Na empresa do papai

De manhã acordei muito descansada e relaxada, ainda estava semi nua, só com uma blusa longa e meu thong, porque adormeci depois do orgasmo da minha masturbação na noite anterior, adoro ficar esfregando meu cuzinho hehehe. Desci para a cozinha preparar meu café da manhã, quando de repente alguém bateu na porta, achei que fosse minha mãe pela forma de bater, então saí como estava, de thong e minha blusa longa semi transparente. Ao abrir vi um dos funcionários do meu pai, ele ficou imóvel, só lançou um olhar rápido de cima para baixo me vendo quase nua, minha blusa branca permitia ver meus mamilos durinhos e empinados, peguei o excesso da minha blusa e puxei para baixo o máximo que pude, foi inútil porque só cobria metade da minha bunda. Depois de um longo silêncio constrangedor, Ezequiel disse: "Me mandaram buscar a ferramenta do seu pai". Eu: "Pode entrar, desculpa a aparência". E: "Não se preocupa, passo rápido e já vou". Ele pegou a ferramenta e foi embora, eu fiquei lá sozinha de roupa íntima e blusa. Em vez de me sentir envergonhada, fiquei excitada por ser vista quase nua por um estranho e por ver que obviamente ele tinha gostado de me encontrar assim. Para quem não me conhece, vou deixar algumas fotos minhas.Na empresa do papai
vadia
sexoDepois do meu momento tão quente, fui tomar banho porque tinha que ir para a escola. Abri meu guarda-roupa e vi que agora só tinha roupas que considerava sexy ou provocativas. Então peguei um fio-dental e já coloquei, peguei um sutiã que combinasse, uma minissaia na metade da coxa, uma blusa branca decotada e uma jaqueta de couro, com um tênis branco. Desci para a sala e peguei as chaves do carro para ir.

Ao entrar no carro, ele não ligou de primeira, mas depois de algumas tentativas consegui dar partida. Cheguei na escola um pouco atrasada, a aula já tinha começado.

Eu — Bom dia, professor, posso entrar?

O professor me olhou da cabeça aos pés, olhou no relógio e disse:

Professor — Senhorita, está quase meia hora atrasada.

Eu — Ai, professor, por favor, é que tinha muito trânsito.

O professor balançou a cabeça um pouco e disse:

Professor — Pode entrar então, procure um lugar.

Eu — Obrigada!!

Procurei um lugar com o olhar, mas a maioria estava ocupada. Só tinha lugar na frente, colado na parede, então rapidamente cruzei a sala tentando não chamar atenção para não interromper mais e me sentei.

