Daniel nunca tinha se interessado pelo campo. Ele vinha da cidade, de luzes e barulhos, de wi-fi e café de cafeteria hipster. Mas naquele verão, seus pais o tinham mandado passar uns dias na fazenda dos tios, um terreno enorme, cheio de vacas, galinhas e cheiro de grama molhada. A primeira noite quase o enlouqueceu: nem sinal no celular, nem TV a cabo, apenas um rádio velho na cozinha. "Isso é um inferno", pensava enquanto caminhava entediado entre cercados e estábulos. Até que a viu.Ela carregava um balde com água, o sol da tarde dourava sua pele morena e seus quadris se moviam com um ritmo que parecia natural, selvagem. Jessica, assim se chamava, era a filha de um dos peões. Cabelo castanho longo, olhos claros que contrastavam com a terra que manchava suas mãos, e um corpo que parecia feito para tentar até o mais distraído.
— Perdido, citadino? — disse ela com um sorriso malicioso, apoiando o balde no chão.
— Só entediado — respondeu ele, encolhendo os ombros. — Aqui não tem nada pra fazer.
Jessica se aproximou, devagar, com aquela segurança de quem sabe o efeito que provoca.
— O campo tem seus encantos… — sussurrou, roçando seu braço com um dedo ainda úmido de água. — Eu, por exemplo.
Daniel engoliu seco. O coração batia forte enquanto ela se aproximava mais, até ficar colada em seu peito. Seu aroma era uma mistura de suor, terra e algo feminino que o enlouqueceu na hora.
Sem dar tempo para reação, Jessica o empurrou contra a parede de madeira do estábulo. Ficou na ponta dos pés e o beijou com força. O choque de lábios foi molhado, urgente, desesperado. Daniel respondeu com um desejo que nem sabia que guardava, segurando-a pela cintura, apertando-a contra si.
Jessica gemeu baixinho ao sentir a ereção que já crescia sob a calça do citadino.
— Assim que eu gosto — sussurrou, mordendo seu lábio inferior. — Que você comece a apreciar a vida no campo.
Com movimentos ágeis, levou as mãos até seu cós e desabotoou a calça. Tirou-lhe o pau De repente, dando uma palmada maliciosa naquela dureza latejante. Daniel mal conseguia respirar. Ela mesma puxou seu short curto para baixo, deixando à mostra um fio dental minúsculo que já estava encharcado. Afastou-o sem pudor, e antes que ele pudesse pensar no que estava acontecendo, guiou-o com uma mão firme, deslizando lentamente sobre ele. O grito de prazer de Jessica ficou abafado no pescoço de Daniel. A estreiteza úmida de sua buceta o envolveu por completo, fazendo-o gemer imediatamente. Ela começou a se mover devagar, em círculos, aproveitando cada centímetro.
—Mmm… Tá vendo? Isso é melhor que wi-fi… —ofegou, olhando-o com aqueles olhos ardentes.
O ritmo foi aumentando. Jessica o cavalgava apoiada em seus ombros, com o cabelo solto e a pele brilhando de suor. Cada embestida fazia a madeira do estábulo ranger, misturada ao cheiro do sexo e ao eco de seus gemidos.
Daniel, enlouquecido, segurou-a pelos quadris e a penetrou com mais força, levantando-a um pouco para enfiá-la mais fundo. Ela arqueou as costas, gemendo com um descontrole delicioso.
—Mais… assim… —suplicou, mordendo os lábios.
O corpo de Jessica estremeceu violentamente. O orgasmo a atravessou em ondas, fazendo com que ela se apertasse ainda mais em volta dele. Daniel não resistiu muito mais: com um grunhido rouco, descarregou dentro dela, segurando-a forte contra seu peito.
Ambos ficaram ofegantes, tremendo, encostados na parede do estábulo. Jessica sorriu satisfeita, beijando seu pescoço.
—Tá vendo, citadino… o campo sempre tem seus encantos.
Daniel riu, ainda sem fôlego. Pela primeira vez em dias, parou de sentir falta do seu celular.
O sol mal começava a nascer quando Daniel saiu para o pátio da fazenda. Ele tinha dormido pouco; a imagem de Jessica cavalgando nele no estábulo ainda o queimava por dentro. Ele caminou entre os currais, tentando disfarçar o sorriso. De repente, a ouviu atrás dele.—Bom dia, citadino. —Jessica apareceu com uma camisa amarrada sob os seios, deixando à mostra seu abdômen firme, e um short tão curto que parecia feito de propósito para provocá-lo. Nas mãos, carregava um banquinho e um balde de metal.
