Pra entender essa história, é bom ler o primeiro capítulo (A Booty do Benja 1)O interfone tocou, a porta se abriu, recortado pela moldura apareceu a figura robusta do Tanque envolta num roupão vermelho, fechado na cintura com um cordão preto, uma nuvem de perfume suave o envolvia. Ele o seguiu até a sala, o gordo andava diferente, mais cadenciado, mais rebolado, mais viado. Benja notou que ele não tinha um único pelo nas pernas, com certeza depilava elas.
Ela sentou no sofá e mandou ele sentar do lado dela. Colocou a mão na coxa dele e olhou bem nos olhos. Benja tava tremendo.
Então você me viu? Sim, sou mó viado, desde pequenininho.
Benja esboçou um sorriso, os olhos fixos no chão.
—Me conta—, a mão dele foi descendo pela parte interna da coxa do Benja. —O que você quer comigo?—. Benja respirou fundo e, sem tirar os olhos do chão, começou
—Sempre tivemos uma química boa, cê sabe.
—Sim, e daí?
-Então foi por isso que criei coragem pra falar com você, pra ver se entendo o que tá rolando comigo-. O Tanque tava cada vez mais intrigado.
—Outro dia, depois de te ver com o Manzi, comecei a me tocar.
- Você bateu uma punheta?
—Nnno, não gosto de bater punheta — Benja ficou vermelho que nem tomate — comecei a me tocar na bunda, enfiei os dedos e..., e... — ele hesitou, será que contava? Bom, foda-se, o Tanque era... — enfiei uma vela até o fundo e gozei um monte de porra.
-Com esse rabão incrível, nunca te comeram?
—Não, ninguém, é a primeira vez que enfio algo na bunda. Ver você me deixou tão tesuda que se não fizesse isso, eu morria.
O Tanque sorriu, desamarrou o roupão e o abriu. -Você veio buscar isso?
Os olhos do Benja foram direto pra pica do Tanque, caralho, na transa com o Manzi ele não tinha reparado, mas o gordo tinha uns 20 cm. A barriga enorme, os peitos grandes e totalmente depilados, o sorriso que agora parecia sensual... deu vontade de beijar aqueles lábios, mas ainda mais de beijar aquela rola. Ele se segurou.
— Cê gosta? — A boca de Benja já tava até salivando. A cara dele dizia tudo, o Tanque sorriu. — Esquece, sou mó passivo, nem sobe, já te falei, sou mó viado. E você, como é que cê é? — Era a vez dele, Benja tinha que se mostrar.
Ela parou, tirou os tênis, baixou o moletom. Pensou em como continuar, se sentia tão puta! Virou-se pra deixar a bunda à vista do Tanque, a legging preta bem apertada, as nádegas grandes e perfeitas.
O Tanque sorriu.
Mamita!!, que rabão tu tem, Benja-
Ele pegou ele pelos quadris, puxou ele pra perto e foi baixando a calça dele devagarinho, as nádegas morenas e macias do promíscuo foram aparecendo.
-Uau, gatinho, impressionante essa raba, tô com inveja, essa buceta virgem é um desperdício!
Ele virou, também tava interessado em outra coisa. Viu a pica do Benja, o brinquedo quase infantil que ele tinha entre as pernas, sorriu, deu um beijinho, enfiou na boca. Benja começou a receber o primeiro boquete da vida dele. A mente dele tava cheia de nuvens, mas a cabeça de baixo tava claríssima, o pau foi crescendo até os enormes 10 cm, que a língua e os lábios do Tanque percorriam com gosto. Benja fechou os olhos e se entregou pra sentir. De repente sentiu algo diferente, um dedo do Tanque tava acariciando o cu dele, a ponta percorria todas as ruguinhas, subia e descia, até que entrou. O primeiro "ahhhhh" dele encheu o ar da sala. Do pau dele começou a escorrer porra. O Tanque tirou a boca, olhou pra ele e falou "nossa, que gostoso", tirou o dedo do cu, cuspiu nele e enfiou fundo de uma vez enquanto a boca voltava a chupar. O pau do Benja finalmente endureceu, engrossou. O Tanque sabia o que vinha, com a mesma mão que tava dedando, puxou o Benja contra ele, pra ele não tentar tirar a boca. Benja gritou e o leite dele inundou a boca do Tanque, três, cinco, seis jatos enormes de porra que levaram o Tanque ao paraíso. O Tanque sorrindo engoliu tudo e limpou o pau do Benja. Se levantou. Benja, ofegante, só conseguiu falar "desculpa", o Tanque abraçou ele e deu em Benja o primeiro beijo dele, com gosto de pica, com sabor de porra, com paixão de homem.
