Fiz meu marido de cuck com o melhor amigo (milf)

Oi, quero contar como comecei um relacionamento com o melhor amigo do meu marido. Já que na última semana recebi a notícia de que estou grávida dele, quero contar como começou nossa aventura. Essa história começa há um ano, no meu aniversário de 39 anos. Quis fazer algo diferente para o meu aniversário, então decidi alugar um chalé nos arredores da cidade. Esse chalé tem dois andares: o de baixo tem um quintal pra churrasco e dança, uma sala com lareira e a cozinha. Já a parte de cima tem os quartos para os hóspedes, embora nem todos fossem dormir neles, porque alguns tinham trazido suas barracas de acampamento.Fiz meu marido de cuck com o melhor amigo (milf)Minha relação com meu marido não estava passando pelo melhor momento. A gente casou quando eu tinha 19 e ele 20, respectivamente. No começo, mesmo sem um salário bom, ele compensava com sexo todo dia, embora fosse de qualidade duvidosa, já que ele sofre de ejaculação precoce e tem um pau de 12 cm. Mesmo assim, ele se esforçava, me fazia oral, enfiava os dedos na minha buceta e no meu cu, então eu sentia um certo prazer. Mas, cada vez que a gente teve filho (tenho 3), as noites de sexo foram diminuindo cada vez mais. Depois do nascimento do meu último filho, a gente mal transou em vários anos. Além disso, a atitude dele mudou: ele ficou amargo, chato e bêbado, e também super conformado. Quando conseguiu um cargo melhor no trabalho, ele parou de se esforçar pra alcançar posições melhores ou salários mais altos. Então, eu tive que ajudar em casa trabalhando, o que me deixou exausta e sem vontade de transar.peitaoQuando chegou o dia da festa, deixamos nossos filhos em casa e subimos no carro rumo ao chalé. Tava tudo pronto. Convidei amigas do trabalho e seus maridos, algumas amigas que conheci na escola dos meus filhos, mães dos coleguinhas deles, duas vizinhas e umas primas. Meu marido, por sua vez, trouxe três dos melhores amigos dele, incluindo o melhor amigo, Rubén. Rubén, diferente do meu marido Franco, tinha empreendido montando um estúdio fotográfico que tava fazendo sucesso. Além disso, tava com uma aparência muito melhor, embora no último ano tivesse se divorciado da mulher, que não soube valorizar o sucesso que ele tava tendo no negócio.

As velas no bolo tremeluziam, projetando sombras dançantes pelas paredes do chalé. Trinta e nove anos, e lá estava eu, celebrando mais um aniversário com o mesmo homem que me fazia sentir invisível há anos. Franco sentou num canto, com os olhos semicerrados, mais um uísque na mão. Ficou assim a noite inteira: bêbado, desdenhoso, mal reconhecendo minha presença, a não ser pra reclamar da comida ou da música. Suspirei, olhando a festa ao meu redor. Meus amigos riam, bebiam e dançavam, enquanto eu me sentia mais sozinha do que nunca. O chalé na floresta era pra ser uma escapada romântica, um lugar pra gente se reconectar. Em vez disso, virou mais um palco pro nosso casamento desmoronando.

