Pessoal, vou continuar contando essa loucura maravilhosa que fiz com a Julia (uma mina gostosa pra caralho). Só de lembrar do que aconteceu, já fico de pau duro. Bom, continuando: depois de dormir, acordei umas 11:30 da manhã. Aí minha mulher começou a me encher de perguntas: por que demorei, como tava o vizinho, e um monte de outras coisas. Lembrei que ainda tinha as chaves da casa do vizinho e que a Julia tava trancada lá. Falei pra minha mulher que tinha furado um pneu e precisava ir numa borracharia. Entrei na casa e a primeira coisa que fiz foi ligar a caminhonete. Depois, fui pro quarto, onde aquela mina gostosa que tava me arrastando pra essa loucura ainda tava deitada. Dei um beijo nela, ela acordou e me abraçou, dizendo: "Que delícia acordar e ter você aqui, meu amor." Contei a desculpa que tinha dado pra minha mulher pra poder levar as chaves. Falei que já voltava. Fui até um posto de gasolina perto de onde a gente mora, deixei as chaves no estacionamento, e voltei pra casa do vizinho.
Entrei e ela ainda tava na cama. Ela falou: "Vem pra cá, do meu lado." Aí ela abriu o lençol e tava toda pelada. Só consegui olhar e admirar aquela mulher gostosa. Ela disse: "Tira toda a sua roupa também." Não pensei duas vezes. Deitei e a gente começou a se beijar e se acariciar inteiros. A temperatura subiu, a vontade de foder de novo tava no talo. A Julia falou: "Me faz sua de novo, meu amor. Quero sentir você dentro de mim de novo. Me enche de porra, quero que você me engravide. Quero ter um filho seu. Quero ser sua pra sempre."
Aí eu meti com força. Ela deu um gritinho de prazer e eu continuei no vai e vem, só pensando em fazer a Julia feliz. Ela gemia de prazer, dizendo: "Sim, meu amor, sou toda sua. Você me fez sua putinha. Continua me comendo, meu macho." Eu tava quase gozando, consegui tirar o pau e gozei na barriga dela. Depois, levei ele perto da boca dela pra ela chupar. Deixo toda limpinha a pica, dizendo que yummy teu cum, aí com a mão junto o que tinha na barriga e levo pra boca, que tasty tudo isso. Me vesti e fui pra casa pensando que eu tava comendo e minha mulher tava a poucos metros, só separava a gente umas paredes.
Essa é a minha linda Júlia. A tarde passou e ela me mandou uma mensagem dizendo que a tia dela ia buscar a avó e que ela ia ficar em casa, e que se eu quisesse ir, ela me esperaria de braços abertos e pernas bem abertas pra eu comer ela de novo. Chegou segunda-feira, começo de semana, e eu trabalhando todo dia, só tínhamos contato por mensagens. Naquela semana, o vizinho recebeu alta e ficou ainda mais complicado de nos vermos, e assim as semanas foram passando. Passou um mês e um dia o vizinho me procura e comenta que queria ir um dia passear com as duas netas (Júlia e Maria, que é a outra neta que mora na volta da casa) e que me convidava, mas que eu tinha que dirigir a caminhonete. Eu disse que beleza, sem problema. Chegou o dia de sair e fomos nós quatro (o vizinho, eu e as duas netas dele). A viagem foi tranquila. Depois de duas horas de viagem, chegamos no lugar e fomos pra um camping. O lugar é bonito, tinha uma piscina que, pra época em que estávamos — primeira semana de outubro —, achei estranho estar cheia, mas fazer o quê, era pra aproveitar. Por sorte não tinha muita gente, acho que só mais duas famílias. Descemos as coisas com o vizinho, armamos uma barraca que era mais pras meninas deitarem, porque íamos e voltávamos no mesmo dia. Comecei a preparar o churrasco e tomei umas cervejas, e as meninas entraram na onda e me acompanharam (Maria, a outra neta, tem 19 anos, também é uma gostosa). Por isso a Júlia não descuidava e me mandava mensagem dizendo pra eu não fazer loucura com a prima, que eu era só dela. E eu, pra ver o que ela fazia, falei que se pudesse atender as duas, não tinha problema. "Te mato", ela disse. Comemos o churrasco e continuamos com as cervejas, e as meninas já estavam bem alegres. Aí decidiram ir pra piscina com o avô. As duas estavam de matar, do jeito que se vestiram pra piscina, e me chamavam pra entrar também. Já na piscina, começamos a brincar com uma... bola, correr, se empurrar e dar boas risadas até que o vizinho e a Maria decidem sair e entram