Me garcho a mi suegra en Pinamar (3)

O gosto doce do pecado" Rapidamente ouvi ele abrindo o zíper da minha bermuda, ajudei no movimento pra facilitar tudo e senti o frio do sorvete sendo passado em mim. O sorvete tava gelado, mas o clima dentro da caminhonete não. Assim que abriu o pote, o aroma doce tomou conta do espaço. Mariela apoiou o cotovelo no banco, me olhou de lado e sorriu como se soubesse exatamente o que ia rolar. M—"Sabe o que eu mais gosto no sorvete?" —ela falou devagar—. "Que ele derrete rápido... igual a gente quando fica tentada." Não precisou falar mais nada. O tempo ficou pesado. Cada movimento dela era lento, calculado, provocante. O contraste do frio com a boca quente dela me fazia perder a cabeça. Minhas mãos tremiam no volante, enquanto ela brincava com aquele gosto doce que parecia grudar na pele... e na memória. Memória que me levou dias atrás, quando ouvi da boca dela as mesmas palavras que as da filha dela: M—"Quando você for gozar, faz na minha boca, não quero sujar mais nada!" —Ela falou sem tirar nem um centímetro da boca. F—"Você é uma filha da puta, toma aí que vem mais sorvetinho, engole tudo" —sussurrei violento entre os dentes enquanto meu corpo tremia de prazer. Sem resistir, Mariela abriu bem a boca, envolvendo meu pau e engoliu até a última gota. Ela se ajeitou, limpou a boca e finalmente arrancamos de novo, ninguém falou nada. Eu dirigia em silêncio, com o coração acelerado. Quando cheguei na casa dela, desci primeiro. Precisava me recompor, me limpar um pouco, apagar qualquer vestígio visível do que não devia existir. Lá de fora, ouvi a voz dela. O cumprimento carinhoso pro marido, o beijo suave, a cena perfeita. Vi ela entregar o sorvete com um sorriso tranquilo, como se minutos antes não tivesse cruzado nenhum limite. Esse contraste me marcou. Voltei pro bar com a Martina, meu cunhado e minha concunhada. Rimos, bebemos um pouco, dançamos. Mas eu ainda tava ali, preso naquele gosto doce que não ia embora. Naquela noite, quando voltei, Martina me procurou com vontade. Ela estava diferente. Mais intensa. Quando desceu pra chupar, parou de repente, como se algo a tivesse desconcertado. Marti—"Que estranho..." —disse— "Sinto um gosto doce." Eu ri, me fazendo de desentendido. F—"Haha, certeza que é o álcool te fazendo delirar, gorda, ou talvez o perfume tenha ficado se você acabou de beijar meu pescoço" —respondi com segurança, mas com medo por dentro. O dia seguinte passou com uma normalidade quase cruel. Praia, risadas, conversas em família, tejo. Mas toda vez que eu cruzava o olhar com Mariela, algo ardia. Olhares roubados, carregados, rápidos. Nada mais. Cordialidade absoluta… por fora. À tarde, quando voltamos da praia, todo mundo decidiu ir ao centro. Martina e eu ficamos. Mal a porta se fechou, nos olhamos. Não precisou falar, o verão, a praia, os corpos hegemônicos que se viam, tudo levava a um desejo irresistível. O banho começou como uma brincadeira, beijos apressados, mãos percorrendo nossa pele ainda salgada. Então a porta do banheiro se abriu. M—"Marti! Sou eu, mãe!" O susto foi instantâneo. Mariela abriu a porta e nos viu. Ficou um segundo imóvel, os olhos arregalados. M—"Desculpa! Desculpa! Queria fazer xixi rápido" —disse— "Esquecemos a carteira… já vamos." O silêncio que ficou foi brutal. O medo durou pouco. A adrenalina, o tesão de terem sido vistos, falou mais alto. Continuamos. Martina excitada pela ideia de que alguém tinha presenciado a nossa parada pedia mais e mais, enquanto eu apoiava a cabeça dela na parede, ela levantava a bunda quase na ponta dos pés e eu metia com uma certa brutalidade. Mas minha cabeça estava em outro lugar. Nela, Mariela. Horas depois, enquanto eu preparava um drink, senti a presença dela atrás de mim. M—"Eu ouvi vocês" —sussurrou ao passar— "E entrei de propósito." Engoli seco. F—"O que foi? Deu inveja, sogrinha?" M—"Não vou negar, me incomoda um pouco que a Marti possa aproveitar esse corpo quando quiser e eu tenha que Me esconder, ter que ser sempre clandestino, fugaz" — Ela confessou e foi embora sem esperar resposta, me deixando com mil coisas pra dizer entaladas na garganta. Depois daquela noite, algo mudou pra sempre. Não rolou mais nada… e isso era o pior. Mariela ficou impecável. Certinha. Distante. Demais. Falava comigo como sempre, mas já não era mais a mesma. E, ainda assim, de vez em quando, quando Martina não tava olhando, ela segurava meu olhar um segundo a mais do que o necessário. Só o bastante pra me lembrar que o nosso bagulho ainda tava ali, intacto.