- Ontem depois da conversa, achei que ia te fazer estrear com a minha raba, mas não, você é muito promíscuo, Benja, não tem jeito, vem cá
O Tanque pegou na mão dele e o levou pro quarto. Sentaram lado a lado, os dois completamente pelados na cama.
Benja se sentiu na obrigação de compensar.
— Quer que eu chupe sua buceta, Tanque?
— Benja, sou muito passivo, se não enfiam no meu cu, nem fico duro.
O Benja ficou pensando, até que o Tanque enfiou o dedo na bunda dele, o boquete era mais ou menos, nada que o excitava—
Não consigo entender como com essa rabetão nunca te comeram" — O Benja ficou olhando pro chão.
-Tanque, sou gordo, sempre sofri bullying, sempre me zoaram por causa da bunda e, brincando, muitas vezes me apalparam. Sempre senti que curtia pau, mas nem ousava pensar nisso, porque quem ia querer me comer? Se eu fosse que nem o Cris, com certeza já teria o cu todo arrombado, mas sou um gordo fedorento. Quando vi outro dia como o Manzi te metia, pensei: "po, se o Tanque, que é uma vaca, é tão macetado assim, eu, com essa bunda que tenho, até me pagariam, hahahahaha
—A buceta da sua irmã! Vaca eu?, hahahahaha.
O Tanque olhou nos olhos dele e passou um braço pelos ombros.
—Benja, eu também sempre fui mó gordo, mas me joguei, e sabe?, os gordos têm moral, provocam paixão, nunca me faltou pica. Cê acha que o Manzi só me come?, que o velho tá fazendo um favor pro gordo?, naaaaaaaa—
Os dois gordões pelados se deitaram lado a lado. Ficaram em silêncio. Benja virou de lado, a mão foi procurar a pica do Tanque, enorme e adormecida.
-Conte pra mim, Tanque-
O Tanque se soltou de vez, desde seus começos com o priminho até seus amores não correspondidos na adolescência, até aquela tarde em que foi a putinha de 4 parceiros que comeram ela à vontade, sua primeira calcinha, sua primeira legging, seu primeiro sutiã, o Manzi, o marido da Diretora, os caras que estrearam com a bunda dela...
Benja ouvia aquilo e a buceta dela formigava, a xota ficava molhada, a mão dela esfregava cada vez com mais força a pica do Tanque.
—Epa, neném, já tá quentinho? Vem cá —disse o Tanque se levantando —, hoje tua buceta vai ficar arrebentada.
—Acomoda na beirada e coloca um travesseiro debaixo da sua rola — O Tanque abriu uma gaveta do guarda-roupa e trouxe os brinquedos dele.
—Nossa, e tudo isso? — Em cima da cama tinha meia dúzia de brinquedos: três plugs, dois consolos...
—O que você vai fazer comigo, Tanque?
—Vou te arrebentar a bunda.
Dor, uma lagriminha, um "não, por favor", mas um após o outro, os plugs e os consolos, cada vez maiores, foram dilatar o buraquinho virgem do Benja. Com o plug mais grosso e comprido enfiado, fez ele sentar na cama. O Tanque enfiou um vibrador no cu, ligou e encostou a pica na boca do Benja.
-Aprende a chupar, promíscua.
Benja sentia o plug gostosinho dentro e, a cada movimento pequeno, se enchia de sensações novas; e agora uma rola pra chupar? Não sabia como começar, o tanque percebeu.
—Fecha os olhos e se deixa levar, Benja. Ninguém ensina os peixes a nadar, e eles nadam. Você é viado de berço, ninguém te ensina, isso tá nos teus genes.
