Assim passaram vários meses com essa cumplicidade que foi aumentando cada vez mais. No começo era só espiar no banheiro ou deixar alguma calcinha usada pra ele se aliviar, mas aos poucos as coisas foram esquentando.
Meu filho começou a me pedir mais: se eu podia deixar a porta mais aberta quando a gente transava, se eu avisava ele com antecedência pra ele se preparar melhor, até me perguntou se podia gravar algum vídeo pra ver depois.
Eu, que já tava nessa loucura e ficava do caralho imaginando ele batendo uma pensando na mãe dele, topei tudo. Uma noite, depois de um jantar normal onde os três agiam como se nada fosse, mandei uma mensagem pro meu filho: "Daqui a 20 minutos, porta entreaberta, luz baixa.
Ele respondeu com um simples "Valeu, pai". A mãe dele tava cansada do dia, mas eu comecei a esquentar ela na cama com beijos e carícias, até que ela pegou fogo como sempre. A gente começou devagar, eu beijava o pescoço dela enquanto tirava a roupa, e ela gemia baixinho. Sabia que ele tava ali, espiando pela fresta da porta, e isso me deixava doido.
Coloquei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela e comecei a chupar devagar, ouvindo os suspiros dela. De canto de olho vi a sombra do meu filho se mexendo, com certeza já com a pica na mão. Depois virei ela, coloquei de quatro e começamos a transar, do jeito que ela gosta. Os gemidos da mãe dela enchiam o quarto, e eu metia pensando que meu filho via tudo: os peitos da mãe balançando, a buceta aberta, minha pica entrando e saindo. Num momento, pra esquentar mais a parada, falei alto pra ela: "Você tá gostosa hoje, amor, gosta assim?".
Ela respondeu gostosa: "Sim, me dá mais...". Sabia que ele ouvia tudo, e isso me fez gozar como nunca, enchendo ela por dentro enquanto imaginava meu filho gozando ao mesmo tempo lá fora. No dia seguinte, meu filho me procurou em particular, todo nervoso mas excitado. "Pai... ontem à noite foi foda, vi tudo. A mamãe tá... ah, nem sei como dizer. Valeu por deixar a porta aberta". Eu sorri pra ele e perguntei: "Você gozou nos vendo?". Ele ficou vermelho mas confirmou: "Duas vezes... não consegui parar". Dei um tapinha no ombro dele e falei: "Fica tranquilo, filho. Se quiser mais, é só pedir. Mas isso fica entre nós".
Os pedidos começaram a ficar mais pesados. Ele me pediu fotos de perto da buceta da mãe dele depois que eu gozasse dentro, pra "ver como fica".No começo eu hesitei, mas uma noite eu fiz: gozei dentro dela, saí devagar e tirei umas fotos com o celular enquanto ela dormia tranquilamente. Mandei pra ele e o cara quase morreu de tesão. "Pai, você é o melhor... você não faz ideia do que isso significa pra mim". Mas o que realmente mudou tudo foi uma tarde em que a mãe dele saiu pra fazer compras e nos deixou sozinhos, nós dois. Meu filho me olhou e, com a voz trêmula, disse: "Pai... e se um dia... sei lá, se a mãe soubesse? Ou se... eu pudesse tocar pelo menos um pouquinho?". Fiquei paralisado por um segundo, mas o tesão já tinha tomado conta de mim. "Isso seria cruzar uma linha grande, filho. Mas... sei lá, talvez se rolar naturalmente...".
Ele me olhou fixo: "Você também fica excitado com isso, né? Te vi ontem à noite, transando mais forte do que nunca, sabendo que eu tava olhando." Ele tinha razão. Essa confissão mútua nos aproximou mais. Começamos a falar abertamente sobre o que nos excitava: pra ele, o corpo da mãe dele, as calcinhas fio dental dela, imaginá-la gemendo; pra mim, a ideia proibida de compartilhar isso com ele, de vê-lo excitado pela mesma coisa que eu amava nela. Passaram-se mais algumas semanas, e num fim de semana que chovia muito, nós três estávamos em casa, entediados, vendo um filme. A mãe dele tava com uma camiseta larga e shorts curtos, sem sutiã, os peitos marcados. Eu via como meu filho olhava pra ela disfarçadamente, e ficava excitado sabendo disso. Num momento, ela se levantou pra pegar algo na cozinha, e ele sussurrou pra mim: "Pai... olha como marca tudo nela." Eu respondi baixinho: "É, tua mãe é uma gostosa, né?" Naquela noite, quando ela já tava meio dormindo na cama, comecei a fazer massagens "inocentes" nela, que foram esquentando.
Ela se excitou rápido, e começamos a transar devagar. Deixei a porta mais aberta do que nunca. Meu filho entrou na surdina e ficou do lado da cama, no escuro, olhando tudo de perto. Eu vi ele, e em vez de parar, meti mais forte. Ele tirou a pica e bateu uma a meio metro de nós. A mãe dele gemia de olhos fechados, sem perceber nada. Quando gozei, saí dela e, num impulso louco, fiz sinal pro meu filho chegar mais perto. Ele se aproximou tremendo, e eu, sem falar nada, peguei na mão dele e guiei pra tocar de leve a buceta molhada da mãe, que ainda dormindo, estava toda melada. Ele tocou, sentiu o calor, minha porra misturada... e gozou na hora, respingando um pouco no lençol. Essa foi a noite que tudo passou do limite. No dia seguinte, meu filho me olhou diferente, como se pedisse mais. E eu... eu sabia que isso já não tinha volta. A cumplicidade tinha virado algo muito mais intenso, e o pior (ou o melhor) é que nós dois adorávamos. Só faltava ver se um dia a mãe dele descobria... ou se, no fundo, já desconfiava de algo.
