Minha irmastra Jasmim é daquelas mina que passa despercebida por ser tímida e ter uma personalidade submissa.
Ela sempre usa roupa que esconde o corpo gostoso que tem. O cabelo preto, comprido e liso, cai suave nos ombros, e a pele dela tem um tom quente e macio. Ela tem umas curvas que fariam qualquer um se apaixonar: a cintura marca bem no lugar certo e o quadril, largo e perfeito, é impossível de ignorar. Os peitos dela, médios e firmes mas macios ao toque, completam a figura dela de um jeito perfeito. E a boca, delicada e sensual, parece feita pra ser beijada, combinando direitinho com o resto do corpo dela.
Já faz três meses desde que o caso proibido com a Jazmín, minha meia-irmã, virou um *vício silencioso e perigoso*. Eu morava sozinho, mas meu velho me ligou. Queria que eu passasse o fim de semana na casa dele, pra "manter a união familiar". Vi aquilo pelo que era: uma oportunidade perfeita pra levar meu vício proibido a um novo nível de risco e humilhação.
Cheguei num sábado de manhã. Meu velho e minha madrasta Laura (mãe da Jazmín) me receberam com aquela falsa cordialidade de família misturada. Laura me olhou com o desprezo que eu já conhecia.
Assim que meu velho se distraiu, a Jazmín me mandou uma mensagem:
«Tô na cozinha, morrendo de vontade de você.»
— Podia ter avisado, Alejandro. Sempre um sem-vergonha, né? — resmungou Laura, a voz cheia de veneno.
— Relaxa, Laura, não vou quebrar nada da sua preciosa casa. — respondi com um sorriso arrogante, encarando ela.
— Vocês se importam se eu for na cozinha preparar um café da manhã? — perguntei.
— Sem problema, filho, essa casa também é sua. — disse meu velho.
— Só se prometer não deixar bagunça, Alejandro. Não queremos sujeira. — soltou Laura com aquele tom de cobra que era a cara dela.
Assim que cheguei na cozinha, procurei onde a Jazmín estava. Não tava à vista. Preparei um café e sentei. De repente, senti um roçar debaixo da mesa. Baixei o olhar disfarçadamente.
Lá estava a Jazmín, ajoelhada. Me olhou com aquela mistura de timidez e ansiedade de puta que eu já conhecia. Ela só sorriu, deslizou a mão pela minha coxa e começou a desabotoar minha calça por baixo da mesa. Em segundos, minha pica dura tava na boca dela. Ela começou a chupar primeiro a cabeça da minha pica. Ela começou a chupar com aquela habilidade e fervor que a timidez nunca me deixou ver. A língua dela era um inferno. Depois me sorriu, um sorriso silencioso e doce, e fez um sinal com as mãos, um gesto provocante de "Oi".
Acabei de ouvir a voz do meu velho no corredor. Meu velho entrou na cozinha.
O susto me deu uma descarga de adrenalina pura. Agarrei a cabeça da Jazmín, empurrando minha pica com força, enfiando mais fundo na boca dela e forçando ela a descer até o chão, ficando bem escondida debaixo da mesa.
Meu velho se aproximou da mesa.
— Como tá o café? Ele me perguntou.
— Tá uma delícia. Falei enquanto a Jazmín me chupava a pica debaixo da mesa.
— É um dos melhores cafés que já provei. Falei, lembrando das chupadas que a minha putinha particular me dava.
Jazmín, debaixo da mesa, começou a acelerar. Ela engolia cada centímetro da minha pica. Olhou nos meus olhos, com minha pica até o fundo da garganta dela, enquanto se engasgava com minha pica. A puta sem vergonha.
— Filho, a gente vai comprar umas coisas com a Carla, quando a Jazmín acordar, vê se ela toma café. Ele falou.
— Sim, claro, vou preparar um café da manhã especial pra ela. Falei, com a ironia de que a Jazmín dele já tava tomando meu leite no café da manhã.
Meu velho foi embora. Tirei minha pica da boca dela, que saiu molhada, brilhante e grudenta.
Tirei a Jazmín de debaixo da mesa. Da boca dela escorria uma mistura de pré-gozo e baba. Levei ela até a bancada da cozinha. Despi ela em segundos, rasgando a camiseta e a calça. Os peitos dela, médios e firmes, ficaram de fora. Virei ela e espremi contra a bancada.
— Você vai gemer baixinho, putinha. Ordenei.