As aulas terminaram sem muita coisa, só que não paravam de olhar minhas pernas, meus colegas. Até notei várias vezes como o professor me olhava quando eu cruzava as pernas, tentando ver além do que dava para ver a olho nu.vadiaSai da faculdade e fui para o estacionamento, tive problemas com o carro de novo na hora de dar partida, então pensei em contar pro meu pai quando chegasse em casa. Quando liguei, fui rápido pra casa, mas depois de alguns minutos dirigindo, quando cheguei num semáforo, o carro morreu. Tentei dar partida de novo e de novo e de novo e nada!! Abri o capô na esperança de ver algo estranho e foi isso… não sabia o que estava vendo, só vi um monte de ferro, mangueiras e algo que sem dúvida devia ser o motor. Então liguei pro meu pai, ele entende dessas coisas porque tem uma oficina mecânica.
Eu – Oi, pai
P – Oi, filha, o que aconteceu?
Eu – Pai, meu carro morreu
P – Onde?
Passei minha localização e ele disse que chegava em mais ou menos meia hora. Um cara de uma sorveteria se aproximou e me perguntou se eu precisava de ajuda, comentei que meu carro não ligava e perguntei se ele sabia alguma coisa de mecânica.
Cara da sorveteria – Nossa, moça, na verdade não manjo nada disso, mas se quiser, te ajudo a empurrar pra não bloquear a rua e você não tomar multa.
Eu – Sim, por favor, muito obrigada
O cara disse que eu dirigia e ele empurrava, então entrei no carro e ele empurrou, mas não conseguimos colocar na calçada, era muito pesado pro cara, que era bem magrinho.
Cara da sorveteria – Precisamos empurrar entre vários
Eu – Deixa eu descer pra te ajudar
C.S. – Ai, menina, acho que a gente não consegue, vamos esperar alguém parar pra nos ajudar
Esperamos alguns minutos e ninguém parava, e não tinha ninguém passando a pé.
C.S. – Mmmta, ninguém para, que cuzões
Eu – Mmm, vou ver se consigo parar um carro pra nos ajudar
Comecei a fazer sinal pros carros, mas ninguém parava
C.S. – Puta que pariu, esses cuzões, agora a gente vê como faz, moça, mas a gente sobe ele na calçada
Eu – Já sei como fazer, olha, vamos lá atrás e empurramos, ok
C.S. – Mas a gente não vai conseguir, além disso alguém tem que dirigir
Eu – Vem aqui, confia em mim
Caminhamos até a parte de trás do carro e eu subi um pouco a saia, deixando minhas nádegas à mostra, e me inclinei demais pra que minha saia ainda se Vai levantar mais, eu sentia o ar batendo na minha bunda minúscula, sabia que quem passasse ia ter uma vista e tanto kkkk Eu - "Pronto?" - me posicionei pra empurrar e ele fez o mesmo. Eu - "Vai ver como se alguém parar pra nos ajudar" - piscando o olho, levantei a bunda mais um pouco e lentamente senti minhas nádegas aparecendo cada vez mais debaixo da minha minissaia. C.H. - "Nossa, senhorita..." - o garoto empurrava, mas tentando olhar meu bumbum também kkkk. Não passou nem um minuto de eu apoiada no parachoque do carro, com a bunda empinada fingindo empurrar, quando um carro estacionou atrás e dois caras desceram pra nos ajudar. Eu - "Viu, te falei?" - piscando o olho. C.H. - "Ah, assim qualquer um para mesmo." Os caras nos ajudaram a empurrar e colocamos na calçada, carinhosamente agradeci e eles seguiram caminho. C.H. - "E agora, o que vai fazer, senhorita?" Eu - "Esperar meu pai pra ver se consegue arrumar." C.H. - "Ah, tá bom. Tomara que não demore, que tá um calorão." Ele voltou pra sorveteria e eu entrei no carro pra me refugiar do sol. Pouco tempo depois, ele voltou com um sorvete de morango. C.H. - "Toma, senhorita, pro calor." Eu - "Ai, obrigada!! Quanto é isso?" C.H. - "Não é nada, cortesia da casa por ser tão gata." Eu - "Ah, ok, obrigada." Ao pegar, derramou um pouco na minha coxa e, com o joelho um pouco elevado, começou a escorrer pra minha virilha. Por instinto, soltei um breve "Ai!" enquanto puxava minha saia com a outra mão pra não sujar.garota de bunda grandeEu - Ei, segura