Prima, sem a minha, com a sua me distraio

Muita gente já teve a sorte, em algum momento da vida, de pegar um primo ou uma prima. No meu caso, não rolou porque meu pai era o caçula de 18 irmãos e casou com minha mãe no segundo casamento dele, quando já tinha mais de 45 anos. Então eu nasci quando ele já passava dos 50. Por isso, meus primos podiam ter idade pra ser meus pais quando eu era adolescente. Quase não tive rolo com meus primos. Mas, por sorte, existem os primos dos outros.

Quando eu tinha acabado de fazer 14 anos, uma família nova se mudou pro bairro, pra casa de um amigo. Essa família vinha de Entre Ríos, tinha fazendas e, na época, era cheia da grana. Até que alguém deu um golpe no pai, eles faliram e perderam tudo. Tiveram que vir morar em Buenos Aires com parentes. A família era o casal e os três filhos. A mais velha era uma mina de 17 anos recém-completados. Essa garota, chamada Alejandrina, era bem gordinha e muito, mas muito peituda.

Depois de alguns meses, a família teve que ir morar na casa de outros parentes, porque na casa do meu amigo não tinha muito espaço. Como Alejandrina já tinha começado a escola, ela ficou morando com meu amigo. Na casa dele, no telhado de um galpão no fundo, tinha um quartinho, e foi lá que colocaram a Alejandrina.

Não demorou muito pra Alejandrina se juntar à galera do bairro, porque ela era muito simpática e amigável. Como ela era mais velha que a gente, já saía pra balada e contava pra gente as coisas que fazia na night. Também falava que podia entrar quando quisesse porque era tarjeteira. Um dia, ela disse que podia colocar a gente como tarjeteiro e nos levou pra uma reunião da balada. Lá, nos barraram porque éramos muito novinhos. Ela viu a gente desanimado e falou que no sábado ia fazer a gente entrar de graça na balada.

Chegou o sábado, fomos até a balada e encontramos ela com um cara que era... algo como o ficante dela Enquanto esperávamos na fila, ela tava discutindo com aquele cara e ele foi embora um tempo depois A fila começou a andar e quando chegou na porta de entrada, deixaram ela entrar e a gente não Por mais que ela falou com o segurança, não conseguimos entrar Então no frio a gente ficou do lado de fora a noite inteira ouvindo a música e esperando a Alejandrina pra acompanhar ela quando saísse Quando ela saiu da balada, saiu com o amigo dela e ao ver que a gente tava esperando, começou a conversar com ele e de novo terminaram brigando e ele foi embora Ela ficou meio chorando e assim em silêncio a gente caminhou pra pegar o ônibus pra casa Quando chegou na casa do meu amigo, eu fiquei sozinho pra ir pra minha casa que era na esquina Ao virar na esquina, pela cerca de ligustrina, consegui ver a Alejandrina quando entrava no quarto dela Fiquei parado ali na escuridão da manhã olhando pro quarto como um punheteiro Queria ver o que ia rolar Pra minha surpresa, pela janela do quartinho dava pra ver como a Alejandrina tirava a roupa pra dormir Fiquei petrificado quando ela ficou de sutiã na frente da janela Depois disso, ela começou a se mexer pelo quarto assim de sutiã até que apagou a luz e deixou só a do abajur E aí ela parou na frente da janela de novo e começou a pegar nas tetas Ficou assim um tempão até que tirou o sutiã e aquelas bolas enormes ficaram balançando Mal dava pra ver com a pouca luz, mas dava pra ver como ela se tocava nas tetas Ficou se tocando um tempão até que chegou mais perto da janela e olhou pra onde eu tava Rapidamente me abaixei pra me esconder Quando tava indo embora, olhei pra janela e a cortina tava fechada Fui embora todo nervoso porque não sabia o que ia fazer já que tinha certeza que a Alejandrina me viu espiando enquanto ela se tocava nas tetas Mesmo assim, quando cheguei em casa, bati uma punheta foda com a imagem daquelas tetonas Uns dias depois, cruzei com ela no bairro e nenhum de Nós dois não comentamos nada do que aconteceu. Quando chegou o sábado seguinte, ela se ofereceu de novo pra nos fazer entrar no baile. Então fomos com ela de novo. De novo não nos deixaram entrar. O primo dela e os outros caras do grupo voltaram pra casa. Eu e outro cara ficamos de novo a noite toda esperando por ela. Assim como no sábado anterior, ela saiu brigando com o amigo dela. Então ficou sozinha de novo. Ainda bem que estávamos esperando por ela pra que não voltasse sozinha pra casa. Quando chegamos no bairro, ficamos a sós e, enquanto caminhávamos, ela me disse:
— Te vi me olhando quando eu estava na janela. Como sabia que você me olhava, me coloquei na frente da janela de propósito.
— Você gostou de mim, por quê? Perguntei.
— Quer ver mais? — ela terminou dizendo.