Me despi em segundos e entrei na buceta dela de uma estocada, forte e brutal. Ela tava incrivelmente apertada, quente e desesperada. Agarrei o cabelo dela com uma mão, a cara de prazer dela se contorcendo. A outra mão coloquei na cintura dela, cravando ela no mármore frio.
— Ah, porra! Gemeu, a voz tensa pelo controle.
Comecei a meter forte. De frente pra trás. Ouvia os peitos dela quicando a cada pancada de quadril. Ela mordia o lábio, tentando obedecer a ordem de silêncio, mas o prazer era demais. Era uma sinfonia de estocadas secas, o roçar molhado da boceta dela contra a pedra e gemidos abafados na palma da mão.
Depois de uns 30 minutos comendo ela na cozinha, ouvi o barulho do carro do meu velho. Jasmim me agarrou pelo braço e me puxou pro quarto dela.
Bem na hora que a gente subia as escadas pra ir pro quarto dela, meu velho abriu a porta.
— Chegamos! — falou com emoção na voz.
Assim que Jasmim fechou a porta do quarto dela, vi o corpo lindo e gostoso dela pelado. Agarrei ela pelo braço e joguei na cama. A gente tava os dois exaustos. Eu tava prestes a terminar o que tinha começado na pia, quando de repente ouvi a voz da Laura no corredor.
— Amor! Filha! Cê tá no quarto? Vou pegar roupa suja. — disse a Laura.
Eu não conseguia parar. Joguei a Jasmim debaixo dos lençóis. Deitei em cima da cama.
Laura entrou no quarto.
— O que cê tá fazendo aqui, Alejandro? — perguntou.
— A Jasmim deixou eu deitar na cama dela. — respondi, sorrindo.
Com a Jasmim debaixo dos lençóis da cama chupando meu pau.
— Acho que minha filha não deixaria um babaca igual você deitar na cama dela. Ela é educada, tem modos, é reservada, uma menina que nunca daria problema. — disse a Laura.
Enquanto ela falava de como a Jasmim era tímida, eu baixei o olhar e vi minha irmã debaixo dos lençóis. Ela tava com meu pau na boca, chupando devagar e suave, com os olhos cheios de uma luxúria submissa e viciada.
— Não me diga, Laura! É uma surpresa você conhecer ela tão bem. — falei, quase me segurando pra não rir.
— Se você ver minha filhinha, fala que tô procurando ela. — disse, sorrindo falso enquanto ia pra porta.
Minha madrasta continuou falando por mais um minuto sobre a Jasmim e os "bons valores" dela, sem perceber que a filha dela tava chupando meu pau com uma devoção total, mostrando que era minha putinha particular e não a menina recatada que ela imaginava.
Laura foi embora. Levantei da cama, e a Jasmim saiu de baixo dos lençóis, a cara coberta de minha baba e suor, com um sorriso de vitória absoluta e submissão total.
Peguei a Jazmín, coloquei ela de quatro, com a bunda virada pra cima e a cabeça enterrada nos lençóis da cama.
Levantei da cama. Coloquei uma perna minha na cama, a outra no chão, e de cima, comecei a meter nela.
Minha mão firme estava na cabeça dela, forçando a submissão, sentindo a maciez do cabelo. A outra mão coloquei nas costas dela, sentindo o tremor do corpo. O ângulo era profundo, brutal.
Coloquei meu pau na entrada do cu dela.
— É assim que eu quero você, puta!, enquanto arrebento seu cu. Falei, dando estocadas longas e lentas.
— A-Alejandro! Dói... mas eu adoro! Sou sua, sua! Não para, Amo! Gemeu Jazmín, a voz abafada de prazer e dor. Sentia a umidade da buceta dela na minha coxa, o que deixava meu pau mais duro.
Sentia a carne do cu dela, dura e virgem, apertando meu pau como um punho. Sabia que era o único que tinha estado ali.
— Esse cu não conhece outro pau além do meu, né, Jazmín? Sussurrei com arrogância.
— N-Nunca, Amo! Só seu! Arrebenta ele! É apertado e eu amo! Gritou, com o rosto enterrado no travesseiro.
— Você aperta como se quisesse guardar ele, puta. Falei, com uma estocada mais funda.
— Por favor, me enche! Adoro quando meu cu aperta você, Amo! Disse com um gemido.
— *É isso que você é, minha puta da família! Ordenei, vendo como as unhas dela arranhavam os lençóis.
