Tava batendo uma bronca lá em casa, vendo um pornô onde uma negona tava rodeada de seis paus brancos. Tava quase no final do vídeo quando minha querida amiga Coty me mandou uma mensagem. Ela precisava de ajuda com um trabalho, queria que eu fosse no cyber ajudar ela. Pausei o vídeo, pensei um pouco na resposta e falei que não. Coty mandou outra mensagem implorando, e eu respondi: O que eu ganho te ajudando? Na hora ela me mandou uma foto dos peitos enormes e gloriosos dela, tem umas tetas do caralho.
Essa era a resposta que eu precisava pra ajudar ela. O cyber do meu bairro tem dois andares, a Coty tava no de cima, enfiada no último cubículo. Ela me cumprimentou com um beijo na boca, e eu aproveitei pra passar a mão na bunda dela por baixo da saia. Só tinha uma cadeira no cubículo pequeno, na frente do computador.
—Senta aí pra eu poder sentar também — ela falou, toda provocante.
A Coty levantou a saia e sentou no meu colo, onde o volume da minha calça roçava a bunda dela. Ela foi explicando o trabalho dela enquanto eu apalpava as pernas e os peitos dela por cima da blusa rosa. Era pra formatar uns documentos do Word. Comecei a trabalhar enquanto ela mexia a raba devagar em cima de mim.
—Você seria uma stripper do caralho.
—Eu sei, é minha segunda opção se eu fracassar na escola — ela disse rindo —. Já tá com o pau gordo demais aí dentro da calça, não vai explodir antes de ganhar seu prêmio.
—Tô assim por sua causa, putinha. Por essa sua bunda gostosa e esses peitos deliciosos.
—Não seja tão grosso, seja mais educado. Me chama de vadia em vez de putinha.
Nós dois rimos baixinho. Demorei mais uns sete minutos pra terminar o serviço dela. Quando avisei, ela levantou, me deu um beijo na bochecha e se ajoelhou na minha frente, enfiando debaixo da mesinha onde o computador tava.
—Vai fazer aqui?
—Qual o problema? Somos os últimos da fila, ninguém vai ver a gente. Além disso, todo mundo tá ocupado trabalhando ou vendo pornô nos outros computadores — ela falou enquanto abria minha calça —. Seu amiguinho já tava morrendo de vontade de sair pra tomar um ar. Nossa senhora, adoro o cheiro de pica. E a sua tem um cheiro delicioso.
—E o gosto é melhor ainda.
—Não duvido.
Foi um ritual o que ela fez entre minhas pernas: segurando firme meu pau como se fosse um microfone, balançando devagar enquanto usava a cabeça como batom, passando várias vezes nos lábios dela, depois começou a lamber como se fosse um pirulito sem tirar os olhos cheios de tesão dos meus, e por último, engoliu da cabeça até o talo. o tronco. Toda a minha pica nessa boca molhada de puta.
—Não esquece das bolas.
—Não vou esquecer, mas da próxima vez depila um pouco.
Levantei o olhar quando senti a respiração dela e a língua no meu saco, enquanto a mão dela enrolava meu pau. De repente, fixei o olhar na tela do computador e nos fones de ouvido.
—O que cê tá fazendo? — ela perguntou, com metade da minha pica na boca, quando me viu colocar os fones.
—Vou terminar de ver um vídeo pornô.
—Não me fode. Eu não te entretengo o suficiente?
—Cala a boca e continua chupando, puta. Você ainda precisa usar suas melhores qualidades.
—Isso é verdade. — Ela levantou a blusa pra usar aquelas tetas voluptuosas e suculentas na minha pica.
Retomei o vídeo de onde parei. No computador, via uma puta preta se engasgando com duas picas na boca, e quando baixava o olhar, via uma puta de peitão me punhetando com as tetas enquanto lambia e chupava a ponta da minha pica. Só faltava uma cerveja pra me sentir um rei.
Senti a arma se preparando pra disparar. Falei pra Coty; ela, animada, me disse:
—Me dá meu gozo na boca, despeja tudo na minha garganta.
