranha sobre mim. Eu me sentia protegida sob a sombra dele, como se o poder dele fosse um escudo para nossa família. Decidi não dizer nada. Assumi o papel de esposa devota e dona de casa perfeita. Me dedicava a cuidar do nosso filho e do nosso lar, aproveitando do luxo que a vida secreta dele nos proporcionava. Toda noite, quando ouvia o carro dele chegar, eu garantia que o clima estivesse perfeito. Sempre o esperava com um jantar delicioso e quentinho e um sorriso, pronta pra ser o refúgio dele. Ele chegava com o olhar cansado e as mãos marcadas por um mundo que eu preferia nem nomear, mas assim que me via, voltava a ser o homem que me conquistou naquele supermercado. Eu sabia quem ele era de verdade, e mesmo assim, escolhia servir o jantar pra ele, amá-lo no silêncio da nossa cumplicidade e curtir a segurança perigosa que só um homem como ele podia me dar. E o melhor vinha à noite: na intimidade do nosso quarto, a gente virava um só. Meus peitões enormes balançavam a cada metida que ele me dava, sempre foi muito intenso. A rudeza e a ternura dele se misturavam ao mesmo tempo. Ele chupava e mordia minhas tetas cheias de leite enquanto enfiava tudo em mim. Minha buceta sentia cada ângulo, cada veia e cada pulsar do pau dele, e, acima de tudo, ele gozava tudo dentro de mim — era a parte mais gostosa. Era a única coisa que me fazia sentir mulher, e isso já bastava.
Semanas depois, aconteceu algo que me deixou pensando por muito tempo. Eu tava andando na rua, voltando de comprar umas coisas pro meu bebê, e inclusive tava com ele no carrinho. Bem na minha frente, na mesma calçada, tava minha ex-namorada com o bebê dela. Ela mostrava os peitões enormes debaixo da blusa decotada. Eu ia ignorar ela completamente, mas ela me cumprimentou toda animada. Fiquei em choque total, não sabia como era possível ela ter me reconhecido. Só fui na onda e, por respeito, respondi oi. De repente, atrás de mim, ouço uma voz de homem familiar. Quando me virei, vi que era meu tio, e ele tava se aproximando dela, pegou ela pela cintura, mostrando e afirmando que tavam juntos. Os dois começaram a falar comigo e a puxar papo. Eu percebia o olhar do meu tio nos meus peitões enormes — obviamente, os peitos da minha ex-namorada não eram grandes o suficiente. como as minhas, eu com orgulho mostrava no meu decote enorme que exibia com orgulho. Por um momento, me desassociei, queria sair dali. Felizmente, bem na hora certa, uma caminhonete preta parou do nosso lado — era meu marido. Ele desceu pra me ajudar a colocar o bebê no carro, e enquanto fazia isso, notei o olhar da minha ex-namorada sobre ele. Basicamente, o que ela viu foi um homem bonito e completo, um homem de verdade que me fazia sentir mulher em todos os aspectos da vida, e principalmente na cama. Quando ela percebeu meu olhar sobre ela, eu só soltei um sorriso e me despedi, subindo na caminhonete.

Embora nem todos os homens virem mulher, tem alguns que continuam sendo homem, fugindo da época de ovulação e ficando homem pra sempre. É assim nessa sociedade: todas as mulheres já foram homens um dia. Tudo começou quando eu tinha 20 anos e decidi ser homem. Arranjei uma namorada, o nome dela era Georgina (sim, antes se chamava George). Ela era uma mina muito gostosa, um ano mais velha que eu, corpo magrinho, pele branca, cabelo castanho claro. E um ano atrás, o pai dela comeu ela, por isso ela virou mulher, a pedido dela mesma, porque queria ser mulher. Vários amigos que conheci no ensino médio agora estavam casados ou com filhos, porque tinham virado mulher. Tudo ia de maravilha até que um dia eu tava vendo um filme completo com minha namorada lá em casa. Eu tava no auge da ovulação e meu plano era fugir daquilo. Naquele dia, meus pais tinham feito um churrasco e tinham enchido a cara. Eram 8 da noite e já todo mundo tinha ido embora, menos uns tios e amigos do meu pai que estavam bebendo no quintal. Um por um foram saindo até que só ficaram um tio e um amigo do meu pai. Eu tava com minha namorada no meu quarto. Minha mãe tinha ido comprar umas coisas antes de fechar o mercado, e meu pai foi junto.

