Um domingo como qualquer outro, eu estava ajudando minha tia a se mudar. Ela ainda morava com minha avó, a Nona tinha uma casa bem antiga, 3 andares, porão e sótão, uma garagem gigante e um quintal maior ainda. No total, tinha umas 30 quartos, era literalmente uma mansão, daquelas que costumam ser assombradas nos desenhos. Minha tia tinha caixas e caixas pra levar, e eu, como o homem desocupado da família, tirei a sorte grande pra ajudar ela. Entre todas as coisas que ela levou, tinha umas 500 caixas e umas 200 bolsas, mais ou menos, no quarto dela, no quarto de hóspedes, na garagem, algumas coisas do porão e outras do sótão, claro. No sótão eu tive que entrar porque ela tinha medo, vai saber por quê, medo típico de mulher. Enfim, revirando aquela quantidade infinita de caixas, encontrei tudo que ela pediu: umas roupas, muitos enfeites e algumas coisas pra casa. Mas no meio dessa bagunça toda que eu fiz, tinha um abajur.
Muito estranho. Minha tia disse que não era dela, e minha avó, ao ver, se assustou. Ela tirou a importância e mandou eu guardar aquilo, que não era coisa pra ficar brincando. Claro que não obedeci e insisti.
Eu: "O que foi, vó? Você parece que esse abajur é especial."
Avó: "Não, claro que não. É só uma lembrança e não quero que você quebre."
Ela tirou da minha mão e me deu uma bronca por mexer nas coisas dela sem permissão. "Foda-se", pensei, e continuei ajudando na mudança. Ainda tinha muita coisa, e eu era quem ia dirigir a caminhonete.
Fiz vista grossa e continuei ajudando minha tia. A gente tinha um tempão pela frente, na verdade provavelmente não íamos terminar hoje. Quando pude, voltei a procurar o abajur.
Passei a tarde toda procurando, mas não achei. Não sei onde a Nona tinha escondido, mas vai saber onde ela guardou. Já estava quase desistindo quando minha mãe me disse que a avó estava agindo estranho. Eu falei que era por causa de um abajur, e ela se surpreendeu. Nunca tinha ouvido falar disso, mas se era algo que tinha... Guardado, seguro. Ele escondeu no gaveteiro da sala, trancado a chave, e a chave ele guarda num colar no quarto dele.
Essa informação foi realmente útil, foi exatamente cada palavra, dava pra ver que ele conhecia bem ela. Finalmente eu tinha a lâmpada nas mãos. Levei pra minha casa pra analisar direito, porque claramente tinha algo estranho, e era isso mesmo.
Naquela tarde, tinha combinado com um amigo de ir na minha casa pra ver o Super Brawl. Então, com a lâmpada na mão e meu amigo comprando as coisas pra curtir a noite, fui pra casa. Mal cheguei, meu amigo já tava atrás, abriu duas cervejas e começou a preparar tudo pro que seria a melhor noite do mundo. Eu fui direto inspecionar a lâmpada, limpei ela com um paninho e começou a sair uma fumaça estranha dela, e no meio daquela fumaça apareceu um gênio.
Gênio da lâmpada: Quem ousa me invocar? Hahaha, então, garoto, acho que você já sabe como funciona. Sou um gênio poderoso e vou realizar um desejo seu.
Eu: Que porra é essa? Um gênio? Que idiotice.
Gênio da lâmpada: Mais respeito, sou uma entidade cósmica, capaz de realizar qualquer desejo.
Meu amigo: Ei, Brad, que barulho é esse? Ehhhhhh, que porra é essa?
Brad: É um gênio da lâmpada, supostamente, e vai realizar um desejo meu.
Meu amigo: Qualquer desejo?
Gênio da lâmpada: Isso mesmo, humanos incompetentes.
Meu amigo: E o que você vai pedir?
Brad: Sinceramente, não sei, Jhon. Ele disse que pode me dar qualquer coisa: fama, dinheiro, poder? Não acredito em nada disso.