—Te amo, Tanque —pensou, fechou os olhos, abriu os lábios e, roçando de leve a cabeça, foi enfiando a pica do seu mestre na boca, que com o vibrador já tava de pau duro e soltando porra prévia. A pica do gordão não tinha nada de amendoim. Não sabia bem o que fazer, tinha medo de morder, mas aos poucos aquele calor, aquele gosto, aquela mistura de forte e suave foi tomando conta dele. Ahhh, apertou só um pouquinho mais os lábios e a sensação na boca aumentou, foi engolindo devagar, sentindo, gozando, começou a subir e descer naquele tronco quente e grosso, descobriu o calor da cabeça, o furinho escorrendo, mmmm, como o Tanque tinha razão! Não precisa de mestre não, o promíscuo já nasce sabendo chupar essa vara, sabendo que essa vara vai arrebentar o cu dele e fazer ele feliz. Daí a pouco já tava tirando da boca, beijando desesperado, passando nas bochechas e engolindo de novo, sentia que o plug já tava menor, não apertava mais o esfínter, sentia um suquinho morno escorrendo pelas nádegas, levantou os olhos e viu o olhar doce do Tanque que, com um sorriso, acariciava a cabeça dele.
—Viu, promíscuo, que não precisava de mestre? Viu como a gente morre pra ter ela na boca? — O tanque deu um clique no celular e o vibrador foi pro talo. Ele começou a gemer, o pau quase de pé, duro feito pedra. Pegou o Benja pela cabeça e começou a comer a boca dele com fúria. Benja chorava, babava, mas tava entregue. O gordo gritou, e uma quantidade enorme de porra inundou a boquinha virgem do Benja. O tanque caiu ofegante na cama, e o Benja, ainda saboreando a goza do gordo, deitou do lado dele. Passou a mão no peito dele e engoliu os últimos restinhos de porra.
—Valeu, Tanque.
- De nada promíscua, igual agora é minha vez -
—Mas você já chupou ela pra mim.
-Agora você vai ter que me fazer o bum-
Benja olhou pra sua piroca, pensou na bunda gigantesca do Tanque, ficou sério. Será que ia subir? Além disso, com aquele pinto pequeno, nem cócegas ele conseguia fazer no gordo. O Tanque deu uma risada.
—Nada, o que cê acha? Nem enfiando o vibrador no teu cu tu consegue me fazer sentir alguma coisa com esse amendoim. — Isso foi um último tapa na virilidade dele, o Benja ficou meio magoado, mas ele sacou tão bem que o Tanque tinha toda razão!, que nunca foi macho alfa, que nasceu promíscuo e que só podia ser feliz se entregando a um macho alfa como o promíscuo que ele era. O Tanque continuou.
—Essa sua bunda é o que vale, Benja, tu tem uma raba incrível, e com essa raba você vai me comer. — O Tanque mandou o Benja ficar de quatro no meio da cama, cabeça encostada na cabeceira. Benja não entendia nada, não era ele que ia comer o outro? Mas o submisso que tava nascendo nele dizia: "obedece". O Tanque foi na gaveta do guarda-roupa e pegou aquele consolo de duas pontas, grosso, com mais de 50 cm de comprimento, que sempre quis estrear.
-Olha a promíscua-
—Tudo isso você vai meter em mim? Vai sair pela minha garganta, Tanque!
—Você não conhece eles? Nunca viu eles?
-Não-
—Me deixa fazer, já te falei, você vai me comer— O Tanque passou um monte de lubrificante no consolo de duas pontas e tirou o plug do cu do Benja, que saiu com uma poça enorme de suco retal. — Que bucetuda você é, Benja! Você se molha mais do que eu— Click click, uma foto, —olha só você—
-Uau!, foi assim que você deixou minha buceta?
-No buraco enorme que tinha sobrado no Benja, ele foi introduzindo a ponta do consolo.
Ai, Tanque, devagariiiinho—
- Dá pra comer aquela bunda dela, parece a de um burro -
—Mas doi—
—Aguenta essa porra, viado! — Benja calou a boca. E aos poucos foi sentindo dentro da barriga aquela enormidade de consolo que endireitava o cu dele, mas que o fazia sentir feliz como nunca.
-Pronto, aperta ele pra não escapar.
—Mas Tanque, o que eu tenho que fazer?
-Nada, espera aí.
O Tanque se ajeitou de quatro também, perto da bunda do Benja, passou creme na entrada do cu, pegou a outra ponta do consolo, encostou no esfíncter e empurrou com a cintura contra as nádegas do Benja.