Quando acabou a pipoca, minha namorada desceu pra cozinha pegar mais, mas como ela tava demorando, eu desci também. Foi aí que vi ela na cozinha, mas o amigo do meu pai tava passando a mão nela e beijando ela, e ela parecia estar gostando. Fiquei puto, mas antes que eu pudesse reagir, meu tio me pegou por trás e me colocou de quatro na bancada da cozinha. Nisso, vi o outro cara e minha namorada me olhando. Ela sorriu, tirou a blusa e continuou se beijando com o homem, enquanto meu tio dizia que sempre quis me transformar em mulher, já que eu tinha herdado o corpo voluptuoso da minha mãe, só que mais jovem, e ele queria me fazer dele. Eu forcejei, tentei me soltar, mas já era tarde. Meu tio tinha a calça abaixada e a rola dura dele tava pra fora, pronta pra enfiar no meu cu.Meu tio Antônio tinha só 34 anos, era novo, não tinha filhos e tava doido pra ter um... comigo... Naquele momento, sem piedade, ele meteu tudo de uma vez. Eu gritei, não de dor — talvez um pouco —, mas porque sabia que nunca mais seria homem, que seria mulher pelo resto da vida. O pau dele entrava e saía do meu cu, enquanto o amigo do meu pai chupava os peitos da minha namorada. Pouco depois, a putinha começou a mamar a rola dele, enquanto eu tava sendo comido. Naquela hora, senti uma eletricidade no corpo todo. Minha voz mudou. Vi o outro cara comendo minha namorada de papai e mamãe. Imediatamente, senti meu pau diminuir de tamanho, enquanto um segundo buraco se formava no lugar. Meus quadris alargaram um pouco, parecia que enchiam um balão a cada estocada que meu tio dava, até que ele finalmente gozou dentro de mim, esporrando tudo lá dentro. Quando terminou, minha voz tinha mudado, soava como de mulher, e minha buceta era completamente uma buceta. Meu tio me largou no chão, com meu cu escorrendo porra, enquanto eu tinha espasmos. Ele se inclinou pra mim e sussurrou no meu ouvido: "Você tá pronta, é uma puta, e logo vai saber como é ser mulher. Enquanto isso, vou comer sua namorada. por um tempo eu desmaiei, mas consegui ver que os dois caras estavam comendo minha namorada e ela tava adorando, a puta tava se divertindo pra caralho
Quando acordei, tava na minha cama e usando uma blusa da minha mãe. O que percebi foi que já tinha peitos — não eram tão grandes quanto os da minha mãe, mas me surpreendi como meu corpo mudou tão rápido. Tava com dor de cabeça e nos quadris, assim como na minha bunda, e usava uma calcinha branca da mesma, mas tinha etiqueta de nova. Ei, meus quadris, caralho, tão bem largos. Quando me sentei, senti como meu centro de gravidade mudou, porque meus quadris se contorciam e se moviam pra cima e pra baixo quando eu andava. Sem dúvida, tenho que pegar uma gostosa, falei pra mim mesmo. Se meus quadris se mexem quase tão bem quanto os da Shakira, tenho que pegar uma gostosa. Sério que falei isso na minha cabeça?
Quando saí do meu quarto, no corredor encontrei minha mãe, que me atendeu na hora, me chamando de filha. Perguntei o que tinha acontecido depois que desmaiei, e ela disse que me contaria. Nisso, meu pai saiu do quarto dele ao ouvir minha voz. Meu pai disse que bateu no meu tio por fazer aquilo comigo sem meu consentimento. Perguntei sobre minha namorada, mas eles não sabiam de nada — com certeza ela tinha ido com aquele homem pegar um motel.