Gênio da lâmpada: Isso mesmo, humano, pode te dar qualquer coisa, é só pedir.
Jhon: Eu pediria pra ser bilionário.
Brad: Mmmmm, não me convence. Não vou cair nessa conversa. Certeza que é igual nos filmes: você pede um desejo e tem uma consequência. Capaz de me fazer bilionário, mas no Monopoly ou com dinheiro roubado, e a polícia vai atrás de mim.
Jhon: Fama?
Brad: Mmmmm, e não poder sair na rua em paz.
Jhon: Um cargo político?
Brad: Acho que não, tô muito bem na empresa, pra ser sincero. Não posso reclamar.
Jhon: E se você pedir uma namorada?
Brad: Na verdade, isso pode ser uma ótima ideia. Beleza, gênio, desejo ter um relacionamento maravilhoso, que faça todo o serviço de casa, seja fiel, seja muito gostosa, seja prestativa, submissa, adore rola, tenha um corpo bonito, adore transar e, acima de tudo, que seja real.
Gênio da lâmpada: Concedido. Estala os dedos
Brad: Desapareceu, ei, não aconteceu nada, (olhando para Jhon)
Jhon: Brad, o que houve com você? Ei, tá bem?
Brad: Sim, por quê? (Olha pro próprio corpo e percebe o que acabou de acontecer) Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Meu corpo, o que aconteceu comigo? Por que eu sou mulher? Ajudaaaaaaaaaaaaaa.
Depois disso, Jhon liga pra avó do Brad e pergunta o que acabou de acontecer. A avó, ao saber, vai até lá pra explicar o que houve.
Avó: Acontece que aquela lâmpada tinha um gênio dentro. Ele é especialista em realizar desejos, mas realizava do jeito dele. Você tinha que ser bem específico; na verdade, era quase impossível vencer ele. O que você pediu?
Brad: Pedi ter um relacionamento maravilhoso, que faça todo o serviço de casa, seja fiel, seja muito gostosa, seja prestativa, submissa, adore rola, tenha um corpo bonito, adore transar e, acima de tudo, que seja real.
Avó: Entendi. Você vai ter tudo isso, só que no relacionamento você nunca deixou claro que seria o homem, então você vai ser a mulher.
Brad: Nãooo, tem como reverter isso?
Avó: Infelizmente não. O gênio realiza um desejo e desaparece. Levei anos para encontrar essa lâmpada de novo, e a guardei pra ninguém mais cometer outro erro. Você vai ter que se acostumar a viver como mulher, meu bem.
Naquela noite, meu amigo ficou pra me fazer companhia. Eu estava perdido, não sabia o que ia acontecer. Jhon tentou me animar, cozinhou pra mim, assistimos o Super Brawl juntos e ele ficou pra dormir. Mas a verdade é que eu não tava com ânimo pra nada, mesmo sendo um gesto muito bonito. Eu apreciei muito. Jhon era um grande amigo, um grande parceiro, cozinha muito bem, tem um estilo foda, é gentil e Ah, não pode ser, será que o homem da relação ia ser ele?
Não, não, isso era impossível, pensei enquanto dormia. No dia seguinte, acordei antes do Jhon e senti uma vontade estranha de fazer café da manhã pra nós dois. Não sei por quê, já que o Jhon cozinha melhor, ele fez vários cursos de culinária e sempre cozinhava. Senti uma necessidade, como se fosse um desejo que brotava em mim de fazer o café da manhã pra ele. Enquanto cozinhava, ouvi ele se levantar e vir pra cá. Foi estranho, porque ele não sentou no balcão, mas veio até onde eu estava cozinhando e se colou atrás de mim.
Apoiando o volume dele na minha bunda nova de mulher, enquanto me segurava pela cintura e me dava um beijo no pescoço.
Jhon: Não sei por quê, mas não consigo me segurar, preciso te tocar.
