Minha namorada e eu sempre fomos de experimentar, aquela fantasia ou outra que tínhamos na adolescência e agora, com liberdade e tempo, costumamos realizar só pela adrenalina. Num fim de semana qualquer, estávamos conversando sobre fazer algo à noite, talvez jantar fora ou só ficar no sofá vendo filmes, o que sempre vira uma noite inteira de sexo. E: "Podemos ir naquele lugar que você ama no centro" (sugeri). M: "Hmm, sim, acho que sim." Ela não parecia muito animada, era óbvio, então parei de rodeios e perguntei na lata o que estava rolando. M: "Não, nada. Só umas ideias, mas sim, a ideia do jantar me agrada." E: "Ideias?" Levantei a sobrancelha com um sorriso cúmplice, agora tava curioso porque quando ela tem "ideias", não tem nada a ver com comida ou lugares pra visitar. Ela tentou se explicar, meio envergonhada. M: "Bem, é que ontem, enquanto eu via pornô... Vi um vídeo que me deixou com muito tesão." E: "Ahã, e algo específico?" M: "Era um casal, estavam num vagão de metrô lotado e ele colocava ela contra a porta, levantava a saia dela e metia o pau sem ninguém perceber." Reconheço quando ela fica excitada, e dessa vez não foi exceção; instintivamente, a mão dela já descansava entre as coxas, apertando sem parar. A ideia era chamativa e eu não ia negar essa fantasia. Peguei meu celular e comecei a pesquisar minuciosamente as linhas menos usadas, os horários mais vazios e até opiniões de terceiros em fóruns que a gente consultava de vez em quando. Encontrei a estação perfeita, o horário e alguns comentários que recomendavam o último vagão. Contei tudo pra minha esposa e ela topou na hora. O dia foi uma agonia, não fizemos nada além de tomar um banho e nos vestir de um jeito útil pra situação. Ela colocou um top com um decote enorme que fazia os peitos já grandes dela parecerem ainda maiores, e por baixo, uma saia perfeita pra ocasião. Perguntei por curiosidade se ela tava usando algo por baixo da saia, e a única resposta foi: qual seria a surpresa da noite, só esse comentário já me deixou de pau duro.
As horas passaram e exatamente às 20h saímos de casa. Tinha uma estação relativamente perto da gente, então decidimos ir a pé. Mesmo no curto trajeto, a gente se sentiu entre animado e assustado, mas não paramos. Abracei a cintura dela enquanto caminhava e tentei descer minha mão até a beirada da saia dela. Ela pegou minha mão rapidinho, me negando saber se ela realmente tava usando algo por baixo. Quando chegamos na estação, tivemos que viajar algumas estações até nosso destino, a primeira estação de uma linha bem abandonada naquele horário. Mas quando chegamos, notei algo totalmente diferente: em vez de uma estação vazia, tinha uma fila enorme de gente esperando pra entrar no trem. Olhei rápido no meu celular e descobri que, naquele mesmo horário, tinha acabado de terminar um show, bem no auditório perto da estação. Péssima sorte. Mostrei pra minha esposa, e ela, em vez de ficar deprimida ou se afastar do vagão, esperou todo mundo entrar e me puxou pelo braço pra entrar com ela. No fim, a gente ficou na parte de trás, desconfortavelmente apertados entre tanta gente, obviamente bêbada do show.
E: O que que cê tá fazendo? Aqui não tem espaço pra nada.
M: Nem pra ver...
Ela se encostou no meu peito e eu senti a mão dela descendo da minha barriga, se arrastando pra achar o zíper da minha calça. O volume que se formou na hora era enorme, batendo no corpo dela, até que ela finalmente conseguiu baixar o zíper e enfiar a mão, feito uma caçadora, encontrando meu pau quase duro. Ela apertou com força, e meus braços envolveram o corpo dela, puxando ela pra perto enquanto eu vigiava os lados, as hordas de gente só rindo e nos ignorando.
