A ideia surgiu com o usuário pasznnn_ batendo papo por aqui. Ele já liberado de algumas obrigações, tava com a buceta quente. Então era questão de me aproveitar disso. Contei pra ele minha vontade de enfiar dois putos pela primeira vez (já fiz ménage, mas com duas mulheres) e ele topou na hora. A terceira era a mais fácil: pensei no meu massagista. Mora a 800m de casa e tem agenda flexível. Mandei uma mensagem dizendo que precisava dele pra realizar uma fantasia e que, de quebra, ia ajudar ele a continuar descobrindo limites. Aceitou de boa e confiante.
Me organizei um home office pra quarta-feira. Chegaram 15h em ponto. Primeiro chegou o Leo, e aproveitamos aqueles 5 min de vantagem pra colocá-lo de joelhos chupando bem a pica. A ânsia oral tava na cara. Saí pra abrir pro meu massagista enquanto o Leo se mandava pro quarto. O outro camarim seria o banheiro e foi pra lá que ele se dirigiu. Sentei no sofá esperando as putas desfilarem feito cabaré. O Leo saiu bem putona e não resisti à vontade de colocá-lo na hora pra mamar. Forte. Fundo. Minha ereção já tava começando a provocar uns engasgos e uma boa dose de cuspe e barulho. Apareceu a terceira na parada. De lingerie mais angelical. Tirei a pica da boca dele e apresentei as duas. Aí percebi que nem sabia o nome do "meu massagista". Que grosso da minha parte... que submisso ele. Facundo chama. Como é mais meiguinha e não queria pressionar, coloquei ela do meu lado no sofá e comecei a acariciar os peitinhos dela. Leo voltou pro oral... que cada vez tava melhor. Não ficou nem um pouco tímida e em segundos se jogou de cabeça pra dividir a pica. Aí comecei a flutuar. Que sensação gostosa ter duas bocas na pica... se sincronizavam muito bem. Repartiam a cabeça, o tronco, as bolas e o cu o tempo todo. Tava sendo muito bem atendido. O que elas estavam fazendo se chama TRABALHAR UMA PICA. Passei um bom tempo curtindo aquele espetáculo, obviamente enquanto elogiava elas por serem tão boas putas. Mamonas. Elas me devolviam sorrisos e cada vez mais entrega. Podia ter ficado horas assim, mas também tava com muita vontade de chupar cu. Então coloquei as duas de quatro no sofá e mandei elas correrem o fio dental, como sinal de consentimento pra violar o esfíncter delas com a língua. Os gemidinhos eram música pros meus ouvidos. Naquele momento, pela primeira vez, elas deram as mãos. Eu chupava e elas apertavam as mãos uma da outra. Uma pintura…
Chegou a hora de ir pra cama ver se a gente se espalhava melhor. Dei uns tapas nelas e mandei chupar mais um pouco, agora eu de pé. As bocas continuavam sincronizadas, mas também tiravam uns segundos pra se beijar com a desculpa do meu pau, elas tavam se dando bem organicamente. Enquanto isso, avisei o Leo pra começar a se dedilhar o cu porque tava me dando vontade de meter. E como o Facu ainda não me entrega, ele tinha que dar conta de tudo que fosse penetração. Ele já enfiava 3 dedos fácil, então só me diverti chupando o cu dele por um tempo, lubrificando com óleo de bebê e sussurrando que ia meter forte. Tava com vontade de arrebentar o cu dele, e eu ia cumprir. Chamei o Facu pra colocar a carinha perto do cu. Enfiei e mostrei uma estocada forte e profunda. Teve gritinhos, mas não tanto. Comecei a meter sem parar, sem tirar os olhos da cara de surpresa do meu lado. Tirei o pau e mostrei o buraco que ficou. Já tinha feito minha parte pedagógica, só queria explodir no fundo daquele cuzão aguentador. Então empurrei constante o máximo que pude, já meio que esquecendo se tava sendo "cavalheiro ou não". Acho que ele gritou bastante, mas a gozada era certa... Pum.
Mostrei o resultado da ordenha pras duas e saí do quarto.