—E agora o que você vai fazer? —perguntou Daniel.
—Vou te ensinar a ordenhar um touro. —disse com um sorriso carregado de malícia.
Ele riu, incrédulo.
—Tão burro eu não sou, Jessica. Touros não se ordenham.
Ela parou, olhou-o fixamente, e com um brilho malicioso nos olhos respondeu:
—E se você for esse touro?
Daniel engoliu seco. O coração acelerou na hora. Jessica largou o banquinho e o balde de lado, e caminhou devagar até ele, balançando os quadris como se estivesse o hipnotizando.
—Vamos ordenhar, citadino… —sussurrou, levando a mão ao zíper do short.
Antes que ele pudesse reagir, Jessica se ajoelhou na sua frente. Com uma confiança insolente, desabotoou sua calça e libertou a dureza do pau que já o traía. Daniel mal conseguiu conter um gemido quando ela o pegou com uma mão firme, como se fosse mesmo ordenhar.
—Olha que touro bravo… —disse com voz rouca, movendo a mão pra cima e pra baixo devagar, enquanto olhava direto nos seus olhos.
O contraste entre o sorriso inocente de roça dela e o jeito que estava batendo uma pra ele o enlouqueceu. Jessica botou a língua pra fora e deslizou por todo o comprimento, lambendo, saboreando cada detalhe. Daniel arqueou as costas, encostando na cerca, respirando forte.
Ela acelerou o ritmo, alternando entre a pressão da mão e o calor úmido da boca. Cada chupada era um golpe direto no controle do citadino, que mal conseguia ficar em pé.
—Porra... Jessica… você vai me matar — gemeu ele, afundando os dedos nos cabelos dela. Ela soltou um pequeno gemido de satisfação e o olhou com malícia enquanto o engolia até o fundo, fazendo-o vibrar de prazer. A cena era demais: a camponesa ajoelhada entre as pernas dele, lambendo como se estivesse ordenhando o touro que havia prometido. Daniel não aguentou mais. Com um grunhido rouco, explodiu dentro de sua boca. Jessica o segurou com firmeza, recebendo tudo sem se afastar, até o último tremor. Quando terminou, levantou-se, limpando os lábios úmidos com a língua. — Viu? — disse, dando uma palmada brincalhona no peito dele —. O campo tem seus segredos… e eu sei ordenhar muito bem os touros. Daniel ficou sem palavras, suando e sorrindo como um idiota. Pela primeira vez na vida, pensou que não se importaria de ficar na fazenda por um bom tempo ainda.
O calor do meio-dia apertava na fazenda. Daniel caminava sem rumbo, ainda com a lembrança ardente do que Jessica havia feito com ele naquela manhã. Seu corpo continuava tenso, excitado, como se a vida no campo não lhe desse trégua. De repente, ele a viu ao longe. Jessica estava esperando por ele no meio do campo aberto, numa extensão de pasto alto que balançava ao vento. Ela vestia um vestido leve de algodão, branco, sem sutiã por baixo, e descalça, como se pertencesse ao lugar mais do que a própria terra.— Vem ou não vem, citadino? — gritou ela com aquele sorriso malicioso que já o dominava.
Daniel se aproximou, intrigado.
— O que você está fazendo aqui?
— Quero que você aprenda outra lição do campo… — sussurrou ela, pegando-o pela mão e levando-o até onde a grama estava mais alta, escondendo-os de qualquer olhar indiscreto.
O ar cheirava a terra, a sol, a grama fresca. Jessica se virou para ele, empurrou-o suavemente e o deitou sobre o pasto. Montou nele sem aviso, e com um movimento rápido levantou o vestido, mostrando que não usava nada por baixo.
— Aqui, ao ar livre… é assim que se ama no campo. — disse, esfregando a buceta lentamente contra a dureza que já pulsava sob a calça de Daniel.
O citadino gemeu ao sentir o atrito direto. Ela desabotoou o cinto e puxou a calça com mãos ansiosas, libertando-o completamente. Pegou-o com um sorriso de satisfação, esfregando-se devagar até ficar encharcada.
Sem mais delongas, baixou o quadril e o envolveu por completo, afundando até o fundo. Um gemido selvagem escapou de seus lábios, quebrando o silêncio do campo.
