Me comportando bem, mas.. (2ª parte)

Segunda-feira, era minha folga, mas em casa só eu sabia disso. Sem saber onde ia me meter, mas ainda com boas lembranças do sábado, fui até a porta do pub depois de "sair cedo do trampo" naquele dia, esperando os caras que iam me pegar lá. Dessa vez, tava vestida com o uniforme feio do trabalho pra não levantar suspeitas em casa, mas tinha na mochila uma roupa bonita que queria trocar no banheiro de algum bar, mas não me deram tempo, porque apareceram com um táxi me mandando entrar rápido. Eu queria morrer, falei que não consegui me trocar em casa, que tava assim mesmo. Mas eles falavam que eu tava linda e coisas do tipo. Quando o Luciano, que ia na frente, perguntou o que eu tinha na mochila, expliquei que era pra trocar essa roupa horrível. Eles riram.

Assim que chegamos, quem abriu a porta foi o dono da casa, que era um pouco mais velho que eles. Homem bonito. Franco me indicou o quarto se eu quisesse me trocar, e eu disse que sim.

Diferente dos dias comuns, dessa vez coloquei na mochila uma leggings daquelas que levantam bem a bunda, uma camiseta de banda de rock comprida e tênis.

Quando os caras me viram, ficaram empolgados com minha camiseta e me elogiaram. Mas não conseguiram ignorar a leggings branca, que mesmo sem dar pra ver a bunda (a camiseta comprida tampava), dava pra notar que me fazia um rabo danado, e não faltaram duplos sentidos sobre meu traseiro, que me deixaram toda vermelha na frente do dono da casa.

Já estavam tomando chimarrão e me ofereceram. O Luciano tava praticamente igual ao sábado, o Franco mais esportivo. Sentei do lado do Luciano na mesa, e ele logo se aproximou e começou a comentar como a gente tinha se divertido no sábado e várias outras coisas. Enquanto falava, ficava passando a mão na minha leggings. O cara desconhecido pra mim só ria e era muito educado, perguntou se a gente queria ver um filme na sala. Eles disseram que sim, e eu também, então depois de 40 minutos falando besteira, ele nos convidou pra ir pra sala.

Uma Tela gigante com som de cinema. Discutindo qual filme ver, mas sempre na boa. Franco tinha me levado pro meio do sofá de três lugares e claro que o Luciano tava do meu lado. O dono da casa (Marcos) ficou num sofá individual.

Assim que sentamos, os dois já me abraçaram. Era óbvio que o Marcos já sabia o que tinha rolado no sábado com eles, então supostamente ele ia vazar daqui a pouco.

O filme de suspense já tinha começado, já tinham apagado a luz. Trouxeram cerveja e eu servi um pouco pra me soltar.

A gente ria de algumas cenas e conversava. Eles cada vez me tocavam mais quando falavam comigo. O Luciano começou a acariciar minha nuca igual no sábado, me dando um arrepio e sabendo que a ação tava começando. O Franco tirava o cabelo da minha orelha e acariciava minha perna, dizendo que adorava o toque do tecido da legging. Eu olhava pro Marcos, que tentava ver a TV mas de vez em quando dava uma olhada no que rolava no sofá grande. Tava tudo numa paz, mas quando levantei e me inclinei pra largar o copo de cerveja, começou:

- Uuuy! Que bunda gostosa essa legging te dá, pelo amor!
O Luciano também:
- Siiim… puta que pariu, tu tem uma raba!
Eu não sabia o que falar e ria nervosa, olhando pro Marcos que já pulou falando pra eles não serem tarados, e todo mundo caiu na risada.

Continuamos vendo a TV. Eles roçavam a lateral da minha bunda com as mãos. Não via a hora do dono da casa vazar, até porque eu também não tinha o dia inteiro pra ficar ali. Quando ele falou que ia se trocar, eu me animei.

