Segunda-feira, era minha folga, mas em casa só eu sabia disso. Sem saber onde ia me meter, mas ainda com boas lembranças do sábado, fui até a porta do pub depois de "sair cedo do trampo" naquele dia, esperando os caras que iam me pegar lá. Dessa vez, tava vestida com o uniforme feio do trabalho pra não levantar suspeitas em casa, mas tinha na mochila uma roupa bonita que queria trocar em algum banheiro de bar, mas não me deram tempo, porque apareceram com um táxi mandando eu subir rápido. Eu queria morrer, falei que não consegui me trocar em casa, que tava assim mesmo. Mas eles falavam que eu tava linda e coisas do tipo. Quando o Luciano, que ia na frente, perguntou o que eu tinha na mochila, expliquei que era pra trocar essa roupa horrível. Eles riram.
Assim que chegamos, o dono da casa abriu a porta, ele era um pouco mais velho que eles. Homem bonito. O Franco me indicou o quarto se eu quisesse me trocar, eu falei que sim.
Diferente dos dias comuns, dessa vez coloquei na mochila uma leggin daquelas que levantam bem a bunda, uma camiseta de banda de rock comprida e tênis.
Quando os caras me viram, se animaram com minha camiseta e falaram um monte de coisas legais. Mas não conseguiram ignorar a leggin branca, que mesmo sem dar pra ver minha bunda (a camiseta comprida tampava), dava pra notar que fazia um rabo do caralho, e vieram com um monte de duplo sentido pro meu traseiro que me deixaram toda vermelha na frente do dono da casa.
Já estavam tomando chimarrão e me ofereceram. O Luciano tava praticamente igual ao sábado, o Franco mais esportivo. Sentei do lado do Luciano na mesa, que logo se aproximou e começou a comentar como a gente tinha se divertido no sábado e várias outras coisas. Enquanto falava, ficava passando a mão na minha leggin. O cara desconhecido pra mim só ria e era muito educado, perguntou se a gente queria ver um filme na sala. Eles falaram que sim, e eu também, então depois de 40 minutos falando besteira, ele nos convidou pra ir pra sala.
Uma Tela gigante com som de cinema. Discutindo qual filme ver, mas sempre na boa. Franco tinha me levado pro meio do sofá de três lugares e, claro, o Luciano tava do meu lado. O dono da casa (Marcos) ficou num sofá individual.
Assim que sentamos, os dois já me abraçaram. Era óbvio que o Marcos já sabia o que tinha rolado no sábado com eles, então supostamente ele ia vazar daqui a pouco.
O filme de suspense já tinha começado, a luz já tava apagada. Trouxeram cerveja e eu servi um pouco pra me soltar.
A gente ria de algumas cenas e conversava. Eles cada vez me tocavam mais quando falavam comigo. O Luciano começou a acariciar minha nuca igual no sábado, me dando um arrepio e mostrando que a ação tava começando. O Franco afastava meu cabelo da orelha e passava a mão na minha perna, dizendo que adorava o tecido da legging no toque. Eu olhava pro Marcos, que tentava ver a TV mas de canto de olho ficava de olho no que rolava no sofá grande.
Tava tudo numa boa e tranquilo, até que me levantei e me inclinei pra largar o copo de cerveja. Aí começou:
— Uuuy! Que bunda gostosa essa legging te faz, pelo amor!
O Luciano também:
— Siiim… puta merda, tu tem um rabão!
Eu não sabia o que dizer e ria nervosa, olhando pro Marcos, que já pulou falando pra eles não serem tarados, e todo mundo caiu na risada.
Continuamos vendo a TV. Eles roçavam a lateral da minha bunda com as mãos. Não via a hora do dono da casa vazar, até porque eu também não tinha o dia inteiro pra ficar ali. Quando ele disse que ia se trocar, eu me animei.
Ficamos vendo o filme em silêncio até o Franco falar:
— E aí, continua sendo dos dois?
Rindo, falo que sim.
Então ele pega minha cara e começa a me beijar. Eu não tava sob efeito do álcool, mas tava com aquele tesão do sábado e fui lá pra finalizar o que rolou naquela noite. Então a gente brincou com as línguas num beijo gostoso. O Luciano afastou meu cabelo e começou a me chupar. Pescoço... Eu, com minha mão pra trás, segurei a cabeça dele. Já tava ficando com tesão. Virei o corpo todo e transei com o Luciano. Ele tava me segurando pela bochecha e me dando uns beijos muito quentes. O outro começou a apalpar minha bunda e meus peitos... Escuta um barulho, era o Marcos voltando pra dar oi. Ele chega perto e fala pro Luciano vir fechar a porta com chave, enquanto o Franco aproveitou e foi pro banheiro. Eu fiquei sentada sozinha, o dono da casa vem na minha direção dizendo que tava me cumprimentando caso eu não estivesse quando ele voltasse. "Nãoooo..." eu falei pra ele. Ele, com um sorriso de conquistador, me solta:
- Pena que você não vai estar. Por mim, podia ficar pra dormir se quiser.
Rindo da sacada dele, respondi que minha mãe não ia deixar, e arranquei uma gargalhada dele. Levantei, e o sem-vergonha, dando em cima de mim mas com um perfume muito excitante, me dá um beijo no canto dos lábios e pousa a mão suavemente na minha bunda. E me fala com cara de safado, piscando um olho:
- Pena que não posso ficar com vocês, mas volto já.
Por educação, falei que era uma pena, e ele brincando me diz:
- Cuida bem desses dois pra mim. Qualquer coisa, me liga aqui.
E indo embora, me dá o número de telefone dele. Mais rápido que eu, o cara era.
E vai embora, me olhando de cima a baixo. Me deixou super intrigada, esse maluco.
Voltamos pro sofá, agora nós três sozinhos, já não tinha gente olhando nem andando como no sábado.
Assim que sento, os dois se aproximam, devorando meu pescoço enquanto começam a levantar minha blusa e tiram ela, me deixando de sutiã. Enquanto apalpavam meus peitos, iam beijando meu pescoço e descendo pelo meu corpo. Já tava queimando de tesão. Finalmente, o Luciano levou minha mão até a ferramenta dele. O Franco me fala com cara de safado:
- Finalmente vou matar minha fome, mamãe.