Nós sentamos na cama, nos olhando, nossos corpos brilhando de suor. Ela me abraçou e eu levantei ela, acomodando no meu colo. Ela se ajeitou em cima do meu pau.
— Vai, Jaz. Você sabe como. Monta no teu macho. Ordenei.
Jazmín em cima de mim, cavalgando. Eu me inclinei e, enquanto ela mexia os quadris no meu pau, comecei a chupar os peitos dela. Eram macios e generosos, e o gosto de suor, tesão e um leve perfume me deixou louco. Ela gemia na minha boca, o corpo dela balançando no ritmo.
— Sim, Amo! Chupa meus peitos! Você me faz sentir que sou sua! Gritou, agarrando minha cabeça e apertando contra o peito dela. A cavalgada dela era ritmada, precisa, cada vez mais rápida.
— Alejandro, você vai me fazer gozar! Mais, chupa mais forte! Implorou.
— Você é tão boa, putinha! Seus peitos são perfeitos pra mim! Falei, mordendo de leve o mamilo dela pra fazer o quadril dela pular.
— Porra, sim! Essa dor é minha! Sou sua escrava, Amo! Não para, não para! Disse com a voz trêmula.
— Olha como você cavalga, Jazmín! Que nem uma gostosa no cio pro dono dela! Falei, sentindo o ritmo frenético.
— Ai, Deus! Não aguento mais, Amo! Tô quase gozando por você! Gritou, o corpo dela tremendo.
Ela colocou as mãos no meu peito e me jogou na cama. Sentou em cima de mim e começou a cavalgar mais louca do que antes.
— Olha como eu tô pra você, Ale! Olha como minhas tetas quicam por sua causa! — gritou, balançando os peitos com um orgulho que me fazia sentir superior.
Eu adorava o formato das tetas dela e como elas quicavam. Eram firmes, um desafio à gravidade que só a fúria do sexo proibido podia domar. Agarrei ela pela cintura, forçando um ritmo que me fazia tremer.
— Mais, Jaz! Você é minha puta desvairada! Me dá até doer a alma! — falei, com a voz grossa.
— Ai, Amo! Mais, me arrebenta! Minhas pernas tremem por você! Sente como eu aperto! Sou sua, meu amor! — gemeu com um prazer que quase virava choro.
— Sente esse golpe, puta! Isso é o que seu Amo te dá! — falei, dando uma estocada que a fez gritar.
— Porra, sim! Mais, mais! Quero sentir na alma! Você me faz tão sua, Alejandro! — gritou.
— Você tá gemendo muito alto, puta! Sua mãe tá lá fora! — avisei, sabendo que isso aumentava o prazer dela.
— Não tô nem aí! Que ela ouça como você me come! Me dá sua pica, Amo! Te amo, te amo! — gritou num frenesi.
Ela girou sem tirar meu pau da buceta dela. Virou de costas pra mim. Com uma mão se apoiava no meu peito e com a outra arrumava o cabelo.
Senti como o interior dela girava em volta do meu pau, um aperto gostoso que tava banhado nos nossos fluidos, já grossos e quentes. A virada foi uma massagem molhada.
— Adoro como você se mexe, putinha. Nem o Javier nem ninguém conseguiu fazer você se mexer assim. Falei, dando um tapa na bunda dela que ecoou no quarto.
— Você é o único, Amo! Só você me faz sentir isso! Gemeu, com o rosto enterrado no meu travesseiro.
— Isso, Amo! Mexe, mexe! Que nem sua putinha! Esse movimento é só pra você! Ofegou, a voz quase um sussurro.
— Sua raba me enlouquece! Falei, batendo mais forte.
— Porra! Você vai me quebrar! Tô no seu ritmo, Amo! Não me solta! Te amo! Implorou.
— *Você é minha putinha perfeita, Jaz! É meu vício proibido! Sussurrei no ouvido dela.
Tirei ela de cima de mim e coloquei de conchinha. E comecei a comer ela de novo. Quando enfiei minha pica dentro da buceta dela, ela soltou um gemido.
— Ah, Amo! Que gostoso, não tira a pica! — implorou ao sentir minha entrada.
— Sente minha pica, Jasmim! É toda sua, até o fundo! — falei, penetrando.
— Sim, me dá mais, mais! Quero sentir teu calor nas minhas costas! Ai, meu Deus, Amo! Tô me molhando toda! — gritou, apertando a mão contra a boca pra abafar o gemido.