Ficamos vendo o filme em silêncio até o Franco dizer:
- E ainda é dos dois?
Rindo, falo que sim.
Então ele pega minha cara e começa a me beijar. Eu não tava sob efeito do álcool, mas tava com aquele tesão acumulado do sábado e fui lá pra finalizar aquela noite, então a gente brincou com as línguas num beijo gostoso. O Luciano tinha afastado meu cabelo e tava me devorando. Pescoço, eu com a mão pra trás segurei a cabeça dele. Já tava ficando com tesão. Virei o corpo todo e transei com o Luciano. Ele tava me segurando pela bochecha e me dando uns beijos muito quentes. O outro começou a apalpar minha bunda e os peitos... ouve barulho, o Marcos voltou pra dar um oi. Ele chega perto e fala pro Luciano vir fechar a porta com chave, enquanto o Franco aproveitou e foi pro banheiro, eu fiquei sentada sozinha, o dono da casa vem na minha direção dizendo que tava me cumprimentando caso não estivesse quando ele voltasse, nãoooo... eu falei pra ele, ele com um sorriso de conquistador me manda:
- Pena que você não vai estar, por mim podia ficar pra dormir se quiser.
Rindo da sacada dele, respondi que minha mãe não ia deixar e arranquei uma gargalhada dele. Levantei, ele todo sem vergonha dando em cima, mas com um perfume muito excitante, me deu um beijo no canto dos lábios e colocou a mão suavemente na minha bochecha da bunda. E falou com cara de safado, piscando um olho:
- Pena que não posso ficar com vocês, mas volto já.
Por educação, falei que era uma pena e ele brincou:
- Cuida bem desses dois pra mim. Qualquer coisa, me liga aqui.
E indo embora, me deu o número de telefone dele. Mais rápido que eu, o cara era.
E vai embora. Me olhando de cima a baixo. Me deixou super intrigada, esse maluco.
Voltamos pro sofá, agora nós três sozinhos, já não tinha gente olhando nem andando como no sábado.
Assim que sentei, os dois se aproximaram devorando meu pescoço enquanto começaram a levantar minha blusa e tiraram, me deixando de sutiã. Enquanto apalpavam meus peitos, iam beijando meu pescoço e descendo pelo meu corpo. Já tava queimando de tesão. Finalmente o Luciano levou minha mão pro pau dele. O Franco falou com cara de safado:
- Finalmente vou matar minha fome, gostosa.
E puxou um peito pra fora do sutiã e começou a chupar. Hummm... siiiim!!!
Uns minutos assim. Até que o Luciano falou:
- Agora sim, queremos ver como fica essa legging em você.
Respondi que fica igual em todo mundo.
Eles se levantaram. e eles fazem com que eu também me levante, estendendo as mãos para me ajudar a ficar de pé enquanto eu arrumava os peitos no sutiã. Luciano diz pro Franco:
- Aí, Fran, segura ela pra mim um pouquinho aqui, assim.
Luciana me ajeitou e sentou de novo no sofá atrás de mim e começou:
- Mmmm… mamãe, que pedaço de raba, filha da puta, você tem!!
enquanto me dava tapas e amassava as nádegas. Eu tava me beijando com o Franco, empinando bem a bunda pro deleite do Luciano, e claro, pro meu próprio prazer com os tapas e as mãos nele. Franco descendo pelo meu pescoço falou enquanto desafivelava meu sutiã:
- E aqui na frente tem um par de peitões bem grandes pra encher de porra!!
E se abaixou pra chupar meus peitos de novo, mas dessa vez sem o sutiã.
Assim que eu tava, de pé, apoiada nos ombros do Luciano, arqueada na ponta dos pés, empurrando a bunda pra fora.
Cada tapa me deixava mais louca. Depois de se satisfazer com minha bunda, ele se levantou e ficaram um atrás e outro na frente, começaram a puxar minha legging pra baixo e eles tiraram as camisetas. Fiquei só de peitos de fora e fio dental, rodeada por dois caras tesudos. Tava no paraíso. Franco colocou minhas mãos no jeans dele pra eu desabotoar, enquanto o Luciano atrás de mim esfregava a pica dura que já tava pra fora. Eu estendi a mão pra trás e comecei a masturbar aquela pica enorme e quente. Mas de repente ele parou os impulsos e foi pegar alguma coisa. Eu, de quebra, tirei a pica do outro, que era pequenininha. Me ajoelhei e comecei a chupar ela rapidinho, esperando continuar daqui a pouco com o prato principal. A diferença de tamanho era enorme, eu não conseguia parar de pensar na pica do Luciano enquanto tinha a do Franco na boca. Enquanto eu tinha a pica toda do Franco na boca, ele queria tirar o tênis se equilibrando, mas balançava pra todo lado e quase caiu, então sentou no sofá pra descalçar e, bem na hora que eu ia me enfiar entre as pernas dele, vejo o Luciano voltando em câmera lenta e fixo o olhar no membro dele. que se movia pra lá e pra cá se aproximando da gente e se joga no sofá, eu mordi os lábios e fui igual um cachorrinho de colo até ele de quatro.