E: Você é uma puta pervertida... (sussurrei)
M: E você não gosta, papai? (fazendo biquinho)
Ela sabia perfeitamente como me provocar. A mão dela pegou meu pau e começou a acariciar devagar, com movimentos lentos e calculados. Instintivamente, meus quadris se moviam no mesmo ritmo, quase querendo foder a mão dela. Minha namorada percebeu, então... apertou ainda mais o aperto no meu pau já totalmente ereto. Eu estava sonhando com uma adrenalina enorme e desejo, olhando discretamente ao redor, mas aproveitando o toque dela. Mais corajosa, ela baixou o suficiente minha roupa íntima para tirar meu pau pelo buraco da calça, me assustei, mas não consegui impedi-la, ela fazia gestos e mordia o lábio enquanto me masturbava de um jeito que era difícil recusar, simplesmente apertei mais a cintura dela e novamente tentei baixar minhas mãos, achei que ela recusaria, mas dessa vez ela assentiu e, como um selvagem, desci até a borda da saia dela, enfiando as mãos até levantá-la, colocando ambas no cu dela totalmente nu, ela não estava usando nada por baixo. Isso quase fez eu gozar na mão dela, mas minha surpresa foi maior quando tentei tocar a buceta dela e senti algo duro sobre o cu dela, algo com textura e frio. Reconheci o plug naquele instante e dessa vez não ia me segurar, então parei a mão dela um momento para processar isso. Ela teve pena e começou um ritmo mais suave enquanto eu brincava com o plug e meus dedos na buceta dela. Conheço os pontos sensíveis dela, então não enfiei meus dedos diretamente e me limitei a acariciar, fazendo com que ela esmagasse o rosto contra meu peito, abafando os gemidos, mas eu podia sentir a respiração quente dos suspiros dela esquentando minha pele. Eu enfiava o plug mais fundo no cu dela, e ele pulsava tentando sair, minha outra mão estava na frente levantando a saia dela para acariciar o clitóris, primeiro suave, e quando senti umidade, masturbei mais rápido. Em reação, ela também me masturbou mais rápido, mas agora eu já estava preparado. E: Você gosta, putinha? M: Sim, papai. Mais rápido, mais, por favor, me faz gozar na sua mão. Definitivamente ela estava com tesão, falava num tom tão baixo e agudo que de novo quase gozei. A multidão lentamente saía do vagão, deixando o espaço menos apertado, eu sabia que precisava me apressar, então soltei o corpo dela e tentei encaixar meu pau na frente dela, coisa que era mais difícil naquela posição. Minha namorada, sem hesitar, se Ela se virou, me dando as costas e me apresentando aquele rabão enorme, pelado, com um plug decorativo no cu. Apontei minha pica na buceta dela e enfiei devagar, empurrando o corpo todo pra frente. De novo, ela deu uma olhadinha rápida pra trás pra evitar suspeitas, e já com a pica dentro, comecei a bombar suave, mexendo a cintura num ritmo sutil enquanto amassava aquele rabo que eu amava. Ela segurava minha mão com força, e a outra se apoiava na porta de emergência. Era uma sensação gostosa pra caralho transar mesmo com um monte de depravado podendo olhar. Apesar do ritmo calmo, os peitos dela começaram a balançar, tentando fugir do decote. Passei uma mão pra frente pra amassá-los, ela colou mais o corpo no meu, mas eu empurrei ela de volta na parede, ficando bem grudados nela. Minha pica entrou mais fundo, e isso fez ela soltar um gemido leve que eu abafei com a mão.
Eu: Sua buceta é tão apertada, parece tão gostosa, sua puta pervertida.
Ela: É por causa da sua pica, papai, sua pica me molha assim. Quero que você me coma gostoso.
As palavras dela tiravam minha discrição, me dando vontade de foder ela com mais força, mas tentei me segurar porque o vagão finalmente estava esvaziando, e daqui a pouco não teria ninguém pra nos esconder dos olhares. Me apressei em meter mais rápido, sem bater na bunda dela, uma estratégia sutil pra evitar barulho, mas que fizesse ela curtir minha pica. Eu tava adorando até ela soltar aquelas palavras.
Ela: Papai, vou gozar...! Uff, tava pronto. Abracei a cintura dela e comecei a mexer a cintura com mais força, batendo agora sim a pélvis na bunda dela. Era o melhor momento, e eu não tava nem aí pro escândalo que a gente tava fazendo. O barulho mal se dissipava com o som do trem em movimento, mas com um pouco de atenção dava pra ouvir *CLAP CLAP CLAP*. Continuei nesse ritmo frenético até que ela gemeu com a testa encostada no vidro da porta, as pernas tremendo, e senti um líquido escorrendo pela minha pica e pelas coxas dela. Isso fez minha pica não aguentar mais. Continuei naquele... ritmo enquanto masturbava a buceta dela pra prolongar o orgasmo, sem parar um segundo. Meu pau pulsou sem parar e, no último golpe contra a bunda dela, gozei. Senti meu pau pulsando, cuspindo cordas de porra dentro dela, e ela também sentiu, as pernas dela tremeram de novo enquanto eu enchia a barriga dela com meu fluido. M: É demais... Ela disse entre suspiros, eu fiquei parado ali imóvel por uns segundos sentindo um cansaço leve depois daquele