Eu: (meio ofegante) Tudo bem, pode me tocar à vontade, é normal, né?
Eu tava muito excitada, aquele beijo no pescoço me acendeu. Meus peitos novos estavam duros, sentia meu ventre pulsando e aquele beijo arrepiou minha pele. Além disso, as mãos fortes e grandes de homem dele estavam segurando minha cintura. Me senti tão frágil, tão pequena, tão dominável, estava completamente à mercê dele. Ele não hesitou e, quando fiquei na frente do rosto dele, logo me beijou, me empurrando contra a bancada. Enquanto eu correspondia, ele me apertava forte contra o corpo dele e, com uma mão, estava agarrando minha bunda. Não sei o que tava acontecendo comigo, mas não conseguia resistir, era como se eu quisesse aquilo. Algo dentro de mim tava gostando de ele estar devorando minha boca. Rápido, ele começou a apalpar meus peitos. Não sei por que eu tinha colocado um avental, mas tava com uma cara de puta do caralho. Ele enfiou o avental entre meus peitos, deixando eles de fora, e enquanto me beijava, começou a acariciá-los. Isso me deixou ainda mais excitada.
Algo estranho aconteceu, porque num segundo eu tava me ajoelhando na frente de outro cara, mesmo ele me puxando pro chão com as mãos, eu comecei a fazer aquilo por vontade própria. Tava muito excitada e precisava de uma pica. Jhon baixou a calça e a cueca na hora, deixando a pica dele de fora, enquanto eu prendia meu cabelo num coque. Terminei de joelhos na frente dele, com a pica a centímetros da minha boca. Desesperada, enfiei o mais rápido que pude e comecei a chupar, mas Jhon queria manter o controle. Ele agarrou minha cabeça e começou a foder minha boca, controlando o ritmo e a profundidade que a pica dele entrava na minha garganta. Claro, deixei ele assumir o comando. No fundo, eu adorava aquilo: ele sendo o macho dominante e eu, a sua submissa.
Não deixou eu terminar de dar prazer com minha boca, que já quis o prato principal. Eu, claro, não falei nada. Ele arrancou meu avental, tirou a camisa e me jogou contra o balcão, me deixando meio deitada ali enquanto me comia com bastante brutalidade, enquanto eu gemia igual uma puta. Mesmo minhas pernas doendo de bater no balcão, isso não importou — se ele queria me comer assim, a gente ia comer assim. Ficamos um bom tempo nessa, eu gemendo enquanto ele me martelava, segurando minha cintura e batendo muito forte com o pau dele, me socando duro contra o mármore.
Depois que gozou dentro de mim, não quis parar, e logo trocamos de posição — graças a Deus, porque aquela era uma posição muito desconfortável. Ele nem tirou o pau de dentro de mim depois de gozar; andamos até o sofá grudados, eu ainda com o pau dele na minha buceta, pra só aí tirar.
Mas só pra me virar, me jogar no sofá e ele me comer de novo, mas pelo menos dessa vez numa posição muito mais confortável, de papai e mamãe com as pernas dobradas, eu tava ali gemendo, olhando nos olhos dele, vendo como ele me comia sem nem olhar pra mim, só olhando como o pau dele entrava e saía da minha buceta.
Ficamos assim a tarde inteira, transando que nem uns bichos, eu era uma verdadeira ninfomaníaca, depois que ele gozou dentro de mim duas vezes ainda queria que ele continuasse me comendo, e ele tava um verdadeiro garanhão, não sei se isso vinha de antes ou se ele ficou assim depois do desejo, mas era impressionante o quanto ele aguentava e o forte que ele comia, realmente me comeu que nem uma puta.
Não passou nem um mísero dia e eu já sentia que pertencia a ele, tinha lavado a roupa dele e obviamente convidado ele pra dormir, embora eu sinta que ele ia se instalar sozinho, não sei a verdade, mas duvido que importe porque a essa altura a gente já era namorado, um único dia de sexo sem limites mas eu já amava ele, é como se do nada fôssemos almas gêmeas.
