O barulho do motor atravessou meu corpo como um balde de água fria. Ficamos imóveis por um segundo eterno, nos olhando nos olhos, respirando ofegantes, com a adrenalina ainda vibrando na pele. Mariela foi a primeira a reagir. M—“Veste logo”—sussurrou, com aquela voz firme que eu conhecia desde sempre, mas agora carregada de algo novo M—“Depois a gente conversa.” Não era uma ordem qualquer. Era uma promessa. Fui pro quarto e me vesti como dava enquanto ela arrumava o cabelo na frente do espelho, voltando a ser, em segundos, a mulher impecável que ninguém desconfiaria. Saímos cada um do seu quarto quase ao mesmo tempo que o resto da família entrava carregada de sacolas, risadas e comentários do supermercado. Ninguém notou nada. Ou pelo menos foi o que pensei. Eu mal conseguia sentar sem sentir o corpo em chamas, revivendo cada segundo do que tinha acontecido… e do que não tínhamos terminado. Naquela noite, durante o jantar, Mariela evitou me olhar no começo. Mas de vez em quando, quando Martina falava ou meu sogro ria alto, eu sentia o olhar dela cravar em mim. Rápido. Intenso. Como um carinho invisível debaixo da mesa. Pinamar continuava soando lá fora, o vento, os turistas, o mar distante… e eu sabia que aquela casa já não era a mesma. Naquela madrugada, o som não veio do mar. Primeiro foi um baque seco, quase imperceptível. Depois, um murmúrio. Martina se mexeu do meu lado, meio dormindo. Eu abri os olhos na hora. A casa estava em silêncio, mas não completamente. Do quarto dos meus sogros vinham sons abafados, ritmos descompassados, respirações que não eram de sono. Martina se levantou um pouco, confusa. Marti—“Tá ouvindo isso?”—sussurrou. Assenti sem dizer nada. Os sons ficaram mais claros. Não precisava entender muito. Ela levou a mão ao rosto, morrendo de vergonha. Marti—“Ai, não… que horror”—disse bem baixinho—. “Meus pais…” Tentou tampar os ouvidos com o travesseiro, mas não adiantava. A casa amplificava tudo. Eu olhava pro teto, com o corpo tenso, e não conseguia evitar de pensar em Mariela. No olhar dela. No que tinha acontecido horas antes, a metros daquele mesmo quarto. Martina se virou pra mim, vermelha, desconfortável… e com tesão. Eu senti. Não precisei tocar nela pra saber. Marti—"Desculpa" —murmurou—. "Isso é muito estranho." Fede—"Fica tranquila" —falei—. "É normal… vocês são um casal." Ela riu nervosa, mas não se afastou. Pelo contrário. Chegou mais perto. A perna dela encontrou a minha, como sem querer. O contraste era brutal: os pais dela transando do outro lado da parede, e a gente ali, dividindo aquele segredo involuntário. Marti—"Que nojo… mas… " —hesitou—. "Não sei por que isso me excita." Ela disse enquanto levava minha mão até a buceta dela. A gente se beijou devagar, sem pressa, como se o risco nos obrigasse a diminuir o ritmo. Cada barulho do outro quarto fazia a gente parar um segundo, se olhar, segurar uma risada nervosa. Tudo era mais intenso porque não devia acontecer. Quando os sons finalmente pararam, nenhum dos dois disse nada. Ficamos abraçados, respirando juntos, com o corpo ainda vibrando e eu dentro dela. Martina apoiou a cabeça no meu peito. Marti—"Não quero pensar nisso" —disse—. "Melhor pensar na gente." Naquela noite dormimos pouco. Fazia tempo que não ficávamos tão excitados assim, foram três gozadas uma atrás da outra que fizeram a gente terminar exausto. Na manhã seguinte, o café da manhã foi uma atuação perfeita. Meu sogro falava dos planos do dia, Mariela tomava café como se nada tivesse acontecido, Martina evitava olhar muito pra eles. Eu sentia cada gesto de Mariela como uma provocação silenciosa. Um olhar demorado a mais. Um sorrisinho. Um "dormiu bem?" que só eu entendia por completo. Chegou a hora de trocar de roupa pra praia, começamos os preparativos e partimos de novo rumo à fronteira, pra curtir a tranquilidade do mar aberto e das praias gigantes. Lá, começamos a preparar uns drinks, alternando com momentos em que a gente amenizava o calor entrando no mar. Numa dessas idas pro mar Ficamos cara a cara com a minha sogra conversando e não perdi a oportunidade de comentar o que aconteceu, quase como uma cena de ciúmes. F- "Ontem à noite ouvimos tudo, você sabe, né?" — perguntei ironicamente. M- "O que aconteceu? Estávamos com o volume da série muito alto na TV?" — respondeu ironizando. F- "Não se faz de sonsa, dava pra ouvir claramente seus gemidos. O que foi? Ficou com tesão por causa da gente e descontou nele?" M- "Epa, acho que tenho um genro muito ciumento." — respondeu. — "Calma, pequenininho, o que é seu é seu, você conquistou, tenha paciência." F- "Você sabe que sou ansioso, não gosto de esperar." — falei enquanto voltava pra nossa barraca pra disfarçar. A tarde seguiu normal, minha namorada quis ir brincar nas dunas com a caminhonete, e