No aniversário de Ramona eu descobriria algo chocante, mas às vezes as coisas não são o que parecem... Dante pegou no meu ombro e eu estava com uma amargura tremenda, não conseguia acreditar que Salvador tivesse uma namorada ou uma mina na vida dele. Não dava pra acreditar. Não entendia em que momento. Talvez enquanto eu estava transando com ele, ele já tinha feito sexo com essa tal de Irene. Tentava disfarçar minha amargura, minha dor e minha tristeza. Pensava em que momento foi, quando que eu não percebi que ele podia estar com alguém. Talvez por isso ele me convidou para o Complexo e não para a casa dele. Eu estava com mais raiva e decepção, nem percebi que já havíamos chegado em casa. Ao descer, abri a porta e fui procurar meu celular, me tranquei no banheiro para pedir explicações ao Salvador. Vejo algumas mensagens dele.
"Oi Yulita linda. Tomara que vocês venham no aniversário da minha mãe. Você não sabe a alegria que sinto por te ver e com certeza você vai estar linda como sempre"
"Yulita, tomara que você leia esta mensagem. Meu irmão encontrou um papel que era para mim dizendo para eu me afastar de você porque sabia o que acontecia entre nós e que muito provavelmente a notícia chegou ao meu amigo, ou seja, ao seu marido"
"Yuli linda, encontrei uma amiga do meu irmão e pedi ajuda a ela, porque vou fazer ela passar como minha namorada para afastar as dúvidas e qualquer coisa que tenham sobre nós. Não fique com ciúmes nem nada. Meus sentimentos por você nunca vão mudar. Te quero, linda..."
Isso me acalmou um pouco, mas mesmo assim. Não tirou totalmente a raiva e a decepção que eu sentia. Escrevi para ele: "Oi Salvador. Acabo de ler suas mensagens. Olha só que incrível você ter recebido essa ameaça, a minha foi pior. Meu marido descobriu pelo amigo de vocês, pelo Elias, ele mandou fotos onde estivemos juntos no complexo e quando eu estava na casa dos seus pais e me seguiu. Eu estou desconfiada de tudo. Você, se cuida. Aproveite sua namorada, seja de mentira ou de verdade"
Minhas lágrimas inundaram meus olhos e eu tentava não fazer barulho para não despertar nenhuma suspeita com o Dante. Logo recebi a resposta do Salvador: "Conta aqui o que esse animal fez com você, ele te bateu? Você e seu bebê estão bem? Quer vir de novo pro complexo pra se sentir acompanhada e poder ficar mais tranquila? Te amo muito, linda". Contei pra ele toda a minha briga e quando ele me deu um tapa. Enquanto chorava e com muita decepção do que o Dante foi capaz, mesmo eu estando grávida. Não foi algo que procurei com o Salvador, mas era tanto que o Dante me ignorava que, ao ver o Salvador assim, que gostava de tudo aquilo que o Dante desprezava, talvez por isso deixei acontecer. Nisso, ouço o Dante batendo na porta do banheiro e eu silenciei meu celular e guardei ele do lado da pia do banheiro.
Eu: O que foi, Dante?
Dante: Você está bem?
Eu: Sim, sim... já saio. Só que estava com dor na barriga.
Dante: Ah... bom. É que minha mãe me ligou e vou lá pra casa dela... e queria te dar um beijo pra ir tranquilo.
Abri a porta, dei um beijo nele e ele foi embora. Peguei meu celular e fui deitar. Quando vi a resposta do Salvador: "Minha linda, adoraria poder ser seu marido pra te mimar e cuidar muito de você. Acariciar sua barriga linda... só de imaginar já estou ficando excitado e louco de pensar e querer estar com você!" E respondi: "Agora fiquei sozinha, não tenho quase sono, queria ter continuado lá na festa, mas você viu como é seu amigo, parece um menininho quando está com sono - ri - não acredito que me apaixonei por um menininho e ainda é um menininho da mamãe". Ele viu minha mensagem e imediatamente me ligou, eu atendi.