Naquela mesma noite, dormimos juntos na minha cama, bom, dormir óbvio, mas depois de transar, só que dessa vez ele tava destruído, então só chupei ele e a gente transou um pouco, mas era impressionante, não dava pra passar um segundo sem vontade de chupar aquela pica, eu era completamente viciada no gosto do pau dele, tinha virado uma foda de boca impressionante, amava sentir o pau dele deslizando pela minha garganta, entrelaçado pelos meus lábios e passar a língua por todo o tronco do membro, até chegar no fundo e voltar a deslizar pra trás, e repetir isso mil vezes.
Dessa vez não transamos depois, mas ele não ficou na vontade e gozou dentro da minha boca, mas foi estranho porque eu tava esperando, ele segurou minha cabeça e falou: "aí vem meu leite, engole". E eu tava esperando ele gozar pra engolir, tomei tudo, sem desperdiçar uma gota, lambi meus lábios e olhei pra ele com uma cara de puta submisso.
Eu: "Hmmmm delicioso, amanhã você dá mais."
Falei enquanto me levantava pra escovar os dentes, isso deixou ele duro, ele não esperava, mesmo seco, a ereção não baixou, tive que chupar de novo, mas dessa vez não durou nada, porque não tinha nem gozo pra soltar, eu tinha esvaziado as bolas dele.
Vivemos um relacionamento muito intenso, com muito amor, verdade que foi muito forte, em apenas duas semanas fizemos de tudo, sexo, encontros, saímos pra jantar, sexo fora, no carro, no banheiro do restaurante, nos beijamos feito adolescentes, vimos novelas juntos, séries, jogos de futebol americano, transamos nos intervalos, transamos enquanto o jogo tava rolando ignorando o jogo, saímos pra beber, transamos bêbados, foram duas semanas de puro sexo e amor.
Depois dessas duas semanas, ele viu que eu tava disposta a tudo, era literalmente a putinha submissa dele, então ele se aproveitou disso e quis me comer no cu, obviamente eu falei que sim, aliás já tava demorando, achei que ele ia pedir no terceiro dia. Aquele dia foi brutal, ele tirou minha virgindade anal, foi bem cuidadoso, porque doeu pra caralho, devagarzinho ele meteu até o fundo, pra depois começar a me foder, embora as estocadas fossem profundas, dessa vez pela primeira vez não eram brutais, o que fez eu aproveitar ainda mais. Obviamente eu era uma ninfomaníaca sedenta por sexo, então fiquei viciada não só em transar com ele e chupar o pau dele, mas também em ser comida no cu, basicamente virei uma puta e queria pica por todos os lados. Depois de um tempo, ele perdeu a manha e começou a me foder com a brutalidade que é a marca dele, ele era um macho dominante, e no cu ele ia me comer como tal, me deixou gemendo enquanto me submetia analmente numa posição bem desfavorável, mas pra ser sincera, eu amava.
Aquele dia a gente trepou como animais no cio, na verdade aquele e todos os dias, desde o primeiro dia não teve uma única exceção, não teve um dia sequer em que ele não tenha enchido de porra um dos meus 3 buracos, que estavam disponíveis o tempo todo pro meu garanhão.
Não demorou muito para acontecer o que era inevitável, mas não teve problema, primeiro porque curti cada uma das fodas que ele me deu, segundo porque a gente era feito literalmente um para o outro, terceiro porque o jeito de fazer era maravilhoso, eu montando na pica dele enquanto cavalgava e ele metendo bem forte e duro, o mais fundo que dava na minha barriga, enquanto a gente gemia junto, ofegante, ensopado de suor, sendo um com o outro num romance como por magia.
Que culminou da forma mais linda, enchendo minha buceta em toda oportunidade que teve, claro que mesmo eu tendo virado mulher por magia, isso não tirava que meu corpo funcionasse como o de uma mulher normal, então cada gozada dele quando eu tava no período fértil tinha aquele risco, e olha que foram várias.
