Minha motorista da Uber - PARTE 2

Aconteceu uma coisa muito estranha comigo nos dias depois de ser apalpada por um estrangeiro. Todo dia eu recebia um sexo bom do meu parceiro, mas parei de gozar. Por mais que me concentrasse e me esforçasse, não conseguia chegar lá, e no meu desespero, toda vez que meu parceiro gozava, eu corria pro banheiro me masturbar imaginando sendo apalpada por aquele preto do Uber. A fantasia era tão forte que o prazer chegava no auge em só segundos. TINHA QUE FAZER ALGUMA COISA… Durante várias noites eu tomava banho e me vestia com minha melhor roupa, um vestido curto bonito, com um decote bem cavado e uma maquiagem caprichada. Depois, no meu celular, inventava rotas longas pela cidade e procurava o motorista perfeito pra isso. Eu tinha fuçado os apps e sabia muito pouco do homem, só a nacionalidade haitiana, seus trinta e poucos anos e o nome John. Mas por mais que procurasse e procurasse nas viagens, o homem que eu queria não aparecia. Depois de uns meses, após uma comemoração com a família do meu parceiro, chegou a hora de cada um ir pra sua casa. Aí meu namorado, meio bêbado, me diz: Não pede viagem, eu já pedi e ele tá te esperando lá fora. Eu, bem decepcionada, aceitei, porque queria ser eu a pedir a viagem, era o único jeito de encontrar a pessoa que eu procurava. Saímos e antes de eu entrar no carro, meu parceiro me beija bem apaixonadamente, se despedindo com um tapão na bunda, enquanto eu me inclinava pra entrar no auto. Boa noite! Falei pro motorista, e ele me responde com aquele sotaque estranho e uma voz trêmula: "Boa noite." Ficamos os dois em silêncio por alguns minutos enquanto a viagem começava. E aí, finalmente, a voz saiu. Vivi: Acho que te conheço. Você foi meu motorista um tempo atrás, quando eu desmaiei no seu carro. Você me ajudou naquela noite. John: Siiim, fui eu que ajudei a senhora (ele responde quase gaguejando). Vivi: Eu queria te agradecer por tudo que você fez por mim naquela noite, estava te procurando. John: Não se preocupe, é Só meu trabalho, senhorita.
Vivi: Nem todos os motoristas teriam feito por mim o que você fez.
Na minha cabeça surgiu uma ideia bem doida naquele momento.
Vivi: Essas coisas sempre acontecem comigo, do nada eu desmaio por vários minutos, embora o médico tenha dito que não era grave, pode acontecer a qualquer hora.
Enquanto ele me respondia, eu fingi um desmaio e parei de responder a conversa. O motorista me chamou umas três vezes com a voz alta e, depois disso, senti que a rota no meu telefone mudava.
Eu, no banco de trás do carro, fingindo um desmaio, ouvia o som dos pneus do carro nas pedras, o que me fez entender que estávamos fora da rota.
O carro para, o rádio desliga e ouço de novo: “Senhorita, senhorita”, enquanto ele coloca a mão na minha perna, balançando ela, tentando me acordar.
Eu tentando ficar o mais desconectada possível do meu corpo pra ele acreditar que eu realmente desmaiei. Sinto a porta do motorista abrir e fechar, e depois a porta traseira do carro abre, seguido do meu motorista sentando ao meu lado na escuridão daquela noite.
CONTINUA…

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