-Aaaaaaaahhhh- você enfiou mais fundo, Tanqueee-
—Falei pra tu apertar com a bunda, seu arrombado! —Ele tirou o consolo uns centímetros, enfiou 4 dedos de uma vez no cu e remexeu com força, se aproximou de novo, pegou com a mão o consolo que pendia da bunda do Benja e tentou de novo. Dessa vez a cabeça do consolo começou a escorregar pra dentro do cu do Tanque, devagarzinho, devagarzinho, até que finalmente as nádegas do Tanque e as do Benja ficaram encostadas.
Eles se olharam, riram eufóricos, o Tanque se afastou um pouco da bunda do Benja.
- Deixa a buceta molinha, promíscua - O Tanque fechou o esfínter, empurrou o quadril e uns generosos 10 cm de consolo entraram na bela buceta do Benja.
-Aaaahh Tanqueeeeeeeee, que gostosoooooo!!!!
A bunda do Tanque se afastou da do Benja e voltou uma e outra vez, até sentir as nádegas batendo nas do Benja. Benja gemia, gritava, chorava de felicidade. O pau dele era um geiser de porra, a bunda dava um prazer que ele nunca tinha imaginado, que nunca tinha sentido.
-Acabo, Tanque, acabo!!
Vai, Benja, vai, vagabundo, cospe" — O jato forte, abundante, estourou contra o colchão.
—Ai Tanque, ai Tanque, como você me fez gozar. E eu que pensava que a gente ia só bater um papo. Ai Tanque!, se você fosse ativo, eu casava com você. — O Tanque deu uma risada.
-Agora é sua vez, vagabunda, já sabe como fazer?
-Vamos ver, espera aí que vou provar. Assim?
O gemido do Tanque disse tudo. -Mmm, siiiim, assim, me come que tô precisando muito, Benja!
— Sim, mestre, tudo o que o senhor quiser.
Agora as bundas do Benja iam e vinham e o Tanque gemia, gozava, gritava que nem uma putinha. Aos poucos foram aprendendo a usar o brinquedo e depois de um tempo os dois rabões se afastavam e voltavam a se chocar, e quase 25 cm de consolo entravam e saíam quase ao mesmo tempo dos dois cuzinhos gordinhos, redondos, peladinhos, dilatados, aqueles dois cuzinhos de putinhos passivos que se davam prazer um ao outro. Entre gemidos agudos de fofinho, os dois gordinhos gozaram, tiraram o consolo como deram conta e se espalharam exaustos na cama. O Benja foi buscar o mestre dele, abraçou ele por trás, de conchinha, bem bem forte.
Valeu, Tanque, você mudou minha vida.
—De nada, promíscuo. Bem-vindo à irmandade.
Foram se banhar, fizeram brincadeiras, deram todas as palmadas na bunda que vieram à cabeça, e desde aquela noite o Tanque virou o grande amigo, o conselheiro, o parceirão do Benja.
Benja voltou pra casa andando, a sensação do esfínter dilatado ao caminhar era uma delícia pra ele, pensava em mil coisas e toda noite de fim de semana, pelado na cama dele e com a vela entrando e saindo devagarinho da buceta de macho dele, pensou em mais mil coisas.
Na segunda-feira na escola, o Benja era outro, consciente da sua sexualidade, consciente da sua bunda minúscula. Começou a olhar pros colegas com outros olhos, já não os do gordo reprimido e assexuado. Percebeu os olhares que o encaravam com sarcasmo, mas também viu outros, sérios e concentrados, cravados na sua rabeta. Escolheu, sim, sem dúvidas, o Lucas olhava pra bunda dele e mordia os lábios, e tava lindo! Toda vez que conversavam, ele olhava nos olhos do Lucas e passava a mão nas próprias nádegas, o Lucas ficava nervoso. O Benja ia embora e, de olho, olhava pra trás, sempre os olhos do Lucas grudados na rabeta do Benja. Demorou uns dias pra criar coragem, mas finalmente, num recreio, viu o Lucas num canto do pátio, sozinho, vidrado no celular.
-Oi Lu, como cê tá-
—Tá bom, tá bom — respondeu Lucas, enquanto fechava desesperado a página gay que tava olhando.
Benja começou a se acariciar a bunda.
—Ei, esse sábado cê quer vir jogar videogame lá em casa? Meus velhos vão sair, então a gente vai ficar sozinho.