Mas não teve problema, porque isso foi algo que nem conversamos, mas os dois queríamos, era óbvio. Não tínhamos dificuldades financeiras e podíamos manter uma família de boa. Desde que engravidei, fiquei mais feliz do que nunca. A ideia de ser mãe enchia minha alma. Eu me tornei uma boa esposa, ele um bom marido, e juntos formamos uma família foda. Fim.
Muito estranho. Minha tia disse que não era dela, e minha avó, ao ver, se assustou. Ela tirou a importância e mandou eu guardar aquilo, que não era coisa pra ficar brincando. Claro que não obedeci e insisti.
Eu: "O que foi, vó? Você parece que esse abajur é especial."
Avó: "Não, claro que não. É só uma lembrança e não quero que você quebre."
Ela tirou da minha mão e me deu uma bronca por mexer nas coisas dela sem permissão. "Foda-se", pensei, e continuei ajudando na mudança. Ainda tinha muita coisa, e eu era quem ia dirigir a caminhonete.
Fiz vista grossa e continuei ajudando minha tia. A gente tinha um tempão pela frente, na verdade provavelmente não íamos terminar hoje. Quando pude, voltei a procurar o abajur.
Passei a tarde toda procurando, mas não achei. Não sei onde a Nona tinha escondido, mas vai saber onde ela guardou. Já estava quase desistindo quando minha mãe me disse que a avó estava agindo estranho. Eu falei que era por causa de um abajur, e ela se surpreendeu. Nunca tinha ouvido falar disso, mas se era algo que tinha... Guardado, seguro. Ele escondeu no gaveteiro da sala, trancado a chave, e a chave ele guarda num colar no quarto dele.
Essa informação foi realmente útil, foi exatamente cada palavra, dava pra ver que ele conhecia bem ela. Finalmente eu tinha a lâmpada nas mãos. Levei pra minha casa pra analisar direito, porque claramente tinha algo estranho, e era isso mesmo.
Naquela tarde, tinha combinado com um amigo de ir na minha casa pra ver o Super Brawl. Então, com a lâmpada na mão e meu amigo comprando as coisas pra curtir a noite, fui pra casa. Mal cheguei, meu amigo já tava atrás, abriu duas cervejas e começou a preparar tudo pro que seria a melhor noite do mundo. Eu fui direto inspecionar a lâmpada, limpei ela com um paninho e começou a sair uma fumaça estranha dela, e no meio daquela fumaça apareceu um gênio.
Gênio da lâmpada: Quem ousa me invocar? Hahaha, então, garoto, acho que você já sabe como funciona. Sou um gênio poderoso e vou realizar um desejo seu.
Eu: Que porra é essa? Um gênio? Que idiotice.
Gênio da lâmpada: Mais respeito, sou uma entidade cósmica, capaz de realizar qualquer desejo.
Meu amigo: Ei, Brad, que barulho é esse? Ehhhhhh, que porra é essa?
Brad: É um gênio da lâmpada, supostamente, e vai realizar um desejo meu.
Meu amigo: Qualquer desejo?
Gênio da lâmpada: Isso mesmo, humanos incompetentes.
Meu amigo: E o que você vai pedir?
Brad: Sinceramente, não sei, Jhon. Ele disse que pode me dar qualquer coisa: fama, dinheiro, poder? Não acredito em nada disso.
Gênio da lâmpada: Isso mesmo, humano, pode te dar qualquer coisa, é só pedir.
Jhon: Eu pediria pra ser bilionário.
Brad: Mmmmm, não me convence. Não vou cair nessa conversa. Certeza que é igual nos filmes: você pede um desejo e tem uma consequência. Capaz de me fazer bilionário, mas no Monopoly ou com dinheiro roubado, e a polícia vai atrás de mim.
Jhon: Fama?
