Bom dia pra todo mundo, sou a Marcela, 30 anos, casada, tenho um filho. Tamo casados há 6 anos, casei apaixonadona pelo meu marido Jorge. Temos um pequeno de 3 anos. Quando o pequeno fez um ano, ele começou com esse papo de fazer um ménage, de querer ir em uma balada liberal, em Madrid queria ir num Glory Hole. Eu sempre recusava tudo isso, não achava que fosse legal, nunca pensei em trair ele. Eu sempre apaixonada pelo Jorge, não aceitava nenhuma dessas coisas. Eu falava pra ele: "como você pode ter vontade de me ver chupando outra buceta que não seja a sua? Como você pode gostar de me ver transando com outro? Você me quer? Você me ama? Eu não conseguiria ver outra gostosa te chupando, te comendo na minha frente. Você é maluco da cabeça?"
Ele só dizia que, segundo o que contavam pra ele, era uma forma de fortalecer mais o casal. Eu dizia que pra mim era um jeito de destruir tudo que a gente tinha construído. Ele queria ter outro filho, mas com esses pensamentos dele, perdi toda a vontade de ter outro. A gente tinha um sexo muito bom. Eu fiquei com quatro caras antes de estar com ele, todos normais, me cuidavam, me ciumavam, me sentia muito bem com eles. Perdi a virgindade aos 17 anos, meu primeiro cara foi um vizinho, um moleque igual a mim, ninguém sabia de nada, mas a gente se divertia. Fomos aprendendo juntos, mas éramos novos, as coisas acabaram rápido. Até que conheci o Jorge. Dois anos de namoro e casamos. A gente se divertia muito, sexo em qualquer lugar: no carro, no elevador, no banheiro de uma balada. Eu tava APAIXONADA!!! Aceitava tudo, menos ser dividida. Nunca passou pela minha cabeça dar um chifre nele, e tive várias oportunidades, com caras muito gostosos. Só deixava passar, chegava em casa e detonava o Jorge, comendo ele com toda a vontade.
Tudo começou um dia que voltei de fazer umas compras e um cara muito bonito, que era uma delícia, me cantou de todos os lados e eu quase caí na tentação, mas não. Podia falar com o Jorge. Aquele dia, quando cheguei em casa, eu dei pra ele na cozinha, depois no banheiro, no sofá... ele tava muito tesudo, mas eu tava curtindo o Jorge. Ele me pergunta: "O que que houve, magrinha? Cê tá super quente, até engoliu a porra que nunca engole. Com quem cê tava pra ficar assim tão gostosa?"
Grande erro meu, contei o que tinha rolado. Que aquele cara deu em cima de mim de todas as formas e eu só pensava em você, amor, mas me deixou super quente, por isso tô assim. Mas você é meu amor. Acho que naquele dia eu engravidei.
Mas desde aquele dia, Jorge começou com essas ideias de me dividir com outra pessoa. Eu só falava que nunca ia rolar, mas sabe como é ter um cara com essa ideia fixa? Enquanto a gente transava, ele dizia: "Pensa que cê tá com fulano, com ciclano, que a gente tá te comendo os dois juntos." Enquanto eu fazia sexo oral nele, ele falava: "Pensa que cê tá chupando o Martin." Era um primo dele que sempre me dizia que tinha uma pica enorme. Ouvir ele falar isso me broxava.
Numa viagem pra Madrid, ele encheu o saco pra ir num Glory Hole. Eu mandei ele pastar. Uma tarde ele mentiu pra mim e me levou num. Era nojento, bem escuro tudo. Entramos num box, tinha vários buracos em duas paredes, uma TV passando um filme pornô. Apareceram várias picas: umas pretas grandonas, pretas pequenininhas, curvadas, retas, de todos os tipos que você imaginar. "Vamo embora daqui, sai, você me dá nojo."
Saímos e discutimos pra caralho. Ficamos uns três dias sem fazer nada. Eu tava muito magoada, não acreditava no que tava acontecendo comigo.