ato, meu pau amoleceu rápido até sair da buceta dela, escorrendo a prova da nossa aventura. Assim que deu, ela abaixou a saia e eu escondi meu pau manchado pela mistura de fluidos. O trem finalmente chegou na metade do trajeto e a maioria das pessoas começou a descer como se fosse planejado. A gente ficou se olhando com um sorriso e ela se arrumava, embora não parecesse totalmente satisfeita. Y: Quer jantar? Perguntei sem saber o que mais sugerir, mas acho que era necessário uma pausa e pensar no que viria a seguir. Fomos a um lugarzinho de fast food e discutimos se íamos continuar com isso ou voltar pra casa. Claramente íamos continuar, aquele plug não ia ser desperdiçado essa noite. De volta ao ponto de partida, esperamos um novo vagão e dessa vez, com mais cuidado, esperávamos menos gente ou talvez ninguém. O trem chegou e subimos sem ser apertados, o vagão estava quase vazio, exceto por duas pessoas: uma jovem colegial e um sujeito um pouco mais velho. Sentamos longe deles, de costas pra eles. Estávamos prontos. Não demorei pra passar a mão na coxa dela e subir até sentir a buceta dela ainda nua e molhada, meio pegajosa por causa do que rolou antes. Meus dedos acariciaram primeiro o clitóris dela até molhar e depois desceram pra entrada, penetrando devagar. Ela também não perdeu tempo, mas dessa vez não abaixou só meu zíper, abaixou minha calça inteira pra deixar meu pau exposto ao ar livre. Ela se inclinou o suficiente, encostando o rosto na minha barriga, e engoliu meu pau na boca dela, primeiro lambendo o glande e depois enfiando metade na boca dela, ela engasgou e tirou pra respirar. Uma das minhas mãos estava na buceta dela, acariciando o clitóris de novo, e a outra segurava o cabelo dela num rabo de cavalo. Ela voltou a chupar num ritmo constante, descendo e subindo a cabeça, e eu, por instinto, mexi meus quadris, empurrando mais do meu pau na boca dela, saboreando cada instante da língua passando pela minha pele sensível. Sem me importar com a sinfonia, enfiei meus dedos na buceta dela, acariciando por dentro. Ela apertou as pernas, prendendo minha mão, e começou a gemer com meu pau na boca. M: Mmm~ mmm... Mmm~ Ela mexeu os quadris, buscando mais daquela fricção, e eu contribuí enfiando mais os dedos e esfregando as zonas sensíveis dela. Dei uma olhada discreta pra trás e notei algo estranho: o cara tinha trocado de lugar pra sentar junto com a garota que só olhava pela janela, mas ele, ao contrário, parecia estar olhando diretamente pra mim. Envergonhado, me virei e vi minha namorada absorta em lamber e masturbar meu pau com a mão. Já excitado, peguei ela com força pelo cabelo e comecei a comer a boca dela. Ela só abriu e engasgou enquanto eu empurrava pela garganta dela. Num momento, enfiei tudo, minhas bolas bateram no rosto dela enquanto eu aprofundava na garganta antes de soltar. M: Uff, aí você passou dos limites. Ela disse, limpando a saliva e arrumando o cabelo. Deu uma olhada discreta pra trás, notando o que eu tinha visto há pouco, mas não comentou nada. Simplesmente se acomodou suavemente em cima de mim, pegou meu pau e sentou de uma vez. Minhas mãos agarraram os peitos dela, puxando o decote pra baixo pra expô-los. Isso acendeu ela, eu soube quando senti os mamilos dela eriçados. Comecei a amassar e beliscar enquanto ela pulava no meu pau sem se importar com nada. Às vezes o trem parava em alguma estação, mas como era o último vagão, ninguém subia. M: Uff, love, que pau gostoso você tem, tá me enchendo toda. Y: Tá gostando, putinha? Levantei a saia dela completamente até enrolar na cintura dela. Agora sim, a bunda dela estava perfeitamente exposta. na minha frente e comecei a bater nela. Sabia que ela gostava de palmadas, então não me segurei. M: Ai sim, assim, bate forte, sou uma slut, uma slut que adora transar em público. Y: Isso merece um castigo, putinha, você merece que eu meta o pau inteiro. M: E a minha bunda? O que a minha bunda merece? Y: Merece uma boa enfiada de pau por ser uma vagabunda. Continuamos nessa brincadeira enquanto eu montava no meu pau agora totalmente cravada, fazendo círculos com o quadril, minhas mãos alternavam entre amassar os peitos dela e acariciar a buceta molhada. Esfreguei com força buscando o segundo orgasmo dela e minha técnica funcionou. M: Isso, assim meu amor, assim me toca, não para, papai! Vou gozar~! Ai amor, ai amor! Que delícia! Continuei esfregando com os dedos sentindo como ela apertava a buceta no meu pau bem metido, as coxas dela se contraíram e quando eu esfreguei mais devagar, ela gozou. Dessa vez não foi um orgasmo discreto, os fluidos dela espirraram pra frente e na minha mão. Ela gemia a cada jato e eu parei de esfregar, deixando ela aproveitar o orgasmo com meu pau dentro. M: Gozei muito, você me fez gozar, papai~ Voltei a acariciar, dessa vez com suavidade, deixando ela descansar num silêncio gostoso e prazeroso. Um silêncio que foi quebrado quando ouvimos um gemido de