O vai e vem começou lento, sensual, com Jessica arqueando as costas, aproveitando cada investida. Seus peitos livres sob o vestido balançavam a cada movimento, e o sol iluminava sua pele suada, brilhante, perfeita.
Daniel segurou-a com força pela cintura, incapaz de resistir mais, e começou a investir de baixo, com força, fazendo-a gritar entre o pasto. Ela cravou as unhas em seu peito, com o olhar perdido no céu azul, ofegante como se estivesse se desfazendo a cada sacudida. —Mais… assim… mais forte! —clamou Jessica, sem se importar que sua voz ecoasse no meio do campo. O corpo dela tremia, os orgasmos vinham em ondas, fazendo-a apertar violentamente em volta dele. Daniel, descontrolado, agarrou sua bunda firme e a penetrou com um frenesi que o levou ao limite. Com um grunhido rouco, explodiu dentro dela, deixando-se cair sobre a grama enquanto a apertava contra seu corpo. Ambos ficaram ofegantes, suados, envoltos no perfume da grama amassada. Jessica, ainda em cima dele, sorriu maliciosa, dando-lhe um beijo molhado nos lábios. —Viu, citadino? Aqui não tem wi-fi… mas tem conexão. Daniel soltou uma gargalhada, enterrando o rosto em seu pescoço. O campo, de repente, tinha se tornado seu lugar favorito no mundo.
O sol começava a descer, tingindo de laranja o céu do campo. Daniel estava sentado na varanda da casa, ainda com a respiração ofegante depois da loucura nos pastos. Achava que a tarde terminaria em calma, mas Jessica apareceu de repente, com o cabelo solto, os pés descalços e aquele sorriso que sempre significava problemas.— O que você planeja agora? — perguntou ele, divertido e cansado.
Ela se inclinou até roçar seu ouvido e sussurrou com voz brincalhona:
— O campo tem lugares lindos… vem, vou te mostrar um.
Ela o pegou pela mão e o guiou por caminhos de terra e capim alto, até chegarem a um riacho escondido entre árvores. A água corria clara, fresca, com o som suave da correnteza. O lugar era um segredo de verão, perfeito para escapar do calor.
— Aqui eu venho quando quero me refrescar… ou quando quero fazer travessuras — disse Jessica, deixando cair seu vestido de uma vez só.
Daniel ficou sem fôlego. Na sua frente, nua, a pele úmida de suor e sol, Jessica parecia uma ninfa saída da terra. Ela riu com malícia ao vê-lo embasbacado.
— O que foi, citadino? Nunca viu uma mulher se banhar ao ar livre?
E sem esperar resposta, se jogou na água com uma risada, espirrando para todos os lados. Daniel não resistiu mais: se despiu desajeitadamente e correu atrás dela, entrando no riacho que o envolveu com um frio delicioso.
Jessica nadou até ele e o envolveu com as pernas debaixo d'água, esfregando-se contra seu corpo nu. O contato foi imediato, selvagem. Daniel a segurou pela cintura e a beijou com fome, enquanto suas mãos exploravam cada curva molhada.
— Mmm… assim que eu gosto — ela ofegou, roçando de propósito a dureza que flutuava entre os dois —. Aqui ninguém nos vê.
Ele a empurrou gentilmente contra uma pedra lisa na margem. Daniel a penetrou de uma vez, fazendo-a gemer alto, embora o barulho do riacho abafasse qualquer indiscreção.
O vai e vem da água se misturava com o de seus corpos. Jessica se agarrava ao seu pescoço, mordendo sua pele, enquanto ele embestia sua buceta com força, aproveitando como a corrente os acariciava. O som da pele batendo, os gemidos, a água espirrando, tudo era um concerto selvagem de prazer. Jessica arqueou as costas, os mamilos endurecidos sob o sol que se infiltrava entre as árvores. —Isso, Daniel… assim…! —gritou sem se conter, enquanto um orgasmo brutal a percorria dos pés à cabeça. O corpo dela se apertou com força, e Daniel perdeu todo o controle. Com um grunhido rouco, ele a encheu por dentro, descarregando sem reservas enquanto a segurava contra a pedra. Ambos ficaram grudados, ofegantes, com a água correndo ao redor e o cheiro fresco do campo envolvendo-os. Jessica o encarou com aquele sorriso perigoso que já o dominava por completo. —Viu, citadino? O campo tem seus encantos… e ainda não te mostrei todos. Daniel sorriu, sabendo que o que começara como um castigo sem wi-fi estava se tornando o verão mais intenso de sua vida.