E tira um peito do sutiã e começa a chupar. Hummm... isso aí!!!
Uns minutos assim. Até que o Luciano fala:
- Agora sim, queremos ver como fica essa legging em você.
Eu respondo que fica igual em todo mundo.
Eles se levantam. e eles fazem com que eu também me levante, estendendo as mãos pra me ajudar a ficar de pé enquanto eu arrumava as tetas no sutiã. Luciano fala pro Franco:
— Aí, Fran, segura ela pra mim um pouquinho aí, assim.
Luciana me ajeitou e voltou a se sentar no sofá atrás de mim e começou:
— Mmmm… mamãe, que pedaço de bunda, filha da puta, você tem!!
enquanto me dava tapas e amassava as nádegas. Eu tava me beijando com o Franco, empinando bem a raba pra deleite do Luciano, e claro, pra eu mesma curtir os tapas e os amassos dele. Franco descendo pelo meu pescoço fala enquanto desafivelava meu sutiã:
— E aqui na frente tem um par de tetas bem grandes pra encher de porra!!
E se abaixou pra chupar meus peitos de novo, mas dessa vez sem o sutiã.
Assim que eu tava, de pé, apoiada nos ombros do Luciano, arqueada na ponta dos pés, empinando a bunda pra fora.
Cada tapa me deixava mais louca. Depois de se satisfazer com minha raba, ele levanta e ficam um atrás e outro na frente, começam a baixar minha legging e eles tiram as camisetas. Fico só de tetas e fio dental, rodeada por dois jovens tarados. Tava no paraíso. Franco coloca minhas mãos no jeans dele pra eu desabotoar, enquanto o Luciano atrás de mim esfregava a pica dura que já tava pra fora. Eu estico a mão pra trás e começo a masturbar aquela pica enorme e quente. Mas de repente ele para os impulsos e vai pegar alguma coisa. Eu, de quebra, tiro a pica do outro, que era pequenininha. Me ajoelhei e comecei a chupar ela rapidinho, esperando continuar daqui a pouco com o prato principal. Era uma diferença enorme de tamanho, eu não conseguia parar de pensar na pica do Luciano enquanto tinha a do Franco na boca. Enquanto eu tava com a pica toda do Franco na boca, ele queria tirar o tênis se equilibrando, mas balançava pra todo lado e quase caiu, então sentou no sofá pra se descalçar e bem na hora que eu ia me enfiar entre as pernas dele, vejo o Luciano voltando como em câmera lenta e fico vidrada no pau dele. que se movia pra lá e pra cá se aproximando de nós e se joga no sofá, eu mordi os lábios e fui igual um cachorrinho de colo até ele de quatro.
Luciano sabia que tinha a pica bem grande e ao me ver ali embaixo pegou nela e me disse baixinho no ouvido me puxando pelo cabelo
- Já sei que era isso que você tava procurando, né??
E me jogou no rosto batendo na minha cara com aquele pedaço de carne quente.
- Desde sábado que você tá atrás disso, não é?
Eu concordei com a cabeça e na hora saiu do fundo da alma um suspiro e um mmmm... enquanto passava a língua nos seus testículos e masturbava aquela coisa.
Já pelado, Franco ficou atrás de mim e começou a brincar com minha bunda. Eu, besta com aquela pica enorme na boca, sentia que o outro tinha puxado minha calcinha fio dental e começava a lamber meu cu. Luciano falava pra ele comer bem minha buceta que iam me mandar pra casa com a xereca aberta. Isso me deixava mais doidinha ainda, pior quando ele continuou descendo e lambeu meu clitóris, arrancando suspiros e gemidos. Não conseguia tirar a pica da boca do Luciano. Daí a pouco sinto que Franco se ajeita colado atrás de mim e pelo barulho ele tava colocando uma camisinha. Em um minuto já tava entrando na minha buceta me segurando pelos quadris.
As investidas dele eram fortes, ou pouca experiência ou pra justificar o tamanho. Mesmo assim eu gostava, porque os testículos dele batiam no meu clitóris sem parar.
Luciano continuava virando a pica de um lado pro outro pra eu não deixar nenhum milímetro de carne sem provar.
Depois de vários minutos nessa posição, finalmente Luciano pega a caixa de camisinhas e começa a colocar uma. Eu agarrada nas pernas dele virava a cabeça pra ver como Franco me comia. Ele já brincava com o dedo no meu cu lubrificando com saliva.
- Deixa essa buceta um pouquinho pra mim
Fala Luciano pro amigo. Finalmente ele vai meter, pensava eu feliz. Ele me dá a mão, fica sentado e me manda subir um pouco. Uuuy a puta que pariu, logo essa posição, vai me fazer ver estrelas. Igualmente contente, subo nele enquanto como a boca dele, passando a língua por toda a cavidade. A pica dele tava apoiada na minha barriga e ele tava apalpando meus peitos. Eu me remexia nas pernas dele, batendo na pica dele. Franco, passando a mão no meu cabelo, começou a beijar meu pescoço, e aí o Luciano segurou o próprio pau e, com as mãos, tentou me levantar um pouco. Mas eu, apoiando os joelhos, peguei a pica dele e coloquei na minha buceta, que tava super molhada, e comecei a sentar devagar, enfiando aquela pica enorme, sentindo minhas paredes se abrindo com a passagem daquela coisa tão grossa. Mmm... siim! Consegui sentar e comecei a me mexer devagar.
O Franco, que tava atrás de mim, se colocou do lado, e eu virei meu corpo um pouco, abraçando ele pela cintura, e consegui colocar a pica dele na minha boca. Ele tava apalpando minha bunda e tentando enfiar um dedo no meu cu. O Luciano, que tava mordendo meus peitos, foi acelerando a foda, me fazendo gozar cada vez mais.
Depois de um tempo assim, eu já não conseguia parar de me remexer em cima daquela pica e enfiar ela cada vez mais fundo. Aí, na mesma hora, o Franco saiu da minha boca e se colocou atrás de mim, tocando meu cu, lubrificando com saliva. Siim... O Luciano se moveu mais pra borda do sofá, levantando o corpo comigo em cima, e fechou bem as pernas pra que o amigo dele se enfiasse no meio. Eu me inclinei o máximo que pude, sabendo o que eles queriam fazer, e o Franco começou a tentar enfiar a pica na minha bunda. Eu tava tão tesuda que não aguentava mais, queria sentir as duas picas dentro de mim, mas quando ele enfiava, escapava. Era muito pequena pra aquela posição desconfortável. Ele tentou umas duas vezes, mas escapava de novo. Aí o Luciano me tirou de cima dele, me colocou de quatro no sofá e falou pro Franco:
- Vai, mete nessa bunda.
