Oi, sou a Larissa e atualmente sou casada, com 28 anos de idade em 2025. Isso aconteceu no começo do mês de setembro e prometo contar o mais próximo da verdade possível, isso é completamente real. Estou casada há 7 anos e, sinceramente, tudo vai bem no meu casamento. Como todo mundo, temos altos e baixos, mas nada fora do comum.
Semanas antes do que estou prestes a contar, percebi algo que mudaria minha vida pra sempre: meu marido e eu temos tablets idênticos pro trabalho. Numa sexta, depois que ele foi trabalhar, me ligou pedindo ajuda pra mandar umas coisas pro e-mail dele, já que tinha levado meu tablet por engano. Enquanto enviava, coloquei música e comecei a ouvir enquanto malhava. Depois de algumas músicas, o player tocou um vídeo que supostamente tava na mesma pasta — era uma sessão gravada do meu marido no Zoom com a psicóloga dele. É comum ele gravar as sessões porque gosta de revisar depois. Antes de levantar pra trocar a música, pensando que era algo particular, de repente comecei a ouvir uma confissão que me deixou gelada. Meu marido explicava pra psicóloga, em detalhes, como fantasiava comigo, a esposa dele, flertando com outros caras e sendo objeto de desejo deles. Ele contava como ficava excitado ao perceber que outros homens olhavam pras minhas pernas ou pros meus mamilos marcados na blusa. Descreveu em detalhes como adorava me exibir pra várias pessoas, sabendo que provavelmente eles iam bater uma pensando em mim. Narrava como preparava situações super quentes onde eu era a estrela da sacanagem. Naquele momento, dezenas de sensações já tomavam meu corpo — era uma mistura de incerteza, surpresa, tesão, excitação, nervosismo… A sessão durou 30 minutos. Fiquei deitada de barriga pra cima no meu tapete de exercícios.
e sem perceber meus dedos já estavam brincando na minha buceta, me masturbava feito uma adolescente hormonal no período fértil, enfiei os dedos tão gostoso que deixei o tapete todo molhado
Gozei como há muito tempo não fazia, todos os meus pensamentos eram de homens se masturbando pensando em mim, imaginando como me comeriam ou falando de mim. A ideia de me sentir desejada, aff, me deixava louca. Na verdade, coloquei uma cadeira na frente do espelho e, ao me ver tão gostosa, ficava ainda mais excitada. Naquela tarde, enfiei os dedos em mim mais quatro vezes, me olhando no espelho.
Preciso confessar que a partir daquele dia minha postura mudou, comecei a andar diferente, mais sexy, falar mais feminina, comecei a ser mais provocante e a partir daí, sem ele saber, fiquei o dia inteiro muito excitada, imaginava dezenas de situações onde eu tinha permissão pra esquentar todos que eu quisesse e com o plus de que meu marido estaria durasso e com certeza me comeria gostoso. Como todo mês, naquela semana meu marido viajou pra outro estado pra supervisionar uma linha de produção, então por 7 dias fiquei sozinha tentando entender o que tava rolando, procurei no tablet dele pra ver de novo outros vídeos e entender o que mais meu marido curtia, e de fato tinha uma segunda parte onde descrevia como ele deixava algumas das minhas calcinhas usadas no banheiro de visitas pra que quando os amigos dele viessem ver o futebol eles pudessem tocar e cheirar elas, pelo menos com isso ele fantasiava. Tudo isso me deixava extremamente excitada porque saber que seu marido quer te ver como uma puta, aff, era o paraíso pra quem é quente e tarada como a gente. Uma semana foi o suficiente pra despertar mais coisas em mim, na primeira semana saí na rua com uma saia bem curta no meu condomínio, andei pela rua e percebia os olhares de todo mundo.
