assim continua essa história
Espero que vocês curtam.
valeu por me ler
e pelos seus furinhos
https://www.poringa.net/posts/relatos/6189264/Soy-puta-desde-pendeja-1.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6191444/Soy-puta-desde-pendeja-2.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6193539/Soy-puta-desde-pendeja-3.html
Depois disso, o Pablo não disfarçou mais e voltou a ser o mesmo de antes, até na frente do Oscar e da Laura. E no fim de semana, eu tive o que merecia. Mas quando o Oscar deu seu último suspiro — ele já era oficialmente engenheiro —, tinha algo muito importante pra comemorar, e olha se a gente não comemorou. Naquele domingo, a gente botou a casa pela janela. Bom, na real quem botou foi o Pablo. Um baita churrasco com os dois amigos de alma, onde o Oscar foi o homenageado. Tanto o José quanto o Mário não paravam de mimar ele em tudo, e foi o Mário quem ofereceu os contatos pra ele entrar numa grande empresa, onde já dava como certo que ele tava contratado. Era pura euforia. A Laura tava vivendo o sonho dela. Foi aí que eu percebi que não era só eu que amava meu namorado. Mas então ele disse algo que eu não esperava.
Oscar, graças a todos vocês consegui isso, mas principalmente à minha gata. E agora só quero ela do meu lado pra sempre, então já vou avisando todo mundo: minha meta é casar com essa mulher que eu amo.
Todos ficamos em silêncio, não podia acreditar, o filho da puta queria casar comigo sabendo o quão puta eu sou. A primeira a reagir foi a mãe dele, que entre lágrimas o abraçou e disse:
Laura, vou te ajudar em tudo que puder, amor.
Pablo vai ter a melhor festa, pode tirar o cavalinho da chuva.
José, a lua de mel é por minha conta.
Mário, não se ache, porque esse filho da puta é meu afilhado.
Todos rimos, continuamos bebendo enquanto planejavam tudo: a igreja, o salão. Mas o mais complicado foi quando me incluíram, sobre onde iríamos na lua de mel. Oscar disse que eu é quem decidia, mas eu não fazia a menor ideia de para onde ir. Mario sugeriu o México, Cancún; José, a Colômbia, a Ilha de Margarita; Pablo, Bariloche; e Laura, o Brasil. Tudo era incrível para mim. Não decidi na hora porque não conseguia acreditar. Percebi que Laura não parava de sorrir para mim e não sabia por quê, mas foi aí que resolvi dar ouvidos a ela e escolhi o Brasil. Teve festa e, no meio dela, até dançamos entre nós. Pablo não me largava, até que num momento percebi que estava só com ele e com Mario. Eles me cercaram e, sem que eu pudesse fazer nada, começaram a me apalpar. Por causa do álcool que tinha bebido, me deixei levar. Em segundos, estava como eles queriam: as picas deles na minha boca, que não hesitei em chupar. Ali mesmo, primeiro fui de Mario e depois do meu sogro, enquanto ouvia gemidos que não sabia de onde vinham. Quando tudo acabou, doía tudo, meus peitos mais que minha bunda. Tomei um bom banho e até tive que me trocar, o que não surpreendeu Oscar. Foi assim que descobri que ele tinha saído para contar para Carlos, aquele amigo que eu ainda não conhecia. Quando José e Mario foram embora, fomos descansar. Oscarzinho tinha uma segunda-feira bem agitada, mas antes de descansar ele também quis me comer. Não pude recusar e, na verdade, tive outro orgasmo, assim como ele. Mas enquanto me comia, comecei a falar sobre o pai dele e deu um resultado excelente. Isso fez ele gozar duas vezes na minha boceta, enquanto para ele era só uma fantasia, sem saber que era a mais pura realidade.
Assim, amor, assim que seu pai me comeu essa tarde, você não sabe como ele usa bem a pica dele.
Oscar usa melhor que eu, puta?