Então ele se colocou atrás de mim de novo e, com mais facilidade, conseguiu penetrar meu cu e começou a me foder. Mmm... que gostoso! O Luciano do meu lado, apalpando meus peitos, e eu chupando a pica dele. O Franco metia forte e sem parar, às vezes parava um pouco e enfiava a cara. no meu rabo e lambia o meu ânus, enfiando um ou dois dedos. Luciano tinha subido no sofá, apoiado no encosto na minha frente, e não parava de olhar como eu chupava a porra da pica dele.
Me deixaram assim por mais um tempinho. Luciano desce do sofá e trocam de posição, começa a me comer pela buceta e Franco fica na minha frente pra eu chupar a pica dele.
Uff... siiiim...!! Que gostoso que tava sentindo as investidas daquela pica dentro de mim.
Depois de um tempo assim, Franco fala que não aguentava mais e Luciano também. Eu tento segurar pra eles não gozarem juntos e me levanto pra sentar no sofá. Franco chega perto e pergunta se eu queria a porra na bunda, eu seguro ele e falo, puxando ele pra mim:
— Não, dá na boquinha
E começo a chupar ele rapidão. Luciano tava do lado observando tudo, tocando no meu cabelo e falando:
— Muito bem, vamos ver como a senhora toma a porra?
Eu, sabendo que a bagaça ia jorrar na minha boca, estico a língua. Franco me pegou pelo cabelo, inclinou minha cabeça e começou a bater uma rapidinho, apontando a pica dele dentro da minha boca até que... zas!! Umas golfadas longas de sêmen depositaram na minha boca e língua. Porra quente e grossa escorria pela minha garganta enquanto eu gemia e tirava mais líquido ainda dele. Ele vai pra cozinha pegar uma bebida e fumar, aí Luciano me pega, se ajoelha pra chupar meus peitos e termina me comendo a buceta. Eu sentia a língua dele dançando entre as dobras da minha coisinha e me deixava louca, enquanto tinha a boca toda cheia de porra. Eu tava quase gozando, então falei:
— Me come, cara
Luciano levanta o olhar e me diz:
— Aaah... quer pica, né?
Eu, toda excitada:
— Siiim... quero sua pica
— Quero que você me parta no meio
Ele se levantou, fez eu segurar minhas pernas, abrindo o máximo possível, e enfiou a pica dele toda até o fundo, arrancando um suspiro de prazer de mim. Começou a me comer bem devagar, mas muito fundo, tanto que doía um pouco, mas também me fazia delirar de prazer. Depois de um tempo, já tava me comendo gostoso. rapidamente e eu não sentia nenhum desconforto e pedi:
- Sim, siiiim... me come, vai!!
Eu tava louca, me agarrava nos peitos e beliscava eles, lambia meu mamilo e mordia ele sozinha. Ouvia o Luciano gemer mais forte até que ele tira, me fala:
- Vem, vem. Toma tudo...
Ele fica por cima de mim tirando a camisinha, eu de boca aberta e pá! Outro banho de porra na minha boca. Mmmm... que delícia, ele me fazia engolir a pica toda e soltava mais sêmen. Eu, como sempre, termino me masturbando pra não deixar nada. Ficamos os dois exaustos sentados no sofá.
Na mesma hora, o Franco volta, me pega pela mão e fala pra irmos descansar um pouco no quarto. Eu, obediente, sigo ele achando que a festa já tinha acabado. Entramos no quarto. Mal deitamos, ele me vira de costas e começa a me beijar no pescoço, me dando cócegas que arrancaram várias risadas. Ele continuava me beijando, mas nas costas e foi descendo devagar. Eu ainda não tinha gozado, então tava submissa e hipersensível a qualquer toque na minha pele. Daqui a pouco entra o Luciano, o quarto tava iluminado só pela luz que entrava pela janela, mas dava pra ver bem. Quando o Lu entrou e me viu de bruços, subiu na cama e começou a "explicar" pro amigo que uma bunda assim (fazendo alusão ao tamanho da minha raba) tem que saber tratar, e começou a beijar minha bunda e o amigo fez o mesmo do outro lado. Me davam beijinhos, bem fofos, nas minhas nádegas. Começaram a massagear, lamber, beijar e também morderam. Eu, toda excitada, me mexia pra todo lado, uma mistura de prazer, carinho, risadas, levantava a bunda de tesão. Eles não se privaram de acariciar minha buceta de vez em quando. Ficaram um tempão brincando com minha raba, e acho que tiraram fotos ou me filmaram, pelos barulhos estranhos que ouvi, mas nas vezes que virei pra ver, não dava pra notar nada. De repente, o Franco vem pro meu lado e coloca a pica pra eu... chupei, já tinha endurecido de novo. Franco tava lambendo meu cu, mas começou a me dar tapas fortes. Eu não conseguia disfarçar meu prazer com cada palmada que Franco foi falar algo com Luciano e sumiu. Eu já tava com a ponta da língua do Luciano dentro do cu, a bunda ardendo pelos tapas que ele tinha me dado e ouço Franco voltar. Luciano vem na minha cara com a rola meia dura. Eu coloquei na boca e comecei a chupar e tentar engolir ela toda antes que endurecesse de vez. E do nada ouço paf! Na minha bunda, mas não era um tapa, largo a rola, viro a cabeça e de novo paf! Mais forte. Vejo Franco com um cinto me batendo enquanto Luciano começava a incentivar ele a me castigar bem. Eu automaticamente grito aos céus porque podiam me deixar marcada, mas Luciano me disse:
- Fecha essa buceta, puta!
Paf!! Paff!! Meu traseiro soava, me fazendo gemer com cada cintada e as palavras que começaram a dizer. Me excitaram tanto que deixei de lado a rola enorme do Luciano, estiquei os braços me segurando na cabeceira da cama. Palavras e frases como:
- Bate forte nessa puta!