Me cumprimentavam mais e eu sentia como se saboreassem minhas pernas e minha bunda. Sou branca, tenho 1,69, muito bem feita, peitos 34D, minha raba é uma delícia, pra ser sincera. Malho muito e minhas pernas, uff, bem trabalhadas e da cor de leite. Meu cabelo é preto e comprido, e meus olhos são grandes. No geral, trabalhei como recepcionista de eventos e sempre me pedem fotos. Nesses dias, eu saía muito gostosa, deixava o cara do posto ver meus peitões enormes com um decote que só cobria o mamilo. Sentir os olhares era uau, era tão intenso que em cada sinaleira eu me masturbava imaginando sendo penetrada por todos os tarados. Nesses dias, saí de blusa sem sutiã, meu tamanho é 34D.
E elas são bem magrinhas. A sensação de ser observada fazia minha buceta escorrer enquanto eu andava, as gotas deslizavam pelas minhas coxas a cada passo. Era como ver minha buceta chorar, não conseguia parar e era realmente estranho pra mim. Normalmente eu fico bem depiladinha e, ao usar a saia, não colocava nada por baixo pra sentir a adrenalina. Muitas vezes visitei um café que tem manobrista; ao descer da caminhonete, eu mostrava minha bucetinha depilada e rosadinha na frente deles. No fim daquela semana, minha irmã me pediu pra buscar meus sobrinhos no colégio porque ela ia sair tarde. Minha sobrinha Ale e meu sobrinho Rod têm 17 anos e eu me dou super bem com eles. São lindos, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Naquele dia, eu ainda tava na mesma onda de excitação, então vesti uma legging cinza justa sem nada por baixo. Minha bucetinha marcava deliciosamente, os lábios se desenhavam tão gostosos que ninguém conseguia parar de olhar. Era impossível não ver aquela linha vertical entre minhas pernas.
Sei que podem me julgar por isso, mas naquele dia, só de pensar que ia pra uma escola onde teria dezenas de paus jovens prontos pra ficar duros, aff, me deixava louca. No caminho, tive que passar os dedos devagar pela minha bucetinha. Quando cheguei, desci da caminhonete e fui procurar meus sobrinhos. Meus bicos quase escapavam da blusa cinza, a legging enfiava até o fundo da minha bunda e marcava tudo. Andei devagar, rebolando, adorava sentir os olhares daqueles garotos gostosos que com certeza iam bater uma mais tarde. Piscava o olho pra eles, mordia os lábios, me inclinava em alguma barraca pra eles verem minha bunda, puxava a legging pra ajustar e o tecido todo se enfiava na minha bunda e buceta. Sabia que tava sendo imaginada de quatro, comendo paus. Pra uma mulher casada, isso é ouro puro, porque te faz sentir viva. Minutos depois, minha sobrinha sai toda envergonhada e meio preocupada. Quando chega perto, me conta que o Rod tinha matado aula. Tentamos ligar pra ele pra passar buscar, mas não conseguimos. Deixei a Ale em casa pra ela ligar pra alguns amigos e tentar contato com ele. Enquanto isso, fui ver um amigo dele com quem ele sempre anda, que tem uma casa uns 20 minutos fora da cidade. Quando cheguei, os garotos estavam mesmo tomando tequila e comendo carne assada como se fosse domingo. Meu sobrinho me explicou e não era nada grave — tavam nas últimas semanas antes de se formar e não tinha aula importante, então resolveram se juntar. Me ofereceram uma cerveja e fiquei com eles, prometendo que a gente ia embora logo. Confesso: com álcool, fico ainda mais safada, me transformo. É como se saísse fogo do meio das minhas pernas e minhas coxas se abrissem sozinhas. Quando bebo, minha boca pede por uma pica dura na hora, e meus bicos quase pulam pra fora da blusa.