Muito melhor, meu amor, é uma fera, bebê
Oscar, e você gosta, bebê? Cê curte muito como teu velho te fode?
Não consigo negar ele, ele sempre me pega de surpresa, eu não queria, mas ele é mais forte, amor, você não sabe como ele me comeu, até o cu tive que dar.
Oscar então não resistiu muito, sua putinha.
A verdade é que não, também com essa pica
Oscar, e com certeza você chupou a buceta dela.
Todinha bebê, deixei ela bem limpinha
Oscar, e por que você não chupa a minha buceta se você gosta, minha vida?
Porque ele é bem safado e você não, meu amor. Na próxima vez você tinha que ver pra aprender como se trata uma puta que nem eu.
Ahí o Oscar gozou de novo, me encheu como nunca, usei a palavra: buceta de porra, definitivamente o Oscar queria ser um autêntico corno manso e aí fui atrás de mais, quando nos separamos continuamos conversando
Amor, você gostaria que eu comesse o seu pai? E se eu foder um dos seus amigos?
Oscar não bebe, é só uma fantasia, por favor entende isso, não faz isso comigo, ainda mais com meus amigos.
Mas se você quer, bebê, eu faço tudo por você.
Oscar não, não quero isso, só me excita essa putaria love, eu posso te comer igual meu velho faz, bebê
Seu coroa não me fode, amor, nem seu coroa nem os amigos dele, bebê, só vão me comer se você me pedir, senão não.
Oscar, sério que você não pega love? Eu vejo como ela te trata e pra mim parece que sim.
Não, bebê, eu deixo ele me tratar assim porque isso te excita, bebê.
Oscar é bom sim, a verdade é que me excita muito, me excita ver como você flerta com ele.
Então é por isso que você gosta do jeito que eu me visto, amor?
Oscar, adoro como você se veste, gostosa.
Assim você vê como todo mundo me deseja e quer me comer.
Oscar, se beber.
E aí, não ia gostar de ver outro me comendo? Que me fodam todo mundo e me deixem na merda por ser tão puta como eu sou pra você?
Oscar, não sei não, mas essa ideia me deixa de cabeça quente, bebê.
Já sei, meu corno, olha como teu pau ficou duro. Quer que eu chupe ele um pouquinho?
Oscar, sem amor, melhor a gente dormir, amanhã tenho a entrevista.
No dia seguinte, tava com a Laura e a gente começou a bater um papo enquanto fazia as coisas da casa.
Laura, sério mesmo, você ia gostar de ir pro Brasil na lua de mel?
Sinceramente, não sei, não curto muito o mar.
Laura, minha linda, não tô falando isso por causa do mar.
E por que você tá falando isso?
Laura pelos negros, amor, será que tu não sabe? Os negros te partem no meio, gatinha.
Que bom, mas ontem já me arrebentaram
Laura pra mim também, esse José é um tremendo
Ele te comeu bem?
Laura é pouco, vadia, o filho da puta arrombou minha buceta.
Que bom
Laura, e o que você vai fazer pra despedida? Já tem que começar a planejar.
A minha eu quase tenho, mas a do Oscar, quem vai planejar?
Laura, isso deixa com o Pablo.