Brad: Mmmmm, e não poder sair na rua em paz.
Jhon: Um cargo político?
Brad: Acho que não, tô muito bem na empresa, pra ser sincero. Não posso reclamar.
Jhon: E se você pedir uma namorada?
Brad: Na verdade, isso pode ser uma ótima ideia. Beleza, gênio, desejo ter um relacionamento maravilhoso, que faça todo o serviço de casa, seja fiel, seja muito gostosa, seja prestativa, submissa, adore rola, tenha um corpo bonito, adore transar e, acima de tudo, que seja real.
Gênio da lâmpada: Concedido. Estala os dedos
Brad: Desapareceu, ei, não aconteceu nada, (olhando para Jhon)
Jhon: Brad, o que houve com você? Ei, tá bem?
Brad: Sim, por quê? (Olha pro próprio corpo e percebe o que acabou de acontecer) Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Meu corpo, o que aconteceu comigo? Por que eu sou mulher? Ajudaaaaaaaaaaaaaa.
Depois disso, Jhon liga pra avó do Brad e pergunta o que acabou de acontecer. A avó, ao saber, vai até lá pra explicar o que houve.
Avó: Acontece que aquela lâmpada tinha um gênio dentro. Ele é especialista em realizar desejos, mas realizava do jeito dele. Você tinha que ser bem específico; na verdade, era quase impossível vencer ele. O que você pediu?
Brad: Pedi ter um relacionamento maravilhoso, que faça todo o serviço de casa, seja fiel, seja muito gostosa, seja prestativa, submissa, adore rola, tenha um corpo bonito, adore transar e, acima de tudo, que seja real.
Avó: Entendi. Você vai ter tudo isso, só que no relacionamento você nunca deixou claro que seria o homem, então você vai ser a mulher.
Brad: Nãooo, tem como reverter isso?
Avó: Infelizmente não. O gênio realiza um desejo e desaparece. Levei anos para encontrar essa lâmpada de novo, e a guardei pra ninguém mais cometer outro erro. Você vai ter que se acostumar a viver como mulher, meu bem.
Naquela noite, meu amigo ficou pra me fazer companhia. Eu estava perdido, não sabia o que ia acontecer. Jhon tentou me animar, cozinhou pra mim, assistimos o Super Brawl juntos e ele ficou pra dormir. Mas a verdade é que eu não tava com ânimo pra nada, mesmo sendo um gesto muito bonito. Eu apreciei muito. Jhon era um grande amigo, um grande parceiro, cozinha muito bem, tem um estilo foda, é gentil e Ah, não pode ser, será que o homem da relação ia ser ele?
Não, não, isso era impossível, pensei enquanto dormia. No dia seguinte, acordei antes do Jhon e senti uma vontade estranha de fazer café da manhã pra nós dois. Não sei por quê, já que o Jhon cozinha melhor, ele fez vários cursos de culinária e sempre cozinhava. Senti uma necessidade, como se fosse um desejo que brotava em mim de fazer o café da manhã pra ele. Enquanto cozinhava, ouvi ele se levantar e vir pra cá. Foi estranho, porque ele não sentou no balcão, mas veio até onde eu estava cozinhando e se colou atrás de mim.
Apoiando o volume dele na minha bunda nova de mulher, enquanto me segurava pela cintura e me dava um beijo no pescoço.
Jhon: Não sei por quê, mas não consigo me segurar, preciso te tocar.
Eu: (meio ofegante) Tudo bem, pode me tocar à vontade, é normal, né?