Já fazia dois dias que Daniel não via Jessica. Nem nos currais, nem na cozinha, nem no riacho. A ausência estava deixando ele louco. Andava de um lado para o outro pela fazenda até que decidiu perguntar.—E a Jessica? —disse a um dos peões que carregava lenha.
O homem olhou para ele com um meio sorriso.
—Anda atrasada com a lavagem da roupa. Passou tempo demais vagabundeando ultimamente. —e soltou uma risada maliciosa, como se soubesse muito bem o que significava "vagabundear".
Daniel não pensou mais. Seguiu o caminho para a parte de trás, onde a água corria em um lavador de pedra. Lá estava ela, ajoelhada, com as mãos enfiadas na espuma e montes de roupa pela metade. O cabelo caía sobre o rosto e o vestido leve colava na pele úmida.
—Então aqui estava escondida —disse ele, encostando na parede.
Jessica ergueu o olhar, surpresa, e sorriu com malícia.
—O trabalho se acumulou… por estar com você.
Daniel se aproximou, arregaçou a camisa e começou a ajudá-la a esfregar e enxaguar as roupas. Entre risadas, respingos e olhares cúmplices, terminaram juntos a montanha de peças molhadas. O sol começava a descer quando penduraram a última no varal.
—Pronto —disse ele, sacudindo as mãos—. Agora sim, você está em dia.
Jessica olhou para ele com os olhos brilhantes, se aproximou devagar e sussurrou:
—Obrigada, citadino… e como posso te pagar?
Daniel a segurou pela cintura, a puxou contra seu corpo e respondeu no ouvido, com voz grave:
—Com sua buceta… e com aquele outro buraquinho que ainda não me deu.
Jessica mordeu os lábios, os olhos faiscando desejo e desafio.
—Tem certeza de que aguenta isso, citadino? —sussurrou, enquanto o empurrava em direção ao lavador de pedra.
Ele não respondeu com palavras: a virou, a inclinou contra a superfície úmida e levantou seu vestido, deixando à vista aquele bumbum firme que já o tinha deixado louco. Primeiro a segurou com força pela cintura e penetrou sua buceta por trás, arrancando um gemido abafado dela. Jessica apoiou as mãos na pedra, arqueando as costas, recebendo-o com ansiedade. As investidas ecoavam no pátio, misturadas com o respingo da água e os suspiros descontrolados dela. Daniel a fodia com fúria, agarrando seus peitos, aproveitando como ela estremecia a cada golpe.
— Quer mais? — rosnou ele, parando por um segundo.
— Sim… — gemeu ela, suando, com a voz embargada —. Quero que me coma como um touro, seu urbano.
Daniel cuspiu no seu pau, posicionou-se atrás dela e, com cuidado mas firmeza, foi pressionando contra seu cu. Jessica soltou um gemido rouco, apertando os lábios enquanto o sentia abrir caminho.
A ardência inicial se transformou num prazer selvagem. Ela gritava, mordendo a própria mão para não escandalizar toda a fazenda, enquanto Daniel a pegava pelos dois buracos, alternando o ritmo até perder o controle.
O clímax pegou os dois. Jessica se arqueou, convulsionando de prazer, enquanto Daniel explodia dentro dela, enchendo-a até o fundo. O som da água e dos gemidos deles ficou gravado no ar do campo.
Quando finalmente se deixou cair sobre ele, exausta e tremendo, Jessica sorriu com malícia.
— Definitivamente… assim eu pagaria todas as minhas dívidas com você.
Daniel a beijou no pescoço, ofegante, e soube que aquele verão ele jamais conseguiria esquecer.
A notícia correu rápido pela casa: no dia seguinte, Daniel teria que voltar para a cidade. Seus pais já tinham avisado, e sua tia o esperava com as malas prontas. Naquela noite, deitado na cama do quarto que lhe deram na fazenda, Daniel pensava em Jessica, em tudo que tinham vivido aqueles dias que pareciam um sonho. Fechou os olhos, tentando dormir, mas ouviu um rangido na porta. Quando a abriu devagar, a viu. Jessica entrava em silêncio, com um camisola leve que mal cobria seu corpo nu por baixo.— Pensava ir embora sem se despedir, citadino? — sussurrou com um sorriso perigoso, subindo na cama.