Salva: Oi, Yulita linda
Eu: Oi...
Salva: Então está sozinha em casa?
Eu: Sim, sim... mas você não pode vir porque ia despertar mais suspeitas...
Salva: Eu sei... mas adoraria poder estar com você, digo, com vocês. Posso fazer uma vídeo chamada pra poder te ver? - sem responder, mudei nossa chamada - uau... me surpreendeu, achei que ia dizer não...
Eu: É que precisava te ver, mesmo tendo te visto e Você estava se divertindo muito com a Irene — fiz uma careta de sorriso — e você já foi embora da festa de aniversário?
Salva: É que minha acompanhante já queria voltar para casa e aproveitei e vim para a minha também, por isso te mandei mensagem. Você está linda... — esboçando um sorriso doce.
Eu: Então essa coisa com a Irene... é um namoro de verdade?
Salva: Não, nãoooo... já te falei que o Bernardo, meu irmão, aquele que você conheceu, encontrou um papel dizendo que alguém sabia sobre a gente e achei uma boa desculpa fazer a Irene aparecer para acalmar as coisas. Mas tenha em mente que você é a única mulher que eu quero na minha vida. A única que mexe com cada músculo do meu corpo e... — dava para ouvir ele ofegando, e minhas bochechas estavam bem coradas — não leve a mal, mas eu adoraria fazer um sexo virtual assim, por aqui, já que meu amigo, digo, seu marido, está desconfiado. Dessa forma, ninguém pode nos impedir por aqui... — eu obedeci e tirei toda a roupa — ai, minha linda... você é perfeita...
Eu: Você gosta disso? — enquanto massageava meus peitos, que estavam cada vez maiores, e com o tesão meus mamilos ficaram duríssimos, começando a sair umas gotinhas de leite. Passei o dedo e o rodei, ouvindo os gemidos do Salvador, e me deu vontade de deixá-lo louco. Coloquei um dedo na boca, ensalivei e passei no meu peito.
Salva: Aaaaaggghhh... Yulí, eu vou morrer... que preciosa você é... você é perfeita... ai, meu amor... você vai provar seu leite?
Eu: Você quer? — enquanto continuava massageando meu peito e saíam mais gotas de leite.
Salva: Claro que quero... queria me agarrar de novo, mas esvaziar você inteira nos dois peitos, chupar e chupar esses peitos lindos... Ai, Yulita... vou gozar... vou me esvaziar... meu amor... me diga onde você quer que eu acabe...
Eu: Nos meus peitos!
Salva: Ai, meu Deus... siiiii... siiii agggghhh ayyyyy Yuli... uffffff... — ele me mostrava como estava gozando — olha, minha linda... olha quanto saiu... não aguentei muito porque estava com muito tesão e na festa da minha mãe você... teria tirado você de lá e te levado pra algum lugar pra ficarmos sozinhos, pra ficar com você...
Eu: - Nossa, você me deixa sem palavras...
Salva: - Ufffff... pelo amor de Deus... queria te ver e a gente fazer muito mais coisas. Poderíamos ir pra algum povoado perto daqui e passar uns dias juntos...
Eu: - Vai ser seguro? Ninguém vai nos seguir?? Tô com medo...
Salva: - Fica tranquila... Vai ser seguro pra nós dois. Você tá sozinha agora?
Eu: - Sim, claro. Dante foi pra casa da mãe dele, então tô sozinha.
Salva: - Eu também tô sozinho. Então não tem chance de ninguém descobrir. Poderíamos ir pro povoado onde meus avós moravam, tem uma fazenda enorme, que a única entrada e saída é um caminho de terra bem longo que só vai pra essa fazenda. Amanhã eu poderia passar pra te buscar bem cedinho e a gente vai por uns dias, juro que ninguém vai descobrir e a gente vai se divertir muito. Te mando por mensagem onde posso te encontrar e acho que vai ser o melhor...