fora, seguido de outros. Nós dois viramos instintivamente e vimos a indefesa colegial de quatro em cima de dois bancos, sendo fodida com força pelo velho. A garota gemia como uma atriz pornô perfeita e o sujeito bombava sem parar. Ficamos surpresos, um pouco assustados e com certo pânico, mas não dava pra negar a enorme excitação que sentimos com aquilo. A garota parecia jovem e a bunda dela estava levantada, amassada pelo velho que era bem dotado. Minha namorada me olhou, acariciando meu cabelo e sorrindo, sabia exatamente o que eu queria. Assim que ela se levantou do banco, fiz o mesmo e deixei ela se ajoelhar na cadeira de plástico, com uma vista perfeita deles, e eu, por minha vez, fiquei com a bunda dela na minha frente, aquela que eu já desejava desde que entramos no vagão. Enquanto ela curtia a vista, eu aproveitei pra tirar o plug, ela gemeu baixinho, guardei e fiquei admirando o cu dela já dilatado e pronto pra mim, até ignorei os gemidos da garota uns assentos na frente. Cuspi no cu dela, molhando a área com meus dedos, meu pau já impaciente se encostou na ponta e começou a penetrar ela M:Ai! Ai! Devagar. Minha mina se agarrou no encosto da cadeira enquanto a bunda dela apertava em volta do meu pau, finalmente cheguei no fundo. Comecei a foder ela num ritmo suave, metendo no cu dela até abrir ele do meu tamanho, era ainda melhor, mas não sabia se era pelo tesão ou por ela. Assim que senti que ela tava acostumada, comecei a comer ela num ritmo mais frenético, bombando o cu dela com força, quase querendo superar o velho na frente. A vista era incrível, o velho era pelo menos duas vezes maior que a colegial e isso fazia ela parecer um brinquedo que o cara usava e mexia sem vergonha. Às vezes ele virava pra olhar a gente, mas na real acho que só fazia contato visual com minha mina, quase dava pra imaginar o sorriso provocador dela enquanto eu fodia o cu dela. M:Ai meu amor, olha como ele tá com a coitada, tá destruindo ela com essa pica enorme. Y:Hum sim, ele chupa muito gostoso os peitos dela M:Ai mas olha só, ela não parou de gritar, ahhh~ mmm! Ai que gostoso, abre bem meu cu por favor~ Deixei ela curtir o show dela enquanto eu curtia o cu dela, fodendo com força desmedida sem me importar com o barulho. Minha mina gemia e quase parecia querer chamar a atenção daquele casal. Notei que ela mesma passava a mão entre as coxas e se tocava na buceta enquanto eu abria o cu dela e batia naquela bunda deliciosa. M:Uff amor, sim, assim, mais forte, mais forte, me abre toda igual uma puta! Peguei o cu dela e aumentei a potência das minhas metidas, o que ela adorou porque senti de novo ela gozar com força, molhando o banco de plástico e gritando igual uma puta desesperada. Não parei nem um segundo as minhas metidas açoites nas nádegas dela já vermelhas. O velho continuava nos dando olhares repetidos e comendo a garota, mas num instante nós dois notamos a moça colocando a mão na barriga dele tentando empurrar C:Não, dentro não! Ouvimos e naquele momento o velho meteu nela com força selvagem, a cara dela bateu um instante na janela ao lado e ouvimos ela gritar descontroladamente enquanto o senhor grunhia, ficamos fascinados a tal ponto que parei de foder ela vendo como o sujeito provavelmente gozava dentro dela. O momento ficou gravado na minha mente. Depois de um instante o senhor simplesmente escreveu algo num bilhete que deixou junto com a garota exausta e foi embora na próxima estação. Achei que íamos parar mas minha namorada começou a mexer os quadris pra trás empurrando ela mesma meu pau pra dentro. Um pouco surpreso não recusei e voltei a bombar a bunda dela num ritmo moderado até sentir a pressão iminente do meu pau. Y:Vou gozar, amor M:Mmm sim, enche meu cu agora papai, me enche de seu leite quente na bunda toda~ Y:Quer seu gozo? M:Sim papai, me dá, me dá gozo no cu da sua putinha Comecei a foder ela de novo num ritmo selvagem fazendo ela gritar a cada estocada e finalmente gozei garantindo que meu pau entrasse o mais fundo possível. Dessa vez senti que minha gozada foi ainda maior que a anterior durando muito mais dentro dela e até transbordando o sêmen da entrada dela. M:Ai quanto gozo, te excitou ver aquela putinha indefesa? Y:mmm sim, adorei ver ela ser comida M:E se a putinha fosse eu? A pergunta dela me deixou frio, senti que poderia ter gozado de novo se me mexesse, simplesmente beijei o pescoço dela e tirei meu pau bem a tempo antes da última estação. Nós dois nos arrumamos, eu vestia minhas calças enquanto ela, sentada, se vestia devagar. Y:Você consegue levantar? M:Sim, mas dói um pouco... Y:Desculpa, acho que exagerei M:Mmm não se preocupa, amor, adorei isso. Saímos do vagão e vimos a garota andando na frente, minha minha namorada se apressou pra alcançar ela, soltou minha mão e eu vi ela conversando com a moça por um instante enquanto entregava alguma coisa. Minha namorada voltou e eu não hesitei em perguntar:
— O que você pediu pra ela?
