espero que saibam desculpar a demora
Passei uns dias experimentando.
e criar novas histórias
aqui vai mais uma parte da puta arrombada
Espero que vocês curtam ler ela.
y
VALEU POR TUDO
Oscarcito tinha alugado um duplex perto da praia, isso me dava a vantagem de andar o dia inteiro de biquíni e assim saía pra fazer alguma compra, normalmente a gente ia num barzinho comer, claro que eu pra isso me cobria com um pareô e nada mais. Júlio, o garçom que nos atendia, ficou muito amigo do Oscar, costumava ficar batendo papo sobre futebol e outras coisas com meu marido. O idiota do meu maridinho não percebia as intenções do Júlio, mesmo com os sinais sobrando pra isso. No domingo tava rolando o clássico, Argentina e Brasil, e o Oscarcito teve a brilhante ideia de convidar o Júlio pra assistir em casa, no meio das provocações.
Oscar traz a pizza que eu boto a cerveja.
Julio, vou estar por lá, mas não quero te ver chorando.
Óscar, quem vai chorar é você, Julinho.
Então aquele foi nosso último dia no Brasil, na segunda a gente voltava pra casa, o domingo seria nossa despedida do Brasil e a gente aproveitou. Desde cedo fomos pra praia, lá eu me soltei, o dia inteiro tomando sol enquanto sentia os olhares no meu rabo e comentava com meu corno.
Olha, amor, olha como aquele negão tá me olhando. Se você for pra água, é certeza que ele vai vir em cima de mim.
Oscar, se você beber, você gostaria que aqui, na praia, eu te fizesse minha na frente de todo mundo?
Ei, bebê, que safado você é, mas não é uma má ideia não.
Fui esquentando ele a tarde inteira, adivinhando as picas que eles teriam pelo volume das calças. Chegamos em casa muito tarados e, um tempo depois, Júlio chegou com o cozinheiro. Eles se cumprimentaram com o Oscar, trouxeram pizzas e uma tábua de frios. Me deram um abraço e aproveitaram pra passar a mão na minha bunda, como eu disse, sempre andava de biquíni e saia. O Oscarcito ligou a TV no pré-jogo enquanto os dois se esbaldavam com a minha bucetinha minúscula. Sentamos no futon: meu marido numa ponta e eu no meio dos dois convidados, tomando cerveja e comendo a tábua.
Oscar, cê acha mesmo que eles vão ganhar da gente hoje?
Julio, a gente vai dançar eles, já vai ver.
Oscar caiu na gargalhada.
Cozinheiro, aposto o que você quiser que hoje a gente arrebenta bem a bunda deles.
Oscar, vocês vão arrebentar, a gente vai arrebentar vocês.
Júlio, se vocês ganharem, a gente arrebenta a bunda de vocês dois, mas se a gente ganhar, a gente arrebenta a sua bunda e a da sua mulher a noite inteira.
Oscar, é melhor quebrar nela, que até gosta, mas vão ficar só na vontade.
Em vez de arrebentar essa bunda, não seria melhor 500 reais?
Julio, a gente paga com muito gosto por ter você.
Oscar, não, assim não vale, quem perder entrega a buceta.
Julio, você concorda, gostosa?
Não falei nada, só parei pra ver o jogo torcendo pra Argentina perder, porque se ganhasse eu não levava nada. Terminou o primeiro tempo e a gente foi fumar um baseado. Percebi que só o Oscarcito tava ligado no jogo, o Júlio e o cozinheiro tinham largado o futon e estavam do meu lado me acariciando enquanto o corno manso tava vidrado na televisão.
Júlio, sério que tu quer que a Argentina ganhe?
Tomara que ele perca e o corno veja como eu curto uma noite gostosa, sério vão arrebentar a bunda dele?