Antes que ele pudesse responder, ela já o beijava com fome, tirando sua roupa com mãos ansiosas. Daniel a segurou forte, como se nunca quisesse soltá-la, mas Jessica o empurrou contra o colchão e, montando-o com decisão, enfiou seu pau na buceta de uma vez.
— Essa é minha despedida — ofegou, cavalgando-o com força, a camisola levantada até a cintura, os peitos balançando sob a luz fraca da lua.
Daniel gemeu, segurando sua cintura, enquanto ela o montava com um frenesi desesperado, como se quisesse gravar-se em sua memória para sempre. O prazer os envolvia, úmido, selvagem, intenso.
— E também… vou te dar isso, pra você não me esquecer. — sussurrou Jessica, com a respiração ofegante.
Inclinou-se para frente, cuspiu na mão e, sem parar de cavalgá-lo, guiou seu pau até seu cu. Lentamente foi engolindo, gemendo alto enquanto o sentia abrir caminho. O citadino rugiu com força, incapaz de resistir à visão de Jessica cavalgando-o por completo, suada, selvagem, entregue.
Os gemidos encheram o quarto. Jessica o montava com movimentos circulares, apertando os dois buracos, enlouquecendo-o. Daniel a segurou firme, investindo de baixo, até que os dois explodiram num orgasmo brutal que os deixou tremendo.
Exausta, Jessica se deixou cair sobre seu peito, ficando abraçada. ele debaixo dos lençóis. Pela primeira vez naquele verão inteiro, dormiram juntos.
Quando o sol começou a se filtrar pela janela, Jessica abriu os olhos e o encarou em silêncio. Seu olhar estava triste, carregado de algo mais que desejo. —Não me esqueça, citadino… —sussurrou, com a voz embargada. Daniel a acariciou suavemente, sorriu e respondeu: —Como vou te esquecer? Temos que colher os frutos do campo… vem comigo para a cidade, Jessica. Ela o olhou, com lágrimas e sorriso ao mesmo tempo, entendendo que aquele verão podia ser apenas o começo de algo maior. O amanhecer trouxe consigo um ar diferente. Daniel já tinha a mala pronta e o carro do tio esperando para levá-lo até o terminal. Jessica, ainda em seu camisolão, ficou sentada na beirada da cama, mordendo os lábios, com os olhos cheios de dúvidas. Ele se aproximou e ergueu seu queixo com suavidade. —Vem comigo, Jessica. Você não precisa ficar aqui se não quiser. —disse com uma segurança que surpreendeu até a ele mesmo. Ela o encarou, com aquela mistura de malícia e ternura que o tinha fisgado desde o primeiro dia. Mordeu o lábio inferior, respirou fundo e, finalmente, sorriu. —Tá bom… vou com você, citadino. Daniel sentiu um nó no peito, uma mistura de alegria e excitação. Pegou sua mão e a beijou com fome, com a urgência de quem sabe que não há volta. Em segundos, a roupa estava no chão. Jessica subiu em cima dele, como tantas vezes, mas dessa vez não havia pressa de se esconder nem medo de serem descobertos. Ela o cavalgou devagar, olhando direto nos seus olhos, se gravando na memória dele. Cada movimento dela era uma promessa do que viria na cidade: noites sem fim, desejo sem limites. Daniel a segurou firme pelos quadris, e com um grunhido a penetrou até o fundo. Jessica gemeu, se entregando por completo, se deixando tomar sem reservas. A investida ficou mais selvagem, e ela mesma guiou a mão dele até sua bunda, dando a entender que queria que ele pegasse aquele outro lugar de novo. Daniel não hesitou. Com suavidade e pressão firme, a tomou ali também. Jessica gritou, o prazer e a dor se misturando até virar pura luxúria. Ela o cavalgava com fúria, selvagem, enquanto a cama rangia sob eles. O orgasmo os pegou juntos, ardendo, tremendo, até que ambos caíram exaustos, enroscados em lençóis encharcados de suor. Ela ficou abraçada ao seu peito, respirando ofegante, com um sorriso safado. —Agora não sou só um charme do interior, citadino... vou ser sua tentação na cidade. Daniel a beijou na testa, certo de que o que começou como um castigo sem wi-fi tinha se transformado na melhor colheita da sua vida.
0 comentários - O Citadino e a Roça Gostosa