Luciano sabia que tinha a pica bem grande e ao me ver ali embaixo pegou nela e falou baixinho no meu ouvido me puxando pelo cabelo
- Já sei que tava procurando isso, né??
E soltou ela no meu rosto batendo na minha cara com aquele pedaço de carne quente.
- Desde sábado que cê tá atrás disso, né?
Eu concordei com a cabeça e na hora saiu um suspiro da minha alma e um mmmm... enquanto passava a língua nas bolas dele e masturbava aquela coisa.

Já pelado, Franco se colocou atrás de mim e começou a brincar com minha bunda. Eu, besta com aquela pica enorme na boca, sentia que o outro tinha puxado minha calcinha fio dental e começava a lamber meu cu. Luciano falava pra ele comer bem minha buceta que iam me mandar pra casa com a xota aberta. Isso me deixava mais doida ainda, pior quando ele continuou descendo e lambeu meu clitóris arrancando suspiros e gemidos. Não conseguia tirar a pica do Luciano da boca. Daí a pouco sinto Franco se ajeitar colado atrás de mim e pelo barulho ele tava colocando uma camisinha. Num minuto já tava entrando na minha buceta me segurando pelos quadris.

As investidas dele eram fortes, ou pouca experiência ou pra justificar o tamanho. Mesmo assim eu gostava porque as bolas dele batiam no meu clitóris sem parar.
Luciano continuava mexendo a pica de um lado pro outro pra eu não deixar um milímetro de carne sem provar.

Depois de vários minutos nessa posição, finalmente Luciano pega a caixa de camisinhas e começa a colocar uma. Eu agarrada nas pernas dele virava a cabeça pra ver como Franco me comia. Ele já brincava com o dedo no meu cu lubrificando com saliva.
- Deixa essa buceta um pouquinho pra mim
Fala Luciano pro amigo. Finalmente vai meter, pensei feliz. Ele me dá a mão, fica sentado e fala pra eu subir um pouquinho. Uuuy a puta que pariu, justo essa posição, vai me fazer ver estrelas. Igualmente contente, subo nele enquanto beijo a boca dele, passando a língua por toda a cavidade. A pica dele tava apoiada na minha barriga e ele tava apalpando meus peitos. Eu me remexia nas pernas dele, batendo na pica dele. Franco, passando a mão no meu cabelo, começou a beijar meu pescoço, e aí o Luciano pegou no próprio pau e, com as mãos, tentou me levantar um pouco. Mas eu, apoiando os joelhos, peguei na pica dele e coloquei na minha buceta, que tava super molhada, e comecei a sentar devagar, enfiando aquela pica enorme, sentindo minhas paredes se abrindo com a passada daquela coisa tão grossa. Mmm... siiiim! Consegui sentar e comecei a me mexer devagar.

O Franco, que tava atrás de mim, se posicionou do lado, e eu virei o corpo um pouco, abraçando ele pela cintura, e consegui colocar a pica dele na minha boca. Ele tava pegando na minha bunda e tentando enfiar um dedo no meu cu. O Luciano, que tava mordendo meus peitos, foi acelerando a foda, me fazendo gozar cada vez mais.

Depois de um tempo assim, eu já não conseguia parar de me remexer em cima daquela pica e enfiar ela cada vez mais fundo. Aí, na mesma hora, o Franco saiu da minha boca e se colocou atrás de mim, tocando no meu cu, lubrificando com saliva. Siiim... O Luciano se moveu mais pra borda do sofá, levantando o corpo comigo em cima, e fechou bem as pernas pra que o amigo dele se enfiasse no meio. Eu me inclinei o máximo que pude, sabendo o que eles queriam fazer, e o Franco começou a tentar enfiar a pica na minha bunda. Eu tava tão excitada que não aguentava mais, queria sentir os dois paus dentro de mim, mas quando ele enfiava, escapava. Era muito pequena pra aquela posição desconfortável. Ele tentou umas duas vezes, mas escapava de novo. Aí o Luciano me tirou de cima dele, me colocou de quatro no sofá e falou pro Franco:

— Vai, mete na bunda dela.