Eu tava muito excitada, aquele beijo no pescoço me acendeu. Meus peitos novos estavam duros, sentia meu ventre pulsando e aquele beijo arrepiou minha pele. Além disso, as mãos fortes e grandes de homem dele estavam segurando minha cintura. Me senti tão frágil, tão pequena, tão dominável, estava completamente à mercê dele. Ele não hesitou e, quando fiquei na frente do rosto dele, logo me beijou, me empurrando contra a bancada. Enquanto eu correspondia, ele me apertava forte contra o corpo dele e, com uma mão, estava agarrando minha bunda. Não sei o que tava acontecendo comigo, mas não conseguia resistir, era como se eu quisesse aquilo. Algo dentro de mim tava gostando de ele estar devorando minha boca. Rápido, ele começou a apalpar meus peitos. Não sei por que eu tinha colocado um avental, mas tava com uma cara de puta do caralho. Ele enfiou o avental entre meus peitos, deixando eles de fora, e enquanto me beijava, começou a acariciá-los. Isso me deixou ainda mais excitada.
Algo estranho aconteceu, porque num segundo eu tava me ajoelhando na frente de outro cara, mesmo ele me puxando pro chão com as mãos, eu comecei a fazer aquilo por vontade própria. Tava muito excitada e precisava de uma pica. Jhon baixou a calça e a cueca na hora, deixando a pica dele de fora, enquanto eu prendia meu cabelo num coque. Terminei de joelhos na frente dele, com a pica a centímetros da minha boca. Desesperada, enfiei o mais rápido que pude e comecei a chupar, mas Jhon queria manter o controle. Ele agarrou minha cabeça e começou a foder minha boca, controlando o ritmo e a profundidade que a pica dele entrava na minha garganta. Claro, deixei ele assumir o comando. No fundo, eu adorava aquilo: ele sendo o macho dominante e eu, a sua submissa.
Não deixou eu terminar de dar prazer com minha boca, que já quis o prato principal. Eu, claro, não falei nada. Ele arrancou meu avental, tirou a camisa e me jogou contra o balcão, me deixando meio deitada ali enquanto me comia com bastante brutalidade, enquanto eu gemia igual uma puta. Mesmo minhas pernas doendo de bater no balcão, isso não importou — se ele queria me comer assim, a gente ia comer assim. Ficamos um bom tempo nessa, eu gemendo enquanto ele me martelava, segurando minha cintura e batendo muito forte com o pau dele, me socando duro contra o mármore.Depois que gozou dentro de mim, não quis parar, e logo trocamos de posição — graças a Deus, porque aquela era uma posição muito desconfortável. Ele nem tirou o pau de dentro de mim depois de gozar; andamos até o sofá grudados, eu ainda com o pau dele na minha buceta, pra só aí tirar.
Mas só pra me virar, me jogar no sofá e ele me comer de novo, mas pelo menos dessa vez numa posição muito mais confortável, de papai e mamãe com as pernas dobradas, eu tava ali gemendo, olhando nos olhos dele, vendo como ele me comia sem nem olhar pra mim, só olhando como o pau dele entrava e saía da minha buceta.Ficamos assim a tarde inteira, transando que nem uns bichos, eu era uma verdadeira ninfomaníaca, depois que ele gozou dentro de mim duas vezes ainda queria que ele continuasse me comendo, e ele tava um verdadeiro garanhão, não sei se isso vinha de antes ou se ele ficou assim depois do desejo, mas era impressionante o quanto ele aguentava e o forte que ele comia, realmente me comeu que nem uma puta.
Não passou nem um mísero dia e eu já sentia que pertencia a ele, tinha lavado a roupa dele e obviamente convidado ele pra dormir, embora eu sinta que ele ia se instalar sozinho, não sei a verdade, mas duvido que importe porque a essa altura a gente já era namorado, um único dia de sexo sem limites mas eu já amava ele, é como se do nada fôssemos almas gêmeas.
