Esta é uma história que escrevi inspirada numa anedota que uma ex-prostituta me contou há uns anos, então é baseada em fatos reais. Me deletaram a outra conta, então vou repostar as histórias aos poucos. Uns anos atrás, quando eu trabalhava num puteiro da rodovia 197, daqueles que ficam na beira da estrada com luzes de neon piscando e caminhões passando a noite toda, tive um encontro que ainda me faz sorrir toda vez que lembro. Eu tinha vinte e cinco, já tava há uns anos no ramo, e naquela noite estava no bar tomando algo, esperando o próximo cliente. De repente, esse garoto se aproximou — nunca soube o nome dele — alto, magro, com cara de inocente que acabou de sair do colégio. Tinha acabado de fazer dezoito, ele me disse depois. Parou na minha frente, nervoso, olhando pro chão, e perguntou baixinho: "Quanto você cobra?". Falei o preço por um tempo, achando que ele ia pedir o de sempre. Mas ele só balançou a cabeça rápido, tirou o dinheiro do bolso e me deu. "Só quero lamber sua buceta", murmurou. Me surpreendeu, mas nesse trabalho a gente vê de tudo. Peguei ele pela mão e levei pelo corredor escuro até um dos quartos do fundo, com aquela cama velha e o cheiro de cigarro que nunca saía. Fechei a porta, levantei o vestido curto que eu tava usando (sem nada por baixo, como sempre) e falei: "Tira a roupa se quiser". Ele tirou tudo rapidinho e ficou pelado com o pau já duro apontando pro teto. Me deitei na cama, abri as pernas e falei seca: "Você tem 5 minutos". No começo, eu tava fria e quieta, profissional, como quem faz uma obrigação. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, com mãos atrapalhadas me abriu devagar e começou a lamber. As lambidas dele eram sem experiência, suaves, tímidas, mas insistentes. Ele percorria minha buceta completamente depilada de cima a baixo, roçando no clitóris sem pressa, como se realmente quisesse me saborear. Depois de um tempo, comecei a sentir: um calorzinho subindo de baixo, minha buceta que se ia umedecendo sozinha. Já não era só trabalho. Fiquei molhada de verdade, e sem perceber murmurei alguma coisa baixinho, nem sei o quê, talvez um "assim..." ou um suspiro que escapou. Ele continuava, cada vez mais seguro, lambendo mais fundo, chupando devagar. Dava pra ver que era a primeira ou uma das primeiras vezes que chupava uma buceta, mas não fazia tão mal. De repente, enfiou um dedo, devagar, curvando bem onde tinha que ser. Escapei um "Ohh" forte, daqueles que não se fingem. Me arqueei sem querer, apertando os lençóis. Ele levantou a cabeça por um segundo, com a boca brilhando dos meus sucos, e perguntou: "Você gosta?". Olhei pra ele, ainda ofegante, e respondi com voz rouca, como se fosse óbvio: "Sim, meu amor...". Mas o tom era daqueles que dizem "como é que não vou gostar, bebê", porque realmente tinha me esquentado. Depois disso, não teve mais volta. Me deixou à beira, tremendo, com a buceta inchada e pulsando, mas não gozei. Os 5 minutos já tinham passado fazia tempo, mas deixei ele continuar mais uns minutos porque não queria que parasse. No fim, quando já estava exausta, ele se levantou um pouco, ainda de joelhos, e começou a esfregar a pica contra a planta do meu pé direito, que estava apoiada na borda da cama. Olhei pra ele e não disse nada; só movi o pé duas vezes, apertando um pouco contra ele. Em segundos, ele gozou, gemendo baixinho e salpicando meu peito do pé com jatos quentes. Quando terminou, se levantou e começou a se vestir. Eu me levantei, me limpei rápido com uma toalha e saí do quarto primeiro, voltando pro balcão como se nada tivesse acontecido. Um tempo depois, ele saiu, já vestido, se aproximou tímido e me cumprimentou com um beijo suave na bochecha antes de ir embora. Fiquei ali, com as pernas bambas e a buceta pulsando, pensando que pela primeira vez um cliente deu prazer de verdade, e incrivelmente era um cliente muito jovem e com pouca experiência, mas um bom "Chupador de buceta". Me deixou com tesão o cara. Ainda hoje, quando passo pela 197, lembro daquele garoto e da língua mágica dele. PS: Eu também chupei aquela buceta deliciosa 😋.
0 comentários - História de uma puta.