Eu fiquei atônito, porque agora tinha certeza de que ela tinha me visto olhando pras tetas dela como um punheteiro. A quadra até a casa dela fizemos em silêncio. Quando chegamos, ela me disse antes de entrar:
— Fica olhando de novo pela janela. — e foi pra dentro.

Eu virei a esquina e fiquei parado de novo no escuro esperando vê-la pela janela. Uns minutos depois, a vejo subir a escada e entrar no quartinho dela. Depois de alguns minutos, ela abriu as cortinas e, com a luz acesa, tirou a roupa de novo. Quando ficou de sutiã, ela massageava as tetas por cima do sutiã enquanto me olhava e dizia:
Continuou me olhando fixo enquanto tirava o sutiã e as tetonas dela ficaram balançando. Ela se inclinava pra frente pra que pendessem e mexia o torso pra que balançassem de um lado pro outro. Eu tava com a pica explodindo. Tava tão tarado que ia bater uma punheta ali na calçada escura. Por causa do frio, a janela começou a embaçar, e ela limpou o embaçado com a mão e depois fez sinal com a mão pra eu entrar no quartinho. Então, com cuidado e sem fazer barulho, pulei a cerca viva e subi a escada. Quando entrei no quartinho onde nunca tinha estado, a luz estava Apagada, só dava pra ver por causa da luz fraca de um abajur. Ela me pediu pra sentar na cama enquanto fechava a persiana e trancava a porta. "Dá pra ver bem daí de baixo?", ela perguntou. Eu respondi na hora: "Não tão bem como agora." Ela estava parada na minha frente, e os peitos dela ficavam bem na altura do meu rosto. "Você gosta?", ela perguntava enquanto se inclinava pra frente de novo e balançava os peitos que pendiam. Eu os tinha a um metro do meu rosto e não pensava em outra coisa senão afundar a cara e chupá-los. No meu jeans dava pra ver como meu pau balançava. Ela percebeu e sentou do meu lado na cama. E com um braço tapou um pouco os peitos e disse: "Eu te mostrei meus peitos, agora você tem que me mostrar algo. Me mostra teu pau", ela falou assim, sem vergonha. "Tem certeza?", perguntei. E ela pediu pra eu ficar de pé na frente dela e abaixar a calça. Fiz isso. Abaixei a calça devagar e meu pau apareceu, durasso e balançando. Os bicos dos peitos dela estavam bem durinhos por causa do frio. Mesmo com o frio, meu pau continuava ereto na frente do rosto dela. Ela olhava pra ele como se fosse a primeira vez que via um. Imagino que era, porque ela não parava de olhar com um espanto danado. Às vezes, a Alejandrina fazia a gente pensar que faltava um parafuso, porque falava ou perguntava umas merdas. Nessa hora não foi exceção, já que de repente ela disse: "Eu deixo você tocar meus peitos e você me deixa tocar seu pau." Então dei um passo pra frente e estiquei as mãos pros peitos dela e comecei a apertá-los enquanto ela pegou meu pau com uma mão e começou a acariciar e roçar a cabeça com a ponta dos dedos. De vez em quando ela batia uma com dificuldade, porque parecia que não sabia direito como fazer. Peguei a mão dela e guiei pra ela bater uma boa pra mim. Com as duas mãos eu massageava os peitos dela e de vez em quando dava um passo pra frente e encostava o pau nos peitos. Quando eu me afastava pra trás, ela só acariciava meu pau. Eu fazia ela bater uma com a mão dela. Então ela me perguntou: "Outro dia você... Você se tocou com minhas tetas? Agora é minha vez de me tocar olhando pra sua pica. Ela se deitou bem na cama, levantou a saia e tirou a calcinha. Abriu bem as pernas e aí pude ver, entre a selva espessa do seu púbis, a bucetinha rosada dela. -Ajoelha na minha frente - ela disse. Então subi naquela cama desconfortável. Era daquelas camas com elásticos e colchão de molas e lã, mas tava bem detonada, com um buraco no meio. Foi difícil me ajoelhar na frente dela por causa daquele buraco no colchão. Alejandrina começou a se tocar na buceta enquanto não parava de olhar pra minha pica. Ela fazia círculos com os dedos no clitóris e massageava os lábios da buceta dela. O peito dela subia e descia com a respiração ofegante. Deitada na cama, as tetonas dela não pareciam tão grandes. Caíam pros dois lados do corpo dela. Eu continuava na frente dela sem fazer nada, enquanto ela se tocava. Minha pica balançava como se tivesse vida própria. Aí, num momento, criei coragem e perguntei se ela queria que eu tocasse ela com meus dedos, já que ela tinha me tocado. Ela