Me desculpei com a pequena multidão e fui andando pelo corredor, longe do barulho e das luzes piscando. Meus olhos pousaram numa porta meio aberta, um dos quartos escondidos que o Franco tinha ficado tão orgulhoso quando a gente reservou esse lugar. Abri, pensando que podia usar pra deitar o Franco se ele apagasse de vez. O quarto tava escuro, iluminado só pela luz prateada do luar que entrava pela janela. Foi aí que eu ouvi: um som suave, abafado, vindo do canto. Congelei, escutando. O som... Apareceu de novo, um soluço abafado. Depois, encontrei o Rube, o melhor amigo do Franco, sentado no chão, com a cabeça entre as mãos. "Rube?" sussurrei, preocupada. Ele olhou pra cima, os olhos vermelhos e inchados. Naquele momento, vi a dor gravada no rosto dele, e meu coração se aproximou. Rube era tudo que o Franco não era: atencioso, apaixonado, e sempre me olhava como se eu fosse a mulher mais gostosa do salão. Sabia que não devia, mas me senti atraída por ele, pela vulnerabilidade crua na expressão dele. "Desculpa", ele disse, enxugando os olhos. "Não quis atrapalhar sua festa." "Tá tudo bem", respondi, fechando a porta atrás de mim. "O que foi? Pode falar comigo." Ele balançou a cabeça. "Não é nada. Só... coisas pessoais." "Tem algo que eu possa fazer?" perguntei, minha voz quase um sussurro. Então sentei na beirada da cama pra ouvir a dor interna que ele sentia pelo divórcio, ouvi ele falar bem da ex-mulher, falava com tanta eloquência enquanto se abria. Quando terminou de falar, disse que se sentia melhor. Rube me olhou, os olhos escuros de emoção. "Você é boa demais, Kelly. Sempre foi." Sem pensar, toquei a bochecha dele. A pele dele estava quente, áspera com a barba por fazer. Ele se inclinou no meu toque, e naquele momento, algo mudou entre nós. A tensão que vinha se acumulando a noite toda, todos esses anos, explodiu em algo inegável. Me inclinei e pressionei meus lábios contra os dele.esposaMe desculpa" — sussurrei. "Não devia..." Ele se desculpou comigo e, apressada e envergonhada, me preparei pra sair do quarto. Ele se deitou na cama com as mãos no rosto de vergonha, e eu, apressada, com passos rápidos, cheguei na porta. Mas ali, bem quando toquei na maçaneta, um choque elétrico me atravessou e uma voz na minha cabeça... minha calcinha ficou molhada, e eu tive a sensação de que aquele quarto nos abraçava os dois. Então fechei a porta com cuidado, me virei e, vendo a figura magra, alta e elegante do Ruben, apertei os dentes nos lábios, peguei meu vestido azul colado no corpo e deixei ele cair aos meus pés, ficando só com meu sutiã, minha calcinha e meus saltos, caminhando sexy seminua na direção dele. A luz da lua iluminou o rosto do Rube enquanto eu montava nele de pernas abertas. Me inclinei e beijei ele de novo, minha língua explorando a boca dele. Ele gemeu, as mãos deslizando pelas minhas coxas, por baixo do meu vestido, pra agarrar minha bunda. Eu me esfreguei nele, sentindo a deliciosa fricção através das nossas roupas. "Deus, você é tão gostosa" — murmurou contra meus lábios. "Sonhei com isso." Alcancei atrás de mim e desabotoei meu sutiã, deixando meus peitos cheios se soltarem livres. As mãos dele foram pros meus seios, os polegares roçando meus mamilos já duros. "Perfeito" — sussurrou, se inclinando pra pegar um mamilo na boca. Eu ofeguei com a sensação, arqueando as costas pra dar acesso melhor. Ele chupou e lambeu, as mãos apertando meus peitos, mandando ondas de prazer por mim. Dava pra sentir minha calcinha encharcando, meu corpo doendo de tesão. Deslizei do colo dele e fiquei de joelhos entre as pernas dele. Os olhos dele me seguiram, escuros de desejo, enquanto eu desafivelava o cinto e abria a calça dele. O pau dele saltou livre, grosso e duro, e eu não resisti a envolver minha mão nele — depois de vinte anos de sexo ruim com Franco, com um pau de 12 cm, eu podia ver um veiudo e grande de 20 cm. Rube gemeu, a cabeça caindo pra trás. atrás. —Kelly —ela respirou—. Por favor. —Me inclinei e o peguei na minha boca, girando minha língua em volta da ponta. Tinha um gosto salgado, almiscarado, e eu gemia em volta dele, a vibração fazendo ele tremer na minha boca. Levei ele mais fundo, sugando as bochechas enquanto chupava, minha mão trabalhando a base do pau. As mãos dele se enroscaram no meu cabelo, guiando meus movimentos enquanto eu o deliciava.maduraPorra, você é incrível" ele ofegou. "Vou gozar." Me joguei pra trás, olhando pra ele. "Ainda não" falei com um sorriso safado. "Quero você dentro de mim." Rube se levantou, me ergueu e me virou. Me inclinou na beira da cama, minha bunda pra cima. A mão dele foi na minha frente, os dedos encontraram meu clitóris e esfregaram em círculos lentos. "Deus, você tá tão molhada" ele murmurou. "Quer isso?" "Por favor" implorei. "Me fode!milfCom um empurrão suave, ele entrou em mim, me preenchendo por completo. Eu chorei, a sensação era avassaladora. Ele estabeleceu um ritmo punitivo, as cadeiras dele batendo na minha bunda enquanto me comia. Os dedos dele continuaram trabalhando meu clitóris, me levando cada vez mais alto a cada estocada.