Lucas sorriu nervoso, instintivamente levou a mão até o volume e a tirou rápido.
- Beleza, que horas?
(continua)
Ela sentou no sofá e mandou ele sentar do lado dela. Colocou a mão na coxa dele e olhou bem nos olhos. Benja tava tremendo.
Então você me viu? Sim, sou mó viado, desde pequenininho.
Benja esboçou um sorriso, os olhos fixos no chão.
—Me conta—, a mão dele foi descendo pela parte interna da coxa do Benja. —O que você quer comigo?—. Benja respirou fundo e, sem tirar os olhos do chão, começou
—Sempre tivemos uma química boa, cê sabe.
—Sim, e daí?
-Então foi por isso que criei coragem pra falar com você, pra ver se entendo o que tá rolando comigo-. O Tanque tava cada vez mais intrigado.
—Outro dia, depois de te ver com o Manzi, comecei a me tocar.
- Você bateu uma punheta?
—Nnno, não gosto de bater punheta — Benja ficou vermelho que nem tomate — comecei a me tocar na bunda, enfiei os dedos e..., e... — ele hesitou, será que contava? Bom, foda-se, o Tanque era... — enfiei uma vela até o fundo e gozei um monte de porra.
-Com esse rabão incrível, nunca te comeram?
—Não, ninguém, é a primeira vez que enfio algo na bunda. Ver você me deixou tão tesuda que se não fizesse isso, eu morria.
O Tanque sorriu, desamarrou o roupão e o abriu. -Você veio buscar isso?
Os olhos do Benja foram direto pra pica do Tanque, caralho, na transa com o Manzi ele não tinha reparado, mas o gordo tinha uns 20 cm. A barriga enorme, os peitos grandes e totalmente depilados, o sorriso que agora parecia sensual... deu vontade de beijar aqueles lábios, mas ainda mais de beijar aquela rola. Ele se segurou.
— Cê gosta? — A boca de Benja já tava até salivando. A cara dele dizia tudo, o Tanque sorriu. — Esquece, sou mó passivo, nem sobe, já te falei, sou mó viado. E você, como é que cê é? — Era a vez dele, Benja tinha que se mostrar.
Ela parou, tirou os tênis, baixou o moletom. Pensou em como continuar, se sentia tão puta! Virou-se pra deixar a bunda à vista do Tanque, a legging preta bem apertada, as nádegas grandes e perfeitas.
O Tanque sorriu.
Mamita!!, que rabão tu tem, Benja-
Ele pegou ele pelos quadris, puxou ele pra perto e foi baixando a calça dele devagarinho, as nádegas morenas e macias do promíscuo foram aparecendo.
-Uau, gatinho, impressionante essa raba, tô com inveja, essa buceta virgem é um desperdício!
Ele virou, também tava interessado em outra coisa. Viu a pica do Benja, o brinquedo quase infantil que ele tinha entre as pernas, sorriu, deu um beijinho, enfiou na boca. Benja começou a receber o primeiro boquete da vida dele. A mente dele tava cheia de nuvens, mas a cabeça de baixo tava claríssima, o pau foi crescendo até os enormes 10 cm, que a língua e os lábios do Tanque percorriam com gosto. Benja fechou os olhos e se entregou pra sentir. De repente sentiu algo diferente, um dedo do Tanque tava acariciando o cu dele, a ponta percorria todas as ruguinhas, subia e descia, até que entrou. O primeiro "ahhhhh" dele encheu o ar da sala. Do pau dele começou a escorrer porra. O Tanque tirou a boca, olhou pra ele e falou "nossa, que gostoso", tirou o dedo do cu, cuspiu nele e enfiou fundo de uma vez enquanto a boca voltava a chupar. O pau do Benja finalmente endureceu, engrossou. O Tanque sabia o que vinha, com a mesma mão que tava dedando, puxou o Benja contra ele, pra ele não tentar tirar a boca. Benja gritou e o leite dele inundou a boca do Tanque, três, cinco, seis jatos enormes de porra que levaram o Tanque ao paraíso. O Tanque sorrindo engoliu tudo e limpou o pau do Benja. Se levantou. Benja, ofegante, só conseguiu falar "desculpa", o Tanque abraçou ele e deu em Benja o primeiro beijo dele, com gosto de pica, com sabor de porra, com paixão de homem.