— Nada, perguntei o que o velho tinha escrito e no fim era o número dele, agora eu tô com ele.
Ela me mostrou o papel com um número de telefone escrito.
— E você quer isso pra quê? — perguntei, inocente.
— Hmm, sei lá, talvez seja útil pra gente depois.
Ela falou isso e em seguida apertou meu pau por cima da calça, me dando um beijo na boca. Eu sabia que isso provavelmente seria mais uma aventura, mas isso eu conto outra hora.

As horas passaram e exatamente às 20h saímos de casa. Tinha uma estação relativamente perto da gente, então decidimos ir a pé. Mesmo no curto trajeto, a gente se sentiu entre animado e assustado, mas não paramos. Abracei a cintura dela enquanto caminhava e tentei descer minha mão até a beirada da saia dela. Ela pegou minha mão rapidinho, me negando saber se ela realmente tava usando algo por baixo. Quando chegamos na estação, tivemos que viajar algumas estações até nosso destino, a primeira estação de uma linha bem abandonada naquele horário. Mas quando chegamos, notei algo totalmente diferente: em vez de uma estação vazia, tinha uma fila enorme de gente esperando pra entrar no trem. Olhei rápido no meu celular e descobri que, naquele mesmo horário, tinha acabado de terminar um show, bem no auditório perto da estação. Péssima sorte. Mostrei pra minha esposa, e ela, em vez de ficar deprimida ou se afastar do vagão, esperou todo mundo entrar e me puxou pelo braço pra entrar com ela. No fim, a gente ficou na parte de trás, desconfortavelmente apertados entre tanta gente, obviamente bêbada do show. E: O que que cê tá fazendo? Aqui não tem espaço pra nada.
M: Nem pra ver...
Ela se encostou no meu peito e eu senti a mão dela descendo da minha barriga, se arrastando pra achar o zíper da minha calça. O volume que se formou na hora era enorme, batendo no corpo dela, até que ela finalmente conseguiu baixar o zíper e enfiar a mão, feito uma caçadora, encontrando meu pau quase duro. Ela apertou com força, e meus braços envolveram o corpo dela, puxando ela pra perto enquanto eu vigiava os lados, as hordas de gente só rindo e nos ignorando.
E: Você é uma puta pervertida... (sussurrei)
M: E você não gosta, papai? (fazendo biquinho)
Ela sabia perfeitamente como me provocar. A mão dela pegou meu pau e começou a acariciar devagar, com movimentos lentos e calculados. Instintivamente, meus quadris se moviam no mesmo ritmo, quase querendo foder a mão dela. Minha namorada percebeu, então... apertou ainda mais o aperto no meu pau já totalmente ereto. Eu estava sonhando com uma adrenalina enorme e desejo, olhando discretamente ao redor, mas aproveitando o toque dela. Mais corajosa, ela baixou o suficiente minha roupa íntima para tirar meu pau pelo buraco da calça, me assustei, mas não consegui impedi-la, ela fazia gestos e mordia o lábio enquanto me masturbava de um jeito que era difícil recusar, simplesmente apertei mais a cintura dela e novamente tentei baixar minhas mãos, achei que ela recusaria, mas dessa vez ela assentiu e, como um selvagem, desci até a borda da saia dela, enfiando as mãos até levantá-la, colocando ambas no cu dela totalmente nu, ela não estava usando nada por baixo. Isso quase fez eu gozar na mão dela, mas minha surpresa foi maior quando tentei tocar a buceta dela e senti algo duro sobre o cu dela, algo com textura e frio. Reconheci o plug naquele instante e dessa vez não ia me segurar, então parei a mão dela um momento para processar isso. Ela teve pena e começou um ritmo mais suave enquanto eu brincava com o plug e meus dedos na buceta dela. Conheço os pontos sensíveis dela, então não enfiei meus dedos diretamente e me limitei a acariciar, fazendo com que ela esmagasse o rosto contra meu peito, abafando os gemidos, mas eu podia sentir a respiração quente dos suspiros dela esquentando minha pele. Eu enfiava o plug mais fundo no cu dela, e ele pulsava tentando sair, minha outra mão estava na frente levantando a saia dela para acariciar o clitóris, primeiro suave, e quando senti umidade, masturbei mais rápido. Em reação, ela também me masturbou mais rápido, mas agora eu já estava preparado. E: Você gosta, putinha? M: Sim, papai. Mais rápido, mais, por favor, me faz gozar na sua mão. Definitivamente ela estava com tesão, falava num tom tão baixo e agudo que de novo quase gozei. A multidão lentamente saía do vagão, deixando o espaço menos apertado, eu