Sábado à tarde já não tava com cara boa. Vários clientes, perto do fim do mês, cancelaram, então fiquei com a tarde toda livre até o próximo cliente, que tinha que arrumar o computador. Pra piorar, tava um calor infernal. O que eu podia fazer pra passar o tempo e não sofrer com o calor? Vou pro cinema pornô e fico no ar condicionado por várias horas, e quem sabe eu dava sorte. Algo me dizia que o dia tinha que melhorar, e por via das dúvidas parei no shopping, peguei uma seringa gigante que tenho escondida no carro e entrei no banheiro para deficientes. Depois de umas 3 ou 4 seringas de água morna no cu, fiquei limpinho. Então tava pronto caso tivesse sorte e, além de um boquete ou uma foda, conseguisse alguém pra arrombar meu cu. Entro no cinema cedo, não fazia muito que tinha aberto. E lá dentro tava uma temperatura divina com o ar condicionado. Só eu e uns dois velhos, não tinha ninguém. Muito estranho, porque sábado costuma ter bastante gente. Sentei pra ver o filme numa poltrona onde o ar batia direto no meu pau, que já tava pra fora, batendo uma. Depois de 40 minutos, não éramos mais de 6 ou 7 pessoas no cinema. Uns dois estavam dormindo nas poltronas. Já tava de saco cheio de tanto bater punheta e levantei, fui pros boxes, talvez algum velho me seguisse e chupasse meu pau um pouco. Fiquei lá na escuridão do box um bom tempo e ninguém entrou. Voltei pra poltrona de novo e, depois de um tempo, saí pro hall pra comprar um refrigerante. Nesse meio tempo, entraram mais uns caras e uma travesti que tem uns 70 anos e tá toda acabada de feia. Terminei meu refri e fui pro box de novo pra ver se algum dos que tinham entrado topava, mas nada, só se ouvia no box ao lado a travesti feia fazendo um boquete. Voltei pra minha poltrona e tirei um guardanapo de papel do bolso, já decidido a bater uma e gozar na minha mão no meio da sala. Nisso, vejo a cortina da sala se abrir e entra um casal. Caminharam devagar por quase todo o salão, dava pra ver que não enxergavam nada porque esbarravam em tudo. Quando passaram perto de mim, vi que nenhum dos dois tinha mais de 25 anos. Ela tinha cara de roqueira, com a franjinha clássica, vestindo umas leggings esportivas, daquelas bem apertadas que marcam e enfiam bem a bunda, e uma regata clara que não escondia direito o sutiã preto dela. Ele também de roupa esportiva e uma latinha de cerveja na mão. Depois de um tempo, quando a visão deles se acostumou, sentaram na fileira da frente da onde eu tava. Eu continuei batendo uma punheta como se nada. Os dois, quando passaram e me viram, sorriram e cochicharam algo entre si. Sentaram um pouco longe de mim na fileira da frente. Bem na hora, o filme acabou e ficamos no escuro por um bom tempo até começar de novo. Só se ouvia o barulho do ar-condicionado e uns gemidos da travesti que parecia que tava sendo comida. Quando começou outro filme, a mina tava inclinada sobre o parceiro e parecia que tava chupando a rola dele enquanto ele tomava cerveja. A mina sentou direito e também tomou cerveja. Começou outro filme e dava pra ver que a mina de vez em quando beijava o cara e ele empurrava a cabeça dela pra baixo pra ela chupar a rola dele. Levantei, fui ao banheiro e, quando voltei e passei perto deles, os dois me olharam e falaram "oi". Aí sentei atrás deles, meio de lado. Um tempo depois, o cara jogou a latinha vazia no chão. E de vez em quando ele ou ela olhavam pra trás, pra onde eu tava. Na sala, só estávamos nós e uns velhos dormindo. Então me aproximei por trás, enfiei a cabeça entre as deles e falei: — Galera, sem ofensa, vou pagar uma cerveja pra vocês. E eles aceitaram a oferta. Aí saí da sala e voltei com três latinhas de cerveja. Quando cheguei no casal, sentei do lado da mina e dei uma lata pra cada um. Aí começamos a conversar, e notei que eles tinham um sotaque estranho, não saberia dizer se era de Tucumã ou coisa assim. riojano ou algo assim. Depois de um tempo, me contaram