Faz uns anos que sou massagista particular e vou na casa dos meus clientes com uma maca dobrável. Eu sempre fiquei com os gatinhos, e apesar de sempre ter tido a pulga atrás da orelha, nunca tive coragem de dar o passo. Um dia conheci um casal gay, o Gustavo e o Ramiro. Eu sempre fui super profissional no meu trampo, mas eles tinham algo que qualquer outro cara não tinha. A maioria que atendo tira a roupa, mas toma cuidado pra esconder a virilha com a toalha ou as mãos até deitar de bruços na maca, alguns outros ficam de cueca. Mas o Gustavo e o Ramiro não, eles tiravam a roupa com toda a naturalidade e batiam papo comigo enquanto eu higienizava a maca. Embora eu sempre atendesse um de cada vez, e um dia por mês o outro não tava em casa. O Gustavo é um cara grandão de costas, mas não passa de um metro e setenta, de pele morena, bem lisinho e depilado nas partes íntimas. Forte, com uma barriguinha, mas os músculos são bem duros, mesmo que não dê pra perceber de cara, tem uma rola normal, já que durante as massagens muitas vezes ela subia. O Ramiro é um pouco mais alto, mais magro, de pele branca e peludo, é técnico de ar-condicionado, então também tem uns braços bons, e a rola é bem grossa quando vi ela dura numa das sessões de massagem, e cheia de veias. Pra minha surpresa, eles me contaram em sessões diferentes que nenhum dos dois é 100% passivo. Que são mais versáteis, embora o Ramiro seja mais ativo, o Gustavo me disse que quer comer ele também e sempre acaba discutindo vários dias até o Ramiro aceitar. Naquela tarde, era a vez da sessão do Gustavo, que entre uma massagem e outra me contou que tava uma semana brigado porque ele queria comer e o Ramiro não cedia, enquanto eu massageava ele como sempre, mas quando ele vira de barriga pra cima, a rola tava meia bomba, e enquanto faço umas massagens nas pernas, ele me diz que há uns dias tá com uma distensão na virilha, mais precisamente desde debaixo dos ovos até quase o joelho. Pra eu poder ver a área, ele afasta a rola e os ovos. com a mão e massageio a área por uns dois minutos, não parecia que tava inflamado nem nada, mas ele tira a mão da pica e leva até o rosto como se tivesse dado um puxão forte, e a pica toda e os ovos caem na minha mão. E eu falo:
- Tá doendo muito ou quer que eu continue?
Na intenção de que ele colocasse a mão de novo pra afastar a pica, que já tava bem dura e pulsando em cima da minha mão, com os ovos contraídos. Sem tirar a mão do rosto, ele responde que eu continue, que tava fazendo bem. Engulo seco e tento manter o profissionalismo. Mas a cada movimento da perna esquerda dele, a pica quicava e quicava na minha mão, cada vez mais e mais dura. Eu afrouxava a força da massagem e era pior: a pica acariciava minha mão. E pra ele se ligar, eu falo:
- Acho que seu amigo acordou bem, hein?
Com um tom meio sarcástico.
Gustavo:
- É, tô sem comer ninguém há um tempão, responde e puxa a perna esquerda, pegando a pica com a mão direita.
A imagem, por algum motivo, me deixava com muito tesão, mas não satisfeito, ele começa a bater punheta e fala:
Gustavo:
- Não te incomoda, né?! Você continua na sua.
Eu:
- Não, para, respondo na hora e coloco minha mão sobre a mão direita dele pra ele parar. Mas quase imediatamente ele envolve minha mão com a mão direita dele, de um jeito que minha mão segurava a pica dele e a mão dele apertava enquanto ele se masturbava. Fiquei paralisado, não esperava por isso. Mas como ele via que eu não respondia nem tentava tirar a mão, começou a aumentar o ritmo da punheta. Quando consegui articular alguma palavra, falo:
- Não, para, não para... E ele me corta na hora:
Gustavo:
- Shhh, continua você só, que tem mão boa, responde com um tom despreocupado.
Eu tava controlando uma excitação estranha que nunca tinha sentido antes, e tentava negar que aquilo tava me dando tesão. Mas ele já tinha soltado minha mão e eu tava masturbando ele sozinho, num ritmo bem rápido. Enquanto ele repetia "isso, assim, forte". Era a primeira pica que eu pegava na vida. Enquanto isso, ele pega minha mão esquerda e leva... pra que ele massageasse minhas bolas enquanto eu batia uma pra ele, e foi o que fiz. Depois de um tempo, Gustavo fala:
- Você manda bem, hein!
Com um tom de satisfação e continua:
- Topa dar um beijinho?
Ele fala a frase com toda naturalidade.
Eu:
- Não, já é demais... não tô afim...