Eu: - Não, não... melhor me buscar perto da casa da minha irmã Mariana, lá não mora nenhum amigo do Dante...
Salva: - Tá bom... tudo bem. Nos vemos lá pelas 8, tá bom pra você?
Eu: - Sim... perfeito. Vou levar umas roupas e algumas coisas pra ficar comigo.
Salva: - Sim, siiiiim... claro... lá eu tenho tudo, então leva roupa e o resto eu cuido. Mal posso esperar que já seja amanhã.
Eu: - Que lindo... então tá... vou tentar dormir.
Salva: - Tá, gostosa... beijinhos e descansa.
Desligamos e eu me abracei no travesseiro com um sorriso de orelha a orelha, sabendo que poderia viver um dos melhores momentos da minha vida.
No dia seguinte, eu tinha dormido muito pouco, estava muito nervosa e ansiosa com tudo que poderia acontecer. Decidi escrever cedo pra minha irmã Mariana, pra que se Dante me procurasse na casa dela, ela pudesse ser minha melhor coartada.
"Oi Mari... ontem à noite eu briguei com Dante e vou passar uns dias com uma amiga no sítio de um dos avós dela. Por favor, se Dante for na sua casa, fala pra ele não me encher o saco que eu preciso ficar sozinha e que preciso de tempo para pensar. Eu te amo." Terminei de arrumar tudo na minha bolsa e estava saindo quando ouvi a porta da frente da casa, senti um medo tremendo e meu coração batia a mil por hora e quando me aproximei da sala vejo Dante caminhando em minha direção, cambaleando, sem conseguir se manter em pé direito. Ao me ver parece que tivesse visto uma figura importante porque se endireitou com dificuldade mas quase completamente ereto.
Dante: - Oi... oi... oi... bom dia, amor...
Eu: - Bom dia, Dante... justo estava indo embora
Dante: - O quê?? Por quê?? Espera... deixa... deixa eu me recuperar... para onde... para onde você vai?
Eu: - Longe de você... não vou aguentar uma situação igual a essa
Dante: - Pera... espera... ai Deus... a cabeça está... está girando...
Eu: - Pede para sua mamãe cuidar de você... eu não vou tomar conta de um inconsciente e bêbado...
Dante: - Ai não não... Yulita... para... ai Deus... não não me deixe... mas me entenda... estou assim... estou assim por beber tanto com... - começou a rir - como é que se chama???
Eu: - Não importa nem me interessa ninguém
Dante: - Ai... amor... espera... deixa eu... - caiu desmaiado no sofá e como ficou bem posicionado deixei ele ali. Peguei minha bolsa e saí para meu carro. Havia um pouco de vômito na porta da nossa casa e com certeza era do Dante pelo estado em que estava. Subi no meu carro e fui em direção à casa da minha irmã, para deixar meu carro na casa dela para depois escrever para Salvador e ver onde nos encontraríamos. Quando olhei o celular, tinha uma mensagem de Salvador e da minha irmã:
"Hola mi hermosa Yulita. Te va a pasar a buscar un taxi que es de un amigo de mi hermano Bernardo. Así que quédate tranquila. Ya sabe dónde debe traerte. Vos relájate. Avísame cuando estés así, van a buscarte. Te espero ansioso. Salvador"
"Oi Chulita ¿que paso ahora entre vos y tu marido?? Bueno, bueno... pero vos después decime la verdad para donde vas y con quien... por si pasa algo, saber donde localizarte. Cuide-se muito. Te amo. Mariana" Escrevi para Salvador, dizendo que já estava esperando. Depois de um tempo, apareceu um carro azul escuro com vidros semi polarizados. O motorista me perguntou se eu era Giuliana, e eu disse que sim. Ele me fez entrar e saímos de lá. A viagem deve ter durado pouco mais de 50 minutos e, como Salvador tinha dito, havia uma estrada de terra que dava acesso a uma única casa, como ele me havia falado. Ao chegar, o motorista pegou minha bolsa e me ajudou a descer. Ele abriu o portão e foi embora. Eu fui caminhando devagar por todo aquele trecho entre o portão e a casa que dava para ver. Olhei para trás para ver se Salvador estava certo: se alguém pegasse aquela estrada, devia ser alguém da família ou alguém que conhecia o lugar. Isso me deixou mais tranquila, suspirei e senti a paz e a tranquilidade daquele lugar lindo. Ao chegar na casa, vejo Salvador vindo em minha direção com um sorriso de orelha a orelha, mas com olheiras.