Grávida, eu tava com os hormônios a mil, queria transar toda hora, e esse idiota de novo veio com a história do ménage. "Cê é louco? Com essa barriga, com seu filho dentro, quer me dividir? Cê é doente." Discussão da porra, achei que ia me separar.
O bebê nasceu, ele se acalmou bastante com isso, mas depois de um ano voltou com a mesma merda.
A gente já tinha conversado sobre ter outro filho e quando voltou com os trios, falei: nem fodendo que vou ter outro, Sweetie. Numa festa de família, tava o chefe do meu sobrinho, um cara da nossa idade, muito gente boa, a gente conversou bastante, ele contou como era o trabalho na empresa dele etc etc, uma conversa muito agradável e legal. Num momento ele foi no banheiro e o Jorge me disse: que cara gente boa, né? Sim, verdade, e se a gente convidar ele pra casa pra fazer um trio? Mas você é idiota, já te falei mil vezes que nãooo, para com isso.
Passaram uns meses e ele voltou com a mesma história, uma noite, tava me comendo de quatro e ficava falando: pensa que é fulano que tá te metendo, a puta que pariu!!! Me broxou total, continuava falando merda de que tava me comendo outro, que ele colocava a pica na minha boca, enfiava dois dedos pra eu chupar, e num momento eu falei: sério que você quer me ver sentando em outra pica e gozando mais do que com você? Siiim, é minha fantasia, adoraria te ver bem sentada em outra pica.
Ok, foda-se, te dou uma semana pra achar alguém que não seja conhecido nem parente, e sábado é o dia. Se não achar ninguém, nunca mais se fala nisso, e se tocar no assunto de novo, eu separo. Ficou claro?
Ele super feliz falou siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim e me comeu que nem um animal, e eu trocava o nome dele, falava: isso, João, me come toda que meu marido não consegue levantar, arrebenta meu cu, Pedro, que esse otário não consegue levantar. Foi assim aquela noite, humilhei ele o máximo que pude.
No sábado de manhã, ele me olha, sorri e fala: sua mãe ou sua irmã podem cuidar do menino?
Pergunto: pra quê? Pra quê? Hoje é sábado, hoje é noite de trio, hoje a gente vai te comer toda, love, esqueceu? Ahhhh, você arrumou um terceiro? Siiiiim, e que terceiro, você vai ver.
Liguei pra minha mãe e ela falou: sim, filha, sem problema nenhum, você traz ele aqui? Quer que eu vá na sua casa? Como quiser. Vou ver, mãe, já te falo. Jorge, onde vai ser? Aqui? Sim, sim, aqui em Casa a partir das 10.
Velha, vou levar ele umas 8 da noite.
Às 8 eu tava deixando o menino com minha mãe, cheguei em casa, tomei banho e quando saí do banheiro, o Jorge tava no quarto, me abraçou, me deu uns beijos e ficou falando, "você vai ver como a gente vai se divertir, love", é o que espero. Ele queria ficar todo meloso, mandei ele pastar. Essa noite sua senhora vai comer outra rola. Espero que a rola que você arrumou seja grande, pra não me deixar na vontade. Ele me ouviu e a rola do otário já ficou dura, só de pensar que outro ia me comer ele já se excitou, um sem-vergonha.