Acendi um cigarro e olhei as horas. Tinham passado 45 minutos desde a apresentação. Dei uma olhada no computador pra ver como tava (porque, mesmo que não pareça, eu tava trabalhando) e voltei pro quarto, onde dava pra ouvir uns sussurros.
Queria paquerar mais um pouco a novinha do grupo. Procedi. a apalpar e chupar muito os peitinhos dela, que são bem sensíveis. Coloquei ela de pé e fiz ela prometer que vai me dar a bunda logo. Comecei a chupar o cuzinho dela com intenção. Era hora de provocar um pouco. Falei que ia trazer um vibrador, ligar no modo suave, e que ao encostar no buraquinho ela ia ter umas sensações gostosas. Dito e feito. Ela começou a gemer e se contorcer de um jeito delicioso. Ver ela se retorcendo começou a deixar minha piroca dura. Aí olhei pro Leo e ele já tava com a boca babona pronta. Aqueles lábios grossos começaram a envolver e devorar minha piroca. Em minutos, a garganta já tava toda fodida. Babando tudo. Parece que esse trabalho de pau tava agradando muito o Facu, porque "sem querer" ele tava enfiando a ponta do vibrador no cuzinho. Dei um abraço de apoio e orgulho, e coloquei ele pra chupar piroca de novo em dueto. De quebra, aproveitei pra empurrar um pouquinho mais o brinquedo. Eles voltaram a ter uma sincronia foda pra tomar conta de toda minha zona erógena. A porra tava borbulhando forte. De vez em quando tinha que parar pra esticar bem as bolas, respirar e continuar. Não ia aguentar muito mais, mas queria passar mais um tempo enfiando na bunda pidona do Leo. Levantei, enfiei e mostrei pro Facu como se entrega uma bunda quando tá pronta. Pá, de uma vez e até o fundo, numa posição sem escapatória. Quando o ritmo ficou forte, ele voltou pro lugar de assistente e segurou as mãozinhas dele em sinal de irmandade de porra. Segui na minha, não tinha mais volta. A explosão ia ser naquela bunda falsiada... e aí foi! Dei um beijinho em cada um e falei o orgulhoso e satisfeito que eles me deixaram essa tarde. Fui fumar um cigarro e checar o computador do trabalho, e vi a hora. Tinham passado mais 45 minutos. Quase poética a duração dessa partida. Saí pra abrir a porta e cada um foi pro lado que veio.


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Me organizei um home office pra quarta-feira. Chegaram 15h em ponto. Primeiro chegou o Leo, e aproveitamos aqueles 5 min de vantagem pra colocá-lo de joelhos chupando bem a pica. A ânsia oral tava na cara. Saí pra abrir pro meu massagista enquanto o Leo se mandava pro quarto. O outro camarim seria o banheiro e foi pra lá que ele se dirigiu. Sentei no sofá esperando as putas desfilarem feito cabaré. O Leo saiu bem putona e não resisti à vontade de colocá-lo na hora pra mamar. Forte. Fundo. Minha ereção já tava começando a provocar uns engasgos e uma boa dose de cuspe e barulho. Apareceu a terceira na parada. De lingerie mais angelical. Tirei a pica da boca dele e apresentei as duas. Aí percebi que nem sabia o nome do "meu massagista". Que grosso da minha parte... que submisso ele. Facundo chama. Como é mais meiguinha e não queria pressionar, coloquei ela do meu lado no sofá e comecei a acariciar os peitinhos dela. Leo voltou pro oral... que cada vez tava melhor. Não ficou nem um pouco tímida e em segundos se jogou de cabeça pra dividir a pica. Aí comecei a flutuar. Que sensação gostosa ter duas bocas na pica... se sincronizavam muito bem. Repartiam a cabeça, o tronco, as bolas e o cu o tempo todo. Tava sendo muito bem atendido. O que elas estavam fazendo se chama TRABALHAR UMA PICA. Passei um bom tempo curtindo aquele espetáculo, obviamente enquanto elogiava elas por serem tão boas putas. Mamonas. Elas me devolviam sorrisos e cada vez mais entrega. Podia ter ficado horas assim, mas também tava com muita vontade de chupar cu. Então coloquei as duas de quatro no sofá e mandei elas correrem o fio dental, como sinal de consentimento pra violar o esfíncter delas com a língua. Os gemidinhos eram música pros meus ouvidos. Naquele momento, pela primeira vez, elas deram as mãos. Eu chupava e elas apertavam as mãos uma da outra. Uma pintura…