Martina tava diferente. Mais exigente. Mais ligada no meu corpo, nas minhas reações. Às vezes me beijava como se quisesse confirmar algo que não sabia explicar. Eu respondia, mas com culpa. Uma culpa pesada, desconfortável. Na praia, Mariela andava com uma segurança que me desmontava. Não fazia nada provocante. Era justamente isso que era provocante. Saber que por baixo daquela calma tinha desejo contido, disciplina, frustração.

Uma tarde, enquanto todo mundo tirava uma soneca, ficamos sozinhos na cozinha. O silêncio era tão denso que dava pra ouvir o relógio.

M — "Isso não pode acontecer de novo" — ela disse, sem me olhar.

F — "Eu nunca disse que queria que acontecesse agora" — respondi.

Ela se virou devagar. Me encarou.

M — "É isso que mais me preocupa" — sussurrou — "Que nós dois saibamos esperar."

Não teve contato. Nem precisou. Naquela noite, Martina veio me procurar de novo. Com vontade. Com urgência. Enquanto passava a mão na minha pele, fechou os olhos e soltou, quase sem querer:

Marti — "Não sei por quê… mas esses dias você tá diferente."

F — "Tipo? Muito tarado?" — Respondi enquanto virava ela na cama e percorria o corpo inteiro dela com a boca.

Marti — "Não, Fe, você tá diferente, gordi, ahhh, distraído, como se tivesse pensando em outra coisa" — Largou entre gemidos, adorando como eu chupava ela sem parar.

F — "Tá parecendo, gor? E você, por que essa tanta tesão toda esses dias?"

Marti — "Por nada, é que eu tô com vontade de você. Chega de besteira, quero que você me faça um amor."

Mal terminou de falar, virou de lado e meu pau entrou com tudo. tanta facilidade graças a como ela estava molhada. Algo a estava excitando demais. Mas não dava tempo pra me preocupar com isso. Embora tenha me deixado preocupado que ela percebeu que eu estava diferente, eu também sentia. Cada carícia tinha um segundo sentido. Cada gemido me levava a outra imagem. A outro corpo. A outra voz. No dia seguinte, Mariela me surpreendeu enquanto eu preparava o café da manhã pra Marti e a irmã mais nova dela. F—"Bom dia, sogrinha, você quer tomar alguma coisa?" — falei, piscando o olho com duplo sentido. M—"Não se engana" — ela disse em voz baixa. F—"Desculpa, Mari, uma piada de mau gosto" — respondi, envergonhado. M—"Não é que eu não te deseje." Ela fez uma pausa. M—"É que se eu cruzar essa linha de novo… não vou saber parar." Me deixou sozinho. Com o café da manhã esfriando. Com o coração acelerado. Sabendo que Pinamar ainda não tinha dito a última palavra.Me garcho a mi suegra en Pinamar (3)
Argentina

15 comentários - Me garcho a mi suegra en Pinamar (3)

Con una suegra así ,quien no quiere empomarla
No amigo está anécdota es buenísima, me estoy pajeando como loco, quiero saber más
Ldmo37 +1
Buenísimo el relato, ¿esto explota?
Muy bueno, tremendo nivel de escritura y de calentura
Pipaa23 +1
jodeme que hay mas? por favor vamos con la historia completa! encima agregaste mas fotos, sos un ídolo que merece comerse ese bombón
ll3210
FUAAA guacho q buen esta tu suegra