, com o passar dos minutos, percebi que tinha três adolescentes tesudos me olhando as tetas e a bucetinha, mesmo disfarçando, dava pra ver os volumes deles e isso me deixava mais a mil. Depois de três cervejas, me senti muito tonta e com tesão, fui no banheiro jogar água no rosto e lá tinha um espelho enorme... comecei a me olhar, via os lábios marcados na legging e os bicos duros, fiquei ainda mais excitada. Me vi como uma mulher de 28 anos casada, metida com três caras de paus duros... vestida assim era um sonho pra esses garotos. Aproveitava qualquer chance pra mostrar minha bunda, abrir as pernas e deixar eles verem meus bicos, além de falar baixinho com eles. Começaram a perguntar coisas, eu era toda safada nas respostas, sentei no colo do meu sobrinho e parecia uma reunião de três amigos com uma puta. Com a tarde, vieram os jogos e as perguntas mais quentes, pra ser sincera, eu provocava algumas perguntas que pareciam inocentes mas eram bem picantes. Como era de esperar, a tarde caiu e começamos a dançar, eu era a única mulher, então me revezava dançando com eles. Conforme a tarde passava, a música ficava mais gostosa e a gente se roçava mais. Num momento já escuro, dancei com os três brincando de aprender bachata, a partir daí não deu mais pra parar. Por um instante, sentia os três paus duros roçando meu corpo, inclusive o do Rod, no ritmo do reggaeton. Comecei a me mexer bem gostosa, imaginando meu marido sentado na minha frente batendo uma enquanto a putinha dele fazia o mesmo. Fiquei ainda mais safada, cantava perto da boca deles, esfregava minhas tetas neles, eles tinham um corpo delicioso, definidos, fortes e pelo que sentia, tinham uns troços enormes e gostosos debaixo dos uniformes. Não conseguia pensar em outra coisa além da excitação do meu marido ao me ver ali. A ideia de ver meu marido sentado na minha frente batendo uma no pau delicioso dele me deixava louca. Numa dessas, minha mão roçou um pau duro, não aguentei e comecei a acariciar ele devagar, e depois os outros dois, minhas mãos Descaradamente eu acariciava os paus deles… um deles beijou meu pescoço, e o outro acariciou minha bunda e minhas coxas… eu gemia baixinho… falei “espera, sou casada” — isso era só pra deixar eles mais loucos… “não espera… não é certo”…. não enfia os dedos aí não… não…..
Rod, sem dizer nada, se abaixou e beijou meu umbigo, a língua dele passou em volta, e enquanto os amigos esfregavam meus peitos e meus bicos, logo começaram a chupar eles. Rod puxou minha legging pra baixo… eu me sentia nas nuvens, três moleques de 16 anos me acariciando e me pegando… meus peitos eram deles, as línguas passavam pelos bicos e ordenhavam com força…
Eu era a putinha de três garotos do ensino médio, que tesão. Senti pela primeira vez a língua do Rod, ela se move suave de baixo pra cima, eu abro as pernas instintivamente… o dedo de um dos amigos entra na minha bunda e procura meu cu… sinto que tá escorregadio, devia vir com saliva, e começa a enfiar, uff… a combinação da língua do meu sobrinho, os dedos dos amigos e as línguas deles nos meus bicos, santo deus… Me comem por todos os lados… eu beijo o Paco de língua, de olhos fechados… a saliva dele e a minha se misturam, imagino como deve ser gostoso beijar o namorado da minha sobrinha, fecho os olhos… me entrego… sim, eu me rendo… vou ser a gostosa deles… enquanto Javier come meu cu.
E o Rod, meu sobrinho, chupa minha bucetinha. Rod me confessa que eles se masturbam pensando em mim, que invejam meu marido por ter uma puta assim. Então os tios vão pras festas quando sabem que eu vou porque querem ver minha raba... que quando vão em casa, ele procura minhas calcinhas fio dental pra bater uma. Os dedos deles se revezavam pra dedar meu cu enquanto Rod me dizia isso, as línguas deles na minha buceta e boca me derretiam... eles me ajoelham e mostram os paus na minha cara. Eu abaixo o uniforme deles, devagar vão saindo aqueles paus adolescentes e duros, veias marcadas, pernas fortes, bolas lindas, eu acaricio eles e as cabecinhas molhadas me cumprimentam e começo a chupar que nem uma desesperada, imaginando meu marido me olhando sendo a puta de alguém, começo a gemer e a dizer que sou uma puta, enquanto chupo três paus falo pro Rod, meu amor, não fala que sua tia é uma puta, sim, não conta nada pro seu tio Jorge... no fundo eu queria que ele contasse... isso deixou tudo ainda mais obsceno. Ele me levanta e me coloca de quatro, abre meu cu e começa a lamber enquanto eu continuo chupando os dois paus.