Salva: — Que alegria você já estar aqui... — Ele se aproximou e me abraçou. Ao me soltar, eu o cumprimentei.
Eu: — Oi, Salva... Agora que estou vendo, isso aqui parece ser muito mais seguro que o complexo.
Salva: — Siiim... Eu te disse. Agora vamos poder ficar bem tranquilos e aproveitar... Me dá sua bolsa e vamos entrar, eu estava preparando uma coisa. — Fomos para dentro da casa e eu o olhava cada vez mais.
Eu: — O que aconteceu com seu rosto? Tô te vendo com umas olheiras bem fundas...
Salva: — É que eu quase não dormi, mal comecei a virar na cama, já levantei e vim pra cá e fiquei fazendo umas coisas pra gente poder ficar e curtir...
Eu: — Quando você for deitar, vai cair rendido... — Eu ri — Desculpa... Me sinto culpada por você não ter descansado.
Salva: — Não, não se preocupa. Não importa... Olha... O que você acha?
Eu: — É um lugar lindo... — Naquela sala enorme tinha uma lareira igual àquelas que a gente vê em filmes estrangeiros, um fogo lindo que esquentava o ambiente e só faltava uma música romântica de fundo para fechar a cena perfeita. Volto a mim quando vejo que Salvador deixa minha bolsa de lado, em cima de uma poltrona pequena, e estava bem perto de mim, com o corpo colado no meu, suspirando e gemendo que nem um tarado. As mãos dele subiam e desciam dos meus braços até meus ombros e minha respiração começou a mudar... CONTINUARÁ... Falta pouco pro final dessa primeira parte!!
"Oi Yulita linda. Tomara que vocês venham no aniversário da minha mãe. Você não sabe a alegria que sinto por te ver e com certeza você vai estar linda como sempre"
"Yulita, tomara que você leia esta mensagem. Meu irmão encontrou um papel que era para mim dizendo para eu me afastar de você porque sabia o que acontecia entre nós e que muito provavelmente a notícia chegou ao meu amigo, ou seja, ao seu marido"
"Yuli linda, encontrei uma amiga do meu irmão e pedi ajuda a ela, porque vou fazer ela passar como minha namorada para afastar as dúvidas e qualquer coisa que tenham sobre nós. Não fique com ciúmes nem nada. Meus sentimentos por você nunca vão mudar. Te quero, linda..."
Isso me acalmou um pouco, mas mesmo assim. Não tirou totalmente a raiva e a decepção que eu sentia. Escrevi para ele: "Oi Salvador. Acabo de ler suas mensagens. Olha só que incrível você ter recebido essa ameaça, a minha foi pior. Meu marido descobriu pelo amigo de vocês, pelo Elias, ele mandou fotos onde estivemos juntos no complexo e quando eu estava na casa dos seus pais e me seguiu. Eu estou desconfiada de tudo. Você, se cuida. Aproveite sua namorada, seja de mentira ou de verdade"
Minhas lágrimas inundaram meus olhos e eu tentava não fazer barulho para não despertar nenhuma suspeita com o Dante. Logo recebi a resposta do Salvador: "Conta aqui o que esse animal fez com você, ele te bateu? Você e seu bebê estão bem? Quer vir de novo pro complexo pra se sentir acompanhada e poder ficar mais tranquila? Te amo muito, linda". Contei pra ele toda a minha briga e quando ele me deu um tapa. Enquanto chorava e com muita decepção do que o Dante foi capaz, mesmo eu estando grávida. Não foi algo que procurei com o Salvador, mas era tanto que o Dante me ignorava que, ao ver o Salvador assim, que gostava de tudo aquilo que o Dante desprezava, talvez por isso deixei acontecer. Nisso, ouço o Dante batendo na porta do banheiro e eu silenciei meu celular e guardei ele do lado da pia do banheiro.
