Dias post vacaciones (Pt 3)

Antes que meus leitores leiam a parte 3 dos dias pós-férias, quero fazer um resumo do que rolou antes: fomos de férias com os amigos da minha mulher, Pamela, e passamos o tempo todo trocando casal e comendo geral. Quando voltamos, preparei um presente surpresa pra ela no aniversário, onde ela comeu três caras em casa (dois deles meus amigos). Depois disso, passaram várias semanas que só transamos nós dois. Na real, nem falamos muito sobre o assunto, só palavras de agradecimento dela pra mim, mas senti que algo nela tinha se saciado. É que também tudo aconteceu muito rápido e foi uma mudança bem radical no nosso relacionamento. Não vou mentir pros meus leitores: eu curti a parada. Um dia, depois do trabalho dos dois, ela comentou que tinha ido à tarde numa massagista, o que, no começo, nem liguei muito. Mas não parou por aí: ela começou a me dar detalhes luxuosos de como era a mulher: uns 15 anos mais velha que a gente, o que dá pra chamar de milf, loira, casada com um cara mais novo que ela. O nome é Viviana. Não sei em que momento ela conseguiu essa informação, mas me contou tudo — é assim, entre cúmplices, se conta tudo.

—Semana que vem eu queria ir de novo, foi uma boa experiência — ela me fala.

— Tá dizendo que é pra eu ir? — falo pra ela enquanto a gente tá largado no sofá.

Ela ri e dá de ombros. Não parece muito convencida com isso. Não me deu uma resposta. A gente transou à noite e foi dormir. Aquilo ficou no ar por uma semana, ninguém falou nada sobre o assunto. Ela me manda uma mensagem no WhatsApp — dizendo que vai entrar na massagista. Não tinha me falado nada, nem quando ia, mas acabou indo. Eu esperei ela voltar, talvez um pouco puto. Quando chegou, veio com a mochila que leva pro trampo e meio feliz. Um sorriso se abria de ponta a ponta. Eu tava na sala e ela larga a mochila no sofá. Abre e tira um cintaralho. Não tava entendendo o que ela queria dizer com aquilo. Ela fica com ele na mão, esperando uma resposta minha.

—E aí? O que você acha?

—Pra que é?

Comprei ela pra guardar, mas hoje acho que dá pra usar.

A situação me deixou todo arrepiado. Ela chegou perto de mim e me deu uns beijos na boca. Em cima de mim no sofá, ela morde minha boca.

A Vivi nos convidou pra tomar uma cerveja à noite por causa do aniversário dela.

—E o marido?

—Cortou faz duas semanas, tá uma louca.

Ela morde meus lábios e fica toda excitada com a situação. Nenhum de nós dois queria estragar o clima. Trocamos uns beijos e nos separamos. Mesmo curtindo a situação, eu ficava na dúvida por ela ser mais velha. Nenhum dos dois tinha ficado com uma milf nem com um cara mais experiente. Enfim, guardo a cinturonga na mochila, ela vestiu um vestido preto justo no corpo que deixava as tetas à mostra, e eu, do meu lado, coloquei o que tinha de mais formal: uma calça social com uma camisa azul claro. Partimos no carro, chegamos no bar e entramos. Um pátio iluminado, cheio de barulho e luzes. Entramos e demos de cara com a Vivi. Sabia que era ela porque minha mina acelerou pra cumprimentá-la primeiro. O que eu vi não tem nome: uma loira com um vestido meio fluorescente e decotado, umas tetas empinadas e uns lábios enormes. Cheguei e dei um beijo no rosto dela. Já tava no meu jogo e queria deixar claro desde o começo. Falei feliz aniversário e sentamos na mesa. Ela tava tomando um daiquiri e minha mulher pediu um também. Do meu lado, pedi uma cerveja.

—Como é que tão, bebês? — fala Vivi, toda gostosa.

Felizes de estar aqui com você, é seu aniversário" — fala Pamela e dá uma risada enquanto faz isso.

Valeu pelo convite" — falo meio tímido.

—Flor de guy, você se deu bem, mina, tirou a sorte grande — ele ri e toma um gole.

Nós três demos risada. Eu fico meio sem graça, porque, por cima do copo, ela me encarava fixo. Os drinks chegaram e começamos a beber. Do meu lado, eu tava de boa, só ouvindo elas falarem das coisas delas. Não conseguia parar de olhar pra ela, ela me hipnotizou. Em alguns momentos, me incluíam na conversa, em outros, nem tanto. Elas já iam pro terceiro daiquiri. A situação foi esquentando e eu percebi. Pamela passava a mão na minha perna por baixo da mesa, enquanto isso, eu sentia ela se aproximando mais da Vivi, que não parava de falar.