- Castiga ela que se comporta mal
- Deixa ela marcada pra aprender, por puta
Com cada cintada vinha um "toma, por puta"
Eu delirava de prazer, sabia que ia ficar toda marcada, mas já não me importava naquele momento, ou não conseguia pensar direito.
Luciano pegou a mão e me batia com o cinto paf paf paf!!!
Eles tinham transformado minha bunda em brinquedo deles e, verdade, não tava desgostando, muito pelo contrário. Ele sai e volta um tempo depois. Eu, entre gemidos e gemidos, pedi pra eles pararem um pouco, porque tavam batendo muito forte. Sinto que começam a passar a rola na minha buceta de baixo pra cima, era o Luciano pelo tamanho e me fazia desejar ela já que não metia. Eu pedia por favor pra ele meter, mas ele não fez. Fazia muito tempo que não me faziam ficar tão excitada.
Ele desce de cima de mim, eles conversavam entre si, eu ouvia os murmúrios. Começo a sentir que estavam passando algo grande e frio pela minha buceta e pelo meu cu. Viro a cabeça pra ver, mas o Luciano abaixa ela, me dizendo:
— Fica tranquila, que você vai comer uma coisa bem grande, do jeito que você gosta!
E começam a introduzir algo bem mais grosso que a pica do Luciano... Eu sentia aquilo me abrindo por dentro, mas entrava de boa. Até que começaram a me comer com aquilo e eu perguntei o que tinham colocado em mim. Quando me disseram que eu tava comendo um pepino “desse tamanho”, o Luciano fez o gesto do tamanho. Eu não falei nada e comecei a me mexer mais rápido e mais fundo.
— Nossa, olha como ela come tudooo!!
Eu gozando enquanto era penetrada com uma verdura daquelas, óbvio que já tinham feito isso comigo antes, mas fazia muitos anos. Começaram a se revezar pra enfiar o pepino em mim enquanto eu chupava a pica. Teve hora que tava com ele inteiro pra dentro, literalmente, porque eu já tava tão dilatada que qualquer coisa entrava na minha xereca naquele dia.
Já tinham deixado minha bunda toda arrebentada, e agora minha buceta toda aberta. Pararam de enfiar aquilo e começaram a lamber minha racha. O primeiro a me comer pelo cu foi o Franco, enquanto eu me beijava com o Luciano. Ele ficou um tempão me comendo, mas eu esperava o Lu. Enquanto a gente se beijava, ele falava no meu ouvido que queria me levar de férias e um monte de coisa fantasiosa. O Franco tava quase gozando de novo, então chamou o Luciano pra continuar. Aí, finalmente, depois de me lubrificar com um gel, ele começou a enfiar a pica enorme dele no meu cu.
Uuuuy!! Mmmm... see... sentia que tava me partindo ao meio, mas feliz. Daí a pouco começou a mete e tira gostoso. Em alguns minutos, me colocou de quatro e se posicionou de um jeito que a pica dele entrava toda e me perfurava a bunda sem piedade, arrancando gemidos e mais gemidos sem parar.
O Franco ficava me apalpando.
O Luciano saiu de cima de mim e se deitou, todo cansado. O Franco deitou do outro lado, e os dois começaram a me beijar e apertar.
O Luciano me chamou pra subir em cima dele e me enfiou pela buceta. a palavra: buceta. Aí Franco se coloca atrás de mim tentando uma dupla penetração, que finalmente conseguiu fazer e, apesar de sair várias vezes, foi um grande prazer sentir aquela dupla penetração. Franco o tempo todo disse que tinha que ir embora cedo, então do nada ele gozou. E desapareceu!
Continuamos transando mais um pouco ali com Luciano até que ele para de me foder e começa a me beijar e perguntar se eu ia ser a putinha dele? Eu disse que sim, claro, que gostava muito, que além de ter um pau daqueles, me deixava toda molhada e me comia muito bem. Então ele começou a descer pelos meus peitos enquanto me tocava sutilmente a use the word: buceta com carícias e me disse:
- É uma pena que Franco não tenha conseguido te comer como você merece numa dupla penetração.
Eu disse que tudo bem, que gostei mesmo assim. Mas ele começou a encher minha cabeça dizendo que o dono da casa já estava chegando e que ele podia convidá-lo para se juntar. Eu só ria, mas Luciano já estava enfiando os dedos na minha buceta e beijando meu monte de Vênus. Ele insiste de novo enquanto me dava beijos literalmente no clitóris. Eu não dizia nada, lembrem-se de que eu ainda não tinha gozado. Ele volta pra minha boca e me diz:
- Mando mensagem pra ele vir pro quarto?
Não tem nada a ver, eu digo. Ignorando o que a minha buceta e minha raba estavam “pedindo” e dizendo. Mas já era demais.
Olho pra Luciano e falo:
- Eu já tenho que ir. Aproveita que tô sozinha pra você, bebê!
E aí na hora ele subiu a boca na minha boca e começou a me penetrar com tudo, me dando pica e mais pica. Nossos gemidos dava pra ouvir a duas quadras, eu estava prestes a gozar, ele também, e me disse que queria encher minha raba de leite. Então me colocou de quatro e enterrou toda aquela carne quente no meu cu e, no dito:
- Toma, putinha!! Toma seu leite no cu. Você vai pra casa com meu leite no rabo, sim?
Eu prestes a gozar, me massageava o clitóris enquanto sentia ele me partindo ao meio, gritei. Pois é. Tudo era gemido e grito meu
- Assim, assim, assiiim. Filho da puta. Arrebenta bem minha buceta, deixa bem aberta, cheia de leiteeee…
E no segundo
- Aaaaahhhh sim, tomaaa!! E eu, na mesma hora, soltei meu orgasmo também
Aaaaahhh, meu Deus!! Que gostoso sentir os espasmos da pica enchendo minhas entranhas enquanto minhas pernas tremiam no clímax.
Uma tarde incrível terminava, prazerosa demais, não esperava tanto. Luciano foi buscar a roupa dos dois e, enquanto vestia a camiseta, eu olhava pra pica mole dele balançando igual uma lingüiça. Ele riu, chegou perto de mim, me deu um beijo na boca e falou:
- É toda sua quando quiser. Agora vai pra casa senão vão te xingar, ah, e fala como se trata uma bunda gorda.