Então ele se colocou atrás de mim de novo e, com mais facilidade, conseguiu penetrar meu cu e começou a me comer. Mmmm... que gostoso! O Luciano do meu lado, pegando nos meus peitos, e eu chupando a pica dele. O Franco metia forte e sem parar, às vezes dava uma paradinha e afundava a cara. no meu rabo e lambia meu cu, enfiando um ou dois dedos. Luciano tinha subido no sofá, se apoiando no encosto na minha frente, e não parava de olhar como eu chupava a pica dele.
Me deixaram assim por mais um tempinho. Luciano desce do sofá e trocam de posição, começa a me foder pela buceta e Franco fica na minha frente pra eu chupar a pica dele.
Uff... siiiim...!! Que gostoso que tava sentindo as investidas dessa pica dentro de mim.
Depois de um tempo assim, Franco fala que não aguentava mais, e Luciano também não. Eu tento segurar pra eles não gozarem juntos e levanto pra sentar no sofá. Franco chega perto e pergunta se eu queria a porra na bunda, eu agarro ele e falo, puxando ele pra mim:
— Não, dá na minha boquinha
E começo a chupar ele rapidão. Luciano tava do lado observando tudo, tocando meu cabelo e falando:
— Muito bem, vamos ver como a senhora toma a porra?
Eu, sabendo que a bagaça ia vir na minha boca, coloco a língua pra fora. Franco me pegou pelo cabelo, inclinou minha cabeça e começou a bater punheta rapidinho, apontando a pica dele dentro da minha boca até que zas!! Umas golfadas longas de sêmen ele depositou na minha boca e língua. Porra quente e grossa escorria pela minha garganta enquanto eu gemia e tirava mais líquido ainda dele. Ele vai pra cozinha pegar uma bebida e fumar, aí Luciano me agarra, se ajoelha pra chupar meus peitos e termina comendo minha buceta. Eu sentia a língua dele dançando entre as dobras da minha coisinha e me deixava louca, enquanto tinha a boca toda cheia de porra. Eu tava quase gozando, então falei:
— Me fode, cara
Luciano levanta o olhar e me diz:
— Aaah... quer pica, você
Eu, toda tesuda:
— Siiim... quero sua pica
— Quero que você me parta no meio
Ele se levantou, fez eu agarrar minhas pernas, separando o máximo que dava, e afundou a pica dele toda até o fundo, me arrancando um suspiro de prazer. Começou a me foder bem devagar, mas bem fundo, tanto que doía um pouco, mas também me fazia delirar de prazer. Daí a pouco já tava me fodendo. rapidamente e eu não sentia nenhum desconforto e pedi:
- Sim, siiiim... me come, vai!!
Eu tava louca, me agarrava nos peitos e beliscava eles, lambia meu mamilo e mordia ele sozinha. Ouvia Luciano gemer mais forte até que ele tira, e fala:
- Vem, vem. Toma tudo...
Ele fica por cima de mim tirando a camisinha, eu de boca aberta e pá! Outro banho de porra na minha boca. Mmmm... que delícia, ele me fazia engolir a pica toda e soltava mais leite. Eu, como sempre, termino me masturbando pra não deixar nada. Ficamos os dois exaustos sentados no sofá.
Na mesma hora, Franco volta, me pega pela mão e fala pra gente descansar um pouco no quarto. Eu, obediente, sigo ele achando que a festa já tinha acabado. Entramos no quarto. Mal deitamos, ele me vira de costas e começa a me dar beijos no pescoço, me dando cócegas que arrancaram várias gargalhadas. Ele continuava me beijando, mas nas costas e foi descendo devagar. Eu ainda não tinha gozado, então tava submissa e hipersensível a qualquer toque na minha pele. Daqui a pouco entra Luciano, o quarto tava iluminado só pela luz que entrava pela janela, mas dava pra ver bem. Quando ele entra e me vê de bruços, sobe na cama e começa a "explicar" pro amigo que uma bunda assim (fazendo alusão ao tamanho da minha raba) tem que saber tratar, e começou a beijar minha bunda e o amigo fez o mesmo do outro lado. Me davam beijinhos, bem fofos, nas nádegas. Começaram a massagear, lamber, beijar e até morder. Eu, toda excitada, me mexia pra todo lado, uma mistura de prazer, carinho, risadas, levantava