Que puta que me saiu a Georgina. Pois é, ela me abandonou. Agora tava numa situação que não queria estar. Com o passar das semanas, fui me adaptando aos poucos ao meu novo corpo. No começo, minha mãe me emprestava as roupas dela. Os sutiãs eram a única coisa que não me serviam, mas minha mãe disse que não demoraria muito até que finalmente me servissem. Já as calcinhas fio dental dela, me serviam. Meus quadris alargaram em poucos dias, e minha bunda ficou mais empinada e durinha, bem gostosa pra levar um tapa. Então, o que eu gosto é que minha buceta é grossa — minha vagina ficou bem gostosa, e as calcinhas fio dental me servem bem. Se uso leggings, minha buceta aparece de tão grossa, e combina com meus quadris e minha cintura fina.


Não contei pra minha mãe, mas minha buceta ter amadurecido tão rápido não foi por genética, foi por causa da trepada kkk. Pois é, meu pai me comeu, ou melhor, ele me comeu mesmo. Não sei o que aconteceu, meus hormônios me levaram a seduzir ele por vários dias. Ele não parava de olhar pra minha raba, seja de legging, saia, vestido ou jeans. Um dia que minha mãe não estava, desci pra sala onde meu pai assistia futebol suando, só de fio dental e sutiã. Na frente dele, comecei a rebolando minha bunda. Logo ele começou a chupar e rapidinho se animou, me carregou pro quarto dele pra me fazer amor. Lá ele me fez e desfez antes da minha mãe voltar. Ele meteu com toda força na minha buceta, eu gritava igual uma puta pedindo pica. Que gostoso foi sentir ele injetando o leite dele dentro de mim, enchendo meu útero. Verdadeiramente me fez sentir mulher, mas não engravidei, sorte. Continuamos trepando até minha xota engrossar, mas que delícia sentir o sêmen percorrendo minhas entranhas. Imediatamente meu corpo reagiu aos estímulos e fiquei mais gostosa. Em dois meses, meus peitos cresceram pra um copo C, tive que trocar de sutiã, e minha bunda cresceu, virou um pêssego do caralho. Dava risada quando sentava, meus quadris meio que esticavam, mas é o efeito de ficar caderona. E meu pai vivia apertando minha bunda pela casa toda: na cozinha, na sala, no corredor do segundo andar, etc. Uma vez que saí com minhas amigas pra praia, todas de biquíni. Muitos homens olhavam com desejo. Minhas amigas me falaram pra criar uma conta no OnlyFans, já que não era casada nem tinha filhos, pra aproveitar, porque muitos homens me desejavam. Elas me convenceram e eu topei. Quando já estávamos indo embora e voltando pro carro, encontramos minha ex-namorada com um homem. Sim, o mesmo que comeu ela na minha frente. Só que a Georgina estava grávida e tinha uns peitos enormes cheios de leite, parecia os aliens que tomam café em "MIB - Homens de Preto", bem prenha. Ela cumprimentou todas nós. mas ela não me reconheceu

Quando fui embora, olhei pra trás vendo como eu era feliz, basicamente olhava pro meu passado e via nela um futuro distópico onde eu poderia ter tido um filho com ela. Depois você vira pra frente e não tinha volta. Uns dias depois, criei minha conta no OnlyFans e comecei a postar fotos do meu quadril, da minha bunda e dos meus peitos. Rapidamente comecei a ter visitas, começaram a pagar pra ver meu conteúdo e tudo foi muito bem. Aos poucos, até começaram a me pedir pedidos meio estranhos, mas eu fazia mesmo assim, em troca de dinheiro, claro.Um dos meus assinantes era muito fã de mim, até que um dia ele pediu pra eu aceitar um encontro com ele, já que morava na mesma cidade que eu. Obviamente ele ia me pagar, ele tava realmente apaixonado por mim, comprava todos os meus pacotes, sempre era o primeiro a fazer pedidos pra eu mandar fotos enfiando coisas ou tirando fotos bem específicas pra ele. E como ele era basicamente o assinante mais fiel, eu dei a palavra e falei que sim pra sair, e combinamos de nos ver num café. Obviamente ele pagava tudo.