Eu sorri e, mesmo querendo ir ao banheiro, ele não deixou porque queria que eu fosse literalmente com o sêmen dele no meu cu… nem mijar consegui. Claro que acabei passando num bar pra me arrumar no banheiro, mijar e expulsar o sêmen da minha bunda antes de ir pra casa. Espero que tenha gostado. Óbvio que a gente continuou, depois conto. 😘😘😘
Assim que chegamos, o dono da casa abriu a porta, ele era um pouco mais velho que eles. Homem bonito. O Franco me indicou o quarto se eu quisesse me trocar, eu falei que sim.
Diferente dos dias comuns, dessa vez coloquei na mochila uma leggin daquelas que levantam bem a bunda, uma camiseta de banda de rock comprida e tênis.
Quando os caras me viram, se animaram com minha camiseta e falaram um monte de coisas legais. Mas não conseguiram ignorar a leggin branca, que mesmo sem dar pra ver minha bunda (a camiseta comprida tampava), dava pra notar que fazia um rabo do caralho, e vieram com um monte de duplo sentido pro meu traseiro que me deixaram toda vermelha na frente do dono da casa.
Já estavam tomando chimarrão e me ofereceram. O Luciano tava praticamente igual ao sábado, o Franco mais esportivo. Sentei do lado do Luciano na mesa, que logo se aproximou e começou a comentar como a gente tinha se divertido no sábado e várias outras coisas. Enquanto falava, ficava passando a mão na minha leggin. O cara desconhecido pra mim só ria e era muito educado, perguntou se a gente queria ver um filme na sala. Eles falaram que sim, e eu também, então depois de 40 minutos falando besteira, ele nos convidou pra ir pra sala.
Uma Tela gigante com som de cinema. Discutindo qual filme ver, mas sempre na boa. Franco tinha me levado pro meio do sofá de três lugares e, claro, o Luciano tava do meu lado. O dono da casa (Marcos) ficou num sofá individual.
Assim que sentamos, os dois já me abraçaram. Era óbvio que o Marcos já sabia o que tinha rolado no sábado com eles, então supostamente ele ia vazar daqui a pouco.
O filme de suspense já tinha começado, a luz já tava apagada. Trouxeram cerveja e eu servi um pouco pra me soltar.
A gente ria de algumas cenas e conversava. Eles cada vez me tocavam mais quando falavam comigo. O Luciano começou a acariciar minha nuca igual no sábado, me dando um arrepio e mostrando que a ação tava começando. O Franco afastava meu cabelo da orelha e passava a mão na minha perna, dizendo que adorava o tecido da legging no toque. Eu olhava pro Marcos, que tentava ver a TV mas de canto de olho ficava de olho no que rolava no sofá grande.
Tava tudo numa boa e tranquilo, até que me levantei e me inclinei pra largar o copo de cerveja. Aí começou:
— Uuuy! Que bunda gostosa essa legging te faz, pelo amor!
O Luciano também:
— Siiim… puta merda, tu tem um rabão!
Eu não sabia o que dizer e ria nervosa, olhando pro Marcos, que já pulou falando pra eles não serem tarados, e todo mundo caiu na risada.
Continuamos vendo a TV. Eles roçavam a lateral da minha bunda com as mãos. Não via a hora do dono da casa vazar, até porque eu também não tinha o dia inteiro pra ficar ali. Quando ele disse que ia se trocar, eu me animei.
Ficamos vendo o filme em silêncio até o Franco falar:
— E aí, continua sendo dos dois?
Rindo, falo que sim.
Então ele pega minha cara e começa a me beijar. Eu não tava sob efeito do álcool, mas tava com aquele tesão do sábado e fui lá pra finalizar o que rolou naquela noite. Então a gente brincou com as línguas num beijo gostoso. O Luciano afastou meu cabelo e começou a me chupar. Pescoço... Eu, com minha mão pra trás, segurei a cabeça dele. Já tava ficando com tesão. Virei o corpo todo e transei com o Luciano. Ele tava me segurando pela bochecha e me dando uns beijos muito quentes. O outro começou a apalpar minha bunda e meus peitos... Escuta um barulho, era o Marcos voltando pra dar oi. Ele chega perto e fala pro Luciano vir fechar a porta com chave, enquanto o Franco aproveitou e foi pro banheiro. Eu fiquei sentada sozinha, o dono da casa vem na minha direção dizendo que tava me cumprimentando caso eu não estivesse quando ele voltasse. "Nãoooo..." eu falei pra ele. Ele, com um sorriso de conquistador, me solta:
- Pena que você não vai estar. Por mim, podia ficar pra dormir se quiser.
Rindo da sacada dele, respondi que minha mãe não ia deixar, e arranquei uma gargalhada dele. Levantei, e o sem-vergonha, dando em cima de mim mas com um perfume muito excitante, me dá um beijo no canto dos lábios e pousa a mão suavemente na minha bunda. E me fala com cara de safado, piscando um olho:
- Pena que não posso ficar com vocês, mas volto já.
Por educação, falei que era uma pena, e ele brincando me diz:
- Cuida bem desses dois pra mim. Qualquer coisa, me liga aqui.
E indo embora, me dá o número de telefone dele. Mais rápido que eu, o cara era.
E vai embora, me olhando de cima a baixo. Me deixou super intrigada, esse maluco.
Voltamos pro sofá, agora nós três sozinhos, já não tinha gente olhando nem andando como no sábado.
Assim que sento, os dois se aproximam, devorando meu pescoço enquanto começam a levantar minha blusa e tiram ela, me deixando de sutiã. Enquanto apalpavam meus peitos, iam beijando meu pescoço e descendo pelo meu corpo. Já tava queimando de tesão. Finalmente, o Luciano levou minha mão até a ferramenta dele. O Franco me fala com cara de safado:
- Finalmente vou matar minha fome, mamãe.
E tira um peito do sutiã e começa a chupar. Hummm... isso aí!!!
Uns minutos assim. Até que o Luciano fala:
- Agora sim, queremos ver como fica essa legging em você.
Eu respondo que fica igual em todo mundo.
Eles se levantam. e eles fazem com que eu também me levante, estendendo as mãos pra me ajudar a ficar de pé enquanto eu arrumava as tetas no sutiã. Luciano fala pro Franco:
— Aí, Fran, segura ela pra mim um pouquinho aí, assim.