Às 10 e 15 tocaram a campainha, ele saiu e dava pra ouvir eles conversando. Entraram, o Jorge na frente e atrás outro cara, um moreno, não muito grandão. Nos apresentamos, sentamos no sofá, ele me fala: "não traz uma cerveja, love?" Não, traz você, assim enquanto vou conhecendo o Patrício. Ele fez cara feia, mas foi pra cozinha. Eu, não sei de onde tirei coragem, me aproximei dele e já meti a boca na dele. Enquanto beijava, peguei na rola dele. Quando ele sentiu, me abraçou mais forte e senti a rola dele endurecendo. Parecia grande, mas enfim, eu pegava por cima da calça. Continuamos nos beijando e ele já meteu a mão nos meus peitos, eu deixava fazer de tudo. O Jorge voltou com os copos e a cerveja: "ahhhhhhhh, então, vocês não perdem tempo, hein jejeje". Eu olhei pra ele e falei: "não queria ver sua mulher transando com outro? Então tô aqui, senta e olha, corno." Abri a braguilha dele, nos ajeitamos melhor e tirei a rola dele pra fora. Rola enorme, do caralho. Já me joguei pra chupar. "Olha, olha que rola que sua mulherzinha vai comer, corno." O Patrício fala: "ufffffff, como ela chupa bem." Me puxou pelo cabelo, deu um tranco e tirou minha boca da rola, pra puta que vai gozar. "Ahhhhhh, então." Tirei a roupa dele, deixei os dois pelados e falei: "tirem tudo de mim vocês." Ficamos os três nus, coloquei um do lado do outro e, sinceramente... que o Pato tinha uma cock bem maior que a do Jorge, olhei pro Jorge e falei: olha essa cock, isso sim é uma cock, não essa coisinha. Ele tava rindo e eu sentei o Pato no sofão e montei em cima dessa cock, ufffffff porra, como entrou. Ele falou: não coloquei camisinha. Falei: não importa, enche minha pussy de cum, assim esse cuck aprende como se enche uma mulher de porra. Meti nele pra caralho, o Jorge chegava perto com a cock dele pra eu chupar, nem liguei, fiquei beijando o Pato na boca. Gozei gritando, como nunca tinha gritado, o Jorge me olhava sem entender nada.
Eu continuei gritando: siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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aquela rola, viu como ela me abriu? a sua entra dançando agora, olha como a porra escorre de mim, Jorge me dizia: por que você me trata assim? Você me humilha. Ahhh você não me humilhou trazendo esse cara pra me foder? Não queria isso? Agora aguenta, você não vai conseguir entrar em casa com os chifres que vou te botar!!! Vai, me come, seu otário, vem Pato, assim vocês dois me comem, veio o Pato, ele se ajeitou embaixo, eu montei e o Pato encheu minha buceta de carne e o Jorge continuou no cu, os dois me comeram, eu gozei gritando, o Pato gozou, e o Jorge continuava metendo bomba, corno, deixa eu ir tomar banho, o Pato já vai, quero dormir agora, levantei, fui pro banheiro, entrei debaixo do chuveiro, chorei muito, me senti um lixo, pensava no meu filho, pensava em como meu marido podia curtir me ver assim fodendo com um estranho.
Voltei pra cama, me deitei, ouvi o Jorge no chuveiro, ele se deitou, me abraçou e teve a cara de pau de perguntar: você se divertiu, amor?
Você tá me zoando, seu otário, como você pode curtir ver a mãe do seu filho tomar a porra de outro, ter o rabo arrombado como ele arrombou, descarregar a porra na minha buceta, capaz de me deixar grávida, você é um PE LO TU DOOOOOOO!! Deixa eu dormir agora.
Passou uma semana quase sem nos falar, mas um dia encontrei um amigo do Jorge, que tem muita vontade de me comer, cumprimentei ele, dei um beijo quase na boca, provoquei um pouco e ele me levou pro hotel, me fodeu toda, tem uma rola bem boa, me comeu de todo lado, descarregou porra no cu, na buceta, na boca e respingou no cabelo. Terminamos de foder, o cara não entendeu nada, bom, vou pra casa, que o Jorge já deve estar lá, outro dia a gente se vê.
Não quis tomar banho, queria chegar com cheiro de porra e sexo, cheguei em casa, o Jorge estava lá, ele pergunta: e o menino? tá com minha mãe, abracei ele e dei um beijo, você gostou? Do quê? Do gosto de porra do seu amigo, encontrei ele na Cara, você viu que ela sempre me dá mole, né? Então, pensei em te contar que eu comi ela, ela gozou pra caralho em tudo que é lugar. Se quiser, dá uma olhada, eu me pelotei, o idiota ficou me encarando, abri as pernas, olha, olha como a porra escorre de mim. Vai, me come você também e siiiiiiiiiiiim, ele enfiou no meu cu enquanto a porra escorria pelas minhas pernas.