Cozinheiro disso não tenha dúvida, eu realizo teu sonho
O jogo seguia zero a zero, mesmo com o Brasil sendo claramente superior, e faltando minutos saiu o gol. O Oscarcito não sabia o que fazer, e nós três gritamos gol. De novo, o corneteiro tinha perdido e era hora de pagar a aposta. Júlio falou isso pra ele, e os dois puxaram suas pirocas deliciosas enquanto o Oscarcito se encolhia num canto, pronto pra se masturbar. Júlio colocou o pau na minha boca, e o cozinheiro, que tava morrendo de tesão, simplesmente me jogou no futon. Nem chupou minha buceta, só tirou minha calcinha e enfiou o pau até o fundo da minha buceta, começando a me foder com força. Eu ficava com mais tesão vendo como os dois me dominavam. Quando ele enfiou, eu soltei um grito, e na hora Júlio me soltou, deixando o cozinheiro livre pra continuar me comendo enquanto o corneteiro batia uma. Ele olhou pra ele e disse.
Julio, agora você vai ver como vamos arrebentar a buceta da sua esposa. Se prepara, porque depois é a sua vez.
Oscarcito não respondeu, só continuou se tocando enquanto eu arrumava o cozinheiro, colocando ele debaixo de mim e deixando minha bunda empinada pra que o Julio me arrombasse na frente do meu amado marido. Foi maravilhoso sentir duas picas me penetrando ao mesmo tempo de novo, não conseguia parar de gemer e de contar pro meu corno como tudo isso era gostoso.
Olha, corno, olha como eles estão arrebentando toda a sua esposa, ahhh ahhh que picas lindas que eu tô chupando, céu, aiii aiii tão destruindo minha buceta, amorrr ahhh ahhhhh ahhhh
Não pararam de me foder até me encher de porra e, já cansados, sentamos no futon. Meu corno tinha deixado uma poça de porra no chão. Júlio olhou pra ele e disse:
Julio, seu corno, limpa isso e traz umas cervejas pra gente no quarto, isso aqui tá só começando.
Não, não, assim não, amor, com a língua, céu, por favor
Ver meu corno obedecendo aos meus mandados foi terrivelmente excitante. Ele se jogou no chão e engoliu a própria porra dali mesmo. Julinho não deu tempo dele se levantar, foi atrás e sem nenhuma piedade colocou ele de quatro, apoiou a rola e sem dizer nada, meteu. De uma só enfiada, enfiou até o fundo. O corno não resistiu, a carinha dele dizia tudo, estava vermelho como um tomate tentando aguentar a surra que o novo macho dele tava dando. Parecia uma puta de verdade, mas o que mais doía, e disso tenho certeza, eram as coisas que todos nós falávamos pra ele. A humilhação era brutal. Quando Julinho finalmente deixou ele cair, nós três fomos pro quarto continuar trepando. Lá eles se alternavam pra arrebentar o cu do corno e me dar uns orgasmos lindos, enchendo minha buceta, entre cerveja e cerveja que meu marido trazia. Era lindo ver como o corno andava, com as pernas abertas, prova de que tinha o cu destruído. Definitivamente, foi nesse momento que meu marido virou um putinho submisso aos meus caprichos. Aquela noite foi interminável. Assim, de manhã, ficamos sozinhos no duplex, meu cuckold exausto e dolorido. A verdade é que não tinha consolo.
Amor, não fica mal, você mesmo procurou isso, sabia que não era boa ideia apostar a buceta no jogo e, principalmente, apostar em mim, bebê.
Oscar, cê tem razão, mas nunca imaginei que iam me humilhar desse jeito.
Mas como é que não iam te humilhar, amor, se tu é um perdedor? Os caras te mostraram como são superiores, bebê, te venceram em tudo, céus. Já sei que eles são muito melhores que você, não dá pra negar que eles são mais malvados e que te transformaram num brinquedo. Ainda bem que a gente já vai embora, imagina mais uma semana com eles?
Oscar, hoje não tem bebida, olha só como me deixaram.
Sim, amor, mas olha como ele fica duro só de lembrar como te comeram, já te venceram, meu bem.
Oscar, por sorte a gente já vai, mas te imploro: nem uma palavra disso pros meus pais.
Esse é o nosso segredo, mas lembra que tudo tem um preço.