—Ontem veio um cara bem novinho e eu dei um massagem do caralho nele. Ele ficou me dando mole um tempão, mas o que mais me deixava com tesão era que ele não parava de gemer quando eu passava a mão nas costas dele — ela contava pra gente enquanto tomava o terceiro gole.

A situação já não tinha mais rodeios. Do meu lado, eu observava e minha mulher ficava toda excitada com o que ela tava contando.

— E aí, comeu ela? — pergunta a Pamela.

— Uma já tem seus anos, mas não perde tempo — pisca o olho Vivi enquanto responde.

O garçom vem e avisa que daqui a pouco vão fechar, se a gente queria mais alguma coisa. A Vivi pediu outro daiquiri e pediu um pra minha mulher também. Elas não conseguiam falar muito claro, mas ficavam rindo enquanto conversavam. A Pamela solta a mão da minha virilha. Senta do lado dela e continuam falando de um jeito íntimo. O garçom traz as bebidas. Elas começam a beber. Minha mulher se inclina na direção do rosto da Vivi. Ela, sem perder tempo, dá um beijo suave nos lábios dela. A situação esquenta e ela mete um chupão enquanto segura o rosto dela. Elas se abraçam pelas costas. Passam os dedos por cima da roupa. De repente, param. Minha mulher olha pra mim. Eu dou risada. A Vivi faz que tá se abanando com a mão. Sinto que ela ficou com calor e dá um gole.

- Desculpa, bebê, tive que te roubar por um tempinho. - me encarando fixamente

—Não precisa me pedir desculpa, é seu aniversário — respondo pra ela.

—Pô, mas você não me falou que seu marido era tão permissivo assim — ele olha pra Pamela.

— Eu gosto de olhar — falo enquanto sorrio.

Nesse momento, a Pamela dá um beijo longo na Vivi. Um chupão cheio de saliva. Começo a ficar excitado pra caralho e a pica começa a subir. Já queria ir pro apartamento pra comer as duas. Minha mulher tava passando a mão nela e a Vivi mordia os lábios dela com aquela boca incrível. Elas param o beijo. A gente conversa um pouco e o garçom vem cobrar. Paguei e fomos andando.

—Vocês me levam pra casa? — diz Vivi.

—Sim, a gente te leva — respondo, andando na frente.

Chego primeiro no carro e sento no banco do motorista. Vivi senta no banco do carona. Pamela senta no banco de trás. Ligo o carro e pego o caminho direto pra casa. Vejo a Vivi colocando a mão no meu ombro, me acariciando e passando as unhas compridas dela pelo meu pescoço.

— Tô mó bêbada — ela me fala

Pamela fica rolando o celular, me deixa na mão com a situação. A Vivi abaixa a mão e coloca na minha perna. Ela desliza um pouco e toca no volume todo duro que eu tô. Não me mexo e continuo dirigindo.

—E quando eu fico bêbada, fico com um tesão danado.

Aperta meu volume na mão dela. Massageia ele enquanto se aproxima mais de mim. Minha pica fica dura pra caralho. Vejo pelo espelho minha mulher olhando a situação e sorrindo. Pamela olha de lado pra ela e pergunta.

- O que seu namorado mais gosta, bebê?

- Que chupem a buceta dela e encham tudo de saliva - responde

Pamela aproxima a boca. Vivi a engole. Dá um beijo leve nos lábios dela. Sorri e deixa ela se afastar pra trás. Com uma mão, começa a desabotoar meu cinto. Puxa ele e joga pra trás. Eu continuo dirigindo enquanto olho ela de lado.

—Posso continuar? — ele me pergunta

- Você tem que continuar - eu digo pra ela

Ajudo ela a abaixar minha calça. Ela passa a mão na minha cueca molhada. Quero que ela arranque e comece a chupar minha pica. Continuo dirigindo e nem sei pra onde tô indo com o carro. Conheço um lugar onde não passa carro e tem poucas casas. Vou pra lá. Já é tarde pra caralho, então duvido que tenha movimento. Vivi abaixa minha cueca. Minha pica completamente dura tem líquido pré-gozo na ponta. Tô muito tesudo. Fazia um tempão que uma gostosa não me deixava assim. Ela passa dois dedos na minha cabeça e depois enfia os dedos na boca como se estivesse saboreando. O que ela fez me deixou com muito mais tesão.