Como você consegue fazer tudo isso? Como? É o que você queria, corno. Agora você tem uma mulher que vai comer todos os seus amigos, é assim que todo mundo me conhece. Você quis isso, aqui estou eu, bem puta agora. Traz algum pauzudo pra fazer um menage, corno manso.
Ele só dizia que, segundo o que contavam pra ele, era uma forma de fortalecer mais o casal. Eu dizia que pra mim era um jeito de destruir tudo que a gente tinha construído. Ele queria ter outro filho, mas com esses pensamentos dele, perdi toda a vontade de ter outro. A gente tinha um sexo muito bom. Eu fiquei com quatro caras antes de estar com ele, todos normais, me cuidavam, me ciumavam, me sentia muito bem com eles. Perdi a virgindade aos 17 anos, meu primeiro cara foi um vizinho, um moleque igual a mim, ninguém sabia de nada, mas a gente se divertia. Fomos aprendendo juntos, mas éramos novos, as coisas acabaram rápido. Até que conheci o Jorge. Dois anos de namoro e casamos. A gente se divertia muito, sexo em qualquer lugar: no carro, no elevador, no banheiro de uma balada. Eu tava APAIXONADA!!! Aceitava tudo, menos ser dividida. Nunca passou pela minha cabeça dar um chifre nele, e tive várias oportunidades, com caras muito gostosos. Só deixava passar, chegava em casa e detonava o Jorge, comendo ele com toda a vontade.
Tudo começou um dia que voltei de fazer umas compras e um cara muito bonito, que era uma delícia, me cantou de todos os lados e eu quase caí na tentação, mas não. Podia falar com o Jorge. Aquele dia, quando cheguei em casa, eu dei pra ele na cozinha, depois no banheiro, no sofá... ele tava muito tesudo, mas eu tava curtindo o Jorge. Ele me pergunta: "O que que houve, magrinha? Cê tá super quente, até engoliu a porra que nunca engole. Com quem cê tava pra ficar assim tão gostosa?"
Grande erro meu, contei o que tinha rolado. Que aquele cara deu em cima de mim de todas as formas e eu só pensava em você, amor, mas me deixou super quente, por isso tô assim. Mas você é meu amor. Acho que naquele dia eu engravidei.
Mas desde aquele dia, Jorge começou com essas ideias de me dividir com outra pessoa. Eu só falava que nunca ia rolar, mas sabe como é ter um cara com essa ideia fixa? Enquanto a gente transava, ele dizia: "Pensa que cê tá com fulano, com ciclano, que a gente tá te comendo os dois juntos." Enquanto eu fazia sexo oral nele, ele falava: "Pensa que cê tá chupando o Martin." Era um primo dele que sempre me dizia que tinha uma pica enorme. Ouvir ele falar isso me broxava.
Numa viagem pra Madrid, ele encheu o saco pra ir num Glory Hole. Eu mandei ele pastar. Uma tarde ele mentiu pra mim e me levou num. Era nojento, bem escuro tudo. Entramos num box, tinha vários buracos em duas paredes, uma TV passando um filme pornô. Apareceram várias picas: umas pretas grandonas, pretas pequenininhas, curvadas, retas, de todos os tipos que você imaginar. "Vamo embora daqui, sai, você me dá nojo."
Saímos e discutimos pra caralho. Ficamos uns três dias sem fazer nada. Eu tava muito magoada, não acreditava no que tava acontecendo comigo.
Grávida, eu tava com os hormônios a mil, queria transar toda hora, e esse idiota de novo veio com a história do ménage. "Cê é louco? Com essa barriga, com seu filho dentro, quer me dividir? Cê é doente." Discussão da porra, achei que ia me separar.
O bebê nasceu, ele se acalmou bastante com isso, mas depois de um ano voltou com a mesma merda.