Luciana me ajeitou e voltou a se sentar no sofá atrás de mim e começou:
— Mmmm… mamãe, que pedaço de bunda, filha da puta, você tem!!
enquanto me dava tapas e amassava as nádegas. Eu tava me beijando com o Franco, empinando bem a raba pra deleite do Luciano, e claro, pra eu mesma curtir os tapas e os amassos dele. Franco descendo pelo meu pescoço fala enquanto desafivelava meu sutiã:
— E aqui na frente tem um par de tetas bem grandes pra encher de porra!!
E se abaixou pra chupar meus peitos de novo, mas dessa vez sem o sutiã.
Assim que eu tava, de pé, apoiada nos ombros do Luciano, arqueada na ponta dos pés, empinando a bunda pra fora.
Cada tapa me deixava mais louca. Depois de se satisfazer com minha raba, ele levanta e ficam um atrás e outro na frente, começam a baixar minha legging e eles tiram as camisetas. Fico só de tetas e fio dental, rodeada por dois jovens tarados. Tava no paraíso. Franco coloca minhas mãos no jeans dele pra eu desabotoar, enquanto o Luciano atrás de mim esfregava a pica dura que já tava pra fora. Eu estico a mão pra trás e começo a masturbar aquela pica enorme e quente. Mas de repente ele para os impulsos e vai pegar alguma coisa. Eu, de quebra, tiro a pica do outro, que era pequenininha. Me ajoelhei e comecei a chupar ela rapidinho, esperando continuar daqui a pouco com o prato principal. Era uma diferença enorme de tamanho, eu não conseguia parar de pensar na pica do Luciano enquanto tinha a do Franco na boca. Enquanto eu tava com a pica toda do Franco na boca, ele queria tirar o tênis se equilibrando, mas balançava pra todo lado e quase caiu, então sentou no sofá pra se descalçar e bem na hora que eu ia me enfiar entre as pernas dele, vejo o Luciano voltando como em câmera lenta e fico vidrada no pau dele. que se movia pra lá e pra cá se aproximando de nós e se joga no sofá, eu mordi os lábios e fui igual um cachorrinho de colo até ele de quatro.
Luciano sabia que tinha a pica bem grande e ao me ver ali embaixo pegou nela e me disse baixinho no ouvido me puxando pelo cabelo
- Já sei que era isso que você tava procurando, né??
E me jogou no rosto batendo na minha cara com aquele pedaço de carne quente.
- Desde sábado que você tá atrás disso, não é?
Eu concordei com a cabeça e na hora saiu do fundo da alma um suspiro e um mmmm... enquanto passava a língua nos seus testículos e masturbava aquela coisa.
Já pelado, Franco ficou atrás de mim e começou a brincar com minha bunda. Eu, besta com aquela pica enorme na boca, sentia que o outro tinha puxado minha calcinha fio dental e começava a lamber meu cu. Luciano falava pra ele comer bem minha buceta que iam me mandar pra casa com a xereca aberta. Isso me deixava mais doidinha ainda, pior quando ele continuou descendo e lambeu meu clitóris, arrancando suspiros e gemidos. Não conseguia tirar a pica da boca do Luciano. Daí a pouco sinto que Franco se ajeita colado atrás de mim e pelo barulho ele tava colocando uma camisinha. Em um minuto já tava entrando na minha buceta me segurando pelos quadris.
As investidas dele eram fortes, ou pouca experiência ou pra justificar o tamanho. Mesmo assim eu gostava, porque os testículos dele batiam no meu clitóris sem parar.
Luciano continuava virando a pica de um lado pro outro pra eu não deixar nenhum milímetro de carne sem provar.
Depois de vários minutos nessa posição, finalmente Luciano pega a caixa de camisinhas e começa a colocar uma. Eu agarrada nas pernas dele virava a cabeça pra ver como Franco me comia. Ele já brincava com o dedo no meu cu lubrificando com saliva.
- Deixa essa buceta um pouquinho pra mim
Fala Luciano pro amigo. Finalmente ele vai meter, pensava eu feliz. Ele me dá a mão, fica sentado e me manda subir um pouco. Uuuy a puta que pariu, logo essa posição, vai me fazer ver estrelas. Igualmente contente, subo nele enquanto como a boca dele, passando a língua por toda a cavidade. A pica dele tava apoiada na minha barriga e ele tava apalpando meus peitos. Eu me remexia nas pernas dele, batendo na pica dele. Franco, passando a mão no meu cabelo, começou a beijar meu pescoço, e aí o Luciano segurou o próprio pau e, com as mãos, tentou me levantar um pouco. Mas eu, apoiando os joelhos, peguei a pica dele e coloquei na minha buceta, que tava super molhada, e comecei a sentar devagar, enfiando aquela pica enorme, sentindo minhas paredes se abrindo com a passagem daquela coisa tão grossa. Mmm... siim! Consegui sentar e comecei a me mexer devagar.
O Franco, que tava atrás de mim, se colocou do lado, e eu virei meu corpo um pouco, abraçando ele pela cintura, e consegui colocar a pica dele na minha boca. Ele tava apalpando minha bunda e tentando enfiar um dedo no meu cu. O Luciano, que tava mordendo meus peitos, foi acelerando a foda, me fazendo gozar cada vez mais.
Depois de um tempo assim, eu já não conseguia parar de me remexer em cima daquela pica e enfiar ela cada vez mais fundo. Aí, na mesma hora, o Franco saiu da minha boca e se colocou atrás de mim, tocando meu cu, lubrificando com saliva. Siim... O Luciano se moveu mais pra borda do sofá, levantando o corpo comigo em cima, e fechou bem as pernas pra que o amigo dele se enfiasse no meio. Eu me inclinei o máximo que pude, sabendo o que eles queriam fazer, e o Franco começou a tentar enfiar a pica na minha bunda. Eu tava tão tesuda que não aguentava mais, queria sentir as duas picas dentro de mim, mas quando ele enfiava, escapava. Era muito pequena pra aquela posição desconfortável. Ele tentou umas duas vezes, mas escapava de novo. Aí o Luciano me tirou de cima dele, me colocou de quatro no sofá e falou pro Franco:
- Vai, mete nessa bunda.