Minha surpresa foi que o misterioso assinante era nada mais, nada menos que o pai de uma amiga. Ele me levou pra comer, depois, como eu já conhecia ele, peguei muita confiança e deixava ele acariciar minha bunda. E no final da noite, ele me levou pra um hotel, onde dei minha bucetinha pra ele e ele meteu tudo. Sinceramente, não durou muito, ele gozou em cima de mim depois de eu chupar ele e limpar a arma. Ele não parava de chupar meus peitos por um bom tempo.
Semanas depois, teve uma reunião de família. Basicamente, uma prima minha tinha casado e o casamento era meio grande. Toda minha família chegou. Eu usei um vestido preto, meio decotado, daqueles vestidos longos e justos. Minha bunda enorme aparecia demais.
Eu dancei com muitos parentes, sempre me tiravam pra dançar. Depois de um tempo, cansei e fiquei conversando com minhas tias e primas na mesa. Depois de um tempo, decidi sair um pouco pra fora do salão de festas pra pegar um ar fresco, já que lá dentro tava muito quente. Tinha muito barulho, laser e fumaça do palco. Aproveitei pra ir no banheiro e depois saí. Fiquei mexendo no celular um tempão, sentada no capô de um carro, até que a pessoa que tava dentro do carro saiu. Eu nem tinha percebido que tinha alguém ali. Minha surpresa foi que a pessoa era meu tio Antônio. Fiquei paralisada na frente dele. Ele só chegou perto de mim e disse: "Olha só como você ficou uma gostosa, essa bunda enorme que você tem me encanta." Alguma coisa dentro de mim explodiu. Não era raiva, não era ódio, era paixão, era uma excitação sem explicação. Tinha algo no meu tio que me atraía pra caralho. Ele falou um pouco, enquanto meu tio continuava falando, quando me dei conta e reagi, já tava colada na parede num canto escuro, me beijando com ele. Ele acariciava meus quadris quando tomei consciência. Afastei ele um pouco com meus braços, mas já tava toda molhada e falei pra gente ir pro carro dele. Em cima do carro, continuamos nos beijando, mas vários dos meus sobrinhos e primos menores estavam saindo correndo por ali. Então, o que meu tio fez foi ligar o carro e dar um perdido. Não muito longe do salão, ele me levou pra um hotel a uns 700 metros de onde a gente tava. Eu já tava consciente e sabia o que ia rolar. O homem que me fez virar mulher ia me foder de novo. Não sabia o que meu pai ia dizer se descobrisse, mas lá dentro do quarto, tomei a iniciativa e quem dominava a situação era eu. Primeiro, tirei a roupa dele, depois lentamente tirei a minha. O coitado do homem não tirava os olhos das minhas tetas. Os olhos dele arregalaram e, num impulso, ele se jogou em cima de mim e meteu a pica sem aviso. Eu gritei de prazer.



AAAHHHHHHH A CLAVADA TINHA SIDO INTENSA Ele começou a bombar sem parar, enfiando o pau enorme e grosso dele na minha buceta, meus peitos balançavam pra todo lado. O cara era bruto e sabia o que fazia. Depois de uma hora, ele começou a jorrar o leite dele dentro de mim, soltou uma carga enorme, senti grosso e quente nas minhas entranhas. O filho da puta tinha enchido meu útero por completo.
Pouco tempo depois, voltamos pro casamento meio desarrumados, mas por sorte ninguém nos viu, exceto minha mãe. Minha mãe sacou tudo na hora, chegou perto de mim e falou: "Ai, minha filha, não acredito que você teve coragem de fazer isso com ele." Depois a gente riu com um sorrisinho cúmplice, e ela me puxou pra dançar pra todo mundo pensar que a razão do meu suor e cansaço era a dança, e não outra coisa.
