Oiiii, este é o capítulo 8 já. Não acredito que cheguei até aqui. Como sempre falo, obrigada pelos comentários, pontos e favoritos. E também por TOOODAS as mensagens lindas que me mandam no privado. Acordei e o Agus tava dormindo, sem fazer barulho me levantei. Vi que o Luqui tinha me mandado uma mensagem quando voltou e tinha sido há pouco tempo, então ele devia estar bem dormindo. Desci e fiz um café da manhã pra dois e subi. Acordei o Agus e a gente comeu junto, falando baixinho... Terminamos de comer e deixei a bandeja de lado, o Agus pediu pra eu voltar pra cama e a gente deitou. -Obrigado, Flor, por essa noite, mesmo não podendo te aproveitar como eu queria, me diverti pra caralho. -Eu também, love, me diverti e gostei da sua companhia, foi linda... Ele tenta me beijar de novo, mas eu desvio, e passo a mão no rosto dele -Não, meu love, não dá, foi bom ontem mas já era, não vamos continuar com esse jogo porque é perigoso e não leva a nada -Por favor, Flor, deixa eu te beijar, tô morrendo de vontade de te beijar -Não, bebê, vamos parar por aqui... sério... -Qual é, Flor, por favor, to pedindo... -Não, Agus, você é muito fofo mas não... -Tá bom então... melhor eu ir antes que o Luqui acorde... Fiquei num clima estranho ali, não sei o que deu em mim, pensei um pouco e falei, "pode ser uma boa história pro..." -Agus... vem cá, deita do meu lado só de cueca... Ele abre um sorrisão e deita, a gente começa a se beijar e eu começo a passar a mão na cueca dele, ele fica durasso... a gente começa a respirar fundo e acelerado... falo -Tira a cueca... Peguei no pau dele e masturbei um pouco, devagar... com a língua toquei o lábio de cima dele... -Ah ah ah ah aaaaahhhh -Shhhh Agus, aproveita... não tem nada não, meu love... Ele gozou de novo, sujou a cama toda... Deixei ele se recuperar, ele se limpou, se trocou e eu acompanhei ele até a porta... fiz sinal que a gente falava pelo Whatsapp... -Gostei muito da sua companhia, a noite foi muito gostosa... obrigada. Sobre o que você tá sentindo, não se preocupa, é Normal, você tá nervoso, dá pra entender. Não me decepciona, nem fico brava nem nada, só precisa passar esse medo e pronto. Beijinhos, meu amor.
—Obrigado, Flor, obrigado por tudo, pela paciência e por entender e me acompanhar. Não vou mais te encher o saco. Se um dia você quiser dar outra chance, sabe que tô aqui. Beijo.
Voltei pra minha cama pra trocar os lençóis. De uma coisa não me esqueci: peguei o plug com óleo e coloquei na minha bunda. Mandei uma fotinha pro Marcos dizendo: "tá no lugar". Depois me masturbei muito, tinha ficado com muito tesão.
—Assim que você tem que se reportar todo dia de agora em diante. Mais ainda: enquanto você tiver no trabalho, quero uma foto a cada 2 horas, mostrando o plug na bunda...
—Sim, papai, quando você vai me possuir de novo?
—Quando eu resolver, logo você vai saber.
Passei o fim de semana louca. A Agus não me escreveu mais e o Marcos tava sumido. Na segunda, a cada 2 horas eu ia no banheiro mandar foto do plug. A dominação era total, mas linda. Na terça foi igual, a cada 2 horas eu mandava foto.
