Fala, galera, tudo bem? Sou a Cami e vou contar como foi minha viagem pra Bariloche. Sério, quando paro pra pensar, não acredito em tudo que fiz tendo namorado. Nico, meu namorado, na época do colégio eu tinha um amigo que a gente dividia tudo desde o primeiro ano, sempre fomos bem grudados, mas no sentido de ter uma amizade muito boa. Só que nos últimos tempos eu sentia o Lucho, meu amigo, meio distante. Até que chegou o dia da viagem. Mandei mensagem pro Lucho perguntando se ele queria sentar junto comigo, e ele topou, já que a gente ia de busão. Falei pra ele trazer uma coberta pra gente se cobrir e dormir de boa no busão. Eu ia vestida assim:
Quando cheguei no ponto onde o ônibus ia sair, fui com minha mãe e meu namorado. Daí, depois de um tempo, o Lucho chegou, cumprimentou todo mundo, e o Nico tava meio preocupado com toda essa parada de Bariloche e tal, mas eu tentava acalmar ele, falando que não ia rolar nada, pra ele ficar tranquilo. Aí o Lucho começou a falar pra ele ficar sossegado, que ele ia cuidar de mim, que não ia acontecer nada. Chegou a hora de subir no busão, eu me despedi da minha mãe com um abraço e do meu namorado com um beijo e um abraço. Subi com o Lucho, e ele se apressou pra pegar o lado da janela, mas beleza. Subimos e começamos a dar tchau enquanto o micro ia saindo. Já na estrada, com o Lucho, a gente começou a falar sobre qualquer coisa, até jogamos cartas até escurecer. Daí ele pegou o cobertor e a gente se cobriu porque o motorista tinha ligado o ar condicionado, e eu tava morrendo de frio. O cobertor não tava aquecendo o suficiente, então pedi pro Lucho se ele podia me abraçar. Ele topou e me abraçou por baixo do cobertor. Isso me esquentou um pouco, a ponto de eu pegar no sono já de madrugada. Depois de um tempo, senti a mão dele começando a se mover devagar em direção à minha cintura, o que me chamou a atenção. Parece que o Lucho achava que eu ainda tava dormindo. Eu, que tava deitada nas pernas dele, vi como ele, com a outra mão, se ajeitou o pacote. E olha, isso me excitou um pouco, ver ele se ajeitando aquele pacote que, sinceramente, não era nada mal. Nunca tinha fantasiado com ele, mas naquele momento, veio um monte de coisa na minha cabeça. Então me mexi um pouco, e a mão dele, que tava na minha cintura, caiu e tocou na minha bunda, ficando ali. Devagar, ele começou a acariciar minha bunda, e eu me mexi um pouco mais e prendi a mão dele entre o banco e minha bunda, fazendo com que a mão dele ficasse agarrando minha bunda inteira. Do nada, vi ele começando a se tocar, e depois de um tempo, ele levantou a cintura e começou a baixar a calça devagar, suponho que pra não me acordar, mesmo eu já estando acordada. curtindo a vista e com a mão dele, ele baixou a calça um pouco, mas o suficiente pra tirar aquela pika que, pra ser sincera, era linda, bem venosa, e ele batia uma com a mão a centímetros do meu rosto. mas assim como ele se masturbava em silêncio, começou a fazer força e mover a mão pra mais baixo, começando a acariciar minha pussy. nisso, soltei um gemido bem baixinho, mas ele ouviu e começou a bater uma mais rápido. e, sinceramente, não me segurei: me levantei como se estivesse acordando, e o Lucho tentou se cobrir rápido com o cobertor, mas eu já sabia o que ele tava fazendo, e a mão dele continuava no meu cu, ele nunca tirou. então olhei pra ele e falei:
eu: ah, então é assim que você vai me cuidar? (fazendo referência ao que tinha dito pro meu namorado)
Lucho: não, desculpa, não era minha intenção, mas você me pegou com a mão e eu não conseguia tirar.
eu: tá tudo bem, não me incomoda. eu gostei do que você tava fazendo.
Lucho: que??
eu: que eu gostei. pode continuar mexendo sua mão.
aí ele obedeceu e continuou acariciando minha pussy e meu cu de um jeito super ousado, já apertando meu cu bem forte e com os dedos tentando passar pelo tecido pra enfiar os dedos na minha pussy.
eu: você é um filho da puta, hein, nem liga pro meu namorado.
Lucho: pra ser sincero, não. sempre quis que você terminasse com ele.
eu: ah, é? olha só o que eu vou descobrir agora.
comecei a esticar a mão e acariciar o abdômen dele, descendo até chegar na pika dele, que tava super dura, e comecei a bater uma pra ele devagar, pra nenhum dos outros caras acordar.
Ele joga a cabeça pra trás sem acreditar, e eu começo a aumentar a velocidade até chegar num ponto onde a pica do Lucho inchou um pouco mais e a casa começou a soltar porra com gemidos sutis do Lucho.
