Diário Gostoso - Capítulo 3

Paula queria falar com o Pablito sobre o assunto, mas não sabia como fazer, não sabia e não tinha coragem, até me disse que se sentiria apoiada e teria mais forças se eu estivesse presente. Já que ela é minha amiga e eu também tô envolvida, de certa forma, topei. Me veio a ideia de convidar os dois pra jantar lá em casa uma noite e ver se assim, juntas, a gente criava coragem. Paula e eu marcamos o dia do jantar e nos despedimos. Naquela noite, eles apareceram na minha casa, os dois, Paula e Pablito. Ela tava de calça e um suéter, e ele, de moletom. Antes de jantar, Paula e eu ficamos conversando um pouco sobre nossas coisas, enquanto o Pablito via TV. O jantar foi normal, sem encarar a situação. Algumas perguntas da parte dela e minhas pra ele, mas sem tocar no assunto, só perguntas sobre a escola e os estudos. Dizer que ele evitava, ou respondia com monossílabos, sim, não, quase nada, na dele, sem querer saber de nada do mundo. Quando terminamos de jantar, Paula e eu continuamos sentadas à mesa, e o Pablito tinha voltado pra ver TV. Depois de um tempo, percebemos que ele não estava mais lá, e foi aí que a gente aproveitou, eu e a mãe dele, pra ver como lidar com a situação. Chegamos à conclusão de que nenhuma de nós tinha coragem suficiente, nem mesmo juntas. — Pablo!!! — gritou a mãe dele bem alto. — Fala, mãe? — respondeu ele. — Cadê você, filho? — Na cozinha, bebendo água, já vou. Paula me contou que a situação tinha piorado. Parece que uns dias atrás, ela encontrou uma das calcinhas dela no cesto de roupa suja. Aquela calcinha ela tinha lavado no dia anterior e guardado na gaveta das roupas íntimas dela. Agora a calcinha tava de novo no cesto de roupa suja. Ela tirou de lá e viu que a calcinha estava manchada. Vocês tão imaginando, né? Pois é, o Pablito tinha pegado a calcinha da gaveta de lingerie da mãe dele e devia ter ficado se masturbando com ela até gozar em cima. Depois Claro, óbvio que não dava pra colocar de volta na gaveta, então deixei no cesto de novo. A gente teve que parar de falar dele porque ele apareceu na sala outra vez. Sentou de novo na frente da TV e não disse nada. Pegou o celular e começou a mexer nele, parando de prestar atenção na televisão. Paula e eu continuávamos conversando sobre nossas coisas. Depois de um tempo, o Pablito se levantou de novo, e foi aí que percebi que o menino tava com uma ereção. Pelo visto, por baixo do moletom ele não tava usando nada de cueca, só tinha um volume, e olha, enorme, gigantesco. Desviei o olhar rapidinho do menino e voltei pra mãe dele. O Pablito saiu da sala de novo, e comentei com a mãe dele a situação. — Ó Paula, então, não sei como te falar, mas acho que o Pablito... Ela me interrompeu. — Sim, amor, já reparei. Fica assim o dia inteiro, parece um mandril no cio. — Deve ser complicada sua situação, Paula. — É, mas sou mãe dele e é o que me coube. É difícil conviver com um filho de 15 anos, e se ainda fica o dia todo no cio, ereto e essas coisas, imagina. E pra piorar, o tamanho que ele tem é impossível disfarçar. Paula me contou que uma tarde de verão, quando entrou no quarto do Pablo pra deixar roupa lavada nas gavetas, encontrou ele tirando uma soneca na cama, completamente pelado e com o pau à mostra. Foi tamanho o impacto que o tamanho daquele pau causou nela que ela até se assustou, segundo ela. E sinceramente, entendo ela, porque foi exatamente o que aconteceu comigo, e olha que eu não vi o membro, só o volume enorme que fazia por baixo da calça do moletom dele. Como nós duas éramos incapazes de encarar o assunto, decidimos encerrar o jantar e nos despedimos. Ambas tínhamos que acordar cedo no dia seguinte pra trabalhar. Paula, o Pablito e a ereção enorme dele foram pra casa deles. Eu fiquei na minha. Coloquei um pijama e, finalmente confortável, encerrei o dia e fui pra cama. na cama.Diário Gostoso - Capítulo 3

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