Então ele se colocou atrás de mim de novo e, com mais facilidade, conseguiu penetrar meu cu e começou a me foder. Mmm... que gostoso! O Luciano do meu lado, apalpando meus peitos, e eu chupando a pica dele. O Franco metia forte e sem parar, às vezes parava um pouco e enfiava a cara. no meu rabo e lambia o meu ânus, enfiando um ou dois dedos. Luciano tinha subido no sofá, apoiado no encosto na minha frente, e não parava de olhar como eu chupava a porra da pica dele.
Me deixaram assim por mais um tempinho. Luciano desce do sofá e trocam de posição, começa a me comer pela buceta e Franco fica na minha frente pra eu chupar a pica dele.
Uff... siiiim...!! Que gostoso que tava sentindo as investidas daquela pica dentro de mim.
Depois de um tempo assim, Franco fala que não aguentava mais e Luciano também. Eu tento segurar pra eles não gozarem juntos e me levanto pra sentar no sofá. Franco chega perto e pergunta se eu queria a porra na bunda, eu seguro ele e falo, puxando ele pra mim:
— Não, dá na boquinha
E começo a chupar ele rapidão. Luciano tava do lado observando tudo, tocando no meu cabelo e falando:
— Muito bem, vamos ver como a senhora toma a porra?
Eu, sabendo que a bagaça ia jorrar na minha boca, estico a língua. Franco me pegou pelo cabelo, inclinou minha cabeça e começou a bater uma rapidinho, apontando a pica dele dentro da minha boca até que... zas!! Umas golfadas longas de sêmen depositaram na minha boca e língua. Porra quente e grossa escorria pela minha garganta enquanto eu gemia e tirava mais líquido ainda dele. Ele vai pra cozinha pegar uma bebida e fumar, aí Luciano me pega, se ajoelha pra chupar meus peitos e termina me comendo a buceta. Eu sentia a língua dele dançando entre as dobras da minha coisinha e me deixava louca, enquanto tinha a boca toda cheia de porra. Eu tava quase gozando, então falei:
— Me come, cara
Luciano levanta o olhar e me diz:
— Aaah... quer pica, né?
Eu, toda excitada:
— Siiim... quero sua pica
— Quero que você me parta no meio
Ele se levantou, fez eu segurar minhas pernas, abrindo o máximo possível, e enfiou a pica dele toda até o fundo, arrancando um suspiro de prazer de mim. Começou a me comer bem devagar, mas muito fundo, tanto que doía um pouco, mas também me fazia delirar de prazer. Depois de um tempo, já tava me comendo gostoso. rapidamente e eu não sentia nenhum desconforto e pedi:
- Sim, siiiim... me come, vai!!
Eu tava louca, me agarrava nos peitos e beliscava eles, lambia meu mamilo e mordia ele sozinha. Ouvia o Luciano gemer mais forte até que ele tira, me fala:
- Vem, vem. Toma tudo...
Ele fica por cima de mim tirando a camisinha, eu de boca aberta e pá! Outro banho de porra na minha boca. Mmmm... que delícia, ele me fazia engolir a pica toda e soltava mais sêmen. Eu, como sempre, termino me masturbando pra não deixar nada. Ficamos os dois exaustos sentados no sofá.
Na mesma hora, o Franco volta, me pega pela mão e fala pra irmos descansar um pouco no quarto. Eu, obediente, sigo ele achando que a festa já tinha acabado. Entramos no quarto. Mal deitamos, ele me vira de costas e começa a me beijar no pescoço, me dando cócegas que arrancaram várias risadas. Ele continuava me beijando, mas nas costas e foi descendo devagar. Eu ainda não tinha gozado, então tava submissa e hipersensível a qualquer toque na minha pele. Daqui a pouco entra o Luciano, o quarto tava iluminado só pela luz que entrava pela janela, mas dava pra ver bem. Quando o Lu entrou e me viu de bruços, subiu na cama e começou a "explicar" pro amigo que uma bunda assim (fazendo alusão ao tamanho da minha raba) tem que saber tratar, e começou a beijar minha bunda e o amigo fez o mesmo do outro lado. Me davam beijinhos, bem fofos, nas minhas nádegas. Começaram a massagear, lamber, beijar e também morderam. Eu, toda excitada, me mexia pra todo lado, uma mistura de prazer, carinho, risadas, levantava a bunda de tesão. Eles não se privaram de acariciar minha buceta de vez em quando. Ficaram um tempão brincando com minha raba, e acho que tiraram fotos ou me filmaram, pelos barulhos estranhos que ouvi, mas nas vezes que virei pra ver, não dava pra notar nada. De repente, o Franco vem pro meu lado e coloca a pica pra eu... chupei, já tinha endurecido de novo. Franco tava lambendo meu cu, mas começou a me dar tapas fortes. Eu não conseguia disfarçar meu prazer com cada palmada que Franco foi falar algo com Luciano e sumiu. Eu já tava com a ponta da língua do Luciano dentro do cu, a bunda ardendo pelos tapas que ele tinha me dado e ouço Franco voltar. Luciano vem na minha cara com a rola meia dura. Eu coloquei na boca e comecei a chupar e tentar engolir ela toda antes que endurecesse de vez. E do nada ouço paf! Na minha bunda, mas não era um tapa, largo a rola, viro a cabeça e de novo paf! Mais forte. Vejo Franco com um cinto me batendo enquanto Luciano começava a incentivar ele a me castigar bem. Eu automaticamente grito aos céus porque podiam me deixar marcada, mas Luciano me disse:
- Fecha essa buceta, puta!
Paf!! Paff!! Meu traseiro soava, me fazendo gemer com cada cintada e as palavras que começaram a dizer. Me excitaram tanto que deixei de lado a rola enorme do Luciano, estiquei os braços me segurando na cabeceira da cama. Palavras e frases como:
- Bate forte nessa puta!
- Castiga ela que se comporta mal
- Deixa ela marcada pra aprender, por puta
Com cada cintada vinha um "toma, por puta"
Eu delirava de prazer, sabia que ia ficar toda marcada, mas já não me importava naquele momento, ou não conseguia pensar direito.
Luciano pegou a mão e me batia com o cinto paf paf paf!!!