que estavam em Mendoza a trabalho na época da colheita e aproveitavam pra ter experiências sexuais que gostavam de fazer ménage, que os dois eram um casal mas também eram bissexuais. Os dois faziam muitas perguntas e também contavam as coisas que faziam nos ménages. Ela era quem mais conversava e interrogava, de onde eu era, se era casado e outras coisas. Os gostos deles eram que não curtiam héteros, transexuais nem gays, procuravam ménage com bi curiosos. Eu contei que era esse tipo de pessoa que eles procuravam e aí a conversa começou a fluir mais. Ela me perguntou se eu gostava de chupar pau e depois da minha resposta, que foi sim, ela enfiou a mão na virilha do cara e puxou o pau pra fora. Era um pau bem curvado e grande. Tremendamente curvado, eu diria. Você gostaria de chupar esse pau? ela disse, e se inclinou e chupou ele por um tempo. Eu aproveitei e comecei a apalpar a bunda dela, que ao se inclinar pra frente estava toda à mostra. Ele só olhava o filme, tomava cerveja. Bem na hora que eu tô enfiando a mão pra tocar nos peitos dela, ela se endireita e senta de novo. Pega minha mão e leva até o pau do cara pra eu tocar. Depois ela me diz: agora é sua vez, e com a mão dela leva minha cabeça até o pau do cara. Então eu passo meu corpo por cima do dela e ali no meio da sala enfio aquela banana curvada que ele tinha de pau na boca. Uma das minhas mãos ficou na virilha dela e eu aproveitava pra tocar a buceta dela enquanto chupava o pau. Ela abria as pernas pra deixar eu tocar com facilidade enquanto a mão dela acompanhava o movimento da minha cabeça. De repente sinto alguém entrar na sala e paro de chupar o pau e fico olhando o filme enquanto tomo um pouco de cerveja. Ele ficou com o pau pra fora e ela ficava acariciando ele com os dedos. Então eu aproveito e tiro meu pau pra fora, pego a mão dela e faço ela me masturbar. A masturbação. Então ela tava batendo punheta pra nós dois no meio da sala enquanto a gente continuava vendo o filme. Bem quando terminei minha cerveja, ela tirou a mão dela do meu pau porque eu ia gozar. Eu não aguentava mais, queria comer aquela bunda a todo custo. A mina era mó gostosa, mas o cara também tinha um pau divino. Então dei um jeito de fazer um trio a todo custo. Aos poucos, o cinema foi enchendo um pouco, então nós dois guardamos o pau e vimos o filme enquanto conversávamos um pouco. Aí eu propus ir pro reservado, e ela me disse que não porque tava cheio de velhos punheteiros que ficam passando a mão nela toda. Eu, meio desesperado, peguei a mão dela e falei: "Olha como você deixou meu pau". Aí ele propôs ir um pouco pra um canto escuro pra que outros caras não tocassem nela. Então fomos pra um canto perto da porta de entrada do quartinho escuro. Ele se encostou bem no cantinho na parede e ela na frente dele, e ele começou a beijar ela. Eu fiquei bem atrás dela e primeiro apoiei meu pau bem na racha da bunda dela, mas depois abaixei a legging dela e coloquei o pau entre as pernas dela. Ela tinha tirado o pau dele e tava batendo uma pra ele enquanto eu enfiava minhas mãos por baixo do sutiã e beliscava os pezinhos pequenos dela. Ela não parava de rebolar a bunda e esfregar no meu pau. Eu tava quase colocando uma camisinha e penetrar ela quando ela vira a cabeça pra trás e me diz: "Vamos pra outro lugar e me come enquanto ele te come". A proposta me deixou de cabeça quente. E automaticamente pensei em algo rápido. Na frente do cinema tem um prédio onde alugam apartamentos por temporada. Não são um luxo, mas quebram o galho e são baratos. Então falei pra eles irmos pra esses apartamentos, e eles me disseram que naquele momento estavam sem grana. Que não tinham pra pagar a parte deles. Então falei pra eles me esperarem na entrada do prédio que eu ia no caixa eletrônico e voltava logo. Isso era mentira, porque eu tinha que ir buscar dinheiro no carro. Nunca vou no caixa. Cinema com a carteira, não com o celular. Só