— Seus peitos são tão macios! Te encurralei, putinha! — falei, apertando um dos peitos dela com a mão livre.
— Não para, Alejandro! Me faz tremer! Que meu corpo não te solte! Preciso de você, Amo! — suplicou.
Virei ela de barriga pra cima e me ajoelhei, minhas mãos apoiadas no colchão do lado da cintura dela. Comecei a acelerar o ritmo e os peitos dela balançavam na velocidade das minhas estocadas.
— Porra, Alejandro! Mais forte, mais rápido! Tô sentindo cada golpe até no estômago! — Ela gritou, com os olhos vidrados de prazer.
Os peitos dela subiam e desciam, um espetáculo constante de carne firme e suada. Agarrei ela pelo cabelo, levantando a cabeça dela.
— Grita meu nome, putinha! Grita o que eu sou pra você! — Ordenei.
— Amo! Sou sua putinha! Alejandro! Meu, meu! — Ela gritou, o pescoço arqueado de prazer.
— Sente minha pica, putinha! Ela tá te arrombando! Tá te fazendo minha! — Falei, sentindo o fim chegando.
— Sim! Não para esse ritmo! Você vai me fazer gozar de novo, Amo! Tô morrendo por você! Te amo! — Ela gritou.
— Toda essa fúria é minha! Vou te encher! — Falei, sem diminuir a velocidade.
Ela me agarrou e me envolveu com os braços, e depois com as pernas. Ela estava debaixo de mim e eu por cima. Me segurava numa posição de submissão total, o corpo dela enrolado no meu, as pernas e os braços como cordas que me apertavam.
— Não vou te soltar, Alejandro! Não vai embora! Te amo! — gritou, a voz cheia de desespero e tesão.
— Não vou te soltar, putinha. Você é minha. — respondi, cravando minha pica até o fundo. Senti os músculos dela me apertando com a força da virgindade perdida, um calor que só ela me dava.
— Me enche! Enterra em mim! Quero sentir você nas minhas entranhas! Amo, amo! — implorou.
— Seu corpo me prende, putinha! Não tem como escapar da minha pica! — falei, ofegante.
— Porra! Não se mexe! Só fica aí! Te amo tanto que dói! — gemeu, à beira do colapso.
No final, comecei a gozar naquela posição dentro dela, enquanto gozávamos juntos. Ela não me soltava.
Quando terminei de gozar e encher ela por completo. Tirei meu pau e saiu um jato inteiro de uma mistura de fluidos meus e dela da buceta, manchando a barriga dela. Ela soltou um gemido longo e profundo de prazer.
O corpo dela estava todo suado, transpirado e tremendo, a buceta dela cheia do meu esperma. Eu estava exausto, mas satisfeito.
— Te enchi, Jazmín. Você é minha propriedade. Falei, caindo em cima dela.
— Obrigada, Amo. Eu precisava disso. Ela sussurrou, com o olhar de uma viciada.
— Sou toda sua! Meu corpo, minha bunda, minha buceta e minha boca, pra sempre! Disse com voz exausta.
— Você é o único que pode me usar como quiser, Amo! Confessou com orgulho.
— Te amo, te amo! Não vai embora, por favor! Implorou, se agarrando no meu braço.
— Sempre vou voltar pra minha putinha. Garanti, sentindo o vício total dela.
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Já viram como a "menina boazinha" se comporta!
A Jazmín tem que obedecer debaixo do teto dos nossos pais.
Querem ver como eu humilho ela na viagem em família na frente de estranhos?
Se eu ver que vocês tão ansiosos nos comentários, sai a parte 3:
Alejandro e Jazmín: A Viagem em Família.