A noite terminou bem, bem demais. Durante vários dias, continuei dando pro meu tio em segredo.
Até pedi pra ele gravar um vídeo me comendo pro meu OnlyFans, e ele topou. Então meus assinantes viam um homem me pegando. O engraçado foi que as reações não foram o que eu esperava. Achei que iam elogiar meu vídeo e tal, mas no fim eu machuquei o ego de vários caras ao mostrar que outro homem tinha me feito dele.
Semanas depois, descobri que tava grávida. Não podia acreditar e não queria revelar quem era o pai, então decidi ser mãe solteira.
Um ano depois, eu vivia minha vida como mulher e mãe num apartamentinho que meu tio tinha me dado. Trabalhava como edeccan, mostrando minhas cadeiras rebolando ao dançar, e minhas curvas destacavam demais. Muitos homens paravam pra me olhar, me cumprimentar, até tirar fotos. Além disso, tinha meu OnlyFans, que me dava uma renda extra.







A rotina de uma mãe solteira parece um ciclo sem fim entre o trabalho, a lição de casa e as compras rápidas. Aquela terça-feira não foi diferente. Lembro de estar andando pelo corredor de laticínios, revisando mentalmente meu orçamento pra fazer o essencial render até o fim do mês. Eu tava usando um vestido justo de algodão que sempre me deixava um pouco envergonhada; minhas curvas nunca foram discretas. Meus peitos grandes e meu quadril largo costumam atrair olhares que prefiro ignorar, mas naquela tarde, um olhar pareceu diferente. O encontro inesperado Eu tava tentando pegar um pote de aveia na prateleira de cima quando uma mão masculina e firme pegou ele pra mim. Quando me virei, dei de cara com ele. Era um homem incrivelmente gostoso, daqueles que parecem ter saído de uma revista, mas com um calor nos olhos que me desarmou na hora. — Aqui, pega — ele disse com uma voz grave, me entregando o produto —. Acho que é esse que você tava procurando, né? Agradeci com a voz fraca, sentindo um calor subir no rosto. Ele não me olhou com malícia, mas com uma mistura de respeito e um brilho safado que me fez sentir mulher antes de "mãe". — Sou o Julián — ele completou, se apoiando com elegância no carrinho —. E se você não se importa que eu diga, você tem um sorriso que ilumina esse corredor cinza todo. A conquista O que começou como uma conversa sobre marcas de café terminou numa caminhada lenta até os caixas. O Julián era um cavalheiro à moda antiga: atencioso, engraçado e genuinamente interessado no que eu dizia. Não ligou que meu carrinho tivesse cheio de fraldas e cereais infantis. Quando a gente se despediu no estacionamento, ele pediu meu número com tanta humildade que não consegui recusar. As coisas fluíram com uma naturalidade que me assustava. O primeiro encontro: Ele me levou pra jantar num lugar tranquilo onde a gente pôde conversar por horas. As semanas: Ele me mandava mensagens de "bom dia" que me faziam sorrir na frente do espelho enquanto me arrumava pro trabalho. Os detalhes: Não eram presentes caros, mas o respeito dele pelo meu tempo e meu papel como mãe. Sem que eu percebesse, os dias passaram, depois as semanas, e quase sem notar a transição, os meses sumiram. Num domingo à tarde, enquanto ele me ajudava a preparar o jantar na minha cozinha e brincava com meu filho, parei para observá-lo. Percebi que ele já não era "o homem gostoso do supermercado". Era o homem que conhecia meus medos, que abraçava minhas curvas com adoração e que tinha conquistado um lugar na minha casa. De repente, a palavra "relação" já não era algo que eu procurava, mas algo em que já estava mergulhada fundo, feliz por ter me deixado ser conquistada por aqueles encantos que começaram entre corredores de comida. Um ano ao lado dele foi como um sonho do qual eu não queria acordar. Nossa entrega foi total, uma noite de paixão e promessas que selou nosso destino; pouco