sabia que precisava me apressar, então soltei o corpo dela e tentei encaixar meu pau na frente dela, coisa que era mais difícil naquela posição. Minha namorada, sem hesitar, se Ela se virou, me dando as costas e me apresentando aquele rabão enorme, pelado, com um plug decorativo no cu. Apontei minha pica na buceta dela e enfiei devagar, empurrando o corpo todo pra frente. De novo, ela deu uma olhadinha rápida pra trás pra evitar suspeitas, e já com a pica dentro, comecei a bombar suave, mexendo a cintura num ritmo sutil enquanto amassava aquele rabo que eu amava. Ela segurava minha mão com força, e a outra se apoiava na porta de emergência. Era uma sensação gostosa pra caralho transar mesmo com um monte de depravado podendo olhar. Apesar do ritmo calmo, os peitos dela começaram a balançar, tentando fugir do decote. Passei uma mão pra frente pra amassá-los, ela colou mais o corpo no meu, mas eu empurrei ela de volta na parede, ficando bem grudados nela. Minha pica entrou mais fundo, e isso fez ela soltar um gemido leve que eu abafei com a mão.
Eu: Sua buceta é tão apertada, parece tão gostosa, sua puta pervertida.
Ela: É por causa da sua pica, papai, sua pica me molha assim. Quero que você me coma gostoso.
As palavras dela tiravam minha discrição, me dando vontade de foder ela com mais força, mas tentei me segurar porque o vagão finalmente estava esvaziando, e daqui a pouco não teria ninguém pra nos esconder dos olhares. Me apressei em meter mais rápido, sem bater na bunda dela, uma estratégia sutil pra evitar barulho, mas que fizesse ela curtir minha pica. Eu tava adorando até ela soltar aquelas palavras.
Ela: Papai, vou gozar...! Uff, tava pronto. Abracei a cintura dela e comecei a mexer a cintura com mais força, batendo agora sim a pélvis na bunda dela. Era o melhor momento, e eu não tava nem aí pro escândalo que a gente tava fazendo. O barulho mal se dissipava com o som do trem em movimento, mas com um pouco de atenção dava pra ouvir *CLAP CLAP CLAP*. Continuei nesse ritmo frenético até que ela gemeu com a testa encostada no vidro da porta, as pernas tremendo, e senti um líquido escorrendo pela minha pica e pelas coxas dela. Isso fez minha pica não aguentar mais. Continuei naquele... ritmo enquanto masturbava a buceta dela pra prolongar o orgasmo, sem parar um segundo. Meu pau pulsou sem parar e, no último golpe contra a bunda dela, gozei. Senti meu pau pulsando, cuspindo cordas de porra dentro dela, e ela também sentiu, as pernas dela tremeram de novo enquanto eu enchia a barriga dela com meu fluido. M: É demais... Ela disse entre suspiros, eu fiquei parado ali imóvel por uns segundos sentindo um cansaço leve depois daquele ato, meu pau amoleceu rápido até sair da buceta dela, escorrendo a prova da nossa aventura. Assim que deu, ela abaixou a saia e eu escondi meu pau manchado pela mistura de fluidos. O trem finalmente chegou na metade do trajeto e a maioria das pessoas começou a descer como se fosse planejado. A gente ficou se olhando com um sorriso e ela se arrumava, embora não parecesse totalmente satisfeita. Y: Quer jantar? Perguntei sem saber o que mais sugerir, mas acho que era necessário uma pausa e pensar no que viria a seguir. Fomos a um lugarzinho de fast food e discutimos se íamos continuar com isso ou voltar pra casa. Claramente íamos continuar, aquele plug não ia ser desperdiçado essa noite. De volta ao ponto de partida, esperamos um novo vagão e dessa vez, com mais cuidado, esperávamos menos gente ou talvez ninguém. O trem chegou e subimos sem ser apertados, o vagão estava quase vazio, exceto por duas pessoas: uma jovem colegial e um sujeito um pouco mais velho. Sentamos longe deles, de costas pra eles. Estávamos prontos. Não demorei pra passar a mão na coxa dela e subir até sentir a buceta dela ainda nua e molhada, meio pegajosa por causa do que rolou antes. Meus dedos acariciaram primeiro o clitóris dela até molhar e depois desceram pra entrada, penetrando devagar. Ela também não perdeu tempo, mas dessa vez não abaixou só meu zíper, abaixou minha calça inteira pra deixar meu pau exposto ao ar livre. Ela se inclinou o suficiente, encostando o rosto na minha barriga, e engoliu meu pau na boca dela, primeiro lambendo o glande e depois enfiando metade na boca dela, ela engasgou e tirou pra respirar. Uma das minhas mãos estava na buceta dela, acariciando