a bunda de tesão. Eles não se privaram de acariciar minha buceta de vez em quando. Ficaram um tempão brincando com minha raba, e acho que tiraram fotos ou me filmaram, pelos barulhos estranhos que ouvi, mas nas vezes que virei pra ver, não dava pra notar nada. De repente, Franco vem pro meu lado e coloca a pica pra eu... chupei, já tinha endurecido de novo. Franco tava lambendo meu cu, mas começou a me dar tapas fortes. Eu não conseguia disfarçar meu prazer com cada palmada que Franco foi falar algo com Luciano e sumiu. Eu já tava com a ponta da língua do Luciano dentro do cu, a bunda ardendo por causa dos tapas que ele tinha me dado, e ouço o Franco voltar. Luciano vem na minha cara com o pau meio duro. Eu coloquei na boca e comecei a chupar e tentar engolir tudo antes que ele ficasse bem duro. E do nada ouço paf! Na minha bunda, mas não era um tapa, largo o pau, viro a cabeça e de novo paf! Mais forte. Vejo o Franco com um cinto me batendo enquanto Luciano começava a incentivar ele a me castigar bem. Eu automaticamente grito aos céus porque podiam me deixar marcada, mas Luciano me disse:
- Fecha essa boca, puta!
Paf!! Paff!! Meu rabo soava, me fazendo gemer com cada cintada e as palavras que começaram a me dizer. Me excitaram tanto que larguei o pauzão do Luciano, estiquei os braços me segurando na cabeceira da cama. Palavras e frases como:
- Bate forte nessa puta!
- Castiga ela que se comporta mal
- Deixa ela marcada pra aprender, por puta
Com cada cintada vinha um "toma, por puta!"
Eu delirava de prazer, sabia que ia ficar toda marcada, mas já não me importava naquele momento, ou não conseguia pensar direito.
Luciano pegou a mão e me batia com o cinto paf paf paf!!!
Tinham transformado minha bunda num brinquedo deles e, pra ser sincera, não tava desgostando, muito pelo contrário. Ele sai e volta um tempo depois. Eu, entre gemidos e gemidos, pedi pra eles pararem um pouco, porque tavam batendo muito forte. Sinto que começam a passar o pau na minha buceta de baixo pra cima, era o Luciano pelo tamanho e me fazia desejar ele porque não enfiava. Eu pedia por favor pra ele meter, mas ele não fez. Fazia muito tempo que não me faziam ficar tão tesuda.
Ele desce de cima de mim, eles conversavam entre si, eu ouvia os murmúrios e... começo a sentir como se estivessem passando algo grande e frio pela minha buceta e pelo meu cu. Eu viro a cabeça pra ver, mas Luciano abaixa ela me dizendo:
— Fica tranquila que você vai comer uma coisa bem grande, do jeito que você gosta!
E começa a introduzir em mim algo bem mais grosso que a pica do Luciano.. eu sentia como se estivesse me abrindo por dentro, mas entrava tranquilamente. Até que começaram a me comer com aquilo e eu perguntei o que tinham colocado em mim. Quando me disseram que eu estava comendo um pepino “desse tamanho”, Luciano fez o sinal do tamanho. Eu não disse nada e comecei a me mexer mais rápido e mais fundo.
— Nossa, olha como ela come tudooooo!!
Eu gozando enquanto era penetrada com uma verdura daquelas, óbvio que já tinham feito isso comigo antes, mas fazia muitos anos. Começaram a se revezar pra enfiar o pepino em mim enquanto eu chupava a pica. Teve hora que eu tava com ele todo pra dentro, literalmente, porque eu já tava tão dilatada que qualquer coisa entrava na minha xereca naquele dia.
Já tinham deixado minha bunda toda arrombada e agora minha buceta toda aberta. Pararam de enfiar aquilo e começaram a lamber minha rabeta. O primeiro a me comer no cu foi o Franco, enquanto eu me beijava com o Luciano. Ele ficou um tempão me comendo, mas eu esperava o Lu. Enquanto a gente se beijava, ele falava no meu ouvido que queria me levar de férias e um monte de coisa fantasiosa. O Franco tava quase gozando de novo, então chamou o Luciano pra continuar. Finalmente, depois de me lubrificar com um gel, ele começou a enfiar a pica enorme dele no meu cu.