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Parte N°1:
Alejandro e Jazmín: O Desejo Proibido da Meia-Irmã:https://www.poringa.net/posts/relatos/6077596/Alejandro-y-Jazmin-El-Deseo-Prohibido-De-La-Hermanastra.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte Nº3:
Alejandro e Jasmim: A Viagem em Família:
(Em breve)
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Post Anterior:
Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Próximo Post: Alejandro e Samira: A Deusa Sombria:https://www.poringa.net/posts/relatos/6202894/Alejandro-Y-Samira-La-Diosa-Oscura.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outras Histórias Categoria Família:
● Alejandro e Jasmim: O Desejo Proibido Da Enteadahttps://www.poringa.net/posts/relatos/6077596/Alejandro-y-Jazmin-El-Deseo-Prohibido-De-La-Hermanastra.html● Alejandro e Elisa: A Tia Recem-Separadahttps://www.poringa.net/posts/relatos/6191226/Alejandro-Y-Elisa-La-Tia-Recien-Separada.html● Alejandro e Sabrina: O Presente de Natalhttps://www.poringa.net/posts/relatos/6212485/Alejandro-Y-Sabrina-El-Regalo-De-Navidad.html
Ela sempre usa roupa que esconde o corpo gostoso que tem. O cabelo preto, comprido e liso, cai suave nos ombros, e a pele dela tem um tom quente e macio. Ela tem umas curvas que fariam qualquer um se apaixonar: a cintura marca bem no lugar certo e o quadril, largo e perfeito, é impossível de ignorar. Os peitos dela, médios e firmes mas macios ao toque, completam a figura dela de um jeito perfeito. E a boca, delicada e sensual, parece feita pra ser beijada, combinando direitinho com o resto do corpo dela.
Já faz três meses desde que o caso proibido com a Jazmín, minha meia-irmã, virou um *vício silencioso e perigoso*. Eu morava sozinho, mas meu velho me ligou. Queria que eu passasse o fim de semana na casa dele, pra "manter a união familiar". Vi aquilo pelo que era: uma oportunidade perfeita pra levar meu vício proibido a um novo nível de risco e humilhação.Cheguei num sábado de manhã. Meu velho e minha madrasta Laura (mãe da Jazmín) me receberam com aquela falsa cordialidade de família misturada. Laura me olhou com o desprezo que eu já conhecia.
Assim que meu velho se distraiu, a Jazmín me mandou uma mensagem:
«Tô na cozinha, morrendo de vontade de você.»
— Podia ter avisado, Alejandro. Sempre um sem-vergonha, né? — resmungou Laura, a voz cheia de veneno.
— Relaxa, Laura, não vou quebrar nada da sua preciosa casa. — respondi com um sorriso arrogante, encarando ela.
— Vocês se importam se eu for na cozinha preparar um café da manhã? — perguntei.
— Sem problema, filho, essa casa também é sua. — disse meu velho.
— Só se prometer não deixar bagunça, Alejandro. Não queremos sujeira. — soltou Laura com aquele tom de cobra que era a cara dela.
Assim que cheguei na cozinha, procurei onde a Jazmín estava. Não tava à vista. Preparei um café e sentei. De repente, senti um roçar debaixo da mesa. Baixei o olhar disfarçadamente.
Lá estava a Jazmín, ajoelhada. Me olhou com aquela mistura de timidez e ansiedade de puta que eu já conhecia. Ela só sorriu, deslizou a mão pela minha coxa e começou a desabotoar minha calça por baixo da mesa. Em segundos, minha pica dura tava na boca dela. Ela começou a chupar primeiro a cabeça da minha pica. Ela começou a chupar com aquela habilidade e fervor que a timidez nunca me deixou ver. A língua dela era um inferno. Depois me sorriu, um sorriso silencioso e doce, e fez um sinal com as mãos, um gesto provocante de "Oi".
Acabei de ouvir a voz do meu velho no corredor. Meu velho entrou na cozinha. O susto me deu uma descarga de adrenalina pura. Agarrei a cabeça da Jazmín, empurrando minha pica com força, enfiando mais fundo na boca dela e forçando ela a descer até o chão, ficando bem escondida debaixo da mesa.
Meu velho se aproximou da mesa.
— Como tá o café? Ele me perguntou.
— Tá uma delícia. Falei enquanto a Jazmín me chupava a pica debaixo da mesa.
— É um dos melhores cafés que já provei. Falei, lembrando das chupadas que a minha putinha particular me dava.
Jazmín, debaixo da mesa, começou a acelerar. Ela engolia cada centímetro da minha pica. Olhou nos meus olhos, com minha pica até o fundo da garganta dela, enquanto se engasgava com minha pica. A puta sem vergonha.
— Filho, a gente vai comprar umas coisas com a Carla, quando a Jazmín acordar, vê se ela toma café. Ele falou.
— Sim, claro, vou preparar um café da manhã especial pra ela. Falei, com a ironia de que a Jazmín dele já tava tomando meu leite no café da manhã.
Meu velho foi embora. Tirei minha pica da boca dela, que saiu molhada, brilhante e grudenta.