— Você não tem ideia do gostoso que isso tá — fala pra Pamela

Com as mãos, ela desce o vestido até a metade, deixando os peitos à mostra. Uns peitos cheios de pintinhas e com dois bicos durinhos. Chego na quadra e estaciono o carro. É uma rua sem saída, toda escura. Vivi abaixa a cabeça até meu pau, coloca os lábios em volta dele e começa a chupar, se ajudando com a mão. Inclino a cabeça pra trás e suspiro. Gemo e apoio as mãos pra me recostar. Vivi faz barulho a cada chupada. No começo, ela enfia até a metade, mas depois vai até engolir ele inteiro. Solta uma baba que escorre pelo couro do banco. Estico o banco pra trás até ficar deitado. Vivi, mais à vontade, chupa meu pau de lado. Pamela, sem eu perceber, já está praticamente nua. Molhada com a situação, senta em cima da minha cara. Esfrega a bunda toda pra eu comer. Mexe a cintura, colando o clitóris nos meus lábios. Estico a língua e chupo tudo. Vivi continua chupando meu pau. Cospe no meu membro umas duas vezes. Para um segundo pra tirar o que resta da roupa. Dá um tapa na bunda de Pamela e aperta.

Que pedaço de buceta você tava guardando, gatinha" — ele fala enquanto morde e bate nela.

Acabo de comer a bunda inteira da Pamela. Ela tira a calcinha fio-dental de uma vez e se deita pra trás. Vivi se joga em cima de mim pra me beijar. Ela segura minha cara e me dá uns beijos bem babados. Com minhas mãos, consigo agarrar a bunda dela. Que rabão que ela tem, me deixa louco. Pamela aproveita enquanto a gente se pega e coloca a cintaralha que estava deitada embaixo do banco. De repente, Pamela puxa Vivi pelo cabelo. Coloca ela na altura do rosto dela.

— Nós dois vamos lá fora, você fica aqui, amor — ele me fala enquanto puxa o cabelo dela.

Vivi faz biquinho pra mim antes de ir embora. Só quando tão fora do carro ela se toca que minha mulher tava com uma cinturonga. No escuro total, ligo o carro e acendo os faróis. Quando faço isso, vejo minha mulher colocar a Vivi em cima do capô. Sinto o barulho de dentro. Ela, submissa, fica com as duas mãos apoiadas na lataria. Minha mulher, que tá atrás, cuspi na área pra lubrificar. Ao fazer isso, usa a mão pra empurrar a cinturonga mais perto da buceta dela. Vivi me olha e fica com tesão ao ver a situação. Como eu tava louco na filha da puta, comecei a me tocar no pau todo molhado por baixo do volante. Pamela começa a comer ela. Puxa ela pelo cabelo e aproxima enquanto se move enfiando a cinturonga. Vivi geme alto no começo, depois minha mulher tapa a boca dela. Aumento a velocidade da punheta.

-Feliz aniversário, amiga - diz Pamela enquanto dá um tapa na bunda dela.
—Segue, bebê, que eu te acabo todinha — diz Vivi entre gemidos.

Vivi se toca o clitóris enquanto está sendo comida. Solta um grito e contrai as pernas. Goza toda na cinturonga. Fica parada no lugar, minha mulher dá uns beijinhos no pescoço dela e elas ficam numa situação amorosa. Vivi sai de cima do capô e se ajoelha na frente dela. Começa a chupar a cinturonga enquanto se recupera da trepada. Saio do carro e começo a bater uma do lado delas. Pamela nota minha presença e acelera o movimento com a Vivi. Ela abre a boca enquanto coloca os lábios quase no meio da cinturonga. Escuta um barulho numa casa. Nós entramos no carro. Vivi vai atrás com a Pamela. Foi uma situação engraçada e a gente riu pra caralho.

- Isso porque você não para de gritar puta - a Pame fala pra Vivi

Cala a boca e continua me comendo" – diz a Vivi.

Ela abre as pernas no banco de trás. Mordisca os lábios e encara a minha mulher. Pame se joga em cima dela enfiando a pica. Vivi agarra a bunda dela pra meter mais fundo. Dá uns tapas e xinga no ouvido dela. Eu dirijo e vejo a cena pelo retrovisor. Entro em ruas escuras que conheço a caminho do apê. Vivi não parava de gritar. Quando tava perto, Pame tapa a boca dela.