Naquela tarde, o Oscarcito chegou e me falou que tinha me inscrito num curso de direção pra eu poder usar o carro. No dia seguinte, fui. Meu instrutor era um homem mais velho chamado Cláudio. A gente se deu super bem de cara, até que uma manhã, depois da aula, ele me chamou pra tomar um algo. Aceitei, sabendo que ele queria me pegar. O cara me dava tesão. Cláudio era muito gentil e, durante aquela semana, até deixei ele me apalpar. Resumindo, aprendi a dirigir e cada conquista era uma comemoração com Cláudio no hotel. A parada foi na primeira vez que ele me levou pra um — nunca tinha ido num antes. A gente trepou igual coelho. Adorei. Além disso, Cláudio sabia comer muito bem e descobri que gostava do jeito que ele me tratava fora da cama. Ele me chamar de putinha me dava um tesão danado, mas o que mais me excitava era ele chamar o Oscarcito de otário, de perdedor e de corno. Por isso, depois que tirei a carteira, continuei vendo ele por uns meses. Não conseguia evitar. Não era pelo pau dele — que, pra ser sincera, não é grande coisa —, mas sim pelas coisas que ele falava quando me comia. Isso me fazia ter mais de um orgasmo. Sentia que o que ele dizia era a mais pura verdade. Ele tinha razão em tudo. No hotel, já me conheciam, assim como no bar pra onde ele me levava toda semana. E tinha certeza de que na autoescola também sabiam que Cláudio tava comendo a namorada de um corno, porque eu era muito puta. Parei de ver ele. Parece que a esposa dele descobriu alguma coisa e a gente não pôde mais trepar. Decepcionada, uma tarde voltei sozinha pro bar pra tomar algo. O mesmo garçom de sempre, ao me ver sozinha, chegou em mim. E, como uma boa putinha, deixei ele me levar pro banheiro, onde me comeu igual um bruto, me tratando que nem uma cadela. Esse sim tinha um pau bem respeitável. Não teve pena de mim e me larguei jogada em cima de um vaso sanitário. Mal conseguia me mexer. Levantei, peguei minha calcinha fio dental enquanto arrumava o cabelo, quando o colega dele entrou já com o pau na mão. Tentei parar ele, mas foi em vão. Praticamente me violentou ali no banheiro. Quando ele terminou de fazer o que quis comigo, saí do banheiro e, do jeito que tava, fugi do bar. Ali mesmo Fiquei no chão não só com a minha tanguinha, mas também com a minha dignidade, que não era lá essas coisas. Mal conseguia sentar no carro, tava doendo tudo, mas principalmente a bunda. Quando cheguei em casa, percebi que adorei o que tinha rolado. Fui pro meu quarto e me masturbei com o consolo que o Cláudio me deu uma vez. Queria ter outro orgasmo, mesmo já tendo tido vários no banheiro do bar.
Espero que vocês curtam.
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e pelos seus furinhos
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https://www.poringa.net/posts/relatos/6193539/Soy-puta-desde-pendeja-3.html
Depois disso, o Pablo não disfarçou mais e voltou a ser o mesmo de antes, até na frente do Oscar e da Laura. E no fim de semana, eu tive o que merecia. Mas quando o Oscar deu seu último suspiro — ele já era oficialmente engenheiro —, tinha algo muito importante pra comemorar, e olha se a gente não comemorou. Naquele domingo, a gente botou a casa pela janela. Bom, na real quem botou foi o Pablo. Um baita churrasco com os dois amigos de alma, onde o Oscar foi o homenageado. Tanto o José quanto o Mário não paravam de mimar ele em tudo, e foi o Mário quem ofereceu os contatos pra ele entrar numa grande empresa, onde já dava como certo que ele tava contratado. Era pura euforia. A Laura tava vivendo o sonho dela. Foi aí que eu percebi que não era só eu que amava meu namorado. Mas então ele disse algo que eu não esperava.
Oscar, graças a todos vocês consegui isso, mas principalmente à minha gata. E agora só quero ela do meu lado pra sempre, então já vou avisando todo mundo: minha meta é casar com essa mulher que eu amo.
Todos ficamos em silêncio, não podia acreditar, o filho da puta queria casar comigo sabendo o quão puta eu sou. A primeira a reagir foi a mãe dele, que entre lágrimas o abraçou e disse:
Laura, vou te ajudar em tudo que puder, amor.
Pablo vai ter a melhor festa, pode tirar o cavalinho da chuva.
José, a lua de mel é por minha conta.
Mário, não se ache, porque esse filho da puta é meu afilhado.