Naquela mesma noite, dormimos juntos na minha cama, bom, dormir óbvio, mas depois de transar, só que dessa vez ele tava destruído, então só chupei ele e a gente transou um pouco, mas era impressionante, não dava pra passar um segundo sem vontade de chupar aquela pica, eu era completamente viciada no gosto do pau dele, tinha virado uma foda de boca impressionante, amava sentir o pau dele deslizando pela minha garganta, entrelaçado pelos meus lábios e passar a língua por todo o tronco do membro, até chegar no fundo e voltar a deslizar pra trás, e repetir isso mil vezes.Dessa vez não transamos depois, mas ele não ficou na vontade e gozou dentro da minha boca, mas foi estranho porque eu tava esperando, ele segurou minha cabeça e falou: "aí vem meu leite, engole". E eu tava esperando ele gozar pra engolir, tomei tudo, sem desperdiçar uma gota, lambi meus lábios e olhei pra ele com uma cara de puta submisso.
Eu: "Hmmmm delicioso, amanhã você dá mais."
Falei enquanto me levantava pra escovar os dentes, isso deixou ele duro, ele não esperava, mesmo seco, a ereção não baixou, tive que chupar de novo, mas dessa vez não durou nada, porque não tinha nem gozo pra soltar, eu tinha esvaziado as bolas dele.
Vivemos um relacionamento muito intenso, com muito amor, verdade que foi muito forte, em apenas duas semanas fizemos de tudo, sexo, encontros, saímos pra jantar, sexo fora, no carro, no banheiro do restaurante, nos beijamos feito adolescentes, vimos novelas juntos, séries, jogos de futebol americano, transamos nos intervalos, transamos enquanto o jogo tava rolando ignorando o jogo, saímos pra beber, transamos bêbados, foram duas semanas de puro sexo e amor.
Depois dessas duas semanas, ele viu que eu tava disposta a tudo, era literalmente a putinha submissa dele, então ele se aproveitou disso e quis me comer no cu, obviamente eu falei que sim, aliás já tava demorando, achei que ele ia pedir no terceiro dia. Aquele dia foi brutal, ele tirou minha virgindade anal, foi bem cuidadoso, porque doeu pra caralho, devagarzinho ele meteu até o fundo, pra depois começar a me foder, embora as estocadas fossem profundas, dessa vez pela primeira vez não eram brutais, o que fez eu aproveitar ainda mais. Obviamente eu era uma ninfomaníaca sedenta por sexo, então fiquei viciada não só em transar com ele e chupar o pau dele, mas também em ser comida no cu, basicamente virei uma puta e queria pica por todos os lados. Depois de um tempo, ele perdeu a manha e começou a me foder com a brutalidade que é a marca dele, ele era um macho dominante, e no cu ele ia me comer como tal, me deixou gemendo enquanto me submetia analmente numa posição bem desfavorável, mas pra ser sincera, eu amava. Aquele dia a gente trepou como animais no cio, na verdade aquele e todos os dias, desde o primeiro dia não teve uma única exceção, não teve um dia sequer em que ele não tenha enchido de porra um dos meus 3 buracos, que estavam disponíveis o tempo todo pro meu garanhão.
Não demorou muito para acontecer o que era inevitável, mas não teve problema, primeiro porque curti cada uma das fodas que ele me deu, segundo porque a gente era feito literalmente um para o outro, terceiro porque o jeito de fazer era maravilhoso, eu montando na pica dele enquanto cavalgava e ele metendo bem forte e duro, o mais fundo que dava na minha barriga, enquanto a gente gemia junto, ofegante, ensopado de suor, sendo um com o outro num romance como por magia.
Que culminou da forma mais linda, enchendo minha buceta em toda oportunidade que teve, claro que mesmo eu tendo virado mulher por magia, isso não tirava que meu corpo funcionasse como o de uma mulher normal, então cada gozada dele quando eu tava no período fértil tinha aquele risco, e olha que foram várias.
Mas não teve problema, porque isso foi algo que nem conversamos, mas os dois queríamos, era óbvio. Não tínhamos dificuldades financeiras e podíamos manter uma família de boa. Desde que engravidei, fiquei mais feliz do que nunca. A ideia de ser mãe enchia minha alma. Eu me tornei uma boa esposa, ele um bom marido, e juntos formamos uma família foda. Fim.
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