Chegou a hora de ir pra cama ver se a gente se espalhava melhor. Dei uns tapas nelas e mandei chupar mais um pouco, agora eu de pé. As bocas continuavam sincronizadas, mas também tiravam uns segundos pra se beijar com a desculpa do meu pau, elas tavam se dando bem organicamente. Enquanto isso, avisei o Leo pra começar a se dedilhar o cu porque tava me dando vontade de meter. E como o Facu ainda não me entrega, ele tinha que dar conta de tudo que fosse penetração. Ele já enfiava 3 dedos fácil, então só me diverti chupando o cu dele por um tempo, lubrificando com óleo de bebê e sussurrando que ia meter forte. Tava com vontade de arrebentar o cu dele, e eu ia cumprir. Chamei o Facu pra colocar a carinha perto do cu. Enfiei e mostrei uma estocada forte e profunda. Teve gritinhos, mas não tanto. Comecei a meter sem parar, sem tirar os olhos da cara de surpresa do meu lado. Tirei o pau e mostrei o buraco que ficou. Já tinha feito minha parte pedagógica, só queria explodir no fundo daquele cuzão aguentador. Então empurrei constante o máximo que pude, já meio que esquecendo se tava sendo "cavalheiro ou não". Acho que ele gritou bastante, mas a gozada era certa... Pum.
Mostrei o resultado da ordenha pras duas e saí do quarto.
Acendi um cigarro e olhei as horas. Tinham passado 45 minutos desde a apresentação. Dei uma olhada no computador pra ver como tava (porque, mesmo que não pareça, eu tava trabalhando) e voltei pro quarto, onde dava pra ouvir uns sussurros.
Queria paquerar mais um pouco a novinha do grupo. Procedi. a apalpar e chupar muito os peitinhos dela, que são bem sensíveis. Coloquei ela de pé e fiz ela prometer que vai me dar a bunda logo. Comecei a chupar o cuzinho dela com intenção. Era hora de provocar um pouco. Falei que ia trazer um vibrador, ligar no modo suave, e que ao encostar no buraquinho ela ia ter umas sensações gostosas. Dito e feito. Ela começou a gemer e se contorcer de um jeito delicioso. Ver ela se retorcendo começou a deixar minha piroca dura. Aí olhei pro Leo e ele já tava com a boca babona pronta. Aqueles lábios grossos começaram a envolver e devorar minha piroca. Em minutos, a garganta já tava toda fodida. Babando tudo. Parece que esse trabalho de pau tava agradando muito o Facu, porque "sem querer" ele tava enfiando a ponta do vibrador no cuzinho. Dei um abraço de apoio e orgulho, e coloquei ele pra chupar piroca de novo em dueto. De quebra, aproveitei pra empurrar um pouquinho mais o brinquedo. Eles voltaram a ter uma sincronia foda pra tomar conta de toda minha zona erógena. A porra tava borbulhando forte. De vez em quando tinha que parar pra esticar bem as bolas, respirar e continuar. Não ia aguentar muito mais, mas queria passar mais um tempo enfiando na bunda pidona do Leo. Levantei, enfiei e mostrei pro Facu como se entrega uma bunda quando tá pronta. Pá, de uma vez e até o fundo, numa posição sem escapatória. Quando o ritmo ficou forte, ele voltou pro lugar de assistente e segurou as mãozinhas dele em sinal de irmandade de porra. Segui na minha, não tinha mais volta. A explosão ia ser naquela bunda falsiada... e aí foi! Dei um beijinho em cada um e falei o orgulhoso e satisfeito que eles me deixaram essa tarde. Fui fumar um cigarro e checar o computador do trabalho, e vi a hora. Tinham passado mais 45 minutos. Quase poética a duração dessa partida. Saí pra abrir a porta e cada um foi pro lado que veio.


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12 comentários - Trio com dois putinhos
Felicitaciones!