levo uns camisinhas, guardanapos de papel e um pouco de dinheiro por via das dúvidas, mas não muito. É normal roubarem ou você perder suas coisas no cinema. Deixei o carro num estacionamento na esquina do cinema, então não demorei pra voltar. Eles já estavam me esperando no hall do prédio. Depois de acertar o aluguel, subimos as escadas. A mina ia na minha frente e deixava a bunda dela bem na altura do meu rosto. Eu contava os minutos pra enfiar a cara naquela raba. O apartamento é simples: uma cama de casal bem baixinha com um colchão fino, umas cadeiras e uma mesinha. Um banheiro bem limpo e umas toalhas. Bem escuro por causa da persiana baixa e uma luz que não ilumina quase nada. Já dentro do quarto, enquanto eu tirava toda a roupa, ela sentou na cama e ele tirou o shortinho e ficou pelado. O pauzão dele balançava junto com os ovos grandes. Ela, sentada na cama, agarrou ele pela cintura e puxou ele na direção do rosto dela, e começou a chupar o pau dele. Mesmo com a luz fraca, o pau dele parecia ainda maior, e assim nu dava pra ver que ele não tinha um pelo pubiano. Eu já pelado, me aproximei deles e tentei colocar meu pau também na boca dela. Mas ela me agarrou pelo braço e me fez sentar também na cama, e guiou minha cabeça pra que nós dois chupássemos o pau dele juntos. Eu aceitei, e nós dois ao mesmo tempo saboreamos o pau dele. Várias vezes nossos lábios se encontravam na ponta do pau enquanto a gente se beijava. Ficamos um tempão assim, e quando comecei a apalpar os peitos dela, ele me fez ficar de pé e sentou na cama, e junto com ela começaram a chupar meu pau, nós dois. Eu segurava a cabeça dos dois pra acompanhar os movimentos deles. A chupada que tava rolando era tão intensa que aos poucos fui me mexendo pra me deitar na cama de barriga pra cima. Quando me dei conta, tava deitado de costas e ele levantava minhas pernas e chupava meus ovos e meu cu, e ela chupava meu pau. Estendi minha mão e tentei tirar a legging dela, sem conseguir. Depois de muito esforço, consegui tirar a legging e a calcinha fio dental, e pude ver a pequena buceta que ela tinha. Ao tentar enfiar meus dedos na buceta dela, ela apertava as pernas, como se não quisesse deixar. Quando finalmente consegui, ela parou de chupar meu pau, me deu um beijo na boca e disse: "Vou tomar um banho pra tirar o suor e volto já. Continuem vocês enquanto isso." Ele continuava entretido com minhas bolas e meu cu. Já dava pra sentir ele enfiando parte da língua dentro do meu cu. Quando ouvi o chuveiro no banheiro, ele se ajoelhou na cama e apoiou o pau no meu cu. Naquele momento, eu disse: "Sem camisinha, não." Ele respondeu: "Fica tranquila, só vou encostar." E cuspiu no meu cu, apoiando o pau torto no meu ânus, empurrando como se quisesse entrar. Eu estava com as pernas abertas e o cu pra cima, desejando que ele enfiasse tudo. Então, como uma boa puta, me virei e fiquei de quatro, e disse: "Me come agora." Ele colocou uma camisinha e, com os dedos, foi guiando o pau devagar pra dentro do meu cu. Me segurou pela cintura e, aos poucos, foi enfiando até o fundo. Por causa da forma torta que ele tinha, sentia que lá dentro me tocava de um jeito que nunca tinha sentido. Abri mais as pernas pra ele entrar mais fundo e estiquei meu corpo mais na cama. Ele começou a me comer devagar, percorrendo com a banana dele todo o meu cu. Já tinha esquecido que minha tara era comer a garota e foder ela enquanto ele me comia. Nem lembrava mais dela. Tava adorando quando ele tirava o pau e enfiava de novo no meu cu. Não percebi que já fazia um tempo que não se ouvia o chuveiro no banheiro. Eu continuava em êxtase com o pau torto no meu cu. De repente, ele mudou de posição e apertou minha cabeça contra a cama, me imobilizando enquanto me comia. Isso não me agradou muito, e tentei soltar minha cabeça. Quando consegui, virei pro outro lado e... vejo que a mina tava com minha calça. Surpreso, pergunto o que tão fazendo