Um dia a gente tava jantando e o Luqui me fala: — Mãe, cê não vai arrumar outro parceiro? Te vejo sempre sozinha. — Olha, eu sou bem independente, é difícil alguns homens me aceitarem assim, mas eu até que gostaria, agora, do jeito que tá, tô bem sozinha. — Mãe, queria te pedir uma coisa, se cê puder, claro. — Fala, love, pode falar. — Bom, duas coisas... Para de me chamar de love ou bebê, parece que eu não sou um adulto pra você. — Ai, love, não fala isso, pra mim você é um adulto sim, mas tudo bem, já que você tá me pedindo assim, eu entendo. É por algum motivo especial? — É que agora eu tô saindo com a Ailín, e me dá um nervoso você me chamar de love... — Aaah, tá bom, então beleza, vou te chamar de Lucas agora. — Não, não, mãe, calma, também não é tanto assim. — Kkkk, tá bom, e qual era a outra coisa? — Cê podia me dar mais grana? — Claro, mas é pouco? — Não, não, tá suave, mãe, sem problema. — Não, não, para, fala a verdade, sério. — Não, mãe, tá de boa, eu me viro. — Mas fala, cê sabe que não tenho problema, fala a verdade, pode me contar tudo. — Bom, é que a gente queria ir pra um hotel pra ficar de boa, pra ficar sozinhos, cê entende, mãe... — Claro que entendo, mas por que não vêm pra cá? Eu posso sair, ou ir pra outro lugar com as minas ou pra casa da vó. Prefiro que vocês fiquem aqui, de boa, em casa, ninguém vai incomodar. — Não, mãe, não precisa. — Pode sim, não faz drama, eu saio e vou pra casa da vó, venham pra cá e fiquem de boa, mas quero conhecer ela, hein. — Kkk, tá bom, mãe, se der tudo certo. — Beleza então... Liguei pras minas pra sair pra jantar, e pra minha mãe pra ficar na casa dela.
Saímos pra comer e encontro o Marcos por acaso... Não consegui parar de pensar nele durante toda a refeição, ficava virando pra olhar ele, custava muito tirar ele da minha cabeça. Depois de comer, fomos dançar, minhas amigas foram indo dormir uma por uma, até que a última me pergunta se eu queria carona, falo que não, que ia ficar. Fico sozinha, quando tava indo pro balcão, alguém pega na minha mão, era o Agus. - Oi Flor - Oi Agus, beleza? - Bem... não consigo parar de pensar em você - Não Agus, já conversamos sobre isso, o que passou, passou e foi só aquilo, sério Agus... - Não consigo parar de pensar em você... juro - Não Agus... já era, e sério, porque não dá mais, chega!!!! Ele se assustou e pediu desculpa, se afastou e disse que não ia mais me incomodar. A noite continuou e alguém tocou na minha bunda... Era o Marcos que sussurra no meu ouvido - Tá com o plug? - Tô... - Vai me dar a buceta? - Claro - Vamos pra casa, tô sozinho, topa? - Sim, você sabe que sim Antes de ir, a gente bebeu bastante álcool, fez um bem danado. Chegamos na casa dele e transamos no sofá e depois na cama. Gozei pra caralho, acho que foi o álcool, mas além disso a gente tava transando muito pesado, eu cavalgava com tudo, mas ele não tinha fim, eu cravava as unhas nele, ele adorava, e em resposta, me dava uns tapões na bunda... No final, aquele dia ele não usou meu cu, mas mesmo assim fiquei exausta. Quando acabou, ele olhou nos meus olhos e disse... - Não quero mais isso, quero ficar com você, mas namorar de verdade, sair pra comer, todo mundo saber, e vou te falar uma coisa... se você disser que não, vou começar a comer a Ailín, sei que ela morre de vontade de ficar comigo, e se ela se apaixonou pelo Luqui, eu faço de tudo pra ela cortar e me desejar...
Esse é o fim do capítulo 8. Beijos, Flor.
—Obrigado, Flor, obrigado por tudo, pela paciência e por entender e me acompanhar. Não vou mais te encher o saco. Se um dia você quiser dar outra chance, sabe que tô aqui. Beijo.
Voltei pra minha cama pra trocar os lençóis. De uma coisa não me esqueci: peguei o plug com óleo e coloquei na minha bunda. Mandei uma fotinha pro Marcos dizendo: "tá no lugar". Depois me masturbei muito, tinha ficado com muito tesão.
—Assim que você tem que se reportar todo dia de agora em diante. Mais ainda: enquanto você tiver no trabalho, quero uma foto a cada 2 horas, mostrando o plug na bunda...
—Sim, papai, quando você vai me possuir de novo?
—Quando eu resolver, logo você vai saber.