meu sorvete rapidinho, por favor! - falei, enquanto com uma mão segurava o sorvete e com a outra puxava a saia cada vez mais pra cima, porque o sorvete derretido não parava de escorrer. Ele pegou o sorvete no exato momento em que ia tocar minha calcinha. Rapidamente, com o dedo, comecei a recolher o sorvete pra evitar que manchasse meu fio-dental. Chupei o dedo pra limpar o sorvete que estava recolhendo, além disso, a saliva ajudaria a não ficar tudo grudento. Eu - Ufa, bem na hora! - disse, enquanto continuava levantando minha saia até o ponto em que dava pra ver meu fio-dental de renda completamente. Virei pra olhar o sorveteiro, que estava de boca aberta me vendo esfregar minha virilha com o dedo e depois chupá-lo várias vezes. Me cobri rapidamente e arrumei minha saia. Peguei o sorvete de novo e vi que já estava derretendo, então rapidinho passei a língua pra evitar que derramasse de novo. Obviamente, fiz de um jeito provocante, fingindo que era um pau, hahaha, pra deixá-lo ainda mais excitado. Eu - Obrigada!! O sorveteiro, todo vermelho, só sorriu e balançou a cabeça. Antes de eu ir embora, o garoto pediu meu número pra gente sair algum dia. Na real, ele não era bonitão, mas me deu muita ternura e era muito fofo, então dei sim. Além do mais, ele era mais novo que eu: ele tem 18 e eu 20, e pelo jeito é virgem, então me propus a "descarregá-lo", hahaha. Por isso, ia passar meu número mesmo. Alguns minutos depois, meu pai chegou no carro dele. Desci do meu pra encontrá-lo. Eu - Oi, pai! Pai - Oi, filha. O que aconteceu? Eu - Sei lá, pai, ele simplesmente não quis ligar. Pai - Bom, agora eu cuido disso. Leva meu carro, vai até a oficina porque deixei os rapazes sozinhos. Você sabe que, se a gente não fica de olho, eles não fazem nada. Eu - Mas eu tenho umas coisas pra fazer daqui a pouco. Pai - É, só vai e espera sua mãe chegar, aí você dá o carro pra ela e pronto. Eu - Como assim, deixo com ela? Eu preciso dele! Pai - Não vou deixar sua mãe a pé, ela precisa mais. Se não gostou, deixa aqui. Eu - Aff, tá bom. Subi no carro e me despedi dele. Fui até a loja de autopeças, quando cheguei vi que os caras estavam de bobeira e, ao ver o carro, rapidinho se levantaram e fingiram que estavam trabalhando. São três caras que trabalham lá: Beto, que era tipo o funcionário de confiança, Juan e Miguel. Desci do carro e entrei, logo me perguntaram se meu pai não vinha comigo, disse que não, mas que minha mãe chegaria logo. Fui direto pro fundo, pro escritório do meu pai, mas ao tentar abrir a porta percebi que estava trancada. Então voltei pro balcão onde os caras estavam.
S- Ei, galera, alguém sabe por que não consigo abrir o escritório do meu pai?
Do depósito saiu Beto.
B- Ah, é que seu pai sempre tranca o escritório quando não tá.
S- Ah… ok… é que queria esperar ele lá.
Juan se levantou do banco enquanto me dizia:
J- Bom, se quiser, pode esperar ele aqui.
S- Ah, muito obrigada.
Sentei no banco, era alto, dava pra apoiar no balcão perfeitamente. Juan era aquele que me viu de fio-dental na minha casa. Juan e Beto entraram no depósito. Passaram alguns minutos de silêncio, não chegava ninguém porque era horário de almoço. Eu olhava tudo em volta procurando algo pra me distrair. Miguel me perguntou:
M- Moça, será que a senhorita pode ficar responsável pelo balcão enquanto vou almoçar? Até porque acho que ninguém vem nesse horário.
S- Ok, mas se aparecer alguém, eu te chamo, tá?
M- Sim, senhorita.