e ela fala que achou que ouviu um celular tocar. Falo que não tenho celular. Nessa hora, ele começou a me comer mais forte e, de tanto tesão, esqueci do rolê da calça. Minha pica já tava soltando uns jatos de porra, então viro a cabeça pra falar pra ela ficar por baixo de mim pra eu comer ela. Quando viro a cabeça, vejo a mina tirando foto com o celular. Na hora, falei pra ela não tirar foto. Ela respondeu que era tipo lembrança pra se tocar depois. Não me deu bola e continuou tirando foto enquanto ele cada vez quicava mais na minha bunda e enfiava a pica até o fundo. Quando vi que ela se colocou na minha frente e já tirou uma foto bem onde dava pra ver minha cara e corpo e que tavam me comendo, tirei a pica do cu e levantei. Falei pra ele: "Falei que sem foto". "Não tem problema", ele dizia, "me passa um endereço que a gente manda pra você". "É uma lembrança gostosa", ele não parava de falar. E ela, achando que eu não tava percebendo, continuava tirando foto de como a gente tava pelado. Aí pedi o celular dela pra apagar as fotos. Ela se recusava a me dar. Cada minuto a situação ficava mais tensa. Ele falava que depois apagava. E eu dizia que queria que apagasse agora. Ela continuava tirando foto ou filmando enquanto a gente discutia. Até que, com um tapa, tomei o celular dela. E aí comecei a interrogar os dois: pra que querem as fotos, o que vão fazer com elas, perguntava. E não respondiam. Comecei a me vestir como dava enquanto ele tentava se aproximar pra pegar o celular de volta. Pedi a senha várias vezes pra acessar o celular e apagar as fotos, e não queriam me dar. Nem deram motivo pra quererem as fotos. Somando com o fato dela ter fuçado minha carteira ou celular na minha calça, percebi que a história do menage era pra me roubar ou fazer uma extorsão. Ele continuava pelado e ela só de calcinha. Nenhum dos dois Os dois tentavam me segurar pra pegar meu celular, e quem mais falava era ela. Quando percebi que não iam dar a senha, ameacei que ia quebrar o celular se não me deixassem apagar as fotos. Pelo visto, ele era meio cagão, porque não falou muito. Ela começou a me xingar e disse que ia chamar a polícia, que ia dar uma puta confusão porque minha esposa ia ver as fotos minhas pelado sendo comido. Isso me deixou puto, joguei o celular no chão e ele quebrou, levantei de novo e parti no meio como se fosse uma bolacha. Nessa hora, ela começou a me xingar igual uma louca. Ele começou a se vestir, e bem na hora que eu ia jogar o celular em cima da cama, ficou na minha mão a capinha com o chip e o cartão de memória. Sem pensar, abri a porta e vazei. Quando saí na rua, olhando pra trás pra ver se não estavam me seguindo, fui rápido pro meu carro e fui embora. Uns dias depois, fui ao cinema e contei, sem muitos detalhes, o que aconteceu pro gerente do cinema, e ele me disse que viu esse casal poucas vezes indo lá. Ele garantiu que na próxima vez que fossem, ia negar a entrada. Quando abri o cartão de memória do celular, descobri que tinha várias fotos de caras que ele ou ela estavam comendo. Alguns eu já tinha visto no cinema. Então, com certeza estavam extorquindo eles. O cartão de memória, claro, foi devidamente destruído. Moral da história: um ménage com desconhecidos pode te foder. Infelizmente, tem que tomar muito cuidado e desconfiar de tudo. Ainda bem que não tava com a carteira, senão teriam pego meu endereço. Por sorte, nunca mais vi eles. Acho que devem ter ido embora de Mendoza. Escapei barato, porque, na real, o cara só tinha uma bela rola, mas não tinha culhão. Foi um baita cagão, deixando eu destruir o celular dele. Fiquei com vontade de comer aquela bunda e aproveitar mais aquela rola torta. Muito cuidado se cruzarem com esse casal.
2 comentários - Cuidado com ménage com estranhos
Venia leyendo re excitado y cuando me imaginé la secuencia casi me muero!
yo también hago cosas de trampa y ya pensar en algo así que puede pasar es terrible!