Passei o fim de semana louca. A Agus não me escreveu mais e o Marcos tava sumido. Na segunda, a cada 2 horas eu ia no banheiro mandar foto do plug. A dominação era total, mas linda. Na terça foi igual, a cada 2 horas eu mandava foto.
Um dia a gente tava jantando e o Luqui me fala: — Mãe, cê não vai arrumar outro parceiro? Te vejo sempre sozinha. — Olha, eu sou bem independente, é difícil alguns homens me aceitarem assim, mas eu até que gostaria, agora, do jeito que tá, tô bem sozinha. — Mãe, queria te pedir uma coisa, se cê puder, claro. — Fala, love, pode falar. — Bom, duas coisas... Para de me chamar de love ou bebê, parece que eu não sou um adulto pra você. — Ai, love, não fala isso, pra mim você é um adulto sim, mas tudo bem, já que você tá me pedindo assim, eu entendo. É por algum motivo especial? — É que agora eu tô saindo com a Ailín, e me dá um nervoso você me chamar de love... — Aaah, tá bom, então beleza, vou te chamar de Lucas agora. — Não, não, mãe, calma, também não é tanto assim. — Kkkk, tá bom, e qual era a outra coisa? — Cê podia me dar mais grana? — Claro, mas é pouco? — Não, não, tá suave, mãe, sem problema. — Não, não, para, fala a verdade, sério. — Não, mãe, tá de boa, eu me viro. — Mas fala, cê sabe que não tenho problema, fala a verdade, pode me contar tudo. — Bom, é que a gente queria ir pra um hotel pra ficar de boa, pra ficar sozinhos, cê entende, mãe... — Claro que entendo, mas por que não vêm pra cá? Eu posso sair, ou ir pra outro lugar com as minas ou pra casa da vó. Prefiro que vocês fiquem aqui, de boa, em casa, ninguém vai incomodar. — Não, mãe, não precisa. — Pode sim, não faz drama, eu saio e vou pra casa da vó, venham pra cá e fiquem de boa, mas quero conhecer ela, hein. — Kkk, tá bom, mãe, se der tudo certo. — Beleza então... Liguei pras minas pra sair pra jantar, e pra minha mãe pra ficar na casa dela.
Saímos pra comer e encontro o Marcos por acaso... Não consegui parar de pensar nele durante toda a refeição, ficava virando pra olhar ele, custava muito tirar ele da minha cabeça. Depois de comer, fomos dançar, minhas amigas foram indo dormir uma por uma, até que a última me pergunta se eu queria carona, falo que não, que ia ficar. Fico sozinha, quando tava indo pro balcão, alguém pega na minha mão, era o Agus. - Oi Flor - Oi Agus, beleza? - Bem... não consigo parar de pensar em você - Não Agus, já conversamos sobre isso, o que passou, passou e foi só aquilo, sério Agus... - Não consigo parar de pensar em você... juro - Não Agus... já era, e sério, porque não dá mais, chega!!!! Ele se assustou e pediu desculpa, se afastou e disse que não ia mais me incomodar. A noite continuou e alguém tocou na minha bunda... Era o Marcos que sussurra no meu ouvido - Tá com o plug? - Tô... - Vai me dar a buceta? - Claro - Vamos pra casa, tô sozinho, topa? - Sim, você sabe que sim Antes de ir, a gente bebeu bastante álcool, fez um bem danado. Chegamos na casa dele e transamos no sofá e depois na cama. Gozei pra caralho, acho que foi o álcool, mas além disso a gente tava transando muito pesado, eu cavalgava com tudo, mas ele não tinha fim, eu cravava as unhas nele, ele adorava, e em resposta, me dava uns tapões na bunda... No final, aquele dia ele não usou meu cu, mas mesmo assim fiquei exausta. Quando acabou, ele olhou nos meus olhos e disse... - Não quero mais isso, quero ficar com você, mas namorar de verdade, sair pra comer, todo mundo saber, e vou te falar uma coisa... se você disser que não, vou começar a comer a Ailín, sei que ela morre de vontade de ficar comigo, e se ela se apaixonou pelo Luqui, eu faço de tudo pra ela cortar e me desejar...
Esse é o fim do capítulo 8. Beijos, Flor.
10 comentários - O "amigo" do meu filho parte 8
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