- Ontem depois da conversa, achei que ia te fazer estrear com a minha raba, mas não, você é muito promíscuo, Benja, não tem jeito, vem cá
O Tanque pegou na mão dele e o levou pro quarto. Sentaram lado a lado, os dois completamente pelados na cama.
Benja se sentiu na obrigação de compensar.
— Quer que eu chupe sua buceta, Tanque?
— Benja, sou muito passivo, se não enfiam no meu cu, nem fico duro.
O Benja ficou pensando, até que o Tanque enfiou o dedo na bunda dele, o boquete era mais ou menos, nada que o excitava—
Não consigo entender como com essa rabetão nunca te comeram" — O Benja ficou olhando pro chão.
-Tanque, sou gordo, sempre sofri bullying, sempre me zoaram por causa da bunda e, brincando, muitas vezes me apalparam. Sempre senti que curtia pau, mas nem ousava pensar nisso, porque quem ia querer me comer? Se eu fosse que nem o Cris, com certeza já teria o cu todo arrombado, mas sou um gordo fedorento. Quando vi outro dia como o Manzi te metia, pensei: "po, se o Tanque, que é uma vaca, é tão macetado assim, eu, com essa bunda que tenho, até me pagariam, hahahahaha
—A buceta da sua irmã! Vaca eu?, hahahahaha.
O Tanque olhou nos olhos dele e passou um braço pelos ombros.
—Benja, eu também sempre fui mó gordo, mas me joguei, e sabe?, os gordos têm moral, provocam paixão, nunca me faltou pica. Cê acha que o Manzi só me come?, que o velho tá fazendo um favor pro gordo?, naaaaaaaa—
Os dois gordões pelados se deitaram lado a lado. Ficaram em silêncio. Benja virou de lado, a mão foi procurar a pica do Tanque, enorme e adormecida.
-Conte pra mim, Tanque-
O Tanque se soltou de vez, desde seus começos com o priminho até seus amores não correspondidos na adolescência, até aquela tarde em que foi a putinha de 4 parceiros que comeram ela à vontade, sua primeira calcinha, sua primeira legging, seu primeiro sutiã, o Manzi, o marido da Diretora, os caras que estrearam com a bunda dela...
Benja ouvia aquilo e a buceta dela formigava, a xota ficava molhada, a mão dela esfregava cada vez com mais força a pica do Tanque.
—Epa, neném, já tá quentinho? Vem cá —disse o Tanque se levantando —, hoje tua buceta vai ficar arrebentada.
—Acomoda na beirada e coloca um travesseiro debaixo da sua rola — O Tanque abriu uma gaveta do guarda-roupa e trouxe os brinquedos dele.
—Nossa, e tudo isso? — Em cima da cama tinha meia dúzia de brinquedos: três plugs, dois consolos...
—O que você vai fazer comigo, Tanque?
—Vou te arrebentar a bunda.
Dor, uma lagriminha, um "não, por favor", mas um após o outro, os plugs e os consolos, cada vez maiores, foram dilatar o buraquinho virgem do Benja. Com o plug mais grosso e comprido enfiado, fez ele sentar na cama. O Tanque enfiou um vibrador no cu, ligou e encostou a pica na boca do Benja.
-Aprende a chupar, promíscua.
Benja sentia o plug gostosinho dentro e, a cada movimento pequeno, se enchia de sensações novas; e agora uma rola pra chupar? Não sabia como começar, o tanque percebeu.
—Fecha os olhos e se deixa levar, Benja. Ninguém ensina os peixes a nadar, e eles nadam. Você é viado de berço, ninguém te ensina, isso tá nos teus genes.
—Te amo, Tanque —pensou, fechou os olhos, abriu os lábios e, roçando de leve a cabeça, foi enfiando a pica do seu mestre na boca, que com o vibrador já tava de pau duro e soltando porra prévia. A pica do gordão não tinha nada de amendoim. Não sabia bem o que fazer, tinha medo de morder, mas aos poucos aquele calor, aquele gosto, aquela mistura de forte e suave foi tomando conta dele. Ahhh, apertou só um pouquinho mais os lábios e a sensação na boca aumentou, foi engolindo devagar, sentindo, gozando, começou a subir e descer naquele tronco quente e grosso, descobriu o calor da cabeça, o furinho escorrendo, mmmm, como o Tanque tinha razão! Não precisa de mestre não, o promíscuo já nasce sabendo chupar essa vara, sabendo que essa vara vai arrebentar o cu dele e fazer ele feliz. Daí a pouco já tava tirando da boca, beijando desesperado, passando nas bochechas e engolindo de novo, sentia que o plug já tava menor, não apertava mais o esfínter, sentia um suquinho morno escorrendo pelas nádegas, levantou os olhos e viu o olhar doce do Tanque que, com um sorriso, acariciava a cabeça dele.