Eles tinham transformado minha bunda em brinquedo deles e, verdade, não tava desgostando, muito pelo contrário. Ele sai e volta um tempo depois. Eu, entre gemidos e gemidos, pedi pra eles pararem um pouco, porque tavam batendo muito forte. Sinto que começam a passar a rola na minha buceta de baixo pra cima, era o Luciano pelo tamanho e me fazia desejar ela já que não metia. Eu pedia por favor pra ele meter, mas ele não fez. Fazia muito tempo que não me faziam ficar tão excitada.
Ele desce de cima de mim, eles conversavam entre si, eu ouvia os murmúrios. Começo a sentir que estavam passando algo grande e frio pela minha buceta e pelo meu cu. Viro a cabeça pra ver, mas o Luciano abaixa ela, me dizendo:
— Fica tranquila, que você vai comer uma coisa bem grande, do jeito que você gosta!
E começam a introduzir algo bem mais grosso que a pica do Luciano... Eu sentia aquilo me abrindo por dentro, mas entrava de boa. Até que começaram a me comer com aquilo e eu perguntei o que tinham colocado em mim. Quando me disseram que eu tava comendo um pepino “desse tamanho”, o Luciano fez o gesto do tamanho. Eu não falei nada e comecei a me mexer mais rápido e mais fundo.
— Nossa, olha como ela come tudooo!!
Eu gozando enquanto era penetrada com uma verdura daquelas, óbvio que já tinham feito isso comigo antes, mas fazia muitos anos. Começaram a se revezar pra enfiar o pepino em mim enquanto eu chupava a pica. Teve hora que tava com ele inteiro pra dentro, literalmente, porque eu já tava tão dilatada que qualquer coisa entrava na minha xereca naquele dia.
Já tinham deixado minha bunda toda arrebentada, e agora minha buceta toda aberta. Pararam de enfiar aquilo e começaram a lamber minha racha. O primeiro a me comer pelo cu foi o Franco, enquanto eu me beijava com o Luciano. Ele ficou um tempão me comendo, mas eu esperava o Lu. Enquanto a gente se beijava, ele falava no meu ouvido que queria me levar de férias e um monte de coisa fantasiosa. O Franco tava quase gozando de novo, então chamou o Luciano pra continuar. Aí, finalmente, depois de me lubrificar com um gel, ele começou a enfiar a pica enorme dele no meu cu.
Uuuuy!! Mmmm... see... sentia que tava me partindo ao meio, mas feliz. Daí a pouco começou a mete e tira gostoso. Em alguns minutos, me colocou de quatro e se posicionou de um jeito que a pica dele entrava toda e me perfurava a bunda sem piedade, arrancando gemidos e mais gemidos sem parar.
O Franco ficava me apalpando.
O Luciano saiu de cima de mim e se deitou, todo cansado. O Franco deitou do outro lado, e os dois começaram a me beijar e apertar.
O Luciano me chamou pra subir em cima dele e me enfiou pela buceta. a palavra: buceta. Aí Franco se coloca atrás de mim tentando uma dupla penetração, que finalmente conseguiu fazer e, apesar de sair várias vezes, foi um grande prazer sentir aquela dupla penetração. Franco o tempo todo disse que tinha que ir embora cedo, então do nada ele gozou. E desapareceu!
Continuamos transando mais um pouco ali com Luciano até que ele para de me foder e começa a me beijar e perguntar se eu ia ser a putinha dele? Eu disse que sim, claro, que gostava muito, que além de ter um pau daqueles, me deixava toda molhada e me comia muito bem. Então ele começou a descer pelos meus peitos enquanto me tocava sutilmente a use the word: buceta com carícias e me disse:
- É uma pena que Franco não tenha conseguido te comer como você merece numa dupla penetração.
Eu disse que tudo bem, que gostei mesmo assim. Mas ele começou a encher minha cabeça dizendo que o dono da casa já estava chegando e que ele podia convidá-lo para se juntar. Eu só ria, mas Luciano já estava enfiando os dedos na minha buceta e beijando meu monte de Vênus. Ele insiste de novo enquanto me dava beijos literalmente no clitóris. Eu não dizia nada, lembrem-se de que eu ainda não tinha gozado. Ele volta pra minha boca e me diz:
- Mando mensagem pra ele vir pro quarto?
Não tem nada a ver, eu digo. Ignorando o que a minha buceta e minha raba estavam “pedindo” e dizendo. Mas já era demais.
Olho pra Luciano e falo:
- Eu já tenho que ir. Aproveita que tô sozinha pra você, bebê!
E aí na hora ele subiu a boca na minha boca e começou a me penetrar com tudo, me dando pica e mais pica. Nossos gemidos dava pra ouvir a duas quadras, eu estava prestes a gozar, ele também, e me disse que queria encher minha raba de leite. Então me colocou de quatro e enterrou toda aquela carne quente no meu cu e, no dito:
- Toma, putinha!! Toma seu leite no cu. Você vai pra casa com meu leite no rabo, sim?
Eu prestes a gozar, me massageava o clitóris enquanto sentia ele me partindo ao meio, gritei. Pois é. Tudo era gemido e grito meu
- Assim, assim, assiiim. Filho da puta. Arrebenta bem minha buceta, deixa bem aberta, cheia de leiteeee…
E no segundo
- Aaaaahhhh sim, tomaaa!! E eu, na mesma hora, soltei meu orgasmo também
Aaaaahhh, meu Deus!! Que gostoso sentir os espasmos da pica enchendo minhas entranhas enquanto minhas pernas tremiam no clímax.
Uma tarde incrível terminava, prazerosa demais, não esperava tanto. Luciano foi buscar a roupa dos dois e, enquanto vestia a camiseta, eu olhava pra pica mole dele balançando igual uma lingüiça. Ele riu, chegou perto de mim, me deu um beijo na boca e falou:
- É toda sua quando quiser. Agora vai pra casa senão vão te xingar, ah, e fala como se trata uma bunda gorda.
Eu sorri e, mesmo querendo ir ao banheiro, ele não deixou porque queria que eu fosse literalmente com o sêmen dele no meu cu… nem mijar consegui. Claro que acabei passando num bar pra me arrumar no banheiro, mijar e expulsar o sêmen da minha bunda antes de ir pra casa. Espero que tenha gostado. Óbvio que a gente continuou, depois conto. 😘😘😘
2 comentários - Me comportei bem, mas... (2ª parte)