Miguel entrou no depósito também. Do balcão dava pra ver o que eles faziam. Vou descrever como é o lugar: na entrada tem a área do balcão, com montes de produtos nas prateleiras e paredes, além da vitrine que serve de balcão. Atrás do balcão fica a entrada pra próxima área, que funciona como depósito, e no fundo tem o escritório do meu pai e os banheiros. Então, do balcão, eu conseguia ver o que eles faziam, e eles conseguiam ver o balcão. Os três pegaram umas cadeiras e sentaram pra comer. Eu tinha que esperar minha mãe, então fiquei checando meu Instagram. Pouco depois, chegou uma pessoa e perguntou por um produto, nem lembro mais qual. o que era, mas olhei para dentro e perguntei onde estava aquele produto. M- tá ali na vitrine, embaixo. Desci do banco para procurar. D- onde? não tô vendo. Me abaixei para olhar melhor. J- uff... hmm... tá mais embaixo. Achei curioso ele responder assim, foi aí que percebi que minha saia tinha subido um pouco enquanto eu estava sentada. Meu coração acelerou um pouco pela excitação, mas rapidinho voltei a me concentrar em achar o produto que me pediram. Finalmente vi, estava lá no fundo da vitrine, não alcançava. Tive que ficar de joelhos. Sabia que assim que me inclinasse mais iam ver minha bunda. Fiz devagar, quanto mais me inclinava para pegar o produto, mais minha saia subia. Peguei o produto e rapidamente olhei pra trás, lá estavam eles, com o olhar fixo nas minhas nádegas que ficaram descobertas por baixo da saia. D- já peguei. Ao ouvir isso, eles olharam para o outro lado para disfarçar. Me levantei e, enquanto me levantava, mostrei o produto ao cliente, enquanto arrumava minha saia, abaixando um pouco porque tinha subido demais hahaha e dei o preço, mas ele achou meio caro. S- Sabe se temos algum mais em conta como esse ou se podemos dar um desconto? B- mais barato que esse não temos, e acho que não dá para deixar mais barato porque é de uma marca alemã. S- é que ele não quer pagar, diz que tá caro. B- se quiser, eu falo com ele. S- hmm não… -pensei por uns segundos- já sei o que vou fazer!! Abaixei as alças da minha blusa e tirei o sutiã, guardei na bolsa para que meus mamilos ficassem marcando na blusa. S- pronto, diga a ele que não trabalhamos com produtos mais baratos pela qualidade que nossos clientes merecem. C- hmm… é que tá carinho. S- olha, deixa eu te mostrar - Abri a caixinha e me inclinei no balcão, me certificando de pressionar meus peitos para que saltassem mais à vista no decote e quase saíssem da blusa, coloquei o produto bem na minha frente peito. S- confere, é qualidade alemã, chega mais pra ver!! O cara se inclinou timidamente ao me ver assim C- é, tá muito bonito mesmo, não dá pra fazer um preço melhor? Fiz carinha de menina direitinha e disse: S- é que se eu te der mais barato vão me brigar - fiz carinha triste, peguei na mão dele e falei baixinho: até porque não vendi nada o dia todo O cliente ficou corado: C- tá bom, eu levo S- sério? !Yeaaaaah! - Levantei minhas mãos e dei vários pulinhos dançando pra meus peitos quicarem na frente dele. diante do olhar atônito do cliente procedi a cobrar, agradeci pegando na mão dele e ele foi embora com um sorriso. Depois de uns minutos os caras saíram B- e aí? S- consegui vender B- sério? o que você falou? S- nada, tenho meus métodos. já terminaram de comer? B- já, se quiser a gente cuida se chegar alguém S- ok- desci do banco J- não senhorita, senta aí, eu fico aqui em pé S- sentem vocês, eu sento aqui em cima, olha Me sentei na barra do balcão com as costas viradas pra rua S- e não me chama de senhorita, me chama de Soff J- como assim? a senhorita é filha do chefe S- ah então como filha do chefe eu tô te pedindo pra me chamar de Soff J- ok senhorita Soff Parece que com isso eles ficaram mais à vontade porque começaram a me perguntar coisas, tipo o que eu fazia, o que estudava e tal, eles me contaram umas histórias do trabalho bem engraçadas, ficamos assim uma hora batendo papo. Me recostei no balcão pra me espreguiçar S- já tô dura de tanto sentar - levantei um pouco as pernas enquanto arqueava as costas, minha saia subiu um pouco mostrando toda minha perna e parte da minha bunda ou até meu bumbum todo. Continua...

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