—Viu, promíscuo, que não precisava de mestre? Viu como a gente morre pra ter ela na boca? — O tanque deu um clique no celular e o vibrador foi pro talo. Ele começou a gemer, o pau quase de pé, duro feito pedra. Pegou o Benja pela cabeça e começou a comer a boca dele com fúria. Benja chorava, babava, mas tava entregue. O gordo gritou, e uma quantidade enorme de porra inundou a boquinha virgem do Benja. O tanque caiu ofegante na cama, e o Benja, ainda saboreando a goza do gordo, deitou do lado dele. Passou a mão no peito dele e engoliu os últimos restinhos de porra.
—Valeu, Tanque.
- De nada promíscua, igual agora é minha vez -
—Mas você já chupou ela pra mim.
-Agora você vai ter que me fazer o bum-
Benja olhou pra sua piroca, pensou na bunda gigantesca do Tanque, ficou sério. Será que ia subir? Além disso, com aquele pinto pequeno, nem cócegas ele conseguia fazer no gordo. O Tanque deu uma risada.
—Nada, o que cê acha? Nem enfiando o vibrador no teu cu tu consegue me fazer sentir alguma coisa com esse amendoim. — Isso foi um último tapa na virilidade dele, o Benja ficou meio magoado, mas ele sacou tão bem que o Tanque tinha toda razão!, que nunca foi macho alfa, que nasceu promíscuo e que só podia ser feliz se entregando a um macho alfa como o promíscuo que ele era. O Tanque continuou.
—Essa sua bunda é o que vale, Benja, tu tem uma raba incrível, e com essa raba você vai me comer. — O Tanque mandou o Benja ficar de quatro no meio da cama, cabeça encostada na cabeceira. Benja não entendia nada, não era ele que ia comer o outro? Mas o submisso que tava nascendo nele dizia: "obedece". O Tanque foi na gaveta do guarda-roupa e pegou aquele consolo de duas pontas, grosso, com mais de 50 cm de comprimento, que sempre quis estrear.
-Olha a promíscua-
—Tudo isso você vai meter em mim? Vai sair pela minha garganta, Tanque!
—Você não conhece eles? Nunca viu eles?
-Não-
—Me deixa fazer, já te falei, você vai me comer— O Tanque passou um monte de lubrificante no consolo de duas pontas e tirou o plug do cu do Benja, que saiu com uma poça enorme de suco retal. — Que bucetuda você é, Benja! Você se molha mais do que eu— Click click, uma foto, —olha só você—
-Uau!, foi assim que você deixou minha buceta?
-No buraco enorme que tinha sobrado no Benja, ele foi introduzindo a ponta do consolo.
Ai, Tanque, devagariiiinho—
- Dá pra comer aquela bunda dela, parece a de um burro -
—Mas doi—
—Aguenta essa porra, viado! — Benja calou a boca. E aos poucos foi sentindo dentro da barriga aquela enormidade de consolo que endireitava o cu dele, mas que o fazia sentir feliz como nunca.
-Pronto, aperta ele pra não escapar.
—Mas Tanque, o que eu tenho que fazer?
-Nada, espera aí.
O Tanque se ajeitou de quatro também, perto da bunda do Benja, passou creme na entrada do cu, pegou a outra ponta do consolo, encostou no esfíncter e empurrou com a cintura contra as nádegas do Benja.
-Aaaaaaaahhhh- você enfiou mais fundo, Tanqueee-
—Falei pra tu apertar com a bunda, seu arrombado! —Ele tirou o consolo uns centímetros, enfiou 4 dedos de uma vez no cu e remexeu com força, se aproximou de novo, pegou com a mão o consolo que pendia da bunda do Benja e tentou de novo. Dessa vez a cabeça do consolo começou a escorregar pra dentro do cu do Tanque, devagarzinho, devagarzinho, até que finalmente as nádegas do Tanque e as do Benja ficaram encostadas.