Tirei a Jazmín de debaixo da mesa. Da boca dela escorria uma mistura de pré-gozo e baba. Levei ela até a bancada da cozinha. Despi ela em segundos, rasgando a camiseta e a calça. Os peitos dela, médios e firmes, ficaram de fora. Virei ela e espremi contra a bancada. — Você vai gemer baixinho, putinha. Ordenei.
Me despi em segundos e entrei na buceta dela de uma estocada, forte e brutal. Ela tava incrivelmente apertada, quente e desesperada. Agarrei o cabelo dela com uma mão, a cara de prazer dela se contorcendo. A outra mão coloquei na cintura dela, cravando ela no mármore frio.
— Ah, porra! Gemeu, a voz tensa pelo controle.
Comecei a meter forte. De frente pra trás. Ouvia os peitos dela quicando a cada pancada de quadril. Ela mordia o lábio, tentando obedecer a ordem de silêncio, mas o prazer era demais. Era uma sinfonia de estocadas secas, o roçar molhado da boceta dela contra a pedra e gemidos abafados na palma da mão.
Depois de uns 30 minutos comendo ela na cozinha, ouvi o barulho do carro do meu velho. Jasmim me agarrou pelo braço e me puxou pro quarto dela.Bem na hora que a gente subia as escadas pra ir pro quarto dela, meu velho abriu a porta.
— Chegamos! — falou com emoção na voz.
Assim que Jasmim fechou a porta do quarto dela, vi o corpo lindo e gostoso dela pelado. Agarrei ela pelo braço e joguei na cama. A gente tava os dois exaustos. Eu tava prestes a terminar o que tinha começado na pia, quando de repente ouvi a voz da Laura no corredor.
— Amor! Filha! Cê tá no quarto? Vou pegar roupa suja. — disse a Laura.
Eu não conseguia parar. Joguei a Jasmim debaixo dos lençóis. Deitei em cima da cama.
Laura entrou no quarto.
— O que cê tá fazendo aqui, Alejandro? — perguntou.
— A Jasmim deixou eu deitar na cama dela. — respondi, sorrindo.
Com a Jasmim debaixo dos lençóis da cama chupando meu pau.
— Acho que minha filha não deixaria um babaca igual você deitar na cama dela. Ela é educada, tem modos, é reservada, uma menina que nunca daria problema. — disse a Laura.
Enquanto ela falava de como a Jasmim era tímida, eu baixei o olhar e vi minha irmã debaixo dos lençóis. Ela tava com meu pau na boca, chupando devagar e suave, com os olhos cheios de uma luxúria submissa e viciada.
— Não me diga, Laura! É uma surpresa você conhecer ela tão bem. — falei, quase me segurando pra não rir.
— Se você ver minha filhinha, fala que tô procurando ela. — disse, sorrindo falso enquanto ia pra porta.
Minha madrasta continuou falando por mais um minuto sobre a Jasmim e os "bons valores" dela, sem perceber que a filha dela tava chupando meu pau com uma devoção total, mostrando que era minha putinha particular e não a menina recatada que ela imaginava.
Laura foi embora. Levantei da cama, e a Jasmim saiu de baixo dos lençóis, a cara coberta de minha baba e suor, com um sorriso de vitória absoluta e submissão total.
Peguei a Jazmín, coloquei ela de quatro, com a bunda virada pra cima e a cabeça enterrada nos lençóis da cama. Levantei da cama. Coloquei uma perna minha na cama, a outra no chão, e de cima, comecei a meter nela.
Minha mão firme estava na cabeça dela, forçando a submissão, sentindo a maciez do cabelo. A outra mão coloquei nas costas dela, sentindo o tremor do corpo. O ângulo era profundo, brutal.
Coloquei meu pau na entrada do cu dela.
— É assim que eu quero você, puta!, enquanto arrebento seu cu. Falei, dando estocadas longas e lentas.
— A-Alejandro! Dói... mas eu adoro! Sou sua, sua! Não para, Amo! Gemeu Jazmín, a voz abafada de prazer e dor. Sentia a umidade da buceta dela na minha coxa, o que deixava meu pau mais duro.
Sentia a carne do cu dela, dura e virgem, apertando meu pau como um punho. Sabia que era o único que tinha estado ali.
— Esse cu não conhece outro pau além do meu, né, Jazmín? Sussurrei com arrogância.
— N-Nunca, Amo! Só seu! Arrebenta ele! É apertado e eu amo! Gritou, com o rosto enterrado no travesseiro.
— Você aperta como se quisesse guardar ele, puta. Falei, com uma estocada mais funda.