Você gosta, tia? Uff, tô louca, me sinto livre e uma puta... Daqui a pouco sinto a ponta da pica do Rod, eu mesma abro minhas nádegas e desejo a pica dele dentro de mim... Ele começa a entrar na minha bucetinha apertadinha, mas escorrendo. Paco e Javier apertam meus bicos e suas picas alternam na minha garganta, às vezes me dão tapinhas com as picas nas minhas bochechas... Grito o tempo todo que sou uma puta comedora de pica, que adoro ser a rabuda da família, que gostava muito de ser vista como uma puta... e que sonhava que todos os homens da família me comiam... sério, isso me dava tesão... me sentia uma verdadeira para pica. Aí começou uma roleta sexual, três minutos por pica, de quatro, alternando e usando meu cu como queriam, era gostoso ser a puta desses caras, de três picas deliciosas e veiudas. Montei em todas, mas num momento, enquanto dois me metiam pica na boca e na buceta, o Paco, que tinha uma pica deliciosa e era namorado da minha sobrinha Ale, me pediu o cu. Falei pra ele fazer o que quisesse. Tive minha primeira dupla penetração, as picas entravam e saíam ao mesmo tempo.
O Rod tava na minha buceta e o Paco no cu, o Javier na boca, sentia quatro bolas se chocando, é a sensação mais gostosa do mundo, você é uma deusa pra eles, uma voz no meu pescoço falando o quanto eu tava gostosa e beijando meu sobrinho enquanto o Javier me dava pica na boca. Tudo parecia em câmera lenta, o Rod pediu espaço pra sair e escorrer pra fora.. mas pra mim já era tarde demais, pra uma casada leiteira o sêmen é mais gostoso dentro, então apertei mais, queria a porra de um garoto, queria o leite do meu sobrinho, apertei minha bucetinha até sentir as veias pulsando e o Rod começou a gozar dentro da minha buceta, essa sensação fez eu também começar a gozar, sentia as veias dele pulsando e descarregando o leite dele dentro da minha bucetinha, o Paco, o namorado da Ale, o cunhado do Rod, como se fosse uma obra de arte, encheu meu cu de porra até não caber mais e sair gotas de leite do meu cu.
Estávamos em transe, só faltava o Javier, o último que não falhou e encheu minha boca de colágeno. Todas as porras eram deliciosas, eu me sentia no céu, minha bucetinha pulsava. A goza na minha nuca, no meu cu e na minha buceta me deixavam louca. Mesmo depois de gozarem, os paus deles ainda estavam duros e prontos pra serem devorados por uma puta, então a tia deles chupou de novo, deixei eles limpos... brilhando... e de novo todos gozaram na minha boca... mais três descargas de adolescentes na minha boca, cara e peitos... enquanto isso, o telefone tocava, com certeza era meu marido, uff, se ele soubesse o que a esposinha dele faz. A gente se beijou os quatro por um tempo, compartilhando minha saliva e o sêmen... a gente trocava umas palavras os quatro, como se todos estivessem apaixonados, três lábios procurando minha língua, uff, foi uma das melhores experiências da minha vida. Naquela tarde, quando cheguei em casa, me masturbei de novo várias vezes. Me dá muito tesão ir buscar meus sobrinhos e cumprimentar o Paco, ver ele pegando a Ale, sabendo que comi o sêmen dele pelo cu. Toda vez que o Rod vem em casa, tento chamar ele na cozinha pra chupar meus peitos... chupar o pau dele ou meter rápido enquanto todo mundo tá na sala... Meu marido adora cada vez mais como eu me visto, e sempre que a família dele vem, eu uso saias curtas sem nada por baixo.