A gente já tinha conversado sobre ter outro filho e quando voltou com os trios, falei: nem fodendo que vou ter outro, Sweetie. Numa festa de família, tava o chefe do meu sobrinho, um cara da nossa idade, muito gente boa, a gente conversou bastante, ele contou como era o trabalho na empresa dele etc etc, uma conversa muito agradável e legal. Num momento ele foi no banheiro e o Jorge me disse: que cara gente boa, né? Sim, verdade, e se a gente convidar ele pra casa pra fazer um trio? Mas você é idiota, já te falei mil vezes que nãooo, para com isso.
Passaram uns meses e ele voltou com a mesma história, uma noite, tava me comendo de quatro e ficava falando: pensa que é fulano que tá te metendo, a puta que pariu!!! Me broxou total, continuava falando merda de que tava me comendo outro, que ele colocava a pica na minha boca, enfiava dois dedos pra eu chupar, e num momento eu falei: sério que você quer me ver sentando em outra pica e gozando mais do que com você? Siiim, é minha fantasia, adoraria te ver bem sentada em outra pica.
Ok, foda-se, te dou uma semana pra achar alguém que não seja conhecido nem parente, e sábado é o dia. Se não achar ninguém, nunca mais se fala nisso, e se tocar no assunto de novo, eu separo. Ficou claro?
Ele super feliz falou siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim e me comeu que nem um animal, e eu trocava o nome dele, falava: isso, João, me come toda que meu marido não consegue levantar, arrebenta meu cu, Pedro, que esse otário não consegue levantar. Foi assim aquela noite, humilhei ele o máximo que pude.
No sábado de manhã, ele me olha, sorri e fala: sua mãe ou sua irmã podem cuidar do menino?
Pergunto: pra quê? Pra quê? Hoje é sábado, hoje é noite de trio, hoje a gente vai te comer toda, love, esqueceu? Ahhhh, você arrumou um terceiro? Siiiiim, e que terceiro, você vai ver.
Liguei pra minha mãe e ela falou: sim, filha, sem problema nenhum, você traz ele aqui? Quer que eu vá na sua casa? Como quiser. Vou ver, mãe, já te falo. Jorge, onde vai ser? Aqui? Sim, sim, aqui em Casa a partir das 10.
Velha, vou levar ele umas 8 da noite.
Às 8 eu tava deixando o menino com minha mãe, cheguei em casa, tomei banho e quando saí do banheiro, o Jorge tava no quarto, me abraçou, me deu uns beijos e ficou falando, "você vai ver como a gente vai se divertir, love", é o que espero. Ele queria ficar todo meloso, mandei ele pastar. Essa noite sua senhora vai comer outra rola. Espero que a rola que você arrumou seja grande, pra não me deixar na vontade. Ele me ouviu e a rola do otário já ficou dura, só de pensar que outro ia me comer ele já se excitou, um sem-vergonha.
Às 10 e 15 tocaram a campainha, ele saiu e dava pra ouvir eles conversando. Entraram, o Jorge na frente e atrás outro cara, um moreno, não muito grandão. Nos apresentamos, sentamos no sofá, ele me fala: "não traz uma cerveja, love?" Não, traz você, assim enquanto vou conhecendo o Patrício. Ele fez cara feia, mas foi pra cozinha. Eu, não sei de onde tirei coragem, me aproximei dele e já meti a boca na dele. Enquanto beijava, peguei na rola dele. Quando ele sentiu, me abraçou mais forte e senti a rola dele endurecendo. Parecia grande, mas enfim, eu pegava por cima da calça. Continuamos nos beijando e ele já meteu a mão nos meus peitos, eu deixava fazer de tudo. O Jorge voltou com os copos e a cerveja: "ahhhhhhhh, então, vocês não perdem tempo, hein jejeje". Eu olhei pra ele e falei: "não queria ver sua mulher transando com outro? Então tô aqui, senta e olha, corno." Abri a braguilha dele, nos ajeitamos melhor e tirei a rola dele pra fora. Rola enorme, do caralho. Já me joguei pra chupar. "Olha, olha que rola que sua mulherzinha vai comer, corno." O Patrício fala: "ufffffff, como ela chupa bem." Me puxou pelo cabelo, deu um tranco e tirou minha boca da rola, pra puta que vai gozar. "Ahhhhhh, então." Tirei a roupa dele, deixei os dois pelados e falei: "tirem tudo de mim vocês." Ficamos os três nus, coloquei um do lado do outro e, sinceramente... que o Pato tinha uma cock bem maior que a do Jorge, olhei pro Jorge e falei: olha essa cock, isso sim é uma cock, não essa coisinha. Ele tava rindo e eu sentei o Pato no sofão e montei em cima dessa cock, ufffffff porra, como entrou. Ele falou: não coloquei camisinha. Falei: não importa, enche minha pussy de cum, assim esse cuck aprende como se enche uma mulher de porra. Meti nele pra caralho, o Jorge chegava perto com a cock dele pra eu chupar, nem liguei, fiquei beijando o Pato na boca. Gozei gritando, como nunca tinha gritado, o Jorge me olhava sem entender nada.