o clitóris de novo, e a outra segurava o cabelo dela num rabo de cavalo. Ela voltou a chupar num ritmo constante, descendo e subindo a cabeça, e eu, por instinto, mexi meus quadris, empurrando mais do meu pau na boca dela, saboreando cada instante da língua passando pela minha pele sensível. Sem me importar com a sinfonia, enfiei meus dedos na buceta dela, acariciando por dentro. Ela apertou as pernas, prendendo minha mão, e começou a gemer com meu pau na boca. M: Mmm~ mmm... Mmm~ Ela mexeu os quadris, buscando mais daquela fricção, e eu contribuí enfiando mais os dedos e esfregando as zonas sensíveis dela. Dei uma olhada discreta pra trás e notei algo estranho: o cara tinha trocado de lugar pra sentar junto com a garota que só olhava pela janela, mas ele, ao contrário, parecia estar olhando diretamente pra mim. Envergonhado, me virei e vi minha namorada absorta em lamber e masturbar meu pau com a mão. Já excitado, peguei ela com força pelo cabelo e comecei a comer a boca dela. Ela só abriu e engasgou enquanto eu empurrava pela garganta dela. Num momento, enfiei tudo, minhas bolas bateram no rosto dela enquanto eu aprofundava na garganta antes de soltar. M: Uff, aí você passou dos limites. Ela disse, limpando a saliva e arrumando o cabelo. Deu uma olhada discreta pra trás, notando o que eu tinha visto há pouco, mas não comentou nada. Simplesmente se acomodou suavemente em cima de mim, pegou meu pau e sentou de uma vez. Minhas mãos agarraram os peitos dela, puxando o decote pra baixo pra expô-los. Isso acendeu ela, eu soube quando senti os mamilos dela eriçados. Comecei a amassar e beliscar enquanto ela pulava no meu pau sem se importar com nada. Às vezes o trem parava em alguma estação, mas como era o último vagão, ninguém subia. M: Uff, love, que pau gostoso você tem, tá me enchendo toda. Y: Tá gostando, putinha? Levantei a saia dela completamente até enrolar na cintura dela. Agora sim, a bunda dela estava perfeitamente exposta. na minha frente e comecei a bater nela. Sabia que ela gostava de palmadas, então não me segurei. M: Ai sim, assim, bate forte, sou uma slut, uma slut que adora transar em público. Y: Isso merece um castigo, putinha, você merece que eu meta o pau inteiro. M: E a minha bunda? O que a minha bunda merece? Y: Merece uma boa enfiada de pau por ser uma vagabunda. Continuamos nessa brincadeira enquanto eu montava no meu pau agora totalmente cravada, fazendo círculos com o quadril, minhas mãos alternavam entre amassar os peitos dela e acariciar a buceta molhada. Esfreguei com força buscando o segundo orgasmo dela e minha técnica funcionou. M: Isso, assim meu amor, assim me toca, não para, papai! Vou gozar~! Ai amor, ai amor! Que delícia! Continuei esfregando com os dedos sentindo como ela apertava a buceta no meu pau bem metido, as coxas dela se contraíram e quando eu esfreguei mais devagar, ela gozou. Dessa vez não foi um orgasmo discreto, os fluidos dela espirraram pra frente e na minha mão. Ela gemia a cada jato e eu parei de esfregar, deixando ela aproveitar o orgasmo com meu pau dentro. M: Gozei muito, você me fez gozar, papai~ Voltei a acariciar, dessa vez com suavidade, deixando ela descansar num silêncio gostoso e prazeroso. Um silêncio que foi quebrado quando ouvimos um gemido de fora, seguido de outros. Nós dois viramos instintivamente e vimos a indefesa colegial de quatro em cima de dois bancos, sendo fodida com força pelo velho. A garota gemia como uma atriz pornô perfeita e o sujeito bombava sem parar. Ficamos surpresos, um pouco assustados e com certo pânico, mas não dava pra negar a enorme excitação que sentimos com aquilo. A garota parecia jovem e a bunda dela estava levantada, amassada pelo velho que era bem dotado. Minha namorada me olhou, acariciando meu cabelo e sorrindo, sabia exatamente o que eu queria. Assim que ela se levantou do banco, fiz o mesmo e deixei ela se ajoelhar na cadeira de plástico, com uma vista perfeita deles, e eu, por minha vez, fiquei com a bunda dela na minha frente, aquela que eu já desejava desde que entramos no vagão. Enquanto ela curtia a vista, eu aproveitei pra tirar o plug, ela gemeu baixinho, guardei e fiquei admirando o cu dela já dilatado e pronto pra mim, até ignorei os gemidos da garota uns assentos na frente. Cuspi no cu dela, molhando a área com meus dedos, meu pau já impaciente se encostou