Adoro atender os primos de vocês. Espero que eles batam uma pensando em mim. Beijos. Espero que tenham gostado, e espero que você me diga que gozou bem gostoso.
Semanas antes do que estou prestes a contar, percebi algo que mudaria minha vida pra sempre: meu marido e eu temos tablets idênticos pro trabalho. Numa sexta, depois que ele foi trabalhar, me ligou pedindo ajuda pra mandar umas coisas pro e-mail dele, já que tinha levado meu tablet por engano. Enquanto enviava, coloquei música e comecei a ouvir enquanto malhava. Depois de algumas músicas, o player tocou um vídeo que supostamente tava na mesma pasta — era uma sessão gravada do meu marido no Zoom com a psicóloga dele. É comum ele gravar as sessões porque gosta de revisar depois. Antes de levantar pra trocar a música, pensando que era algo particular, de repente comecei a ouvir uma confissão que me deixou gelada. Meu marido explicava pra psicóloga, em detalhes, como fantasiava comigo, a esposa dele, flertando com outros caras e sendo objeto de desejo deles. Ele contava como ficava excitado ao perceber que outros homens olhavam pras minhas pernas ou pros meus mamilos marcados na blusa. Descreveu em detalhes como adorava me exibir pra várias pessoas, sabendo que provavelmente eles iam bater uma pensando em mim. Narrava como preparava situações super quentes onde eu era a estrela da sacanagem. Naquele momento, dezenas de sensações já tomavam meu corpo — era uma mistura de incerteza, surpresa, tesão, excitação, nervosismo… A sessão durou 30 minutos. Fiquei deitada de barriga pra cima no meu tapete de exercícios.
e sem perceber meus dedos já estavam brincando na minha buceta, me masturbava feito uma adolescente hormonal no período fértil, enfiei os dedos tão gostoso que deixei o tapete todo molhado
Gozei como há muito tempo não fazia, todos os meus pensamentos eram de homens se masturbando pensando em mim, imaginando como me comeriam ou falando de mim. A ideia de me sentir desejada, aff, me deixava louca. Na verdade, coloquei uma cadeira na frente do espelho e, ao me ver tão gostosa, ficava ainda mais excitada. Naquela tarde, enfiei os dedos em mim mais quatro vezes, me olhando no espelho.
Preciso confessar que a partir daquele dia minha postura mudou, comecei a andar diferente, mais sexy, falar mais feminina, comecei a ser mais provocante e a partir daí, sem ele saber, fiquei o dia inteiro muito excitada, imaginava dezenas de situações onde eu tinha permissão pra esquentar todos que eu quisesse e com o plus de que meu marido estaria durasso e com certeza me comeria gostoso. Como todo mês, naquela semana meu marido viajou pra outro estado pra supervisionar uma linha de produção, então por 7 dias fiquei sozinha tentando entender o que tava rolando, procurei no tablet dele pra ver de novo outros vídeos e entender o que mais meu marido curtia, e de fato tinha uma segunda parte onde descrevia como ele deixava algumas das minhas calcinhas usadas no banheiro de visitas pra que quando os amigos dele viessem ver o futebol eles pudessem tocar e cheirar elas, pelo menos com isso ele fantasiava. Tudo isso me deixava extremamente excitada porque saber que seu marido quer te ver como uma puta, aff, era o paraíso pra quem é quente e tarada como a gente. Uma semana foi o suficiente pra despertar mais coisas em mim, na primeira semana saí na rua com uma saia bem curta no meu condomínio, andei pela rua e percebia os olhares de todo mundo.
Me cumprimentavam mais e eu sentia como se saboreassem minhas pernas e minha bunda. Sou branca, tenho 1,69, muito bem feita, peitos 34D, minha raba é uma delícia, pra ser sincera. Malho muito e minhas pernas, uff, bem trabalhadas e da cor de leite. Meu cabelo é preto e comprido, e meus olhos são grandes. No geral, trabalhei como recepcionista de eventos e sempre me pedem fotos. Nesses dias, eu saía muito gostosa, deixava o cara do posto ver meus peitões enormes com um decote que só cobria o mamilo. Sentir os olhares era uau, era tão intenso que em cada sinaleira eu me masturbava imaginando sendo penetrada por todos os tarados. Nesses dias, saí de blusa sem sutiã, meu tamanho é 34D.