Mas de novo não termino a frase, ele me agarra pelo ombro com a mão esquerda e enfia dois dedos da mão direita na minha boca, pra eu chupar eles. Ele enfiava até eu engasgar e tirava, umas quantas vezes, e termina dizendo Gustavo:
- Viu como é super fácil? Só usa menos os dentes.
E ele me puxa pela nuca, mete o pau na minha boca e eu começo a chupar. E ele fazia a mesma coisa: enfiava até o fundo e tirava, até o fundo e tirava. Eu mal conseguia respirar entre um engasgo e outro. De vez em quando ele parava pra me dizer:
- Lambe bem a cabeça toda, assim, bastante saliva, o glande bem, assim.
E continuava, bombando minha boca igual um louco. Depois de um tempo, ele continuava bombando, mas só usava a mão direita na minha nuca. E com a mão esquerda, puxou meu corpo de lado pra perto da maca. Arriou minha calça até o tornozelo de uma vez e viu que eu tava de pau duro, e Gustavo comenta:
- Ah, você gosta, hein? Acabou sendo uma putinha de armário.
Ele levanta minha cabeça e enfia dois dedos da mão esquerda na minha boca, com a ordem de chupar bem, e eu obedeço, quase feliz por não ter mais o pau na boca e poder respirar. Mas não passou nem trinta segundos, ele me leva de volta pro pau e, com a mão esquerda, tateia direto procurando meu cu e, com os dedos babados, começa a me dedar. Tento impedir, mas na posição que eu tava, mal tinha força pra respirar com tanta bombada. E enquanto ele ia enfiando os dedos e fazendo força em cada empurrada, ele segurava minha nuca com o pau até a garganta. Eu não sabia o que doía mais, se o cu ou a garganta, enquanto ele repetia:
- Que apertadinho que é isso, hein?
E ficou assim um bom tempo, até que dois dedos entravam e saíam. relativamente bem de bunda. Nisso ele se levanta e tira ela da minha boca, coisa que agradeci internamente, mas ele se levanta da maca e me coloca de bruços, perpendicular à maca. E o Gustavo comenta:
- Você não tem camisinha, né?
Eu não conseguia articular uma palavra de tão travada que minha mandíbula estava, mas concordei com a cabeça. E na hora ele encosta a rola e o Gustavo comenta:
- Bom... sua primeira vez vai ser no pelo.
E começa a esfregar a rola até meter até o fundo e começa a bombar que nem um louco. De vez em quando ele levantava uma das minhas pernas e fazia eu sentir mais. Eu não tinha nem onde me segurar a cada bombada, sentia que minha bunda ia explodir de dor. Ele repetia entre gemidos e ofegos "ah, que gostoso", "que bunda boa que você tem". Deve ter ficado uns dez ou quinze minutos que pareceram uma eternidade, até que sinto ele se tensão e encher minha bunda de porra. Aí percebi que eu também já tinha gozado várias vezes. Ele se deita levemente nas minhas costas. E o Gustavo comenta:
- Que descarga boa nessa bunda linda, me deixou mais calmo.
Com um tom de ofego e cansaço pela força e velocidade que ele fez. Eu não conseguia nem respirar e ele continua dizendo:
- Bom, de agora em diante a gente troca as massagens pela sua bunda. Só que nem uma palavra pro Ramiro.
Minhas pernas tremiam da surra que eu tinha levado e a mandíbula estava toda travada e contraída. Fui ao banheiro, me lavei como pude e não via a hora de chegar em casa e tomar um banho. Então me troquei e fui embora. Quando cheguei em casa, tomei banho e não consegui evitar de me masturbar de novo, mesmo com a bunda não parando de doer. E na outra semana eu tinha que ir atender o Ramiro e fingir que nada tinha acontecido. Continua...
- Tá doendo muito ou quer que eu continue?
Na intenção de que ele colocasse a mão de novo pra afastar a pica, que já tava bem dura e pulsando em cima da minha mão, com os ovos contraídos. Sem tirar a mão do rosto, ele responde que eu continue, que tava fazendo bem. Engulo seco e tento manter o profissionalismo. Mas a cada movimento da perna esquerda dele, a pica quicava e quicava na minha mão, cada vez mais e mais dura. Eu afrouxava a força da massagem e era pior: a pica acariciava minha mão. E pra ele se ligar, eu falo:
- Acho que seu amigo acordou bem, hein?
Com um tom meio sarcástico.
Gustavo:
- É, tô sem comer ninguém há um tempão, responde e puxa a perna esquerda, pegando a pica com a mão direita.
A imagem, por algum motivo, me deixava com muito tesão, mas não satisfeito, ele começa a bater punheta e fala:
Gustavo:
- Não te incomoda, né?! Você continua na sua.