Eu continuei gritando: siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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aquela rola, viu como ela me abriu? a sua entra dançando agora, olha como a porra escorre de mim, Jorge me dizia: por que você me trata assim? Você me humilha. Ahhh você não me humilhou trazendo esse cara pra me foder? Não queria isso? Agora aguenta, você não vai conseguir entrar em casa com os chifres que vou te botar!!! Vai, me come, seu otário, vem Pato, assim vocês dois me comem, veio o Pato, ele se ajeitou embaixo, eu montei e o Pato encheu minha buceta de carne e o Jorge continuou no cu, os dois me comeram, eu gozei gritando, o Pato gozou, e o Jorge continuava metendo bomba, corno, deixa eu ir tomar banho, o Pato já vai, quero dormir agora, levantei, fui pro banheiro, entrei debaixo do chuveiro, chorei muito, me senti um lixo, pensava no meu filho, pensava em como meu marido podia curtir me ver assim fodendo com um estranho.
Voltei pra cama, me deitei, ouvi o Jorge no chuveiro, ele se deitou, me abraçou e teve a cara de pau de perguntar: você se divertiu, amor?
Você tá me zoando, seu otário, como você pode curtir ver a mãe do seu filho tomar a porra de outro, ter o rabo arrombado como ele arrombou, descarregar a porra na minha buceta, capaz de me deixar grávida, você é um PE LO TU DOOOOOOO!! Deixa eu dormir agora.
Passou uma semana quase sem nos falar, mas um dia encontrei um amigo do Jorge, que tem muita vontade de me comer, cumprimentei ele, dei um beijo quase na boca, provoquei um pouco e ele me levou pro hotel, me fodeu toda, tem uma rola bem boa, me comeu de todo lado, descarregou porra no cu, na buceta, na boca e respingou no cabelo. Terminamos de foder, o cara não entendeu nada, bom, vou pra casa, que o Jorge já deve estar lá, outro dia a gente se vê.
Não quis tomar banho, queria chegar com cheiro de porra e sexo, cheguei em casa, o Jorge estava lá, ele pergunta: e o menino? tá com minha mãe, abracei ele e dei um beijo, você gostou? Do quê? Do gosto de porra do seu amigo, encontrei ele na Cara, você viu que ela sempre me dá mole, né? Então, pensei em te contar que eu comi ela, ela gozou pra caralho em tudo que é lugar. Se quiser, dá uma olhada, eu me pelotei, o idiota ficou me encarando, abri as pernas, olha, olha como a porra escorre de mim. Vai, me come você também e siiiiiiiiiiiim, ele enfiou no meu cu enquanto a porra escorria pelas minhas pernas.
Como você consegue fazer tudo isso? Como? É o que você queria, corno. Agora você tem uma mulher que vai comer todos os seus amigos, é assim que todo mundo me conhece. Você quis isso, aqui estou eu, bem puta agora. Traz algum pauzudo pra fazer um menage, corno manso.
4 comentários - Quando seu marido quer um ménage, que ele aguente