Passei uns dias experimentando.
e criar novas histórias
aqui vai mais uma parte da puta arrombada
Espero que vocês curtam ler ela.
y
VALEU POR TUDO
Oscarcito tinha alugado um duplex perto da praia, isso me dava a vantagem de andar o dia inteiro de biquíni e assim saía pra fazer alguma compra, normalmente a gente ia num barzinho comer, claro que eu pra isso me cobria com um pareô e nada mais. Júlio, o garçom que nos atendia, ficou muito amigo do Oscar, costumava ficar batendo papo sobre futebol e outras coisas com meu marido. O idiota do meu maridinho não percebia as intenções do Júlio, mesmo com os sinais sobrando pra isso. No domingo tava rolando o clássico, Argentina e Brasil, e o Oscarcito teve a brilhante ideia de convidar o Júlio pra assistir em casa, no meio das provocações.
Oscar traz a pizza que eu boto a cerveja.
Julio, vou estar por lá, mas não quero te ver chorando.
Óscar, quem vai chorar é você, Julinho.
Então aquele foi nosso último dia no Brasil, na segunda a gente voltava pra casa, o domingo seria nossa despedida do Brasil e a gente aproveitou. Desde cedo fomos pra praia, lá eu me soltei, o dia inteiro tomando sol enquanto sentia os olhares no meu rabo e comentava com meu corno.
Olha, amor, olha como aquele negão tá me olhando. Se você for pra água, é certeza que ele vai vir em cima de mim.
Oscar, se você beber, você gostaria que aqui, na praia, eu te fizesse minha na frente de todo mundo?
Ei, bebê, que safado você é, mas não é uma má ideia não.
Fui esquentando ele a tarde inteira, adivinhando as picas que eles teriam pelo volume das calças. Chegamos em casa muito tarados e, um tempo depois, Júlio chegou com o cozinheiro. Eles se cumprimentaram com o Oscar, trouxeram pizzas e uma tábua de frios. Me deram um abraço e aproveitaram pra passar a mão na minha bunda, como eu disse, sempre andava de biquíni e saia. O Oscarcito ligou a TV no pré-jogo enquanto os dois se esbaldavam com a minha bucetinha minúscula. Sentamos no futon: meu marido numa ponta e eu no meio dos dois convidados, tomando cerveja e comendo a tábua.
Oscar, cê acha mesmo que eles vão ganhar da gente hoje?
Julio, a gente vai dançar eles, já vai ver.
Oscar caiu na gargalhada.
Cozinheiro, aposto o que você quiser que hoje a gente arrebenta bem a bunda deles.
Oscar, vocês vão arrebentar, a gente vai arrebentar vocês.
Júlio, se vocês ganharem, a gente arrebenta a bunda de vocês dois, mas se a gente ganhar, a gente arrebenta a sua bunda e a da sua mulher a noite inteira.
Oscar, é melhor quebrar nela, que até gosta, mas vão ficar só na vontade.
Em vez de arrebentar essa bunda, não seria melhor 500 reais?
Julio, a gente paga com muito gosto por ter você.
Oscar, não, assim não vale, quem perder entrega a buceta.
Julio, você concorda, gostosa?
Não falei nada, só parei pra ver o jogo torcendo pra Argentina perder, porque se ganhasse eu não levava nada. Terminou o primeiro tempo e a gente foi fumar um baseado. Percebi que só o Oscarcito tava ligado no jogo, o Júlio e o cozinheiro tinham largado o futon e estavam do meu lado me acariciando enquanto o corno manso tava vidrado na televisão.
Júlio, sério que tu quer que a Argentina ganhe?
Tomara que ele perca e o corno veja como eu curto uma noite gostosa, sério vão arrebentar a bunda dele?