Eu:
- Não, para, respondo na hora e coloco minha mão sobre a mão direita dele pra ele parar. Mas quase imediatamente ele envolve minha mão com a mão direita dele, de um jeito que minha mão segurava a pica dele e a mão dele apertava enquanto ele se masturbava. Fiquei paralisado, não esperava por isso. Mas como ele via que eu não respondia nem tentava tirar a mão, começou a aumentar o ritmo da punheta. Quando consegui articular alguma palavra, falo:
- Não, para, não para... E ele me corta na hora:
Gustavo:
- Shhh, continua você só, que tem mão boa, responde com um tom despreocupado.
Eu tava controlando uma excitação estranha que nunca tinha sentido antes, e tentava negar que aquilo tava me dando tesão. Mas ele já tinha soltado minha mão e eu tava masturbando ele sozinho, num ritmo bem rápido. Enquanto ele repetia "isso, assim, forte". Era a primeira pica que eu pegava na vida. Enquanto isso, ele pega minha mão esquerda e leva... pra que ele massageasse minhas bolas enquanto eu batia uma pra ele, e foi o que fiz. Depois de um tempo, Gustavo fala:
- Você manda bem, hein!
Com um tom de satisfação e continua:
- Topa dar um beijinho?
Ele fala a frase com toda naturalidade.
Eu:
- Não, já é demais... não tô afim...
Mas de novo não termino a frase, ele me agarra pelo ombro com a mão esquerda e enfia dois dedos da mão direita na minha boca, pra eu chupar eles. Ele enfiava até eu engasgar e tirava, umas quantas vezes, e termina dizendo Gustavo:
- Viu como é super fácil? Só usa menos os dentes.
E ele me puxa pela nuca, mete o pau na minha boca e eu começo a chupar. E ele fazia a mesma coisa: enfiava até o fundo e tirava, até o fundo e tirava. Eu mal conseguia respirar entre um engasgo e outro. De vez em quando ele parava pra me dizer:
- Lambe bem a cabeça toda, assim, bastante saliva, o glande bem, assim.
E continuava, bombando minha boca igual um louco. Depois de um tempo, ele continuava bombando, mas só usava a mão direita na minha nuca. E com a mão esquerda, puxou meu corpo de lado pra perto da maca. Arriou minha calça até o tornozelo de uma vez e viu que eu tava de pau duro, e Gustavo comenta:
- Ah, você gosta, hein? Acabou sendo uma putinha de armário.
Ele levanta minha cabeça e enfia dois dedos da mão esquerda na minha boca, com a ordem de chupar bem, e eu obedeço, quase feliz por não ter mais o pau na boca e poder respirar. Mas não passou nem trinta segundos, ele me leva de volta pro pau e, com a mão esquerda, tateia direto procurando meu cu e, com os dedos babados, começa a me dedar. Tento impedir, mas na posição que eu tava, mal tinha força pra respirar com tanta bombada. E enquanto ele ia enfiando os dedos e fazendo força em cada empurrada, ele segurava minha nuca com o pau até a garganta. Eu não sabia o que doía mais, se o cu ou a garganta, enquanto ele repetia:
- Que apertadinho que é isso, hein?
E ficou assim um bom tempo, até que dois dedos entravam e saíam. relativamente bem de bunda. Nisso ele se levanta e tira ela da minha boca, coisa que agradeci internamente, mas ele se levanta da maca e me coloca de bruços, perpendicular à maca. E o Gustavo comenta:
- Você não tem camisinha, né?
Eu não conseguia articular uma palavra de tão travada que minha mandíbula estava, mas concordei com a cabeça. E na hora ele encosta a rola e o Gustavo comenta:
- Bom... sua primeira vez vai ser no pelo.
E começa a esfregar a rola até meter até o fundo e começa a bombar que nem um louco. De vez em quando ele levantava uma das minhas pernas e fazia eu sentir mais. Eu não tinha nem onde me segurar a cada bombada, sentia que minha bunda ia explodir de dor. Ele repetia entre gemidos e ofegos "ah, que gostoso", "que bunda boa que você tem". Deve ter ficado uns dez ou quinze minutos que pareceram uma eternidade, até que sinto ele se tensão e encher minha bunda de porra. Aí percebi que eu também já tinha gozado várias vezes. Ele se deita levemente nas minhas costas. E o Gustavo comenta:
- Que descarga boa nessa bunda linda, me deixou mais calmo.
Com um tom de ofego e cansaço pela força e velocidade que ele fez. Eu não conseguia nem respirar e ele continua dizendo:
- Bom, de agora em diante a gente troca as massagens pela sua bunda. Só que nem uma palavra pro Ramiro.
Minhas pernas tremiam da surra que eu tinha levado e a mandíbula estava toda travada e contraída. Fui ao banheiro, me lavei como pude e não via a hora de chegar em casa e tomar um banho. Então me troquei e fui embora. Quando cheguei em casa, tomei banho e não consegui evitar de me masturbar de novo, mesmo com a bunda não parando de doer. E na outra semana eu tinha que ir atender o Ramiro e fingir que nada tinha acontecido. Continua...
4 comentários - De massagem a amante (conto gay) parte 1