Acordei com o sol já alto e o cheiro de café subindo da cozinha. Ana estava na varanda, de camiseta comprida e calcinha, fumando um cigarro e mexendo no celular. Desci de cueca e sentei ao lado dela. – Bom dia – disse ela me dando um beijo –. Dormiu bem? – Sim, mas com a cabeça a mil por causa de ontem – respondi pegando o cigarro dela. – A parada da piscina? – perguntou com um sorriso safado. – É… e a do Víctor também – falei –. Ontem à tarde, enquanto eu corria, a Marta recomendou pra Ana um massagista que vem em casa. O Víctor chegou, montou a maca no jardim dos fundos e deu uma massagem completa nela. Eu olhava da varanda. Ele deixou ela quase pelada, passou óleo no corpo todo… e a Ana gemia como nunca. – E ficou com ciúme? – perguntou Ana roçando na minha perna. – Pra caralho… mas também me deixou de pau duro – confessei –. Não parava de imaginar ele baixando mais o short, passando a mão na bunda dela de verdade. – Pois ele passou a mão sim – disse ela baixando a voz –. Baixou o short até quase mostrar a racha pra massagear a lombar. E quando virou… o sutiã soltou “sem querer” por um instante. – Porra – soltei, a piroca já acordada. – Gostei que você tava olhando – confessou –. Saber que você via outro me tocando… me deixou louca. – Eu também – falei –. Passei a noite pensando nisso. Ana riu, me beijou o pescoço. – Seu tarado. Mas adoro. Ficamos um tempão assim, café, cigarro, carícias. De repente a campainha tocou. – Quem será? – disse Ana. – Vou ver. Desci e abri. Era o Antonio, com uma garrafa de vinho na mão. – Bom dia, Alfredo. Desculpa o horário, mas a Marta me falou que a Ana comentou ontem que vocês gostam de vinho tinto, e eu tenho um bom da adega. Pra janta de hoje à noite. – Valeu – falei pegando a garrafa –. Entra se quiser. Antonio entrou, cumprimentou a Ana da varanda. – Bom dia, Ana. Atrapalhei o café? – Não, entra – disse ela –. Que gentileza o vinho. Antonio sentou com a gente, batendo papo sobre a cena, da piscina, de como a gente tava bem. Mas os olhos dele iam pra Ana toda hora, pro decote da camiseta, pras pernas. Eu sentia o ciúme, mas também a excitação. Daí a pouco Antonio levantou. — Bom, vou deixar vocês. Hoje à noite a gente se vê. Ana, se precisar de algo… já sabe onde estou. — Valeu, Antonio — ela disse sorrindo. Quando ele foi embora, Ana me olhou. — Que gente boa… e o olhar que ele te deu. — Com ciúmes? — perguntei. — Um pouco — ela disse —. Mas gosto quando você fica assim. — Eu também — confessei. Ana se aproximou, sentou no meu colo. — Você gostaria que o Antonio me visse igual o Victor ontem? — Ia me matar… e me fazer gozar — respondi. — Então hoje no jantar peço pra ele recomendar um vinho… e ver se ele anima pra algo mais — disse brincando. — Que tipo de algo mais? — Sei lá… um brinde particular — ela disse rindo. A gente se beijou, a mão dela no meu pau, a minha na buceta dela por baixo da camiseta. — Vamo pra cama — sugeri —. Preciso te foder pensando nisso. Subimos. Ana tirou a camiseta, deitou de barriga pra cima. Eu fiquei por cima, o pau duro roçando a buceta dela. — Me conta a do Victor de novo — pedi enquanto penetrava devagar. — Ele passou óleo nas minhas costas… baixou o short… massageou minha bunda com força — ela gemeu —. Você olhava de cima. — Porra — falei, metendo mais forte. — Quando ele me virou… o sutiã soltou. Ele viu meus peitos por um segundo. — E o que você fez? — perguntei, quase gozando. — Fiquei vermelha… mas não me tampei rápido — confessou —. Gostei que ele viu. Isso me acabou. Fodi ela com força, pensando no Victor tocando ela, no Antonio olhando. — Hoje à noite quero que o Antonio te olhe assim — falei, gozando dentro. Ana gozou comigo, gemendo meu nome. Depois ficamos abraçados. — Cê quer mesmo que role algo com o Antonio? — ela perguntou. — Quero que role o que tiver que rolar — respondi —. Mas a gente decide junto. — Junto — ela disse, me beijando. A tarde passou tranquila, mas com aquela tensão. Ana vestiu o vestido curto pro jantar. Descemos. Antonio já tava lá, sorrindo ao ver o decote. A noite prometia. 😏
2 comentários - Mudança... Víctor e Antonio... (parte 6)
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