Eu: O que foi, Dante?
Dante: Você está bem?
Eu: Sim, sim... já saio. Só que estava com dor na barriga.
Dante: Ah... bom. É que minha mãe me ligou e vou lá pra casa dela... e queria te dar um beijo pra ir tranquilo.
Abri a porta, dei um beijo nele e ele foi embora. Peguei meu celular e fui deitar. Quando vi a resposta do Salvador: "Minha linda, adoraria poder ser seu marido pra te mimar e cuidar muito de você. Acariciar sua barriga linda... só de imaginar já estou ficando excitado e louco de pensar e querer estar com você!" E respondi: "Agora fiquei sozinha, não tenho quase sono, queria ter continuado lá na festa, mas você viu como é seu amigo, parece um menininho quando está com sono - ri - não acredito que me apaixonei por um menininho e ainda é um menininho da mamãe". Ele viu minha mensagem e imediatamente me ligou, eu atendi.
Salva: Oi, Yulita linda
Eu: Oi...
Salva: Então está sozinha em casa?
Eu: Sim, sim... mas você não pode vir porque ia despertar mais suspeitas...
Salva: Eu sei... mas adoraria poder estar com você, digo, com vocês. Posso fazer uma vídeo chamada pra poder te ver? - sem responder, mudei nossa chamada - uau... me surpreendeu, achei que ia dizer não...
Eu: É que precisava te ver, mesmo tendo te visto e Você estava se divertindo muito com a Irene — fiz uma careta de sorriso — e você já foi embora da festa de aniversário?
Salva: É que minha acompanhante já queria voltar para casa e aproveitei e vim para a minha também, por isso te mandei mensagem. Você está linda... — esboçando um sorriso doce.
Eu: Então essa coisa com a Irene... é um namoro de verdade?
Salva: Não, nãoooo... já te falei que o Bernardo, meu irmão, aquele que você conheceu, encontrou um papel dizendo que alguém sabia sobre a gente e achei uma boa desculpa fazer a Irene aparecer para acalmar as coisas. Mas tenha em mente que você é a única mulher que eu quero na minha vida. A única que mexe com cada músculo do meu corpo e... — dava para ouvir ele ofegando, e minhas bochechas estavam bem coradas — não leve a mal, mas eu adoraria fazer um sexo virtual assim, por aqui, já que meu amigo, digo, seu marido, está desconfiado. Dessa forma, ninguém pode nos impedir por aqui... — eu obedeci e tirei toda a roupa — ai, minha linda... você é perfeita...
Eu: Você gosta disso? — enquanto massageava meus peitos, que estavam cada vez maiores, e com o tesão meus mamilos ficaram duríssimos, começando a sair umas gotinhas de leite. Passei o dedo e o rodei, ouvindo os gemidos do Salvador, e me deu vontade de deixá-lo louco. Coloquei um dedo na boca, ensalivei e passei no meu peito.
Salva: Aaaaaggghhh... Yulí, eu vou morrer... que preciosa você é... você é perfeita... ai, meu amor... você vai provar seu leite?
Eu: Você quer? — enquanto continuava massageando meu peito e saíam mais gotas de leite.