Meu filho começou a me pedir mais: se eu podia deixar a porta mais aberta quando a gente transava, se eu avisava ele com antecedência pra ele se preparar melhor, até me perguntou se podia gravar algum vídeo pra ver depois.
Eu, que já tava nessa loucura e ficava do caralho imaginando ele batendo uma pensando na mãe dele, topei tudo. Uma noite, depois de um jantar normal onde os três agiam como se nada fosse, mandei uma mensagem pro meu filho: "Daqui a 20 minutos, porta entreaberta, luz baixa.
Ele respondeu com um simples "Valeu, pai". A mãe dele tava cansada do dia, mas eu comecei a esquentar ela na cama com beijos e carícias, até que ela pegou fogo como sempre. A gente começou devagar, eu beijava o pescoço dela enquanto tirava a roupa, e ela gemia baixinho. Sabia que ele tava ali, espiando pela fresta da porta, e isso me deixava doido.
Coloquei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela e comecei a chupar devagar, ouvindo os suspiros dela. De canto de olho vi a sombra do meu filho se mexendo, com certeza já com a pica na mão. Depois virei ela, coloquei de quatro e começamos a transar, do jeito que ela gosta. Os gemidos da mãe dela enchiam o quarto, e eu metia pensando que meu filho via tudo: os peitos da mãe balançando, a buceta aberta, minha pica entrando e saindo. Num momento, pra esquentar mais a parada, falei alto pra ela: "Você tá gostosa hoje, amor, gosta assim?".
Ela respondeu gostosa: "Sim, me dá mais...". Sabia que ele ouvia tudo, e isso me fez gozar como nunca, enchendo ela por dentro enquanto imaginava meu filho gozando ao mesmo tempo lá fora. No dia seguinte, meu filho me procurou em particular, todo nervoso mas excitado. "Pai... ontem à noite foi foda, vi tudo. A mamãe tá... ah, nem sei como dizer. Valeu por deixar a porta aberta". Eu sorri pra ele e perguntei: "Você gozou nos vendo?". Ele ficou vermelho mas confirmou: "Duas vezes... não consegui parar". Dei um tapinha no ombro dele e falei: "Fica tranquilo, filho. Se quiser mais, é só pedir. Mas isso fica entre nós".
Os pedidos começaram a ficar mais pesados. Ele me pediu fotos de perto da buceta da mãe dele depois que eu gozasse dentro, pra "ver como fica".No começo eu hesitei, mas uma noite eu fiz: gozei dentro dela, saí devagar e tirei umas fotos com o celular enquanto ela dormia tranquilamente. Mandei pra ele e o cara quase morreu de tesão. "Pai, você é o melhor... você não faz ideia do que isso significa pra mim". Mas o que realmente mudou tudo foi uma tarde em que a mãe dele saiu pra fazer compras e nos deixou sozinhos, nós dois. Meu filho me olhou e, com a voz trêmula, disse: "Pai... e se um dia... sei lá, se a mãe soubesse? Ou se... eu pudesse tocar pelo menos um pouquinho?". Fiquei paralisado por um segundo, mas o tesão já tinha tomado conta de mim. "Isso seria cruzar uma linha grande, filho. Mas... sei lá, talvez se rolar naturalmente...".
Ele me olhou fixo: "Você também fica excitado com isso, né? Te vi ontem à noite, transando mais forte do que nunca, sabendo que eu tava olhando." Ele tinha razão. Essa confissão mútua nos aproximou mais. Começamos a falar abertamente sobre o que nos excitava: pra ele, o corpo da mãe dele, as calcinhas fio dental dela, imaginá-la gemendo; pra mim, a ideia proibida de compartilhar isso com ele, de vê-lo excitado pela mesma coisa que eu amava nela. Passaram-se mais algumas semanas, e num fim de semana que chovia muito, nós três estávamos em casa, entediados, vendo um filme. A mãe dele tava com uma camiseta larga e shorts curtos, sem sutiã, os peitos marcados. Eu via como meu filho olhava pra ela disfarçadamente, e ficava excitado sabendo disso. Num momento, ela se levantou pra pegar algo na cozinha, e ele sussurrou pra mim: "Pai... olha como marca tudo nela." Eu respondi baixinho: "É, tua mãe é uma gostosa, né?" Naquela noite, quando ela já tava meio dormindo na cama, comecei a fazer massagens "inocentes" nela, que foram esquentando.
Ela se excitou rápido, e começamos a transar devagar. Deixei a porta mais aberta do que nunca. Meu filho entrou na surdina e ficou do lado da cama, no escuro, olhando tudo de perto. Eu vi ele, e em vez de parar, meti mais forte. Ele tirou a pica e bateu uma a meio metro de nós. A mãe dele gemia de olhos fechados, sem perceber nada. Quando gozei, saí dela e, num impulso louco, fiz sinal pro meu filho chegar mais perto. Ele se aproximou tremendo, e eu, sem falar nada, peguei na mão dele e guiei pra tocar de leve a buceta molhada da mãe, que ainda dormindo, estava toda melada. Ele tocou, sentiu o calor, minha porra misturada... e gozou na hora, respingando um pouco no lençol. Essa foi a noite que tudo passou do limite. No dia seguinte, meu filho me olhou diferente, como se pedisse mais. E eu... eu sabia que isso já não tinha volta. A cumplicidade tinha virado algo muito mais intenso, e o pior (ou o melhor) é que nós dois adorávamos. Só faltava ver se um dia a mãe dele descobria... ou se, no fundo, já desconfiava de algo.
8 comentários - La complicidad prt 2
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Muy caliente todo