E elas são bem magrinhas. A sensação de ser observada fazia minha buceta escorrer enquanto eu andava, as gotas deslizavam pelas minhas coxas a cada passo. Era como ver minha buceta chorar, não conseguia parar e era realmente estranho pra mim. Normalmente eu fico bem depiladinha e, ao usar a saia, não colocava nada por baixo pra sentir a adrenalina. Muitas vezes visitei um café que tem manobrista; ao descer da caminhonete, eu mostrava minha bucetinha depilada e rosadinha na frente deles. No fim daquela semana, minha irmã me pediu pra buscar meus sobrinhos no colégio porque ela ia sair tarde. Minha sobrinha Ale e meu sobrinho Rod têm 17 anos e eu me dou super bem com eles. São lindos, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Naquele dia, eu ainda tava na mesma onda de excitação, então vesti uma legging cinza justa sem nada por baixo. Minha bucetinha marcava deliciosamente, os lábios se desenhavam tão gostosos que ninguém conseguia parar de olhar. Era impossível não ver aquela linha vertical entre minhas pernas.
Sei que podem me julgar por isso, mas naquele dia, só de pensar que ia pra uma escola onde teria dezenas de paus jovens prontos pra ficar duros, aff, me deixava louca. No caminho, tive que passar os dedos devagar pela minha bucetinha. Quando cheguei, desci da caminhonete e fui procurar meus sobrinhos. Meus bicos quase escapavam da blusa cinza, a legging enfiava até o fundo da minha bunda e marcava tudo. Andei devagar, rebolando, adorava sentir os olhares daqueles garotos gostosos que com certeza iam bater uma mais tarde. Piscava o olho pra eles, mordia os lábios, me inclinava em alguma barraca pra eles verem minha bunda, puxava a legging pra ajustar e o tecido todo se enfiava na minha bunda e buceta. Sabia que tava sendo imaginada de quatro, comendo paus. Pra uma mulher casada, isso é ouro puro, porque te faz sentir viva. Minutos depois, minha sobrinha sai toda envergonhada e meio preocupada. Quando chega perto, me conta que o Rod tinha matado aula. Tentamos ligar pra ele pra passar buscar, mas não conseguimos. Deixei a Ale em casa pra ela ligar pra alguns amigos e tentar contato com ele. Enquanto isso, fui ver um amigo dele com quem ele sempre anda, que tem uma casa uns 20 minutos fora da cidade. Quando cheguei, os garotos estavam mesmo tomando tequila e comendo carne assada como se fosse domingo. Meu sobrinho me explicou e não era nada grave — tavam nas últimas semanas antes de se formar e não tinha aula importante, então resolveram se juntar. Me ofereceram uma cerveja e fiquei com eles, prometendo que a gente ia embora logo. Confesso: com álcool, fico ainda mais safada, me transformo. É como se saísse fogo do meio das minhas pernas e minhas coxas se abrissem sozinhas. Quando bebo, minha boca pede por uma pica dura na hora, e meus bicos quase pulam pra fora da blusa.