Deus tinha enchido minha mão de porra, eu não sabia o que fazer até que ele se ajeita e tira a camiseta já manchada rapidão e me limpa e veste outra camiseta que tinha na mochila. Com isso, a gente se ajeitou de novo e continuou dormindo. Quando acordamos, já estávamos chegando, então começamos a nos arrumar e guardar as coisas, e começamos a zoar e conversar com os outros colegas. Parte dois??? Vocês já sabem o que têm que fazer.
Quando cheguei no ponto onde o ônibus ia sair, fui com minha mãe e meu namorado. Daí, depois de um tempo, o Lucho chegou, cumprimentou todo mundo, e o Nico tava meio preocupado com toda essa parada de Bariloche e tal, mas eu tentava acalmar ele, falando que não ia rolar nada, pra ele ficar tranquilo. Aí o Lucho começou a falar pra ele ficar sossegado, que ele ia cuidar de mim, que não ia acontecer nada. Chegou a hora de subir no busão, eu me despedi da minha mãe com um abraço e do meu namorado com um beijo e um abraço. Subi com o Lucho, e ele se apressou pra pegar o lado da janela, mas beleza. Subimos e começamos a dar tchau enquanto o micro ia saindo. Já na estrada, com o Lucho, a gente começou a falar sobre qualquer coisa, até jogamos cartas até escurecer. Daí ele pegou o cobertor e a gente se cobriu porque o motorista tinha ligado o ar condicionado, e eu tava morrendo de frio. O cobertor não tava aquecendo o suficiente, então pedi pro Lucho se ele podia me abraçar. Ele topou e me abraçou por baixo do cobertor. Isso me esquentou um pouco, a ponto de eu pegar no sono já de madrugada. Depois de um tempo, senti a mão dele começando a se mover devagar em direção à minha cintura, o que me chamou a atenção. Parece que o Lucho achava que eu ainda tava dormindo. Eu, que tava deitada nas pernas dele, vi como ele, com a outra mão, se ajeitou o pacote. E olha, isso me excitou um pouco, ver ele se ajeitando aquele pacote que, sinceramente, não era nada mal. Nunca tinha fantasiado com ele, mas naquele momento, veio um monte de coisa na minha cabeça. Então me mexi um pouco, e a mão dele, que tava na minha cintura, caiu e tocou na minha bunda, ficando ali. Devagar, ele começou a acariciar minha bunda, e eu me mexi um pouco mais e prendi a mão dele entre o banco e minha bunda, fazendo com que a mão dele ficasse agarrando minha bunda inteira. Do nada, vi ele começando a se tocar, e depois de um tempo, ele levantou a cintura e começou a baixar a calça devagar, suponho que pra não me acordar, mesmo eu já estando acordada. curtindo a vista e com a mão dele, ele baixou a calça um pouco, mas o suficiente pra tirar aquela pika que, pra ser sincera, era linda, bem venosa, e ele batia uma com a mão a centímetros do meu rosto. mas assim como ele se masturbava em silêncio, começou a fazer força e mover a mão pra mais baixo, começando a acariciar minha pussy. nisso, soltei um gemido bem baixinho, mas ele ouviu e começou a bater uma mais rápido. e, sinceramente, não me segurei: me levantei como se estivesse acordando, e o Lucho tentou se cobrir rápido com o cobertor, mas eu já sabia o que ele tava fazendo, e a mão dele continuava no meu cu, ele nunca tirou. então olhei pra ele e falei:eu: ah, então é assim que você vai me cuidar? (fazendo referência ao que tinha dito pro meu namorado)
Lucho: não, desculpa, não era minha intenção, mas você me pegou com a mão e eu não conseguia tirar.
eu: tá tudo bem, não me incomoda. eu gostei do que você tava fazendo.
Lucho: que??
eu: que eu gostei. pode continuar mexendo sua mão.
aí ele obedeceu e continuou acariciando minha pussy e meu cu de um jeito super ousado, já apertando meu cu bem forte e com os dedos tentando passar pelo tecido pra enfiar os dedos na minha pussy.
eu: você é um filho da puta, hein, nem liga pro meu namorado.
Lucho: pra ser sincero, não. sempre quis que você terminasse com ele.
eu: ah, é? olha só o que eu vou descobrir agora.
comecei a esticar a mão e acariciar o abdômen dele, descendo até chegar na pika dele, que tava super dura, e comecei a bater uma pra ele devagar, pra nenhum dos outros caras acordar.
Ele joga a cabeça pra trás sem acreditar, e eu começo a aumentar a velocidade até chegar num ponto onde a pica do Lucho inchou um pouco mais e a casa começou a soltar porra com gemidos sutis do Lucho.
Deus tinha enchido minha mão de porra, eu não sabia o que fazer até que ele se ajeita e tira a camiseta já manchada rapidão e me limpa e veste outra camiseta que tinha na mochila. Com isso, a gente se ajeitou de novo e continuou dormindo. Quando acordamos, já estávamos chegando, então começamos a nos arrumar e guardar as coisas, e começamos a zoar e conversar com os outros colegas. Parte dois??? Vocês já sabem o que têm que fazer.
4 comentários - Bariloche: a putaria na neve
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