na barraca pra descansar um pouco. Fiquei sozinho com a Julia na piscina, ela chegou perto de mim e disse: "você não sabe o quanto eu senti sua falta, meu amor", e pegou na minha rola, e isso me deixou mais duro ainda. A gente se beijou e comecei a passar a mão nela como um louco, e ela também pegou na minha rola e ficou acariciando. "Eu te desejo", ela me disse, me pegou pela mão e falou: "vem, vamos pro outro lado, tem um banheiro lá que ninguém usa", e a gente foi. Entramos e a luxúria que a gente tava guardando se soltou. Chupei a buceta dela, passei a língua na bundinha dela, e ela disse: "quero que você arrombe minha bunda de novo, meu amor, você sabe que ela é sua". Aí, como a gente tinha levado um cobertor, a gente jogou no chão, ela me deitou e subiu em cima de mim, levou minha rola até a bunda dela, enfiou meu pau e começou a subir e descer. Ela gemia de prazer e dizia: "essa bundinha é sua, só você vai me comer", e continuava subindo e descendo. Nisso, olhei pra porta que tava meio aberta e vi a Maria olhando enquanto eu tava arrombando a bunda da Julia. Depois de um tempo, ela foi embora, e eu enchi a bunda dela de porra. A Julia desabou no meu peito depois de também ter gozado. "Que gostoso, meu amor, você não sabe o quanto eu senti falta de você me fazer amor, você me viciou em você." A gente se vestiu e foi pra onde os outros estavam, que continuavam na barraca, mas eu sabia que a Maria tava se fazendo de dormindo. Depois de um tempo, eles saíram, e a gente continuou tomando cerveja. Aí o vizinho perguntou se a gente queria ficar até amanhã, eu disse que sim. A gente montou a outra barraca. Tomamos banho e saímos pra dar uma volta na cidade, jantar e explorar o lugar. Lá a gente viu que tinha um pub tipo balada. Andamos até umas 12 da noite, até que o vizinho disse que já tava com sono, que a gente fosse deixar ele, e se a gente quisesse, podia voltar pro pub. Foi o que a gente fez, entramos e começamos a tomar cerveja e dançar nós três. A Maria se aproximava de mim e me abraçava. Nem eu acreditava que ia estar com duas gostosas. A Julia tava meio ciumenta, aí as duas foram pro banheiro. Quando voltaram, estavam rindo e vieram pra cima de mim, uma de cada lado, me abraçando. Já estavam meio bêbadas, mas eu me sentia um rei com duas mulheres. Muita gente olhava, mas a gente nem ligava. Num momento, a Maria foi no banheiro e eu perguntei pra Julia se ela tinha contado sobre a gente. Ela disse que sim, mas já fazia tempo. "Ah, então por isso que ela não falou nada essa tarde, porque ela nos viu quando a gente tava transando mesmo", falei pra Julia. Ela só riu. E assim passou a hora, até que fomos pro camping. As minas estavam bem bêbadas. Chegamos no lugar e, supostamente, eu devia dormir sozinho e as garotas com o avô delas, mas elas decidiram se meter as duas comigo. Julia falou pra Maria que a gente ia transar e que, se ela quisesse, podia ficar, mas que não podia contar pra ninguém. Maria riu e disse que tudo bem, mas que também queria participar. Continua...
Entrei e ela ainda tava na cama. Ela falou: "Vem pra cá, do meu lado." Aí ela abriu o lençol e tava toda pelada. Só consegui olhar e admirar aquela mulher gostosa. Ela disse: "Tira toda a sua roupa também." Não pensei duas vezes. Deitei e a gente começou a se beijar e se acariciar inteiros. A temperatura subiu, a vontade de foder de novo tava no talo. A Julia falou: "Me faz sua de novo, meu amor. Quero sentir você dentro de mim de novo. Me enche de porra, quero que você me engravide. Quero ter um filho seu. Quero ser sua pra sempre."
Aí eu meti com força. Ela deu um gritinho de prazer e eu continuei no vai e vem, só pensando em fazer a Julia feliz. Ela gemia de prazer, dizendo: "Sim, meu amor, sou toda sua. Você me fez sua putinha. Continua me comendo, meu macho." Eu tava quase gozando, consegui tirar o pau e gozei na barriga dela. Depois, levei ele perto da boca dela pra ela chupar. Deixo toda limpinha a pica, dizendo que yummy teu cum, aí com a mão junto o que tinha na barriga e levo pra boca, que tasty tudo isso. Me vesti e fui pra casa pensando que eu tava comendo e minha mulher tava a poucos metros, só separava a gente umas paredes.