depois, a notícia da minha gravidez nos encheu de uma alegria avassaladora. Nos casamos numa cerimônia íntima, onde ele me olhava como se eu fosse o maior tesouro do mundo. No entanto, o véu da perfeição começou a rasgar meses depois do casamento. Uma noite, enquanto procurava uns documentos no escritório dele, encontrei pastas e dispositivos que revelavam uma verdade aterrorizante: Julián não era o homem de negócios que eu pensava. Era um criminoso poderoso, uma figura chave num mundo de sombras, procurado pelas autoridades e dono de uma fortuna incalculável construída sobre o perigo. Meu coração disparou, mas curiosamente, o medo não foi a única coisa que senti. Havia algo nele, uma mistura de magnetismo e uma segurança implacável, que me mantinha presa ao lado dele. O perigo que o cercava, longe de me afastar, exercia uma fascinação estranha sobre mim. Eu me sentia protegida sob a sombra dele, como se o poder dele fosse um escudo para nossa família. Decidi não dizer nada. Assumi o papel de esposa devota e dona de casa perfeita. Me dedicava a cuidar do nosso filho e do nosso lar, aproveitando do luxo que a vida secreta dele nos proporcionava. Toda noite, quando ouvia o carro dele chegar, eu garantia que o clima estivesse perfeito. Sempre o esperava com um jantar delicioso e quentinho e um sorriso, pronta pra ser o refúgio dele. Ele chegava com o olhar cansado e as mãos marcadas por um mundo que eu preferia nem nomear, mas assim que me via, voltava a ser o homem que me conquistou naquele supermercado. Eu sabia quem ele era de verdade, e mesmo assim, escolhia servir o jantar pra ele, amá-lo no silêncio da nossa cumplicidade e curtir a segurança perigosa que só um homem como ele podia me dar. E o melhor vinha à noite: na intimidade do nosso quarto, a gente virava um só. Meus peitões enormes balançavam a cada metida que ele me dava, sempre foi muito intenso. A rudeza e a ternura dele se misturavam ao mesmo tempo. Ele chupava e mordia minhas tetas cheias de leite enquanto enfiava tudo em mim. Minha buceta sentia cada ângulo, cada veia e cada pulsar do pau dele, e, acima de tudo, ele gozava tudo dentro de mim — era a parte mais gostosa. Era a única coisa que me fazia sentir mulher, e isso já bastava.Semanas depois, aconteceu algo que me deixou pensando por muito tempo. Eu tava andando na rua, voltando de comprar umas coisas pro meu bebê, e inclusive tava com ele no carrinho. Bem na minha frente, na mesma calçada, tava minha ex-namorada com o bebê dela. Ela mostrava os peitões enormes debaixo da blusa decotada. Eu ia ignorar ela completamente, mas ela me cumprimentou toda animada. Fiquei em choque total, não sabia como era possível ela ter me reconhecido. Só fui na onda e, por respeito, respondi oi. De repente, atrás de mim, ouço uma voz de homem familiar. Quando me virei, vi que era meu tio, e ele tava se aproximando dela, pegou ela pela cintura, mostrando e afirmando que tavam juntos. Os dois começaram a falar comigo e a puxar papo. Eu percebia o olhar do meu tio nos meus peitões enormes — obviamente, os peitos da minha ex-namorada não eram grandes o suficiente. como as minhas, eu com orgulho mostrava no meu decote enorme que exibia com orgulho. Por um momento, me desassociei, queria sair dali. Felizmente, bem na hora certa, uma caminhonete preta parou do nosso lado — era meu marido. Ele desceu pra me ajudar a colocar o bebê no carro, e enquanto fazia isso, notei o olhar da minha ex-namorada sobre ele. Basicamente, o que ela viu foi um homem bonito e completo, um homem de verdade que me fazia sentir mulher em todos os aspectos da vida, e principalmente na cama. Quando ela percebeu meu olhar sobre ela, eu só soltei um sorriso e me despedi, subindo na caminhonete.
0 comentários - Vida perfeita de uma gostosa peituda 🍑🍒