Salva: Claro que quero... queria me agarrar de novo, mas esvaziar você inteira nos dois peitos, chupar e chupar esses peitos lindos... Ai, Yulita... vou gozar... vou me esvaziar... meu amor... me diga onde você quer que eu acabe...
Eu: Nos meus peitos!
Salva: Ai, meu Deus... siiiii... siiii agggghhh ayyyyy Yuli... uffffff... — ele me mostrava como estava gozando — olha, minha linda... olha quanto saiu... não aguentei muito porque estava com muito tesão e na festa da minha mãe você... teria tirado você de lá e te levado pra algum lugar pra ficarmos sozinhos, pra ficar com você...
Eu: - Nossa, você me deixa sem palavras...
Salva: - Ufffff... pelo amor de Deus... queria te ver e a gente fazer muito mais coisas. Poderíamos ir pra algum povoado perto daqui e passar uns dias juntos...
Eu: - Vai ser seguro? Ninguém vai nos seguir?? Tô com medo...
Salva: - Fica tranquila... Vai ser seguro pra nós dois. Você tá sozinha agora?
Eu: - Sim, claro. Dante foi pra casa da mãe dele, então tô sozinha.
Salva: - Eu também tô sozinho. Então não tem chance de ninguém descobrir. Poderíamos ir pro povoado onde meus avós moravam, tem uma fazenda enorme, que a única entrada e saída é um caminho de terra bem longo que só vai pra essa fazenda. Amanhã eu poderia passar pra te buscar bem cedinho e a gente vai por uns dias, juro que ninguém vai descobrir e a gente vai se divertir muito. Te mando por mensagem onde posso te encontrar e acho que vai ser o melhor...
Eu: - Não, não... melhor me buscar perto da casa da minha irmã Mariana, lá não mora nenhum amigo do Dante...
Salva: - Tá bom... tudo bem. Nos vemos lá pelas 8, tá bom pra você?
Eu: - Sim... perfeito. Vou levar umas roupas e algumas coisas pra ficar comigo.
Salva: - Sim, siiiiim... claro... lá eu tenho tudo, então leva roupa e o resto eu cuido. Mal posso esperar que já seja amanhã.
Eu: - Que lindo... então tá... vou tentar dormir.
Salva: - Tá, gostosa... beijinhos e descansa.
Desligamos e eu me abracei no travesseiro com um sorriso de orelha a orelha, sabendo que poderia viver um dos melhores momentos da minha vida.
No dia seguinte, eu tinha dormido muito pouco, estava muito nervosa e ansiosa com tudo que poderia acontecer. Decidi escrever cedo pra minha irmã Mariana, pra que se Dante me procurasse na casa dela, ela pudesse ser minha melhor coartada.
"Oi Mari... ontem à noite eu briguei com Dante e vou passar uns dias com uma amiga no sítio de um dos avós dela. Por favor, se Dante for na sua casa, fala pra ele não me encher o saco que eu preciso ficar sozinha e que preciso de tempo para pensar. Eu te amo." Terminei de arrumar tudo na minha bolsa e estava saindo quando ouvi a porta da frente da casa, senti um medo tremendo e meu coração batia a mil por hora e quando me aproximei da sala vejo Dante caminhando em minha direção, cambaleando, sem conseguir se manter em pé direito. Ao me ver parece que tivesse visto uma figura importante porque se endireitou com dificuldade mas quase completamente ereto.
Dante: - Oi... oi... oi... bom dia, amor...
Eu: - Bom dia, Dante... justo estava indo embora
Dante: - O quê?? Por quê?? Espera... deixa... deixa eu me recuperar... para onde... para onde você vai?
Eu: - Longe de você... não vou aguentar uma situação igual a essa
Dante: - Pera... espera... ai Deus... a cabeça está... está girando...
Eu: - Pede para sua mamãe cuidar de você... eu não vou tomar conta de um inconsciente e bêbado...