Todos rimos, continuamos bebendo enquanto planejavam tudo: a igreja, o salão. Mas o mais complicado foi quando me incluíram, sobre onde iríamos na lua de mel. Oscar disse que eu é quem decidia, mas eu não fazia a menor ideia de para onde ir. Mario sugeriu o México, Cancún; José, a Colômbia, a Ilha de Margarita; Pablo, Bariloche; e Laura, o Brasil. Tudo era incrível para mim. Não decidi na hora porque não conseguia acreditar. Percebi que Laura não parava de sorrir para mim e não sabia por quê, mas foi aí que resolvi dar ouvidos a ela e escolhi o Brasil. Teve festa e, no meio dela, até dançamos entre nós. Pablo não me largava, até que num momento percebi que estava só com ele e com Mario. Eles me cercaram e, sem que eu pudesse fazer nada, começaram a me apalpar. Por causa do álcool que tinha bebido, me deixei levar. Em segundos, estava como eles queriam: as picas deles na minha boca, que não hesitei em chupar. Ali mesmo, primeiro fui de Mario e depois do meu sogro, enquanto ouvia gemidos que não sabia de onde vinham. Quando tudo acabou, doía tudo, meus peitos mais que minha bunda. Tomei um bom banho e até tive que me trocar, o que não surpreendeu Oscar. Foi assim que descobri que ele tinha saído para contar para Carlos, aquele amigo que eu ainda não conhecia. Quando José e Mario foram embora, fomos descansar. Oscarzinho tinha uma segunda-feira bem agitada, mas antes de descansar ele também quis me comer. Não pude recusar e, na verdade, tive outro orgasmo, assim como ele. Mas enquanto me comia, comecei a falar sobre o pai dele e deu um resultado excelente. Isso fez ele gozar duas vezes na minha boceta, enquanto para ele era só uma fantasia, sem saber que era a mais pura realidade.
Assim, amor, assim que seu pai me comeu essa tarde, você não sabe como ele usa bem a pica dele.
Oscar usa melhor que eu, puta?
Muito melhor, meu amor, é uma fera, bebê
Oscar, e você gosta, bebê? Cê curte muito como teu velho te fode?
Não consigo negar ele, ele sempre me pega de surpresa, eu não queria, mas ele é mais forte, amor, você não sabe como ele me comeu, até o cu tive que dar.
Oscar então não resistiu muito, sua putinha.
A verdade é que não, também com essa pica
Oscar, e com certeza você chupou a buceta dela.
Todinha bebê, deixei ela bem limpinha
Oscar, e por que você não chupa a minha buceta se você gosta, minha vida?
Porque ele é bem safado e você não, meu amor. Na próxima vez você tinha que ver pra aprender como se trata uma puta que nem eu.
Ahí o Oscar gozou de novo, me encheu como nunca, usei a palavra: buceta de porra, definitivamente o Oscar queria ser um autêntico corno manso e aí fui atrás de mais, quando nos separamos continuamos conversando
Amor, você gostaria que eu comesse o seu pai? E se eu foder um dos seus amigos?
Oscar não bebe, é só uma fantasia, por favor entende isso, não faz isso comigo, ainda mais com meus amigos.
Mas se você quer, bebê, eu faço tudo por você.
Oscar não, não quero isso, só me excita essa putaria love, eu posso te comer igual meu velho faz, bebê
Seu coroa não me fode, amor, nem seu coroa nem os amigos dele, bebê, só vão me comer se você me pedir, senão não.
Oscar, sério que você não pega love? Eu vejo como ela te trata e pra mim parece que sim.
Não, bebê, eu deixo ele me tratar assim porque isso te excita, bebê.
Oscar é bom sim, a verdade é que me excita muito, me excita ver como você flerta com ele.
Então é por isso que você gosta do jeito que eu me visto, amor?
Oscar, adoro como você se veste, gostosa.
Assim você vê como todo mundo me deseja e quer me comer.
Oscar, se beber.
E aí, não ia gostar de ver outro me comendo? Que me fodam todo mundo e me deixem na merda por ser tão puta como eu sou pra você?
Oscar, não sei não, mas essa ideia me deixa de cabeça quente, bebê.