— A gente troca de roupa, que temos que entrar — falo pra elas, olhando pra trás.

Nós três trocamos de roupa. A Pame guarda a cinturonga e a gente vai pro apê. Elas vão na frente, rindo e cochichando. Tava muito quente. Se fosse por mim, até pegava elas na rua de tão putas que tavam. A gente se apalpou no caminho e chegou no quarto. Quando chegamos, pego minha mulher pelos ombros e levo ela pro sofá. Coloco ela em cima de mim. Abaixo o vestido dela e sinto ela toda molhada. Abaixo minha calça, a cueca e meto meu pau nela sem pensar muito. A Viví chegou perto pra chupar o cu dela e deixar a baba dela nas minhas bolas. Minha mulher adora um jogo pesado e eu adoro dar o que ela pede. Enchi a bunda dela de tapas enquanto aumentava o ritmo. Cuspi na cara dela umas duas vezes enquanto não parava de deixar claro que ela é só minha.

—Vamos ver se me deixam um lugarzinho — diz a Vivi.

Vejo ela com a cinta ligada e os bicos duros. Tava com a pica que ia explodir. Ela começa a arrombar o cu da minha mulher.

—Você aguenta duas rolas? — dá um tapa na bunda dela com a mão aberta.

Pamela morde o lábio e balança a cabeça. Vivi larga uma baba que cai direto no cu. Devagar, ela tenta enfiar, mas tá fechado. Paro de macetar ela e vejo que a Vivi se abaixa pra passar a língua. Ela abre as nádegas dela e cospe. Sinto a baba escorrendo pelas minhas bolas e ela enfia um dedo devagar pra ir abrindo. Depois de um tempo, ela se posiciona e começa a fazer força pra entrar. A Pame grita, mas curte. Crava as unhas nas minhas costas e fecha os olhos. O cu abre e a ponta entra. Ela levanta um pouco a raba até sentar. Suspira e crava mais as unhas em mim. A Vivi enfia até a metade. Do meu lado, comecei a me mexer devagar. Eu e a Vivi começamos a bater na bunda dela. Minha mulher tava no auge. O ataque de putaria dela fez ela rebolar a bunda pra gente comer ela toda. O cu dela tava aberto enquanto eu sentia a buceta dela super molhada. Escorria líquido do meu pau sem parar. Ela levanta, tirando os dois paus de dentro. Começa a se tocar no clitóris em cima da minha pica. Dá um grito de tão tesuda que tá. A Vivi acaricia os peitos dela. Na hora, ela fica na frente da Vivi, colando a cara no meu pau. Abre a boca e põe a língua pra fora. Pamela esguicha tudo. A cara da Vivi, meu pau e parte do sofá. A Vivi sorri enquanto saboreia com a língua. Usa ela pra limpar meu pau. De cima pra baixo. Engole todo o líquido. Minha mulher parada na nossa frente. Eu já tava pronto pra gozar, mas queria colocar elas na minha frente, então peguei a Vivi e a Pame pelo cabelo pra se ajoelharem na frente do meu pau. Elas se revezavam brincando com a minha pica. Trocavam língua na minha glande.

-Vai, amor, queremos sua porra - diz Pame, mordendo o lábio.

Comecei a me masturbar enquanto eles se beijavam e apalpavam os peitos dela. O estopim foram as palavras da Vivi, que me olhava com a mesma cara de puta que a noite toda.

—E que seja bem gostosa, por favor.

Ela começou a fazer biquinho. Sinto que vou gozar. Encho toda a cara da Vivi, que abre a boca feliz pra receber a porra. A Pamela passa a língua no rosto dela. Elas se beijam pra tomar meu sêmen. Cada uma limpa minha pica. Começam a se pegar com minha porra toda, jogadas no chão. Eu vejo a cena, mas tava destruído. Tomamos um banho, deitamos os três e dormimos. A Vivi acordou cedo, tomei café com ela e ela me deu a matinal na cozinha. Enchi toda a buceta dela e perguntei se ela queria entrar no relacionamento depois do que a gente tinha passado. Ela disse que adoraria, mas pra eu falar com a Pame. Me deu uns beijos e foi embora. Tomei banho e levei o café da manhã pra Pame. A gente conversou sobre a proposta e ela até sugeriu que eu fosse morar com a gente. Não podia acreditar. Tava adorando a ideia. Não sei se ela vai aceitar, mas pelo menos, sendo minha namorada, vou foder ela quando quiser.

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