respondeu que não. E aí disse: -Me toca, mas com a pica. Então me aproximei dela e encostei a cabeça da pica no clitóris dela. E bem devagar comecei a percorrer toda a buceta dela por fora com minha pica. De vez em quando eu me movia pra frente por causa do desconforto, e minha pica apertava o clitóris dela. Às vezes ela pegava minha pica e movia na buceta dela. Como que num impulso, a pelve dela começou a subir e descer enquanto o corpo dela se mexia pra todo lado. A respiração dela ficou mais agitada e de repente a buceta dela ficou toda mais molhada. Ela teve um orgasmo longo e forte. Bem naquele momento, ela segurava minha pica com a mão, apertando contra a buceta dela. E com os movimentos do corpo dela se tremendo no orgasmo, o colchão balançou tudo e eu escorreguei, perdi o equilíbrio e caí pra frente. Incrivelmente, como se fosse uma piada, minha pica entrou na buceta dela. Ela deu um grito. Um pequeno grito e tento fechar as pernas. Mas, por incrível que pareça, meu pau tinha enfiado até o fundo graças à lubrificação do orgasmo que ela tinha tido segundos antes. "Tira, filho da puta", ela falou na hora. Mas não sei se pelo peso do meu corpo em cima do dela ou pelo êxtase, ela ficou deitada de barriga pra cima com meu pau dentro e abriu mais as pernas. Quando levantei meu corpo e ia tirar meu pau da buceta dela, ela pediu pra eu ficar quieto. Fiquei parado e não sei se era meu pau ou se era a buceta que pulsava. Depois de alguns segundos, ela estica os braços, pega minha cabeça e leva até a dela. E enquanto eu descansava meu corpo em cima do dela, começamos a nos beijar. Depois de uns beijos, comecei a comer ela devagar. Não aguentei muito e, por causa da lentidão que eu tava metendo, enchi a buceta dela de porra. Me fiz de besta e continuei comendo ela como se nada tivesse acontecido, já que meu pau não murchou. Aproveitei o buraco do colchão e fiquei de joelhos sem tirar meu pau da buceta dela e comecei a comer ela mais forte. Não sei o que fazia mais barulho, se era a cama ou os gemidos de prazer dela. Comecei a bombar mais forte e ela teve que segurar os peitos com os braços porque às vezes batiam no rosto dela. Fiquei um bom tempo metendo forte e enquanto ela se tocava no clitóris. Quase depois que ela gozou com os dedos, eu também gozei de novo dentro da buceta dela. Ao tirar meu pau da buceta, ele escorria um monte de sêmen escuro. Percebi, ao olhar meu pau, que ele tava sujo de sangue. Os gritos não eram tanto de prazer, mas de dor, porque ela era virgem. Olhei na cara dela e ela não disse nada, e tinha no rosto uma mistura de prazer e susto. Saí da cama e me vesti. Ela molhou uma toalha com água e se limpou na minha frente o que escorria da buceta dela. Aí aproveitei pra perguntar se o sangue era porque ela era virgem. Ela só respondeu que sim. Depois disso, ela me pediu que... Já estavam saindo os primeiros raios de sol, então eu tinha que fazer rápido pra ninguém me ver. Quando cheguei em casa, não parava de pensar que tinha caído em cima da prima do meu amigo e tirei a virgindade dela. Também fui um irresponsável, porque gozei duas vezes sem proteção. Durante a semana a gente se viu, mas nenhum dos dois falou nada. No sábado, de novo acompanhamos ela até a balada. De novo não deixaram a gente entrar. Dessa vez fiquei sozinho esperando a Alejandrina lá fora, na esperança de comer ela de novo. Ela se surpreendeu ao me ver quando saiu da balada, mas a viagem toda pra casa a gente fez em silêncio. Quando chegou em casa, ela entrou calada, sem se despedir. Eu virei a esquina e me escondi de novo na escuridão pra ver a janela dela. Alejandrina me olhou pela janela e baixou a persiana. Mais alguns sábados eu fui pra balada com ela e, como não me deixavam entrar, ficava esperando ela lá fora — às vezes sozinho, outras com algum amigo. E a noite sempre terminava do mesmo jeito: ela me olhava pela janela e baixava a persiana. Quando terminou o ensino médio, ela foi embora e nunca mais a vi. Todo mundo quer que a primeira vez seja especial. Infelizmente pra Alejandrina, foi um idiota que escorregou no colchão e o pau dele caiu dentro da buceta dela. Espero que ela tenha aproveitado. Não tive prima pra comer, mas comi a prima de um amigo.

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