— Por favor, me enche! Adoro quando meu cu aperta você, Amo! Disse com um gemido.
— *É isso que você é, minha puta da família! Ordenei, vendo como as unhas dela arranhavam os lençóis.
Nós sentamos na cama, nos olhando, nossos corpos brilhando de suor. Ela me abraçou e eu levantei ela, acomodando no meu colo. Ela se ajeitou em cima do meu pau. — Vai, Jaz. Você sabe como. Monta no teu macho. Ordenei.
Jazmín em cima de mim, cavalgando. Eu me inclinei e, enquanto ela mexia os quadris no meu pau, comecei a chupar os peitos dela. Eram macios e generosos, e o gosto de suor, tesão e um leve perfume me deixou louco. Ela gemia na minha boca, o corpo dela balançando no ritmo.
— Sim, Amo! Chupa meus peitos! Você me faz sentir que sou sua! Gritou, agarrando minha cabeça e apertando contra o peito dela. A cavalgada dela era ritmada, precisa, cada vez mais rápida.
— Alejandro, você vai me fazer gozar! Mais, chupa mais forte! Implorou.
— Você é tão boa, putinha! Seus peitos são perfeitos pra mim! Falei, mordendo de leve o mamilo dela pra fazer o quadril dela pular.
— Porra, sim! Essa dor é minha! Sou sua escrava, Amo! Não para, não para! Disse com a voz trêmula.
— Olha como você cavalga, Jazmín! Que nem uma gostosa no cio pro dono dela! Falei, sentindo o ritmo frenético.
— Ai, Deus! Não aguento mais, Amo! Tô quase gozando por você! Gritou, o corpo dela tremendo.
Ela colocou as mãos no meu peito e me jogou na cama. Sentou em cima de mim e começou a cavalgar mais louca do que antes. — Olha como eu tô pra você, Ale! Olha como minhas tetas quicam por sua causa! — gritou, balançando os peitos com um orgulho que me fazia sentir superior.
Eu adorava o formato das tetas dela e como elas quicavam. Eram firmes, um desafio à gravidade que só a fúria do sexo proibido podia domar. Agarrei ela pela cintura, forçando um ritmo que me fazia tremer.
— Mais, Jaz! Você é minha puta desvairada! Me dá até doer a alma! — falei, com a voz grossa.
— Ai, Amo! Mais, me arrebenta! Minhas pernas tremem por você! Sente como eu aperto! Sou sua, meu amor! — gemeu com um prazer que quase virava choro.
— Sente esse golpe, puta! Isso é o que seu Amo te dá! — falei, dando uma estocada que a fez gritar.
— Porra, sim! Mais, mais! Quero sentir na alma! Você me faz tão sua, Alejandro! — gritou.
— Você tá gemendo muito alto, puta! Sua mãe tá lá fora! — avisei, sabendo que isso aumentava o prazer dela.
— Não tô nem aí! Que ela ouça como você me come! Me dá sua pica, Amo! Te amo, te amo! — gritou num frenesi.
Ela girou sem tirar meu pau da buceta dela. Virou de costas pra mim. Com uma mão se apoiava no meu peito e com a outra arrumava o cabelo.Senti como o interior dela girava em volta do meu pau, um aperto gostoso que tava banhado nos nossos fluidos, já grossos e quentes. A virada foi uma massagem molhada.
— Adoro como você se mexe, putinha. Nem o Javier nem ninguém conseguiu fazer você se mexer assim. Falei, dando um tapa na bunda dela que ecoou no quarto.
— Você é o único, Amo! Só você me faz sentir isso! Gemeu, com o rosto enterrado no meu travesseiro.
— Isso, Amo! Mexe, mexe! Que nem sua putinha! Esse movimento é só pra você! Ofegou, a voz quase um sussurro.
— Sua raba me enlouquece! Falei, batendo mais forte.
— Porra! Você vai me quebrar! Tô no seu ritmo, Amo! Não me solta! Te amo! Implorou.
— *Você é minha putinha perfeita, Jaz! É meu vício proibido! Sussurrei no ouvido dela.
Tirei ela de cima de mim e coloquei de conchinha. E comecei a comer ela de novo. Quando enfiei minha pica dentro da buceta dela, ela soltou um gemido.— Ah, Amo! Que gostoso, não tira a pica! — implorou ao sentir minha entrada.
— Sente minha pica, Jasmim! É toda sua, até o fundo! — falei, penetrando.