Eles se olharam, riram eufóricos, o Tanque se afastou um pouco da bunda do Benja.
- Deixa a buceta molinha, promíscua - O Tanque fechou o esfínter, empurrou o quadril e uns generosos 10 cm de consolo entraram na bela buceta do Benja.
-Aaaahh Tanqueeeeeeeee, que gostosoooooo!!!!
A bunda do Tanque se afastou da do Benja e voltou uma e outra vez, até sentir as nádegas batendo nas do Benja. Benja gemia, gritava, chorava de felicidade. O pau dele era um geiser de porra, a bunda dava um prazer que ele nunca tinha imaginado, que nunca tinha sentido.
-Acabo, Tanque, acabo!!
Vai, Benja, vai, vagabundo, cospe" — O jato forte, abundante, estourou contra o colchão.
—Ai Tanque, ai Tanque, como você me fez gozar. E eu que pensava que a gente ia só bater um papo. Ai Tanque!, se você fosse ativo, eu casava com você. — O Tanque deu uma risada.
-Agora é sua vez, vagabunda, já sabe como fazer?
-Vamos ver, espera aí que vou provar. Assim?
O gemido do Tanque disse tudo. -Mmm, siiiim, assim, me come que tô precisando muito, Benja!
— Sim, mestre, tudo o que o senhor quiser.
Agora as bundas do Benja iam e vinham e o Tanque gemia, gozava, gritava que nem uma putinha. Aos poucos foram aprendendo a usar o brinquedo e depois de um tempo os dois rabões se afastavam e voltavam a se chocar, e quase 25 cm de consolo entravam e saíam quase ao mesmo tempo dos dois cuzinhos gordinhos, redondos, peladinhos, dilatados, aqueles dois cuzinhos de putinhos passivos que se davam prazer um ao outro. Entre gemidos agudos de fofinho, os dois gordinhos gozaram, tiraram o consolo como deram conta e se espalharam exaustos na cama. O Benja foi buscar o mestre dele, abraçou ele por trás, de conchinha, bem bem forte.
Valeu, Tanque, você mudou minha vida.
—De nada, promíscuo. Bem-vindo à irmandade.
Foram se banhar, fizeram brincadeiras, deram todas as palmadas na bunda que vieram à cabeça, e desde aquela noite o Tanque virou o grande amigo, o conselheiro, o parceirão do Benja.
Benja voltou pra casa andando, a sensação do esfínter dilatado ao caminhar era uma delícia pra ele, pensava em mil coisas e toda noite de fim de semana, pelado na cama dele e com a vela entrando e saindo devagarinho da buceta de macho dele, pensou em mais mil coisas.
Na segunda-feira na escola, o Benja era outro, consciente da sua sexualidade, consciente da sua bunda minúscula. Começou a olhar pros colegas com outros olhos, já não os do gordo reprimido e assexuado. Percebeu os olhares que o encaravam com sarcasmo, mas também viu outros, sérios e concentrados, cravados na sua rabeta. Escolheu, sim, sem dúvidas, o Lucas olhava pra bunda dele e mordia os lábios, e tava lindo! Toda vez que conversavam, ele olhava nos olhos do Lucas e passava a mão nas próprias nádegas, o Lucas ficava nervoso. O Benja ia embora e, de olho, olhava pra trás, sempre os olhos do Lucas grudados na rabeta do Benja. Demorou uns dias pra criar coragem, mas finalmente, num recreio, viu o Lucas num canto do pátio, sozinho, vidrado no celular.
-Oi Lu, como cê tá-
—Tá bom, tá bom — respondeu Lucas, enquanto fechava desesperado a página gay que tava olhando.
Benja começou a se acariciar a bunda.
—Ei, esse sábado cê quer vir jogar videogame lá em casa? Meus velhos vão sair, então a gente vai ficar sozinho.
Lucas sorriu nervoso, instintivamente levou a mão até o volume e a tirou rápido.
- Beleza, que horas?
(continua)
3 comentários - Benja 2: A Bunda Gostosa (relato gay)
pero ahora que hago con esto?
si se entera mi novia jajaja