Essa é a minha linda Júlia. A tarde passou e ela me mandou uma mensagem dizendo que a tia dela ia buscar a avó e que ela ia ficar em casa, e que se eu quisesse ir, ela me esperaria de braços abertos e pernas bem abertas pra eu comer ela de novo. Chegou segunda-feira, começo de semana, e eu trabalhando todo dia, só tínhamos contato por mensagens. Naquela semana, o vizinho recebeu alta e ficou ainda mais complicado de nos vermos, e assim as semanas foram passando. Passou um mês e um dia o vizinho me procura e comenta que queria ir um dia passear com as duas netas (Júlia e Maria, que é a outra neta que mora na volta da casa) e que me convidava, mas que eu tinha que dirigir a caminhonete. Eu disse que beleza, sem problema. Chegou o dia de sair e fomos nós quatro (o vizinho, eu e as duas netas dele). A viagem foi tranquila. Depois de duas horas de viagem, chegamos no lugar e fomos pra um camping. O lugar é bonito, tinha uma piscina que, pra época em que estávamos — primeira semana de outubro —, achei estranho estar cheia, mas fazer o quê, era pra aproveitar. Por sorte não tinha muita gente, acho que só mais duas famílias. Descemos as coisas com o vizinho, armamos uma barraca que era mais pras meninas deitarem, porque íamos e voltávamos no mesmo dia. Comecei a preparar o churrasco e tomei umas cervejas, e as meninas entraram na onda e me acompanharam (Maria, a outra neta, tem 19 anos, também é uma gostosa). Por isso a Júlia não descuidava e me mandava mensagem dizendo pra eu não fazer loucura com a prima, que eu era só dela. E eu, pra ver o que ela fazia, falei que se pudesse atender as duas, não tinha problema. "Te mato", ela disse. Comemos o churrasco e continuamos com as cervejas, e as meninas já estavam bem alegres. Aí decidiram ir pra piscina com o avô. As duas estavam de matar, do jeito que se vestiram pra piscina, e me chamavam pra entrar também. Já na piscina, começamos a brincar com uma... bola, correr, se empurrar e dar boas risadas até que o vizinho e a Maria decidem sair e entram na barraca pra descansar um pouco. Fiquei sozinho com a Julia na piscina, ela chegou perto de mim e disse: "você não sabe o quanto eu senti sua falta, meu amor", e pegou na minha rola, e isso me deixou mais duro ainda. A gente se beijou e comecei a passar a mão nela como um louco, e ela também pegou na minha rola e ficou acariciando. "Eu te desejo", ela me disse, me pegou pela mão e falou: "vem, vamos pro outro lado, tem um banheiro lá que ninguém usa", e a gente foi. Entramos e a luxúria que a gente tava guardando se soltou. Chupei a buceta dela, passei a língua na bundinha dela, e ela disse: "quero que você arrombe minha bunda de novo, meu amor, você sabe que ela é sua". Aí, como a gente tinha levado um cobertor, a gente jogou no chão, ela me deitou e subiu em cima de mim, levou minha rola até a bunda dela, enfiou meu pau e começou a subir e descer. Ela gemia de prazer e dizia: "essa bundinha é sua, só você vai me comer", e continuava subindo e descendo. Nisso, olhei pra porta que tava meio aberta e vi a Maria olhando enquanto eu tava arrombando a bunda da Julia. Depois de um tempo, ela foi embora, e eu enchi a bunda dela de porra. A Julia desabou no meu peito depois de também ter gozado. "Que gostoso, meu amor, você não sabe o quanto eu senti falta de você me fazer amor, você me viciou em você." A gente se vestiu e foi pra onde os outros estavam, que continuavam na barraca, mas eu sabia que a Maria tava se fazendo de dormindo. Depois de um tempo, eles saíram, e a gente continuou tomando cerveja. Aí o vizinho perguntou se a gente queria ficar até amanhã, eu disse que sim. A gente montou a outra barraca. Tomamos banho e saímos pra dar uma volta na cidade, jantar e explorar o lugar. Lá a gente viu que tinha um pub tipo balada. Andamos até umas 12 da noite, até que o vizinho disse que já tava com sono, que a gente fosse deixar ele, e se a gente quisesse, podia voltar pro pub. Foi o que a gente fez, entramos e começamos a tomar cerveja e dançar nós três. A Maria se aproximava de mim e me abraçava. Nem eu acreditava que ia estar com duas gostosas. A Julia tava meio ciumenta, aí as duas foram pro banheiro. Quando voltaram, estavam rindo e vieram pra cima de mim, uma de cada lado, me abraçando. Já estavam meio bêbadas, mas eu me sentia um rei com duas mulheres. Muita gente olhava, mas a gente nem ligava. Num momento, a Maria foi no banheiro e eu perguntei pra Julia se ela tinha contado sobre a gente. Ela disse que sim, mas já fazia tempo. "Ah, então por isso que ela não falou nada essa tarde, porque ela nos viu quando a gente tava transando mesmo", falei pra Julia. Ela só riu. E assim passou a hora, até que fomos pro camping. As minas estavam bem bêbadas. Chegamos no lugar e, supostamente, eu devia dormir sozinho e as garotas com o avô delas, mas elas decidiram se meter as duas comigo. Julia falou pra Maria que a gente ia transar e que, se ela quisesse, podia ficar, mas que não podia contar pra ninguém. Maria riu e disse que tudo bem, mas que também queria participar. Continua...
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