aconteceu o de sempre. A caminhonete atolou porque a areia estava seca por falta de chuva, e tive que pegar o volante pra conseguir tirá-la com a ajuda de outra pessoa que também estava se divertindo com a caminhonete nas dunas. Depois que saímos, comecei a me afastar cada vez mais do mar, e minha namorada começou a falar de novo sobre a cena dos pais dela à noite, foram duas palavras e ela já colocou a mão no meu pau, que não hesitou em dar um pulo de surpresa e tesão. Rapidamente reduzi a marcha e, tentando passar longe dos outros veículos, quadriciclos e motos que estavam por lá, deixei a Marti se agarrar pra me fazer um boquete muito gostoso, sem se importar com o sal do mar que estava nos nossos corpos, ela chupava sem parar, babando ele inteiro. Como se soubesse que tinha que fazer méritos pra eu não me apaixonar pelos peitos, nada mais nada menos, que os da mãe dela. Foram 5 minutos de pura intensidade, até que ela pediu pra eu gozar na boca dela pra não sujar a caminhonete, e foi isso. A descarga não foi tão grande por causa da noite de paixão que tivemos, mas mesmo assim foi boa, ela abriu a boca, me mostrou e engoliu. Pra tirar qualquer dúvida de que pudesse cuspir, ela me mostrou de novo que já tinha A boca dela tava vazia e ela me beijou. Mais calmos, voltamos pra barraca e continuamos curtindo o mar. Naquela noite, voltamos pra casa e jantamos todo mundo junto, minha sogra insistia em sair pra tomar um sorvete, embora meu sogro não parecesse muito animado com o plano. Foi aí que saímos eu, meu cunhado e a parceira dele, Martina, Mariela e eu. Ficaram em casa meu sogro e minha cunhada mais nova, que prometemos trazer um sorvete quando voltássemos. Já no centro, curtimos um sorvete bem gostoso, enquanto batíamos papo e ríamos. Demos uma volta e meu cunhado viu um bar que depois viraria balada e quis parar pra tomar algo. A resposta de todo mundo foi positiva, embora soubéssemos que, por causa da idade, Mariela ia tomar um drink e vazar. Foi assim que, depois de dois drinks, ela manifestou vontade de ir embora, mas o resto queria ficar. Tinha um problema: só ela queria ir, ninguém queria levar ela, mas também não queriam que ela levasse a caminhonete e deixasse a gente a pé, já que a casa fica num condomínio fechado meio afastado do centro. Aproveitando a situação toda, achei que era adequado e muito fácil de disfarçar, me ofereci pra levar ela e voltar rápido pro bar. Saímos do bar e passamos pra comprar o sorvete que tínhamos prometido pra Juana (minha cunhada mais nova). Mariela desceu e voltou com dois potes de sorvete, o que achei estranho, mas deduzi que o marido dela tinha pedido um também. Pegamos a estrada de volta conversando normal, quando começamos a entrar numa área de mata, ela me pediu pra virar numa rua que parecia pouco movimentada e mal iluminada. Obedeci o pedido dela e, depois de duas quadras, paramos o veículo. Ela me encara fixamente, como se estivesse puta, e diz: M — “Federico, isso não pode continuar assim.” F — “Desculpa, Mari, se a conversa sobre o mar te incomodou, não se repete” — falei bem tímido e com medo. M — “Pois é, por favor, que não se repita. Sou uma mulher felizmente casada. Tô levando sorvete pra minha filha e meu marido, não pense que...” Por me trazer, vai rolar algo entre nós de novo?" F — "Juro que não foi com essa intenção, te trouxe na boa mesmo." — Respondi meio sem graça e olhando pra baixo de vergonha. Quando sinto ela pegar no meu queixo, levantar minha cara e vejo ela caindo na gargalhada. M — "Você se assustou, bobinho? É brincadeira, haha. Como eu ia mudar de ideia tão rápido se hoje no mar eu te falei o contrário?" — Disse enquanto ria e se esticava pro banco de trás pra pegar a sacola da sorveteria. Sem falar mais nada, ligo a caminhonete de novo pra voltar pra casa, e ela me segura, se aproxima de mim. Ao sentir o perfume dela tão gostoso, não hesito nem um segundo e meto a boca nela. A gente começa a se beijar bem romântico, quase se devorando, um beijo molhado e quente pra caralho. Sinto ela mexer as mãos e ouço o barulho da sacola. Me afasto e pergunto: F — "Que foi, sogrinha? A sacola tá incomodando? A gente passa ela pra trás!" Aí ela responde: M — "Já passamos, mas primeiro vou pegar um presentinho, guy." F — "Que presente? Não me diz que comprou algo pra mim feito namoradinha de 15 anos, haha." — Falei na zoeira. M — "Na real, o presentinho é mais pra mim do que pra você. Fiquei com vontade de comer algo doce." — Disse enquanto abria um pote de sorvete... Por hoje é isso, pessoal. Se quiserem a terceira parte, já sabem! Deixa o like e comenta. Pela boa vibe, vou deixar de presente uma foto da minha sogra na praia naquele verão! Pode ter mais...
18 comentários - Fodo minha sogra em Pinamar (2)
Si está para darle hasta pa llevar 🤤😋