— Sim, me dá mais, mais! Quero sentir teu calor nas minhas costas! Ai, meu Deus, Amo! Tô me molhando toda! — gritou, apertando a mão contra a boca pra abafar o gemido.
— Seus peitos são tão macios! Te encurralei, putinha! — falei, apertando um dos peitos dela com a mão livre.
— Não para, Alejandro! Me faz tremer! Que meu corpo não te solte! Preciso de você, Amo! — suplicou.
Virei ela de barriga pra cima e me ajoelhei, minhas mãos apoiadas no colchão do lado da cintura dela. Comecei a acelerar o ritmo e os peitos dela balançavam na velocidade das minhas estocadas. — Porra, Alejandro! Mais forte, mais rápido! Tô sentindo cada golpe até no estômago! — Ela gritou, com os olhos vidrados de prazer.
Os peitos dela subiam e desciam, um espetáculo constante de carne firme e suada. Agarrei ela pelo cabelo, levantando a cabeça dela.
— Grita meu nome, putinha! Grita o que eu sou pra você! — Ordenei.
— Amo! Sou sua putinha! Alejandro! Meu, meu! — Ela gritou, o pescoço arqueado de prazer.
— Sente minha pica, putinha! Ela tá te arrombando! Tá te fazendo minha! — Falei, sentindo o fim chegando.
— Sim! Não para esse ritmo! Você vai me fazer gozar de novo, Amo! Tô morrendo por você! Te amo! — Ela gritou.
— Toda essa fúria é minha! Vou te encher! — Falei, sem diminuir a velocidade.
Ela me agarrou e me envolveu com os braços, e depois com as pernas. Ela estava debaixo de mim e eu por cima. Me segurava numa posição de submissão total, o corpo dela enrolado no meu, as pernas e os braços como cordas que me apertavam. — Não vou te soltar, Alejandro! Não vai embora! Te amo! — gritou, a voz cheia de desespero e tesão.
— Não vou te soltar, putinha. Você é minha. — respondi, cravando minha pica até o fundo. Senti os músculos dela me apertando com a força da virgindade perdida, um calor que só ela me dava.
— Me enche! Enterra em mim! Quero sentir você nas minhas entranhas! Amo, amo! — implorou.
— Seu corpo me prende, putinha! Não tem como escapar da minha pica! — falei, ofegante.
— Porra! Não se mexe! Só fica aí! Te amo tanto que dói! — gemeu, à beira do colapso.
No final, comecei a gozar naquela posição dentro dela, enquanto gozávamos juntos. Ela não me soltava.Quando terminei de gozar e encher ela por completo. Tirei meu pau e saiu um jato inteiro de uma mistura de fluidos meus e dela da buceta, manchando a barriga dela. Ela soltou um gemido longo e profundo de prazer.
O corpo dela estava todo suado, transpirado e tremendo, a buceta dela cheia do meu esperma. Eu estava exausto, mas satisfeito.
— Te enchi, Jazmín. Você é minha propriedade. Falei, caindo em cima dela.
— Obrigada, Amo. Eu precisava disso. Ela sussurrou, com o olhar de uma viciada.
— Sou toda sua! Meu corpo, minha bunda, minha buceta e minha boca, pra sempre! Disse com voz exausta.
— Você é o único que pode me usar como quiser, Amo! Confessou com orgulho.
— Te amo, te amo! Não vai embora, por favor! Implorou, se agarrando no meu braço.
— Sempre vou voltar pra minha putinha. Garanti, sentindo o vício total dela.
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A Jazmín tem que obedecer debaixo do teto dos nossos pais.
Querem ver como eu humilho ela na viagem em família na frente de estranhos?
Se eu ver que vocês tão ansiosos nos comentários, sai a parte 3:
Alejandro e Jazmín: A Viagem em Família.
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Parte N°1:
Alejandro e Jazmín: O Desejo Proibido da Meia-Irmã:https://www.poringa.net/posts/relatos/6077596/Alejandro-y-Jazmin-El-Deseo-Prohibido-De-La-Hermanastra.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte Nº3:
Alejandro e Jasmim: A Viagem em Família:
(Em breve)
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Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Próximo Post: Alejandro e Samira: A Deusa Sombria:https://www.poringa.net/posts/relatos/6202894/Alejandro-Y-Samira-La-Diosa-Oscura.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
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1 comentários - Alejandro e Jasmim: Brincando com o Perigo