Capítulo 3

Vou contando os fatos em ordem cronológica. Depois daquela segunda vez gloriosa, começou uma comunicação diária. Tipo, eu recebia um emoji, respondia com outro, e ela me ligava. Ela me dava satisfação do que fazia, uma mistura de mãe e namorada. Eu só ia começar o curso básico no fim de março, e a tia combinou com minha mãe de eu ajudar na imobiliária. Minha tia vende imóveis e administra propriedades. Comecei fazendo entregas e ajudando uma funcionária antiga que cuidava da administração de aluguéis. Meu horário era das 14h às 18h. Uma tarde, depois de voltar de ajudar um vendedor a colocar uma placa de venda, minha tia se despediu e falou: "Vamos, que tenho que receber um apartamento." Era um aluguel temporário, daqueles para turistas. Deixamos o carro na garagem e subimos. Uma vista foda, tudo impecável. Na geladeira, água, Coca Booty e champanhe. Minha tia tirou os saltos altos e perguntou: "O que você quer tomar?" Eu, me achando o tal, mandei: "As bolhas." "Não vai te fazer mal?", perguntou a tia. "Não. De jeito nenhum", respondi. "Pega as taças", ela ordenou, mandou eu abrir a garrafa e foi pro banheiro tomar um banho. Do banheiro, gritou: "Liga o ar condicionado." Ela saiu de fio dental, as tetas de fora, e veio na minha direção. Se pendurou no meu pescoço e me beijou de língua. Pegou as taças, eu com a garrafa na mão, e fomos pro quarto. "Toma um banho, não demora muito." Ouvi ela ligar pro tio. Eu tomei banho e saí pelado. Ela ainda tava no telefone (que desconforto me deu). Ela percebeu e desligou com a desculpa de que tinha uma chamada em espera. Estendeu as taças, eu servi, brindamos e virei o champanhe. Minha tia deu um gole, deixou a taça no criado-mudo e, com a cara de puta, se ajoelhou pra chupar minha pica. O álcool queimava meu estômago. Ela parou, pegou a taça, deu outro gole, me convidou a servir de novo. Brindamos e fomos pra dentro. Ela tirou o fio dental, me jogou na cama, minha pica dura, umas lambidas e montou em mim. Meu estômago ardia. Os refluxos subiam e minha tia cavalgava em mim. Quando eu tava quase me entregando, percebi que ela tinha gozado. Pressionando os joelhos dela no meu quadril, ela começou a gemer. Caindo morta em cima de mim, aguentei uns segundos e fui pro banheiro, quase me afoguei no meu próprio vômito. ODEIO champanhe!!! Tentei me recompor, mas meus ácidos gástricos queimavam meu estômago!! Minha tia percebeu e me deixou livre, eu tentei, mas ela com doçura me colocou a salvo. Foi minha primeira bebedeira: duas taças de champanhe!!!! Às 19h, ela ligou pra minha mãe e disse: "Trabalhamos até tarde, então ela fica aqui em casa, amanhã ao meio-dia eu levo." Fomos pro apartamento, o tio pediu pizza e conversei em família enquanto eu arrumava o quarto. Aos poucos me recuperei, vimos TV e fui dormir. Às 8h30, minha tia se enfiou na minha cama e sussurrou: "Acorda, bebum!!" Virei e beijei a boca dela. "Você tá bem?", ela perguntou. "Sim", respondi. "Então me come." Subi em cima dela, tentava chupar os peitos dela e procurava a pussy. A putaria faz a gente fazer merda!!! Me acalmei e comecei a comer ela!!! A pussy tava quente, molhada, ela começou a se mexer, senti as mãos dela apertando minha bunda, os suspiros dela e a aceleração até o orgasmo que chegou pra me fazer gozar, enchi ela de porra. Ela se recuperou e foi me preparar o café da manhã. Torradas com geleia e doce de porra!!!

1 comentários - Capítulo 3

Tanto tiempo pasabas con ella
Y tu mama ni el tio sospechaban?
Jej