, com o passar dos minutos, percebi que tinha três adolescentes tesudos me olhando as tetas e a bucetinha, mesmo disfarçando, dava pra ver os volumes deles e isso me deixava mais a mil. Depois de três cervejas, me senti muito tonta e com tesão, fui no banheiro jogar água no rosto e lá tinha um espelho enorme... comecei a me olhar, via os lábios marcados na legging e os bicos duros, fiquei ainda mais excitada. Me vi como uma mulher de 28 anos casada, metida com três caras de paus duros... vestida assim era um sonho pra esses garotos. Aproveitava qualquer chance pra mostrar minha bunda, abrir as pernas e deixar eles verem meus bicos, além de falar baixinho com eles. Começaram a perguntar coisas, eu era toda safada nas respostas, sentei no colo do meu sobrinho e parecia uma reunião de três amigos com uma puta. Com a tarde, vieram os jogos e as perguntas mais quentes, pra ser sincera, eu provocava algumas perguntas que pareciam inocentes mas eram bem picantes. Como era de esperar, a tarde caiu e começamos a dançar, eu era a única mulher, então me revezava dançando com eles. Conforme a tarde passava, a música ficava mais gostosa e a gente se roçava mais. Num momento já escuro, dancei com os três brincando de aprender bachata, a partir daí não deu mais pra parar. Por um instante, sentia os três paus duros roçando meu corpo, inclusive o do Rod, no ritmo do reggaeton. Comecei a me mexer bem gostosa, imaginando meu marido sentado na minha frente batendo uma enquanto a putinha dele fazia o mesmo. Fiquei ainda mais safada, cantava perto da boca deles, esfregava minhas tetas neles, eles tinham um corpo delicioso, definidos, fortes e pelo que sentia, tinham uns troços enormes e gostosos debaixo dos uniformes. Não conseguia pensar em outra coisa além da excitação do meu marido ao me ver ali. A ideia de ver meu marido sentado na minha frente batendo uma no pau delicioso dele me deixava louca. Numa dessas, minha mão roçou um pau duro, não aguentei e comecei a acariciar ele devagar, e depois os outros dois, minhas mãos Descaradamente eu acariciava os paus deles… um deles beijou meu pescoço, e o outro acariciou minha bunda e minhas coxas… eu gemia baixinho… falei “espera, sou casada” — isso era só pra deixar eles mais loucos… “não espera… não é certo”…. não enfia os dedos aí não… não….. Rod, sem dizer nada, se abaixou e beijou meu umbigo, a língua dele passou em volta, e enquanto os amigos esfregavam meus peitos e meus bicos, logo começaram a chupar eles. Rod puxou minha legging pra baixo… eu me sentia nas nuvens, três moleques de 16 anos me acariciando e me pegando… meus peitos eram deles, as línguas passavam pelos bicos e ordenhavam com força…
Eu era a putinha de três garotos do ensino médio, que tesão. Senti pela primeira vez a língua do Rod, ela se move suave de baixo pra cima, eu abro as pernas instintivamente… o dedo de um dos amigos entra na minha bunda e procura meu cu… sinto que tá escorregadio, devia vir com saliva, e começa a enfiar, uff… a combinação da língua do meu sobrinho, os dedos dos amigos e as línguas deles nos meus bicos, santo deus… Me comem por todos os lados… eu beijo o Paco de língua, de olhos fechados… a saliva dele e a minha se misturam, imagino como deve ser gostoso beijar o namorado da minha sobrinha, fecho os olhos… me entrego… sim, eu me rendo… vou ser a gostosa deles… enquanto Javier come meu cu.
E o Rod, meu sobrinho, chupa minha bucetinha. Rod me confessa que eles se masturbam pensando em mim, que invejam meu marido por ter uma puta assim. Então os tios vão pras festas quando sabem que eu vou porque querem ver minha raba... que quando vão em casa, ele procura minhas calcinhas fio dental pra bater uma. Os dedos deles se revezavam pra dedar meu cu enquanto Rod me dizia isso, as línguas deles na minha buceta e boca me derretiam... eles me ajoelham e mostram os paus na minha cara. Eu abaixo o uniforme deles, devagar vão saindo aqueles paus adolescentes e duros, veias marcadas, pernas fortes, bolas lindas, eu acaricio eles e as cabecinhas molhadas me cumprimentam e começo a chupar que nem uma desesperada, imaginando meu marido me olhando sendo a puta de alguém, começo a gemer e a dizer que sou uma puta, enquanto chupo três paus falo pro Rod, meu amor, não fala que sua tia é uma puta, sim, não conta nada pro seu tio Jorge... no fundo eu queria que ele contasse... isso deixou tudo ainda mais obsceno. Ele me levanta e me coloca de quatro, abre meu cu e começa a lamber enquanto eu continuo chupando os dois paus.