Dante: - Ai não não... Yulita... para... ai Deus... não não me deixe... mas me entenda... estou assim... estou assim por beber tanto com... - começou a rir - como é que se chama???
Eu: - Não importa nem me interessa ninguém
Dante: - Ai... amor... espera... deixa eu... - caiu desmaiado no sofá e como ficou bem posicionado deixei ele ali. Peguei minha bolsa e saí para meu carro. Havia um pouco de vômito na porta da nossa casa e com certeza era do Dante pelo estado em que estava. Subi no meu carro e fui em direção à casa da minha irmã, para deixar meu carro na casa dela para depois escrever para Salvador e ver onde nos encontraríamos. Quando olhei o celular, tinha uma mensagem de Salvador e da minha irmã:
"Hola mi hermosa Yulita. Te va a pasar a buscar un taxi que es de un amigo de mi hermano Bernardo. Así que quédate tranquila. Ya sabe dónde debe traerte. Vos relájate. Avísame cuando estés así, van a buscarte. Te espero ansioso. Salvador"
"Oi Chulita ¿que paso ahora entre vos y tu marido?? Bueno, bueno... pero vos después decime la verdad para donde vas y con quien... por si pasa algo, saber donde localizarte. Cuide-se muito. Te amo. Mariana" Escrevi para Salvador, dizendo que já estava esperando. Depois de um tempo, apareceu um carro azul escuro com vidros semi polarizados. O motorista me perguntou se eu era Giuliana, e eu disse que sim. Ele me fez entrar e saímos de lá. A viagem deve ter durado pouco mais de 50 minutos e, como Salvador tinha dito, havia uma estrada de terra que dava acesso a uma única casa, como ele me havia falado. Ao chegar, o motorista pegou minha bolsa e me ajudou a descer. Ele abriu o portão e foi embora. Eu fui caminhando devagar por todo aquele trecho entre o portão e a casa que dava para ver. Olhei para trás para ver se Salvador estava certo: se alguém pegasse aquela estrada, devia ser alguém da família ou alguém que conhecia o lugar. Isso me deixou mais tranquila, suspirei e senti a paz e a tranquilidade daquele lugar lindo. Ao chegar na casa, vejo Salvador vindo em minha direção com um sorriso de orelha a orelha, mas com olheiras.
Salva: — Que alegria você já estar aqui... — Ele se aproximou e me abraçou. Ao me soltar, eu o cumprimentei.
Eu: — Oi, Salva... Agora que estou vendo, isso aqui parece ser muito mais seguro que o complexo.
Salva: — Siiim... Eu te disse. Agora vamos poder ficar bem tranquilos e aproveitar... Me dá sua bolsa e vamos entrar, eu estava preparando uma coisa. — Fomos para dentro da casa e eu o olhava cada vez mais.
Eu: — O que aconteceu com seu rosto? Tô te vendo com umas olheiras bem fundas...
Salva: — É que eu quase não dormi, mal comecei a virar na cama, já levantei e vim pra cá e fiquei fazendo umas coisas pra gente poder ficar e curtir...
Eu: — Quando você for deitar, vai cair rendido... — Eu ri — Desculpa... Me sinto culpada por você não ter descansado.
Salva: — Não, não se preocupa. Não importa... Olha... O que você acha?
Eu: — É um lugar lindo... — Naquela sala enorme tinha uma lareira igual àquelas que a gente vê em filmes estrangeiros, um fogo lindo que esquentava o ambiente e só faltava uma música romântica de fundo para fechar a cena perfeita. Volto a mim quando vejo que Salvador deixa minha bolsa de lado, em cima de uma poltrona pequena, e estava bem perto de mim, com o corpo colado no meu, suspirando e gemendo que nem um tarado. As mãos dele subiam e desciam dos meus braços até meus ombros e minha respiração começou a mudar... CONTINUARÁ... Falta pouco pro final dessa primeira parte!!
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