Diario. Capítulo 2.

Passaram-se alguns dias. Tempo suficiente para minha cabeça clarear e eu saber o que tinha que fazer. Naquele dia mandei mensagem para a Paula convidando-a para vir em casa tomar um café, ela aceitou. Por volta das 16h a Paula apareceu. Abri a porta, demos dois beijinhos de cumprimento e a convidei para entrar na sala.

- Senta aí, amor, fica à vontade, vou preparar o café.
- Aqui está o cafezinho. Bom, queria saber, me conta, como vão as coisas?

Ela me respondeu que tudo ia bem, esclareceu que como sempre e que nenhuma mudança ou coisa importante para relatar. Perguntei sobre o ex dela, ao que ela respondeu que fazia tempo que não sabia dele e que por ela que continuasse assim por muito tempo mais, se possível anos. Perguntei pelo Pablito e ela me respondeu que a mesma coisa que o pai, que nada importante para relatar sobre ele, que continuava igual de introvertido e distante, sempre fechado no seu mundo, com seus videogames e sem se relacionar com o mundo.

Foi nesse momento que comentei que tinha que contar algo sobre o filho dela, sobre o Pablito.

- O que aconteceu? Não me assusta, pelo amor de Deus. Me conta!
- Não Paula, calma, não é nada grave - disse com um sorriso e uma leve risada para tirar a importância do assunto e tentar fazer com que ela não se sentisse mal nem ficasse brava com o filho.

Contei o que aconteceu com o Pablito, exatamente como aconteceu e já contei na primeira parte deste Diário. Para quem ainda não leu, convido a fazer isso antes de continuar lendo esta parte para se situar no contexto.

- Esse menino não tem jeito. Te peço mil desculpas, amor, sinto muito de verdade, sério, já falo com ele quando vê-lo.
- Não Paula, não se preocupa, eu não dou importância, ele tem 15 anos e suponho que está na idade, por isso acho melhor você não dizer nada.

Durante um tempinho ficou em silêncio até que a Paula falou.

- Olha. É que... Não é só isso... Não é só ele ter ficado na janela para te ver pelada.

Parece que a Paula tinha algo para contar, algo que realmente a preocupava sobre o Pablito. Faz um tempo que percebo que minha lingerie não está arrumada na gaveta do mesmo jeito que eu deixo dias antes. Tentei não dar importância, pensando nos 15 anos do Pablito e que ele está começando a despertar a curiosidade por esse tipo de assunto. - Percebo que ele aproveita momentos relativamente íntimos para se aproximar de mim e conversar, por exemplo quando saio do banho ou entro no meu quarto para me trocar. Depois, em outras situações, ele se comporta de um jeito totalmente diferente e nem fala comigo, até parece que incomoda quando eu puxo assunto. Eu sei que ele está na idade, entendo as curiosidades dele e tudo que o corpo dele pode sentir e a cabeça pensar sobre sexo, sei que na idade dele é totalmente normal. O que realmente me preocupa, e muito, é que ele não se relacione com ninguém, que viva num mundo à parte, que não tenha amizades e nem tenha demonstrado interesse em conhecer alguma garota. - Bom, Paula, você sabe como ele é tímido, até com as pessoas que conhece há anos. - E vai ficar a vida toda olhando minha lingerie? Só Deus sabe o que ele faz com ela, não quero nem pensar. - Poxa, mulher... - Não, 'poxa mulher' não, as coisas não são assim. E depois, quando ele largar minha lingerie de novo na gaveta, vai passar a olhar a sua? Ou, pior, a minha, que sou a mãe dele, pelo amor de Deus! Não, isso não! Tentei acalmar a Paula, ela estava super preocupada e nervosa, parece que o que aconteceu comigo e o Pablito no outro dia não foi um caso isolado. - Bom, Paula, vamos nos acalmar, vamos deixar isso seguir seu curso, vamos pensar que são comportamentos normais de um garoto de 15 anos. Se a gente vir mais coisas ou souber de algo, a gente se conta e vê como agir. - Acho bom, muito obrigada por me contar isso, eu também queria contar as coisas mas não sabia bem como fazer, esse menino já estava me preocupando de verdade. Por sinal, depois disso, vocês se viram de novo? - Sim, ontem nos encontramos no elevador. - E ele, como reagiu? - Como se não tivesse acontecido nada Paula, sério, como se aquilo do outro dia não tivesse ocorrido. Eu também não quis comentar nada, na real - Acho incrível, depois de ver que ele te viu espiando você pelada, depois de sair correndo, ele age sem pudor nem vergonha nenhuma, é incrível. Não quis entrar mais em detalhes do que aconteceu no elevador, não quis contar que várias vezes ele não tirou o olho dos meus peitos. Não achei pertinente na hora dar esse detalhe. Já tinha terminado aquele café fazia tempo. Paula se levantou do sofá, nos demos dois beijos de despedida e ela foi embora. Agora vamos esperar pra ver como as coisas vão se desenrolar e dependendo de como vierem, ver como enfrentar.Diario. Capítulo 2.
relato

7 comentários - Diario. Capítulo 2.

PS la verdad tienes buen cuerpo no culpo al niño, espero la continuación
Si yo fuese pablito ya pedir mostrar la concha para que me debutes y no pajearme con la lencería de mamá
Gracias por compartir. Me ha gustado esta segunda parte y a esperar la tercera
La mejor idea es que tú debutes a Pablito, Mujer le estrías asiendo un bien.
Pablito tiene que recibir una sentada de usted