Uuuuuy!! Mmmm... se... sentia que eu tava me partindo ao meio, mas feliz. Daí a pouco começou a mete e tira delicioso. Em alguns minutos, ele me colocou de quatro e se posicionou de um jeito que a pica dele entrava toda e me furava a bunda sem piedade, arrancando gemidos e mais gemidos sem parar.
O Franco ficava me apalpando.
Luciano saiu de cima de mim e se deitou, todo cansado. Franco se deitou do outro lado, e os dois começaram a me beijar e me apertar.
Luciano me convidou pra subir em cima dele e me enfiou pela buceta. a palavra: buceta. Aí o Franco se coloca atrás de mim tentando uma dupla penetração, que finalmente conseguiu fazer, e apesar de sair várias vezes, foi um puta prazer sentir aquela dupla penetração. O Franco o tempo todo falou que tinha que ir embora cedo, então do nada ele gozou. E sumiu!
A gente continuou transando mais um pouco ali com o Luciano até que ele para de me foder e começa a me beijar e perguntar se eu ia ser a putinha dele. Eu falei que claro, que gostava pra caralho, que além de ter um pauzão daqueles, me deixava com um tesão do cão e me comia muito bem. Então ele começou a descer pelos meus peitos enquanto me tocava sutilmente na buceta com carícias e me disse:
- É uma pena que o Franco não tenha conseguido te comer como você merece numa dupla penetração.
Eu falei que tudo bem, que curti do mesmo jeito. Mas ele começou a encher minha cabeça, falando que o dono da casa já estava chegando e que ele podia convidar pra entrar. Eu só ria, mas o Luciano já estava enfiando os dedos na minha buceta e beijando meu monte de Vênus. Ele insiste de novo enquanto me dava beijos literalmente no clitóris. Eu não falava nada, lembrem-se que eu ainda não tinha gozado. Ele volta pra minha boca e diz:
- Mando mensagem pra ele vir pro quarto?
Não tem nada a ver, falei eu. Ignorando o que a minha buceta e minha raba estavam "pedindo" e "exigindo". Mas já era demais.
Olho pro Luciano e falo:
- Eu já tenho que ir. Aproveita que tô sozinha pra você, bebê!
E aí na hora ele subiu a boca na minha e começou a me penetrar com tudo, me dando pau e mais pau. Nossos gemidos dava pra ouvir a duas quadras, eu tava quase gozando, ele também, e me disse que queria encher minha raba de leite. Então me colocou de quatro e enterrou toda aquela carne fervendo no meu cu e, no ato:
- Toma, putinha! Toma seu leite no cu. Você vai pra casa com meu leite no rabo, sim?
Eu, prestes a gozar, massageava meu clitóris enquanto sentia ele me partindo ao meio, gritei. Pois é. Só se ouvia meus gemidos e gritos
- Assim, assim, assiiim. Filho da puta. Arrebenta bem minha bunda, deixa ela bem aberta, cheia de leiteeee…
E no segundo seguinte:
- Aaaaahhh siiiim, tomaaa!! E eu, na mesma hora, também soltei meu orgasmo.
Aaaaahhh deus!! Que gostoso sentir os espasmos da pica enchendo minhas entranhas enquanto minhas pernas tremiam no clímax.

Uma tarde incrível terminava, prazerosa demais, não esperava tanto. Luciano foi buscar a roupa dos dois e, enquanto vestia a camiseta, eu olhava pra pica enorme dele, mole, balançando igual uma lingüiça. Ele riu, chegou perto, me deu um beijo na boca e disse:
- É toda sua quando quiser. Agora vai pra casa senão vão te encher o saco. Ah, e fala pra ela como se trata uma bunda gorda.

Eu sorri e, mesmo querendo ir ao banheiro, ele não deixou porque queria que eu fosse embora literalmente com o sêmen dele dentro do meu cu… não consegui nem mijar. Claro que acabei passando num bar pra me arrumar, mijar e expulsar o leite da minha bunda antes de ir pra casa. Espero que tenha gostado. Óbvio que a gente continuou, depois conto mais. 😘😘😘

3 comentários - Me comportando bem, mas.. (2ª parte)

Yo también quiero coger ese culote que tienes putita
Q rico relato... hace mucho q no leo así de rico... ni hablar del anterior. Gracias x compartir