"Sua buceta é tão gostosa", ele grunhiu. "Tão apertada. Tão molhada." Eu só conseguia gemer em resposta, meu corpo tremendo de prazer. O quarto se encheu com o som das nossas fodas, os barulhos molhados dos nossos corpos se chocando, nossa respiração ofegante, os gemidos e suspiros escapando dos nossos lábios. Ele se inclinou, o peito dele pressionando minhas costas enquanto continuava me comendo, a mão dele ainda trabalhando meu clitóris.infiel« Vem me buscar, Kelly », ele sussurrou no meu ouvido. « Quero sentir você gozando no meu pau. » As palavras dele me levaram ao limite. Eu gritei quando o orgasmo me atingiu, meu corpo se contorcendo ao redor dele. Ele continuou empurrando, extraindo meu prazer até que gozou com um gemido, o pau dele pulsando dentro de mim. Nós desabamos na cama, respirando pesadamente. Rube me puxou para os braços dele, beijando meu pescoço e ombro. Eu podia sentir o coração dele batendo contra minhas costas, no mesmo ritmo frenético que o meu.casada«Nunca senti algo assim — disse ele, com a voz suave. Me virei pra olhar pra ele, com um sorriso nos lábios. — Eu também não.» Ele estabeleceu um ritmo constante, os quadris empurrando contra os meus. Enrolei minhas pernas em volta dele, puxando ele mais fundo a cada estocada. O quarto se encheu com o som da nossa respiração, os estalos de pele contra pele, e os gemidos baixos que escapavam dos nossos lábios. «Mais forte — sussurrei, minhas unhas cravando nas costas dele. — Me fode mais forte.»cuckoldEle foi obrigado, seus movimentos ficaram mais brutos. A vara dele batia em mim a cada estocada, acertando aquele ponto lá no fundo que mandava ondas de prazer pelo meu corpo. Eu sentia meu orgasmo crescendo, a tensão se apertando mais e mais a cada pancada. "Goza pra mim, Kelly", ele ordenou, a voz rouca de tesão. "Quero sentir você gozando." As palavras dele me jogaram por cima do limite, e eu gritei enquanto o orgasmo me dominava. Meu corpo se contorcia em volta da vara dele, as ondas de prazer ficando mais intensas a cada estocada. Ele continuou batendo em mim, buscando a própria liberação.amigo«Porra, vou gozar» gemeu, os movimentos ficando erráticos. «Vou meter dentro de você.» «Goza pra mim» sussurrei, minha voz rouca de desejo. «Me enche.»cuckCom um empurrão final e poderoso, ele gozou, o pau pulsando dentro de mim enquanto derramava a semente dele. Dava pra sentir o calor se espalhando por dentro de mim, e enrolei meus braços em volta dele, segurando ele perto enquanto cavalgávamos as ondas do nosso prazer juntos.casada infielFicamos ali por um bom tempo, nossos corpos entrelaçados, recuperando o fôlego. A luz da lua tinha mudado, jogando um brilho prateado sobre nossos corpos suados e saciados. Eu sabia que deveria me sentir culpada, que deveria ter vergonha do que a gente tinha feito, mas tudo que eu sentia era uma satisfação profunda.Fiz meu marido de cuck com o melhor amigo (milf)«É melhor eu ir» — falei finalmente, me afastando dele de má vontade. Rube assentiu, com compreensão nos olhos. «Eu sei.» O resto da noite passou num borrão. Voltei pra festa, rindo e dançando com os convidados, mas minha mente estava em outro lugar. Não conseguia parar de pensar no Rube, no jeito que ele me tocou, no jeito que ele me fez sentir. Quando finalmente fui pra cama, Franco já tava dormindo, roncando baixinho. Deitei do lado dele, meu corpo ainda formigando com a lembrança do toque do Rube.peitaoDepois daquele dia, se passaram uns dois meses sem notícias do Rube, até que meu marido convidou ele pra ver o clássico aqui em casa. Depois disso, a gente teve mais encontros, mas vou contar esses na próxima parte.esposaFoto que ele tirou sem que eu visse naquele dia

3 comentários - Fiz meu marido de cuck com o melhor amigo (milf)

Muy bueno el relato hermosa, espero que pronto subas más