Já sei, meu corno, olha como teu pau ficou duro. Quer que eu chupe ele um pouquinho?
Oscar, sem amor, melhor a gente dormir, amanhã tenho a entrevista.
No dia seguinte, tava com a Laura e a gente começou a bater um papo enquanto fazia as coisas da casa.
Laura, sério mesmo, você ia gostar de ir pro Brasil na lua de mel?
Sinceramente, não sei, não curto muito o mar.
Laura, minha linda, não tô falando isso por causa do mar.
E por que você tá falando isso?
Laura pelos negros, amor, será que tu não sabe? Os negros te partem no meio, gatinha.
Que bom, mas ontem já me arrebentaram
Laura pra mim também, esse José é um tremendo
Ele te comeu bem?
Laura é pouco, vadia, o filho da puta arrombou minha buceta.
Que bom
Laura, e o que você vai fazer pra despedida? Já tem que começar a planejar.
A minha eu quase tenho, mas a do Oscar, quem vai planejar?
Laura, isso deixa com o Pablo.
Naquela tarde, o Oscarcito chegou e me falou que tinha me inscrito num curso de direção pra eu poder usar o carro. No dia seguinte, fui. Meu instrutor era um homem mais velho chamado Cláudio. A gente se deu super bem de cara, até que uma manhã, depois da aula, ele me chamou pra tomar um algo. Aceitei, sabendo que ele queria me pegar. O cara me dava tesão. Cláudio era muito gentil e, durante aquela semana, até deixei ele me apalpar. Resumindo, aprendi a dirigir e cada conquista era uma comemoração com Cláudio no hotel. A parada foi na primeira vez que ele me levou pra um — nunca tinha ido num antes. A gente trepou igual coelho. Adorei. Além disso, Cláudio sabia comer muito bem e descobri que gostava do jeito que ele me tratava fora da cama. Ele me chamar de putinha me dava um tesão danado, mas o que mais me excitava era ele chamar o Oscarcito de otário, de perdedor e de corno. Por isso, depois que tirei a carteira, continuei vendo ele por uns meses. Não conseguia evitar. Não era pelo pau dele — que, pra ser sincera, não é grande coisa —, mas sim pelas coisas que ele falava quando me comia. Isso me fazia ter mais de um orgasmo. Sentia que o que ele dizia era a mais pura verdade. Ele tinha razão em tudo. No hotel, já me conheciam, assim como no bar pra onde ele me levava toda semana. E tinha certeza de que na autoescola também sabiam que Cláudio tava comendo a namorada de um corno, porque eu era muito puta. Parei de ver ele. Parece que a esposa dele descobriu alguma coisa e a gente não pôde mais trepar. Decepcionada, uma tarde voltei sozinha pro bar pra tomar algo. O mesmo garçom de sempre, ao me ver sozinha, chegou em mim. E, como uma boa putinha, deixei ele me levar pro banheiro, onde me comeu igual um bruto, me tratando que nem uma cadela. Esse sim tinha um pau bem respeitável. Não teve pena de mim e me larguei jogada em cima de um vaso sanitário. Mal conseguia me mexer. Levantei, peguei minha calcinha fio dental enquanto arrumava o cabelo, quando o colega dele entrou já com o pau na mão. Tentei parar ele, mas foi em vão. Praticamente me violentou ali no banheiro. Quando ele terminou de fazer o que quis comigo, saí do banheiro e, do jeito que tava, fugi do bar. Ali mesmo Fiquei no chão não só com a minha tanguinha, mas também com a minha dignidade, que não era lá essas coisas. Mal conseguia sentar no carro, tava doendo tudo, mas principalmente a bunda. Quando cheguei em casa, percebi que adorei o que tinha rolado. Fui pro meu quarto e me masturbei com o consolo que o Cláudio me deu uma vez. Queria ter outro orgasmo, mesmo já tendo tido vários no banheiro do bar.
3 comentários - sigo siendo puta a pesar de tener novio
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