Cozinheiro disso não tenha dúvida, eu realizo teu sonho
O jogo seguia zero a zero, mesmo com o Brasil sendo claramente superior, e faltando minutos saiu o gol. O Oscarcito não sabia o que fazer, e nós três gritamos gol. De novo, o corneteiro tinha perdido e era hora de pagar a aposta. Júlio falou isso pra ele, e os dois puxaram suas pirocas deliciosas enquanto o Oscarcito se encolhia num canto, pronto pra se masturbar. Júlio colocou o pau na minha boca, e o cozinheiro, que tava morrendo de tesão, simplesmente me jogou no futon. Nem chupou minha buceta, só tirou minha calcinha e enfiou o pau até o fundo da minha buceta, começando a me foder com força. Eu ficava com mais tesão vendo como os dois me dominavam. Quando ele enfiou, eu soltei um grito, e na hora Júlio me soltou, deixando o cozinheiro livre pra continuar me comendo enquanto o corneteiro batia uma. Ele olhou pra ele e disse.
Julio, agora você vai ver como vamos arrebentar a buceta da sua esposa. Se prepara, porque depois é a sua vez.
Oscarcito não respondeu, só continuou se tocando enquanto eu arrumava o cozinheiro, colocando ele debaixo de mim e deixando minha bunda empinada pra que o Julio me arrombasse na frente do meu amado marido. Foi maravilhoso sentir duas picas me penetrando ao mesmo tempo de novo, não conseguia parar de gemer e de contar pro meu corno como tudo isso era gostoso.
Olha, corno, olha como eles estão arrebentando toda a sua esposa, ahhh ahhh que picas lindas que eu tô chupando, céu, aiii aiii tão destruindo minha buceta, amorrr ahhh ahhhhh ahhhh
Não pararam de me foder até me encher de porra e, já cansados, sentamos no futon. Meu corno tinha deixado uma poça de porra no chão. Júlio olhou pra ele e disse:
Julio, seu corno, limpa isso e traz umas cervejas pra gente no quarto, isso aqui tá só começando.
Não, não, assim não, amor, com a língua, céu, por favor
Ver meu corno obedecendo aos meus mandados foi terrivelmente excitante. Ele se jogou no chão e engoliu a própria porra dali mesmo. Julinho não deu tempo dele se levantar, foi atrás e sem nenhuma piedade colocou ele de quatro, apoiou a rola e sem dizer nada, meteu. De uma só enfiada, enfiou até o fundo. O corno não resistiu, a carinha dele dizia tudo, estava vermelho como um tomate tentando aguentar a surra que o novo macho dele tava dando. Parecia uma puta de verdade, mas o que mais doía, e disso tenho certeza, eram as coisas que todos nós falávamos pra ele. A humilhação era brutal. Quando Julinho finalmente deixou ele cair, nós três fomos pro quarto continuar trepando. Lá eles se alternavam pra arrebentar o cu do corno e me dar uns orgasmos lindos, enchendo minha buceta, entre cerveja e cerveja que meu marido trazia. Era lindo ver como o corno andava, com as pernas abertas, prova de que tinha o cu destruído. Definitivamente, foi nesse momento que meu marido virou um putinho submisso aos meus caprichos. Aquela noite foi interminável. Assim, de manhã, ficamos sozinhos no duplex, meu cuckold exausto e dolorido. A verdade é que não tinha consolo.
Amor, não fica mal, você mesmo procurou isso, sabia que não era boa ideia apostar a buceta no jogo e, principalmente, apostar em mim, bebê.
Oscar, cê tem razão, mas nunca imaginei que iam me humilhar desse jeito.
Mas como é que não iam te humilhar, amor, se tu é um perdedor? Os caras te mostraram como são superiores, bebê, te venceram em tudo, céus. Já sei que eles são muito melhores que você, não dá pra negar que eles são mais malvados e que te transformaram num brinquedo. Ainda bem que a gente já vai embora, imagina mais uma semana com eles?
Oscar, hoje não tem bebida, olha só como me deixaram.
Sim, amor, mas olha como ele fica duro só de lembrar como te comeram, já te venceram, meu bem.
Oscar, por sorte a gente já vai, mas te imploro: nem uma palavra disso pros meus pais.
Esse é o nosso segredo, mas lembra que tudo tem um preço.
5 comentários - Cada dia mais puta, agora somos duas