Não precisei fazer nada, ela mesma segurou minha pica e guiou pra dentro da boca, onde recebeu meu gozo com muito prazer. Os caras do vídeo também gozaram na boca da preta, pra ser mais exato, cobriram a cara toda dela de porra.
—Valeu por me ajudar com minha tarefa e por me dar gozo.
—É sempre um prazer ajudar uma amiga.
Essa era a resposta que eu precisava pra ajudar ela. O cyber do meu bairro tem dois andares, a Coty tava no de cima, enfiada no último cubículo. Ela me cumprimentou com um beijo na boca, e eu aproveitei pra passar a mão na bunda dela por baixo da saia. Só tinha uma cadeira no cubículo pequeno, na frente do computador.—Senta aí pra eu poder sentar também — ela falou, toda provocante.
A Coty levantou a saia e sentou no meu colo, onde o volume da minha calça roçava a bunda dela. Ela foi explicando o trabalho dela enquanto eu apalpava as pernas e os peitos dela por cima da blusa rosa. Era pra formatar uns documentos do Word. Comecei a trabalhar enquanto ela mexia a raba devagar em cima de mim.
—Você seria uma stripper do caralho.
—Eu sei, é minha segunda opção se eu fracassar na escola — ela disse rindo —. Já tá com o pau gordo demais aí dentro da calça, não vai explodir antes de ganhar seu prêmio.
—Tô assim por sua causa, putinha. Por essa sua bunda gostosa e esses peitos deliciosos.
—Não seja tão grosso, seja mais educado. Me chama de vadia em vez de putinha.
Nós dois rimos baixinho. Demorei mais uns sete minutos pra terminar o serviço dela. Quando avisei, ela levantou, me deu um beijo na bochecha e se ajoelhou na minha frente, enfiando debaixo da mesinha onde o computador tava.
—Vai fazer aqui?
—Qual o problema? Somos os últimos da fila, ninguém vai ver a gente. Além disso, todo mundo tá ocupado trabalhando ou vendo pornô nos outros computadores — ela falou enquanto abria minha calça —. Seu amiguinho já tava morrendo de vontade de sair pra tomar um ar. Nossa senhora, adoro o cheiro de pica. E a sua tem um cheiro delicioso.
—E o gosto é melhor ainda.
—Não duvido.
Foi um ritual o que ela fez entre minhas pernas: segurando firme meu pau como se fosse um microfone, balançando devagar enquanto usava a cabeça como batom, passando várias vezes nos lábios dela, depois começou a lamber como se fosse um pirulito sem tirar os olhos cheios de tesão dos meus, e por último, engoliu da cabeça até o talo. o tronco. Toda a minha pica nessa boca molhada de puta.
—Não esquece das bolas.
—Não vou esquecer, mas da próxima vez depila um pouco.
Levantei o olhar quando senti a respiração dela e a língua no meu saco, enquanto a mão dela enrolava meu pau. De repente, fixei o olhar na tela do computador e nos fones de ouvido.
—O que cê tá fazendo? — ela perguntou, com metade da minha pica na boca, quando me viu colocar os fones.
—Vou terminar de ver um vídeo pornô.
—Não me fode. Eu não te entretengo o suficiente?
—Cala a boca e continua chupando, puta. Você ainda precisa usar suas melhores qualidades.
—Isso é verdade. — Ela levantou a blusa pra usar aquelas tetas voluptuosas e suculentas na minha pica.
Retomei o vídeo de onde parei. No computador, via uma puta preta se engasgando com duas picas na boca, e quando baixava o olhar, via uma puta de peitão me punhetando com as tetas enquanto lambia e chupava a ponta da minha pica. Só faltava uma cerveja pra me sentir um rei.
Senti a arma se preparando pra disparar. Falei pra Coty; ela, animada, me disse:
—Me dá meu gozo na boca, despeja tudo na minha garganta.
Não precisei fazer nada, ela mesma segurou minha pica e guiou pra dentro da boca, onde recebeu meu gozo com muito prazer. Os caras do vídeo também gozaram na boca da preta, pra ser mais exato, cobriram a cara toda dela de porra.
—Valeu por me ajudar com minha tarefa e por me dar gozo.
—É sempre um prazer ajudar uma amiga.
1 comentários - Ela pagou o favor com a língua e as tetonas.