na ponta e começou a penetrar ela M:Ai! Ai! Devagar. Minha mina se agarrou no encosto da cadeira enquanto a bunda dela apertava em volta do meu pau, finalmente cheguei no fundo. Comecei a foder ela num ritmo suave, metendo no cu dela até abrir ele do meu tamanho, era ainda melhor, mas não sabia se era pelo tesão ou por ela. Assim que senti que ela tava acostumada, comecei a comer ela num ritmo mais frenético, bombando o cu dela com força, quase querendo superar o velho na frente. A vista era incrível, o velho era pelo menos duas vezes maior que a colegial e isso fazia ela parecer um brinquedo que o cara usava e mexia sem vergonha. Às vezes ele virava pra olhar a gente, mas na real acho que só fazia contato visual com minha mina, quase dava pra imaginar o sorriso provocador dela enquanto eu fodia o cu dela. M:Ai meu amor, olha como ele tá com a coitada, tá destruindo ela com essa pica enorme. Y:Hum sim, ele chupa muito gostoso os peitos dela M:Ai mas olha só, ela não parou de gritar, ahhh~ mmm! Ai que gostoso, abre bem meu cu por favor~ Deixei ela curtir o show dela enquanto eu curtia o cu dela, fodendo com força desmedida sem me importar com o barulho. Minha mina gemia e quase parecia querer chamar a atenção daquele casal. Notei que ela mesma passava a mão entre as coxas e se tocava na buceta enquanto eu abria o cu dela e batia naquela bunda deliciosa. M:Uff amor, sim, assim, mais forte, mais forte, me abre toda igual uma puta! Peguei o cu dela e aumentei a potência das minhas metidas, o que ela adorou porque senti de novo ela gozar com força, molhando o banco de plástico e gritando igual uma puta desesperada. Não parei nem um segundo as minhas metidas açoites nas nádegas dela já vermelhas. O velho continuava nos dando olhares repetidos e comendo a garota, mas num instante nós dois notamos a moça colocando a mão na barriga dele tentando empurrar C:Não, dentro não! Ouvimos e naquele momento o velho meteu nela com força selvagem, a cara dela bateu um instante na janela ao lado e ouvimos ela gritar descontroladamente enquanto o senhor grunhia, ficamos fascinados a tal ponto que parei de foder ela vendo como o sujeito provavelmente gozava dentro dela. O momento ficou gravado na minha mente. Depois de um instante o senhor simplesmente escreveu algo num bilhete que deixou junto com a garota exausta e foi embora na próxima estação. Achei que íamos parar mas minha namorada começou a mexer os quadris pra trás empurrando ela mesma meu pau pra dentro. Um pouco surpreso não recusei e voltei a bombar a bunda dela num ritmo moderado até sentir a pressão iminente do meu pau. Y:Vou gozar, amor M:Mmm sim, enche meu cu agora papai, me enche de seu leite quente na bunda toda~ Y:Quer seu gozo? M:Sim papai, me dá, me dá gozo no cu da sua putinha Comecei a foder ela de novo num ritmo selvagem fazendo ela gritar a cada estocada e finalmente gozei garantindo que meu pau entrasse o mais fundo possível. Dessa vez senti que minha gozada foi ainda maior que a anterior durando muito mais dentro dela e até transbordando o sêmen da entrada dela. M:Ai quanto gozo, te excitou ver aquela putinha indefesa? Y:mmm sim, adorei ver ela ser comida M:E se a putinha fosse eu? A pergunta dela me deixou frio, senti que poderia ter gozado de novo se me mexesse, simplesmente beijei o pescoço dela e tirei meu pau bem a tempo antes da última estação. Nós dois nos arrumamos, eu vestia minhas calças enquanto ela, sentada, se vestia devagar. Y:Você consegue levantar? M:Sim, mas dói um pouco... Y:Desculpa, acho que exagerei M:Mmm não se preocupa, amor, adorei isso. Saímos do vagão e vimos a garota andando na frente, minha minha namorada se apressou pra alcançar ela, soltou minha mão e eu vi ela conversando com a moça por um instante enquanto entregava alguma coisa. Minha namorada voltou e eu não hesitei em perguntar:
— O que você pediu pra ela?
— Nada, perguntei o que o velho tinha escrito e no fim era o número dele, agora eu tô com ele.
Ela me mostrou o papel com um número de telefone escrito.
— E você quer isso pra quê? — perguntei, inocente.
— Hmm, sei lá, talvez seja útil pra gente depois.
Ela falou isso e em seguida apertou meu pau por cima da calça, me dando um beijo na boca. Eu sabia que isso provavelmente seria mais uma aventura, mas isso eu conto outra hora.
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