Você gosta, tia? Uff, tô louca, me sinto livre e uma puta... Daqui a pouco sinto a ponta da pica do Rod, eu mesma abro minhas nádegas e desejo a pica dele dentro de mim... Ele começa a entrar na minha bucetinha apertadinha, mas escorrendo. Paco e Javier apertam meus bicos e suas picas alternam na minha garganta, às vezes me dão tapinhas com as picas nas minhas bochechas... Grito o tempo todo que sou uma puta comedora de pica, que adoro ser a rabuda da família, que gostava muito de ser vista como uma puta... e que sonhava que todos os homens da família me comiam... sério, isso me dava tesão... me sentia uma verdadeira para pica. Aí começou uma roleta sexual, três minutos por pica, de quatro, alternando e usando meu cu como queriam, era gostoso ser a puta desses caras, de três picas deliciosas e veiudas. Montei em todas, mas num momento, enquanto dois me metiam pica na boca e na buceta, o Paco, que tinha uma pica deliciosa e era namorado da minha sobrinha Ale, me pediu o cu. Falei pra ele fazer o que quisesse. Tive minha primeira dupla penetração, as picas entravam e saíam ao mesmo tempo.
O Rod tava na minha buceta e o Paco no cu, o Javier na boca, sentia quatro bolas se chocando, é a sensação mais gostosa do mundo, você é uma deusa pra eles, uma voz no meu pescoço falando o quanto eu tava gostosa e beijando meu sobrinho enquanto o Javier me dava pica na boca. Tudo parecia em câmera lenta, o Rod pediu espaço pra sair e escorrer pra fora.. mas pra mim já era tarde demais, pra uma casada leiteira o sêmen é mais gostoso dentro, então apertei mais, queria a porra de um garoto, queria o leite do meu sobrinho, apertei minha bucetinha até sentir as veias pulsando e o Rod começou a gozar dentro da minha buceta, essa sensação fez eu também começar a gozar, sentia as veias dele pulsando e descarregando o leite dele dentro da minha bucetinha, o Paco, o namorado da Ale, o cunhado do Rod, como se fosse uma obra de arte, encheu meu cu de porra até não caber mais e sair gotas de leite do meu cu.
Estávamos em transe, só faltava o Javier, o último que não falhou e encheu minha boca de colágeno. Todas as porras eram deliciosas, eu me sentia no céu, minha bucetinha pulsava. A goza na minha nuca, no meu cu e na minha buceta me deixavam louca. Mesmo depois de gozarem, os paus deles ainda estavam duros e prontos pra serem devorados por uma puta, então a tia deles chupou de novo, deixei eles limpos... brilhando... e de novo todos gozaram na minha boca... mais três descargas de adolescentes na minha boca, cara e peitos... enquanto isso, o telefone tocava, com certeza era meu marido, uff, se ele soubesse o que a esposinha dele faz. A gente se beijou os quatro por um tempo, compartilhando minha saliva e o sêmen... a gente trocava umas palavras os quatro, como se todos estivessem apaixonados, três lábios procurando minha língua, uff, foi uma das melhores experiências da minha vida. Naquela tarde, quando cheguei em casa, me masturbei de novo várias vezes. Me dá muito tesão ir buscar meus sobrinhos e cumprimentar o Paco, ver ele pegando a Ale, sabendo que comi o sêmen dele pelo cu. Toda vez que o Rod vem em casa, tento chamar ele na cozinha pra chupar meus peitos... chupar o pau dele ou meter rápido enquanto todo mundo tá na sala... Meu marido adora cada vez mais como eu me visto, e sempre que a família dele vem, eu uso saias curtas sem nada por baixo.
Adoro atender os primos de vocês. Espero que eles batam uma pensando em mim. Beijos. Espero que tenham gostado, e espero que você me diga que gozou bem gostoso.
3 comentários - Meu Sobrinho e os Amigos SAGA